Mostrar mensagens com a etiqueta Património. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Património. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 20 de março de 2015

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Verride (constituída em 1929)



Identificar os antigos membros e amigos dos Bombeiros de Verride, é o desafio que propomos neste evento.
A partir desta fotografia iniciámos a conquista da identidade de cada pessoa aqui retratada. Já obtivemos a partir do valioso préstimo do Sr. Arménio Machado alguns nomes (conforme as marcações feitas).
Assim, ajude-nos a completar esta preciosa fotografia. Porque a memória não deve ser esquecida!


Fonte: https://www.facebook.com/uniaoavv/photos/a.651321591597904.1073741828.650675361662527/873632782700116/?type=1&theater

quinta-feira, 30 de junho de 2011

“7 Maravilhas”

André Sardet apadrinha candidatura do Pastel de Tentúgal

O cantor André Sardet foi ontem apresentado como padrinho da candidatura do Pastel de Tentúgal às “7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa” - «o melhor pastel do mundo», segundo o autarca de Montemor, Luís Leal – numa cerimónia que teve lugar no Largo do Rossio, junto ao emblemático Convento de Nossa Senhora do Carmo.
A sessão, que contou com a participação de inúmeros confrades e amigos do Pastel de Tentúgal, assim como populares anónimos, serviu também para serem dados a conhecer os embaixadores.

(Leia mais na edição impressa do Diário de Coimbra)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

7 Maravilhas da Gastronomia - Vote

12 metros de doce maravilha

12 metros. É este o comprimento do maior pastel de Tentúgal alguma vez confeccionado no mundo. O recorde foi batido, ontem, na X Feira de Doçaria Conventual de Tentúgal. O mega-pastel levou 2.280 ovos, 70 quilos de açúcar, 160 quilos de farinha e 70 litros de água, envolvendo 30 pessoas na sua confecção. Além de ter sido batido o recorde do ano anterior, em que o pastel de Tentúgal gigante chegou aos 10 metros, em 2011, o pastel de Tentúgal surgiu rotulado como um dos três finalistas, na categoria de doces, do concurso “7 Maravilhas da Gastronomia”.
Após estenderem a massa, com meio milímetro de espessura - «mais fino que uma folha de papel vegetal» - e previamente confeccionada, na forma metálica, as pasteleiras - entre as quais sete voluntárias, lote onde se incluíram Ana Jorge, ministra da Saúde e cabeça-de-lista do PS pelo círculo eleitoral de Coimbra nas Legislativas de 5 de Junho, e a pequena Leonor -, pincelaram a massa com ovo, usando para tal uma pena de galinha. Posteriormente, o recheio de doces de ovos foi colocado, antes de o pastel ser fechado com mais massa e ser transportado para o forno a carvão, instalado ao ar livre, para cozer.
O Convento da Nossa Senhora do Carmo, onde a receita foi concebida há séculos pelas freiras carmelitas, acolheu, este ano, pela primeira vez, a feira dinamizada pela Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal e pela Associação de Pasteleiros de Tentúgal, com o apoio da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e da Junta de Freguesia de Tentúgal. «O pastel tem uma identidade própria. Além de ser um doce de que toda a gente gosta, tem a sua origem ligada a um nome, um espaço e uma história», sublinhou Olga Cavaleiro, grã-mestre da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal.

Doce finalista
Depois de, aproximadamente, uma hora à espera – 30 minutos para a montagem e meia-hora para a cozedura num forno, a cerca de 200 graus, instalado no Largo do Rossio -, os presentes tiveram a oportunidade de degustar o doce conventual em «formato XXL», confeccionado por seis pasteleiras, ajudadas pelas já referidas sete voluntárias. «São 12 metros de pura e intensa maravilha», afiançou Olga Cavaleiro, já depois de ter explicado o processo de confecção do mega-pastel de Tentúgal, enquanto apelava ao voto no doce conventual no concurso “7 Maravilhas da Gastronomia”.
A X Feira de Doçaria Conventual de Tentúgal, que decorreu sábado e domingo, pretendeu «dar a conhecer o local onde este doce nasceu», conseguindo que «o convento fosse, pela primeira vez, visitável por todos os que ali quiseram ir». Quanto ao pastel de Tentúgal, o pequeno Luís Sousa resumiu, enquanto lambia os dedos, a “qualidade” do doce conventual em tamanho XXL. «Está mesmo bom», garantiu o petiz de oito anos, opinião partilhada por Maria de Jesus, de 75 anos, que segurava na mão uma caixa de pastéis de Tentúgal para levar para casa. «Vou ter de repetir», gracejou.
A par do pastel de Belém e do pudim Abade de Priscos, o pastel de Tentúgal é finalista, na categoria de doces, do concurso “7 Maravilhas da Gastronomia”. Até 7 de Setembro, a votação pública decorre no site oficial do concurso, por SMS, por chamada telefónica e pelo Facebook. A 10 de Setembro, serão conhecidos os sete vencedores. Ontem, o doce conventual ganhou mais uns votos, pois antes de degustarem o pastel de Tentúgal gigante, os presentes foram desafiados a enviar um SMS para o 71968933. «É o maior SMS conjunto das “7 Maravilhas da Gastronomia”. Tentúgal é, de facto, o maior fenómeno de Portugal», rematou Olga Cavaleiro.

Escrito por João Henriques
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12836&Itemid=111

terça-feira, 26 de abril de 2011

“Consagração do pastel de Tentúgal não é no concurso das 7 Maravilhas”

A Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal promoveu ontem uma cerimónia para assinalar a passagem da candidatura do pastel de Tentúgal à segunda fase do concurso “7 Maravilhas Gastronómicas de Portugal”, onde foram enaltecidas as características de um doce com 400 anos de história, que tem uma imagem perene, para lá de qualquer concurso «decidido por SMS», como lembrou Pedro Machado.
O tentugalense, que é vereador da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e, simultaneamente, presidente da Entidade de Turismo Centro de Portugal, para além de confrade, frisou que «a consagração do pastel de Tentúgal está aqui, não é no concurso», para explicar que as «”7 Maravilhas” é um instrumento de televisão». «O que se trata ali é de quem manda mais SMS», alertou, sublinhando que «aquela final é criada para um bom programa de televisão».
Pedro Machado defende que, com ou sem concurso, «este património não é alienável», no sentido em que «em Tentúgal, faz-se um doce único e dos melhores do mundo», frisando também que se trata de «um valor acrescentado para a região».
No entanto, o responsável pela promoção turística na região não descura a importância do concurso da RTP, referindo que pode ser importante «para a notoriedade e visibilidade de um produto que nós já sabemos que é bom».
É tão bom que o próprio presidente da Câmara Municipal de Montemor quase se declarou tentugalense, defendendo o orgulho de ter, «no meu concelho, a vila mais linda e o melhor pastel do mundo».
Luís Leal não esqueceu o contributo de José Saramago para a divulgação do pastel de Tentúgal, «um dos seus últimos actos públicos», nem tão pouco a importância económica do doce, que «cria cerca de 100 postos de trabalho directos».
O autarca elogiou ainda os esforços realizados no sentido da certificação do doce, um tema abordado pela Grão-Mestre da Confraria do Doce Conventual, quando explicou que «temos de assegurar que o pastel de Tentúgal vendido no Algarve é igual ao que se vende no Minho».
Olga Cavaleiro anunciou que a iniciativa “Momento Pastel de Tentúgal”, ontem levada a cabo, vai ser repetida, começando, já na próxima semana por Cantanhede e Lisboa, explicando que «o que queremos é chamar a atenção», até porque «este doce tem algo de especial e é o protagonista desta vila».

“Um dia bom para ser presidente da junta”
O presidente da Junta de Freguesia de Tentúgal, Décio Matias, foi o primeiro a tomar da palavra, defendendo que o pastel «tem hoje uma identidade nacional e honra as pasteleiras e a confraria», lembrando a recente eleição, na feira de Portalegre, como «melhor doce conventual».
O autarca não deixou de lembrar que, «só recentemente encontrei união entre as pasteleiras», algo que atribui à intervenção de várias entidades, destacando o trabalho de Luís Leal, «aliado à coesão conseguida por Olga Cavaleiro».
«Hoje é um dia muito bom para ser presidente da Junta de Freguesia de Tentúgal», sublinhou.
A cerimónia contou ainda com as palavras de José Craveiro, Chanceler da Confraria, que mostrou grande agrado por, ao fim de 40 anos, ter sido ouvido na intenção de «preservar o que é nosso», lembrando várias vezes a herança deixada pelas irmãs carmelitas do Convento de Nossa Senhora do Carmo. «Temos uma dívida a quem veio antes de nós e nos deixou tudo de graça», finalizou.
Mário Fidalgo, da Associação para o Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego (ADELO), tomou a palavra para assegurar o apoio da entidade aos agentes envolvidos na promoção do pastel, garantido que, «tomara muitos territórios terem um produto assim a que se agarrarem».

Escrito por José Carlos Salgueiro
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12348&Itemid=111

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Classificação do Património. Publicação de Novas Portarias



COMUNICADOS10 Fevereiro 2011

Classificação do Património. Publicação de Novas Portarias

Foram publicados no Diário da República os seguintes diplomas de classificação de bens imóveis e de fixação de zonas especiais de protecção (ZEP), a saber:

Portaria n.º 338/2011, DR, 2.ª Série, n.º 27, de 8 de Fevereiro, que classificou como monumento de interesse público (MIP) os seguintes bens, e fixou as respectivas zonas especiais de protecção (ZEP):

b) O Convento de Almiara, também designado por Mosteiro de Verride, sito na Quinta de Almiara, freguesia de Verride, concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.

(...)
Fonte: http://www.igespar.pt/pt/news/6/1925/

terça-feira, 13 de julho de 2010

“Peregrinações” à volta de Fernão Mendes Pinto

Mais de 200 actores e músicos percorreram as ruas da vila para contar a história e as aventuras de Fernão Mendes Pinto, numa viagem onde o real e o imaginário se cruzaram. As 300 pessoas que assistiram ao espectáculo ficaram “muito satisfeitas”

Montemor-o-Velho transformou-se nas duas últimas noites num enorme palco teatral. O espectáculo de rua “Peregrinações” juntou, nos espaços mais emblemáticos do centro histórico da vila, uma dezena de grupos, mais de 200 actores e músicos e aproximadamente 300 espectadores.
Durante mais de duas horas e meia foram reveladas as aventuras e a história de Fernão Mendes Pinto, recriados alguns dos lugares descritos na sua obra e invocadas personagens que pululam a literatura de viagens do século XVI.
A grande maioria dos espectadores com quem o Diário de Coimbra falou elogiou a iniciativa, inserida nas comemorações do quinto centenário do nascimento de Fernão Mendes Pinto. «Estou muito satisfeita, achei que os actores estiveram muito bem e adorei as diferentes abordagens e técnicas dos vários grupos de teatro», afirmou depois do espectáculo a conimbricense Ana Magalhães, de 43 anos.
O público, de todas as idades, teceu também largos elogios às músicas interpretadas pelos actores e ao «excelente» aproveitamento dos espaços da vila para criar os quadros que deram vida ao espectáculo, bem como ao intenso sentido de humor que reina nalgumas partes do evento.
As críticas negativas surgiram pontualmente e estiveram relacionadas com a duração do espectáculo, que terminou já depois da meia-noite. Alguns cidadãos, acompanhados de bebés e crianças, não ficaram até ao fim. A grande quantidade de mosquitos e de melgas existentes nalguns períodos de “Peregrinações” também mereceram reparos, se bem que este é um factor externo à própria produção.
No final do primeiro dia do espectáculo, na noite de quinta-feira, Deolindo Pessoa, responsável pela direcção e concepção, estava satisfeito. «Correu dentro das expectativas e tivemos um “feedback” positivo dos espectadores», afirmou.
Segundo o director do evento, a principal dificuldade do ponto de vista artístico foi precisamente «o número excessivo de espectadores». «Por um lado é bom, porque revela o interesse das pessoas, mas por outro lado limitou um bocado a acção e o próprio visionamento do espectáculo», explicou.

Caminhada pelas ruelas à luz das velas
O espectáculo “Peregrinações” acontece hoje pela última vez. O Diário de Coimbra desvenda um pouco do que o espectador pode encontrar.
A aventura começa às 21h00, no castelo de Montemor-o-Velho. O primeiro dos oito quadros (pequenas peças) acontece junto às ruínas da Igreja de Santo António. Aqui é feita uma alegoria aos primeiros anos de vida de Fernão Mendes Pinto. Fala-se das partidas de Montemor para Lisboa e depois de Lisboa para a Índia. Fernão Mendes Pinto procura aventuras e melhores condições de vida.
Os 300 espectadores desbravam depois as ruelas íngremes do castelo e do centro histórico. A iluminação pública e as luzes das casas da vila estão apagadas. As pessoas caminham em grupo, iluminadas apenas por velas espalhadas pelo caminho, que indicam o rumo da peregrinação.
O percurso vai dar ao adro da Igreja de S. Martinho, onde acontece o segundo quadro, centrado na chegada de Fernão Mendes Pinto à Índia. Revela-se a vontade de quem quer ser protagonista da história e percorrer os cantos do império. Os prazeres e o sofrimento inerentes a uma grande epopeia começam também a surgir.
No final do segundo quadro o espectador tem que decidir que caminho quer seguir, como numa verdadeira peregrinação. Quem optar pelo estandarte roxo vai descobrir mais sobre o tema da religião. O estandarte amarelo leva ao trajecto da guerra.
De um lado (quadro V e VI) fala-se dos milagres e enterro de São Francisco Xavier e a consequente conversão de Fernão Mendes Pinto, que se junta aos Jesuítas, bem como a posterior crise religiosa do protagonista e uma evocação a Camões e ao Canto IX. Estes dois momentos do espectáculo acontecem na Rua dos Combatentes da Grande Guerra e no Terreiro do Queimado.
Se o caminho escolhido é o da guerra, então o espectador pode descobrir mais sobre as muitas lutas que Fernão Mendes Pinto travou, na companhia de António de Faria, como foi feito prisioneiro e os naufrágios que sofreu (quadro III, no Largo Dr. Alves de Sousa – Largo do Outeiro).
Seguem-se guerras de Nixiancó, com o quadro IV, um jogo teatral na Rua da Cadeia Velha/Rua Dr. Luís Coutinho. A peça mostra como os portugueses acabam por ter um papel relevante no cerco ao castelo de Nixiancó. As contradições da epopeia portuguesa também são reveladas.

Final “não feliz”
Os espectadores que seguiram os diferentes estandartes (religião e guerra) voltam a convergir para os últimos dois quadros. O quadro VII trata das aventuras de Fernão Mendes Pinto por terras do Japão, onde as tempestades foram apenas um dos vários perigos que encontrou. A acção teatral estende-se por toda a Praça da República.
O termo da peregrinação, que acontece com o quadro VIII, tem um registo retrospectivo. É a prova de que nem sempre as histórias têm um final feliz, que a vida pode ser madrasta e injusta. Regressado a Portugal, Fernão Mendes Pinto não recebe o que lhe era devido (uma tença) pelos serviços prestados ao reino, sentindo na pele a ingratidão dos seus compatriotas.
No Vale de Rosal, em Almada, onde se manteve até à morte, escreve a sua obra “Peregrinação”, um relato tão fantástico do que viveu que durante muito tempo não se acreditou na sua veracidade.

Escrito por Bruno Vicente
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=8070&Itemid=135

quarta-feira, 30 de junho de 2010

PEREGRINAÇÕES em Montemor-o-Velho

Nos próximos dias 8, 9 e 10 de Julho sai às ruas de Montemor-o-Velho a peça de teatro "Peregrinações", um espectáculo comemorativo do V Centenário do Nascimento de Fernão Mendes Pinto. Este projecto é inovador porque não está confinado ao palco de um teatro: convida-se o público a estar às 21 horas no Castelo da vila para iniciar a "peregrinação" pelas diferentes cenas em Montemor-o-Velho. A entrada é livre, mas sujeita a reserva prévia, dada a limitação de 300 espectadores por noite.
As transições entre os quadros serão efectuadas através de música e será a referência para a deslocação dos espectadores. Há inclusivamente um quadro no final do qual se propõe dois trajectos distintos e o espectador é induzido a escolher: a guerra ou a religião. A maior parte dos quadros será acompanhada por músicas entoadas por um grupo coral e músicos de uma filarmónica. Na última cena, com todo o público, termina esta "viagem" com uma ceia final para o convívio de todos os presentes com a produção da peça.
O espectáculo foi criado a partir da obra "Peregrinação" de Fernão Mendes Pinto, que percorrerá diferentes espaços da terra onde o autor nasceu em 1509 ou 1510. Neste percurso serão recriados alguns dos lugares descritos na sua obra (Índia, Oriente), cruzando histórias e personagens na literatura de viagens que deixou escrita. O real e o imaginário cruzam-se neste percurso de oito quadros que convida à descoberta de outros tempos e paragens. A data de estreia é no dia 8 de Julho, data em que Fernão Mendes Pinto faleceu em 1583.
Este projecto iniciou-se em 2007, com uma primeira ideia, que contemplava a realização de acções de formação e de colóquios durante 2008 e 2009, bem como a produção teatral com os grupos de teatro do concelho e da região. Após a definição dos diferentes espaços na vila e da estrutura da peça, foi criado o texto dramático ao qual se deu o nome de "Peregrinações". Os ensaios iniciaram-se em Janeiro deste ano e envolvem mais de 200 pessoas, oriundas de 11 grupos locais e regionais de teatro. A concepção e direcção artística está a cargo de Deolindo Pessoa e conta com diversos encenadores: Isabel Craveiro, Jorge Louraço Figueira, Júlio Sousa Gomes, Leonor Barata, Patrick Murys e Ricardo Correia. A adaptação do texto e dramaturgia é da autoria de João Maria André.

Para mais informações e reservas, contactar:
O Teatrão, 239 714 013 ou 914 617 383, geral@teatrao.com
Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, www.cm-montemorvelho.pt

Para mais informações e pedidos de entrevista, contactar:
Ideias Concertadas - Ana Carvalho
912.774.979 ou acarvalho@ideiasconcertadas.pt

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Seixo: 29.º festival de folclore e 40.º aniversário do Flores do Monte

A freguesia do Seixo (Montemor-o-Velho), “já nos limites da gândara”, recebe, dias 29 e 30 de Maio, o 29.º Festival de Folclore da Associação Rancho Folclórico Flores do Monte, momento cultural e de convívio que também visa comemorar o seu 40.º aniversário.
O “Flores do Monte” é uma associação fundada em 1970, originária de uma contradança que apenas saía para as ruas da freguesia por ocasião dos festejos do Carnaval, no intuito de angariação de fundos para a Igreja Paroquial. Naquela data, um grupo de “apaniguados da cultura popular” decidiu criar um Rancho Folclórico, apelidando-o de Flores do Monte, iniciando, desde então, um digno e significativo trabalho de pesquisa e recolha de músicas, danças e tradições, no intuito de preservar e divulgar a herança cultural dos seus antepassados. As suas danças são mexidas e o traje é muito semelhante ao da “Tricana de Coimbra”. A Associação Flores do Monte, sem sede própria, realizou, durante vários anos, as suas reuniões e os ensaios num espaço cedido pela Associação Fernão Mendes Pinto. As instalações do novo “Centro Cultural do Seixo”, utilizadas por todos os movimentos associativos da freguesia, vieram proporcionar melhores condições de desenvolvimento cultural, ocupação dos tempos livres e realização de eventos lúdico-recreativos.
O 29.º festival do Flores do Monte, além da mostra da cultura popular de outras regiões do país, também pretende demonstrar a vitalidade do grupo organizador, proporcionando momentos de convívio e troca de experiências entre os elementos dos grupos participantes. Este evento cultural e de animação inicia-se dia 29, pelas 19h30, com a recepção de “boas-vindas a sócios e convidados, seguindo-se um jantar de confraternização. Pelas 22h00, está agendada a actuação de um Grupo Musical de Animação e baile com Quim Martinho.
Dia 24, pelas 15h00, a organização recebe os Grupos Convidados e Entidades Oficiais, no Largo da Igreja; 15h30, desfile dos Ranchos até ao Centro Cultural (junto às Escolas), com a actuação pela seguinte ordem: Rancho Folclórico Flores do Monte – Seixo (anfitrião), Rancho Folclórico “Os Camponeses de São Vicente do Paul” -Santarém, Grupo Cultural Folclórico Verde Pinho de Pinheiro de Côja –Tábua, Rancho Folclórico Lírios do Nabão, de Freixianda – Ourém, Rancho Folclórico São Martinho - Tavarede, Figueira da Foz e Grupo Folclórico e Etnográfico do Cimeiro - Casal Cimeiro, Soure.
A iniciativa tem o apoio da Fundação Inatel (Coimbra), Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Junta de Freguesia do Seixo e Crédito Agrícola do Baixo Mondego.

Fonte: Fonte: GRPC - Aldo Aveiro (24-05-2010)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Selo de Fernão Mendes Pinto entra em circulação

Um selo em homenagem a Fernão Mendes Pinto, viajante nascido em Montemor-o-Velho e cidadão do mundo, entra esta quinta-feira, dia 22, em circulação.

Fernão Mendes Pinto volta assim a peregrinar, na sequência de um desafio da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho aos CTT.
Esta é mais uma iniciativa que se destina a assinalar o quinto centenário do nascimento do viajante e está integrada no plano de emissões filatélicas “Vultos da História e da Cultura”.
No dia 8 de Julho, na Galeria Municipal e no âmbito da exposição filatélica “A Escrita” - organizada pela Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra e pela Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, e com o apoio dos CTT – Correios de Portugal – o selo é apresentado em Montemor-o-Velho e é lançado o carimbo comemorativo e que vai ser aposto em toda a correspondência apresentada no local.
A par de Fernão Mendes Pinto; Gomes Eanes de Azurara, Alexandre Herculano e Francisco Keil do Amaral são outras personalidades portuguesas que integram a iniciativa “Vultos da História e da Cultura” e que também entram em circulação no dia 22 de Abril.
A ilustração do selo “Fernão Mendes Pinto – 500 anos do nascimento” ficou a cargo de Luís Filipe de Abreu.

Fonte: http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=7818:selo-de-fernao-mendes-pinto-entra-em-circulacao&catid=14:actualidade&Itemid=130

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Outeiro da Moura - Verride

Emoção e Fé pelo Centro Histórico de Montemor-o-Velho

A solenidade do Senhor dos Passos realizou-se nos dias 26, 27 e 28 de Março, na freguesia de Montemor-o-Velho. Centenas de fiéis participaram nas procissões nocturna e diurna, numa arreigada manifestação de fé e devoção.
O tempo de preparação para a festa da Páscoa começou na sexta-feira com a representação da via-sacra pelas ruas da vila. No sábado e no domingo, a procissão saiu à rua; e “os Passos do Senhor”, com os sermões do Encontro e do Calvário, entrecortados pelos cânticos da Verónica, convidaram ao recolhimento e à reflexão.
Em latim, a mulher que limpou o rosto de Jesus entoou, de forma sentida, “O vos omnes qui transitis per viam atendite, atendite et videte si est dolor sicut dolor meus” (Ó vós todos que passais pela via (caminho) olhai, olhai e vede se há dor igual à minha dor), provocando a comoção de muitos dos presentes.
Na noite de sábado, e com o andor coberto, a procissão saiu da Igreja do Convento dos Anjos, seguindo, pelo centro historio, até à Igreja de Santa Maria de Alcáçova, no Castelo.
No domingo e depois da bênção dos ramos, o cortejo solene realizou o percurso inverso e com o andor do Senhor dos Passos destapado.
“Os passos do Senhor”, em Montemor-o-Velho, foram dinamizadas pela Paróquia com a colaboração da Santa Casa da Misericórdia de Montemor-o-Velho e com o apoio da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal e da Filarmónica 25 de Setembro.

Veja as fotos aqui

quarta-feira, 31 de março de 2010

Mapa evidencia as qualidades turísticas do Centro

O Convento de Santa Cruz do Buçaco, monumento com quase 400 anos, foi o local escolhido pela Turismo Centro de Portugal para apresentar o novo folheto turístico

«Este gesto de apresentarmos aqui um mapa que chama a atenção para o território e para os produtos tinha que ser feito, naturalmente num espaço que é também já por si uma mais-valia para o turismo do Centro de Portugal», referiu Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, no início da apresentação do Mapa Regional. No evento, que decorreu ontem no Convento de Santa Cruz do Buçaco, o presidente da Turismo Centro de Portugal referiu que a iniciativa de escolher a Mata do Buçaco para a apresentação prendeu-se também com o «empenho na afirmação da qualidade» deste espaço candidato às 7 Maravilhas Naturais de Portugal, de forma a atribuir mais visibilidade ao seu património natural, arquitectónico, histórico e religioso.
O desdobrável apresenta a dupla funcionalidade de, por um lado, assinalar a cartografia da região, com um mapa à escala de 5/30, onde se encontram identificadas as vias, acidentes naturais e localidades, distinguindo os parques e reservas naturais, bem como os pólos de desenvolvimento turístico e parques arqueológicos, nomeadamente o de Foz Côa.
Por outro lado, identifica os principais pontos de interesse da região Centro, traçando rotas divididas por oito produtos turísticos com significativa expressão no destino Centro de Portugal: “Gastronomia & Vinhos”, com as rotas da Bairrada, do Dão, e dos vinhos da Beira Interior; “Cultural e Paisagístico”, com referências às Aldeias do Xisto, às Aldeias Históricas; ao turismo religioso, aos castelos, parques e jardins, sem esquecer os monumentos contemporâneos e outros locais a visitar. No que diz respeito ao terceiro produto turístico, “Saúde & Bem-estar”, contempla as principais estâncias termais e SPAS. O mapa assinala, ainda, os principais campos de golfe, distinguindo também as áreas de “Negócios”, “Natureza” e “Sol & Mar”, onde são contempladas as principais praias oceânicas, fluviais e estuarinas da região.

Campanha Páscoa 2010 já mostra resultados
Satisfeito com as potencialidades do Mapa Regional, Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal adiantou que o desdobrável contém «também um conjunto de referências às ciclovias, aos centros de BTT, e aos circuitos pedestres», explicando que estes irão ter uma edição específica a assinalar o conjunto de percursos pedestres homologados, que será publicada pela Turismo Centro de Portugal já em Abril.
Pedro Machado aproveitou ainda o mote do lançamento do mapa para salientar o facto da Campanha Páscoa 2010 já estar a surtir os seus efeitos, sublinhando os indicadores positivos que a Turismo Centro de Portugal tem registado ao nível da taxa de ocupação e número de visitantes aos quatro pólos da marca turística da região Centro (Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Viseu), anunciando que até à próxima segunda-feira serão divulgados os dados comparativos da campanha 2010 em relação a 2009.
Elogiando a aposta forte no mercado interno e no mercado espanhol em cooperação com periódicos e operadores turísticos do país vizinho, Pedro Machado realçou a necessidade de «não só atrair, mas mais do que isso, intensificar e aumentar a permanência turística», afirmando que a estratégia passará por «garantir uma procura maior ao longo do ano e não apenas nos meses de Verão».
O evento contou ainda com as presenças de Jorge Franco, presidente da Fundação Mata do Buçaco e Maria Filomena Pinheiro, vice-presidente da Câmara Municipal da Mealhada.

“Queremos que seja uma das Maravilhas mais votadas”
Durante a apresentação, Pedro Machado reforçou o empenho que tem sido colocado no sentido de elevar a Mata do Buçaco a uma das 7 Maravilhas Naturais. Numa pré-selecção a zona protegida ficou entre as 21 Maravilhas Naturais do país e as votações para eleger as derradeiras “sete” decorrem até Setembro.
Confiante, o presidente da Fundação da Mata do Buçaco, Jorge Franco confessou que a Mata do Buçaco tem «todas as condições para estar no grupo das 7 Maravilhas Naturais» pelo «grande património ambiental» que esta representa, e destacou a flora demarcada por «espécies muito raras, com centenas de anos».
«Se não se mostrar aquilo que temos de bom, as pessoas não conhecem e são estas iniciativas [lançamento do Mapa Regional] que levam a que muitas pessoas tenham a curiosidade de vir visitar e ao vir visitar irão certamente querer votar, porque isto é mesmo uma maravilha», confessou o presidente da Fundação Mata do Buçaco ao Diário de Coimbra, à margem da apresentação.

Escrito por Susana Ramos
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6802&Itemid=135

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Conferências dedicadas a Fernão Mendes Pinto

O ex-Presidente da República Jorge Sampaio, o dirigente da AMI Fernando Nobre e o poeta Vasco Graça Moura são conferencistas num ciclo que celebra os 500 anos do nascimento de Fernão Mendes Pinto em Montemor-o-Velho.
Intitulado “Que o Mar Fosse Tinta e o Céu Papel”, o ciclo de conferências começa hoje na Biblioteca Municipal Afonso Duarte, em Montemor-o-Velho, e visa «ler a “Peregrinação”, ler algumas leituras da “Peregrinação” e ler cinco séculos do mundo através dos grandes temas» da obra de Fernão Mendes Pinto.
Uma sessão sobre “Literatura, Viagens, Literatura como Viagem”, hoje às 21h00, com Vasco Graça Moura e o escritor Gonçalo Cadilhe, inaugura hoje o ciclo, que se prolonga até ao próximo dia 6 de Outubro.
Organizado pela Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, companhia O Teatrão e Direcção Regional de Cultura do Centro, compreende ainda duas conferências sobre “O Mundos e os Outros”, a 13 de Maio e a 6 de Outubro, em que são oradores Fernando Nobre e Cláudio Torres (na primeira) e Jorge Sampaio e António Pinto Ribeiro (o antigo director artístico da Culturgest, ligado agora à Fundação Calouste Gulbenkian).
«São pessoas com uma mundivivência, uma perspectiva global do mundo, que o próprio Fernão Mendes Pinto e outras pessoas da época também deram», disse à agência Lusa Deolindo Pessoa, da direcção de O Teatrão, a propósito destas duas sessões.
“As Religiões/Fraternidade e Conflito”, “As Mulheres” e “Drogas e Coisas Medicinais” são os temas das restantes conferências, em que participam, entre outros, João Maria André, Ana Paula Laborinho, Fernando Ramos, Ana Leonor Pereira e João Rui Pita.
Coordenado por António Pedro Pita, director regional da Cultura do Centro do Ministério da Cultura, o ciclo insere-se num vasto programa iniciado em 2009 pela Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, em parceria com diversas instituições, para comemorar os 500 anos do nascimento de Fernão Mendes Pinto.
Nascido em Montemor-o-Velho, Fernão Mendes Pinto «é um vulto da história portuguesa conhecido mundialmente, não só pelo seu livro “Peregrinação”, mas também porque se confunde com o período em que o seu país - Portugal - deu novos mundos ao mundo. Este viajante encontra-se indelevelmente ligado aos primeiros contactos ocorridos entre o Oriente e o Ocidente», lê-se numa nota da organização.
Um dos pontos altos das comemorações, que se prolongam até 2011, é um espectáculo em Julho na zona histórica da vila, envolvendo dez grupos teatrais do concelho, numa co-produção de O Teatrão e da autarquia de Montemor-o-Velho.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=5754&Itemid=135