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sábado, 15 de março de 2014

Festival do Arroz e da Lampreia

Festival do Arroz e da Lampreia regressa ao centro histórico de Montemor-o-Velho

O Festival do Arroz e da Lampreia de Montemor-o-Velho, hoje apresentado, regressa este ano ao centro histórico daquela vila do Baixo Mondego, uma aposta da autarquia na promoção do comércio local e produtos endógenos do concelho.
O evento gastronómico, intitulado "Sabores do Campo e do Rio" e que se realiza de 14 a 23 de março, vai decorrer apesar da "elevadíssima contenção de custos", mercê da situação financeira do município, disse hoje aos jornalistas Emílio Torrão, presidente da Câmara de Montemor-o-Velho.
"Foi com alguma dificuldade que decidimos dar continuidade ao festival", frisou o autarca, explicando que os promotores possuem o objetivo de realizar o certame gastando cerca de 20 mil euros, "metade do valor que custou" em 2013, já incluindo a tenda que vai albergar cinco tasquinhas e espaços de associações concelhias, cujo aluguer ultrapassa os 15 mil euros.

Câmara diz que Arroz do Mondego tem de se distinguir pela qualidade

A autarquia de Montemor-o-Velho defende que o arroz carolino do Vale do Mondego “tem de se distinguir pela qualidade” e vai promover uma conferência na qual produtores, distribuição e indústria vão debater questões relacionadas com aquele cereal.

“O arroz carolino tem de se distinguir e afirmar pela qualidade. É preciso que as pessoas venham cá, não por ser barato, mas por ser melhor”, disse Jorge Camarneiro, vereador da autarquia de Montemor-o-Velho.
Jorge Camarneiro adiantou que o arroz que se produz no Baixo Mondego “é o rosto da agricultura de qualidade” da região, destacando a aposta da autarquia na promoção daquele produto endógeno.
“Hoje já tivemos oportunidade de saber que o que espera esta gente é a redução dos apoios à produção. Esperamos que as pessoas estejam disponíveis para pagar um pouco mais [pelo arroz carolino] do que aquilo que se vende em quantidade no mercado”, frisou.
O autarca sublinhou o “esforço” da Câmara de Montemor-o-Velho em “recolocar a agricultura no eixo central da vida do Vale do Mondego”, aludindo à conferência “Em Defesa do Arroz Carolino”, prevista para 22 de março e incluída no programa do Festival do Arroz e da Lampreia de Montemor-o-Velho.
O evento é promovido pela autarquia local, em colaboração com a Liga dos Amigos dos Campos do Mondego, Associação dos Agricultores do Baixo Mondego, Cooperativa Agrícola de Montemor-o-Velho e Casa do Arroz, uma organização do setor produtivo que Jorge Camarneiro pretende que se constitua como “grande embaixador” da promoção do arroz do Vale do Mondego.

Fontes: http://www.noticiasdecoimbra.pt/camara-diz-que-arroz-do-mondego-tem-de-se-distinguir-pela-qualidade/

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Castelo de Montemor-o-Velho acolhe as Festas 2011


Montemor-o-Velho acolhe as Festas 2011 entre os próximos dias 7 e 11 de Setembro, um evento que este ano terá o Castelo como palco.

O programa prevê muita música e animação, para além das tradicionais tasquinhas e da Feira do Cavalo.

Consulte toda a programação do evento AQUI.

Fontes de Informação:
Câmara Municipal de Montemor-o-Velho

http://www.coimbradigital.pt/Municipios/Pontosdeinteresse/Paginas/CastelodeMontemor-o-VelhoacolheasFestas2011.aspx

Feira do Cavalo em Montemor o Velho de 3 a 11 de Setembro


Feira do Cavalo em Montemor o Velho de 3 a 11 de Setembro, com muitas atividades equestres e uma Corrida de Toiros no último dia da feira.

03 e 04 de Setembro

7.ª Taça Inês de Castro
10h00 - Provas de Escolas; 11h00 - Prova Pequena; 15h00 - Prova Média; 18h00 - Prova Grande

07 de Setembro 4ª Feira

Concurso de Modelos e Andamentos do Cavalo Cruzado Português
10h00 - Admissão dos equinos; 16h00 – Picadeiro; 21h30 - Espectáculo Equestre ‘Emoções Ibéricas’; 00h00 - Picadeiro Livre

08 de Setembro 5ª Feira

Concurso de Modelos e Andamentos do Cavalo Cruzado Português
09h00 - Admissão dos equinos; 10h00 – Apresentações à mão; 12h00 - Cavalo de Sela; 12h30 - Atribuição do Título de Campeão da Feira; 13h00 - Atribuição do Título de Campeão da Feira; 16h00 - Traje Regional do Baixo Mondego a Cavalo; 19h00 - Poules Nocturnas

09 de Setembro 6ª Feira

20h00 Prova de Obstáculos Nocturna – Escola/ Pequena / Média
Centro Equestre de Montemor-o-Velho

10 de Setembro Sábado

09h00 - Passeio Equestre; 13h00 - Almoço Convívio; 16h00 - Prova de Ensino P1/ P2; 20h00 – Poules Nocturnas Media/ Grande 90 cm/ 110 cm

11 de Setembro Domingo

10h00 Picadeiro Livre

5.ª Grande Corrida de Toiros ás 16h30

João Moura Caetano Pedro Salvador Gonçalo Fernandes
Forcados Amadores de Lisboa e Amadores de Vila Franca
Centro Equestre de Montemor-o-Velho

Fontes: http://www.taurodromo.com/noticias/5116/feira-do-cavalo-em-montemor-o-velho-de-3-a-11-de-setembro.aspx

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Montemor-o-Velho valoriza arroz carolino e lampreia

Sabores do Baixo Mondego, com base no arroz, na lampreia e na doçaria conventual dão o mote para mais um festival que tem por base a trilogia desporto, cultura e ambiente O 9.o Festival do Arroz e da Lampreia é inaugurado hoje em Montemor-o-Velho. Mais uma vez, o município apostou numa estratégia de divulgação de produtos endógenos da região, desde o arroz, a lampreia e a doçaria conventual para, de uma forma criativa, chamar visitantes que também terão oportunidade de conhecer o património cultural do concelho. Pela primeira vez, o festival realiza-se no Centro de Alto Rendimento de Desportos Náuticos, local considerado ideal pois «é uma forma de aproveitar os recursos existentes no concelho, reduzindo custos», mas também «dá a possibilidade aos munícipes de conhecer uma infraestrutura que é multifuncional», referiu Alexandra Ferreira, vereadora da Cultura e da Acção Social da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho. Paralelamente, durante o período em que decorre o festival, nos fins-de-semana de 1,2 e 3 de Abril e 8, 9 e 10, os visitantes têm oportunidade de se deslumbrar com a paisagem do Baixo Mondego, onde se cultiva o arroz carolino que tem vindo a ganhar notoriedade pela sua inegável qualidade, além de poderem assistir a algumas provas desportivas, como os campeonatos nacionais de duatlo, remo e pesca desportiva. Além de ser possível saborear vários pratos típicos da região, a maioria deles têm por base o arroz. Assim, o arroz de lampreia, arroz de sarrabulho, arroz de pato e arroz doce não vão faltar, tal como os doces conventuais, com destaque para os pastéis de Tentúgal, a queijadinha de Pereira e a espiga de milho de Montemor-o-Velho. Além das vertentes que decorrem no Centro de Alto Rendimento de Desportos Náuticos, com o sector das Tasquinhas, cada uma delas assegurada pelas diferentes associações culturais e recreativas do concelho e alguns restaurantes, está presente também o sector dos Antepastos e Repastos, Doces, Salgados e Licores, além de um espaço infantil, que assume o nome de “A invasão dos Traquinas” e cuja animação está a cargo da Associação Diogo de Azambuja, além do sector dos Produtos da Nossa Terra, em que asumem particular importância o Arroz de Ereira, a Cooperativa Agrícola do Concelho de Montemor-o-Velho e a Associação Diogo da Azambuja. O festival acolhe ainda a participação de algumas instituições do concelho, provas de vinhos e o Espaço Autores Locais, que conta com sessão de autógrafos com a escritora Lurdes Breda e o ilustrador André Caetano. Ao longo de toda a semana e até ao dia 10, os 17 restaurantes aderentes, distribuídos pelo concelho de Montemor-o-Velho, servem pratos confeccionados com arroz e lampreia. Arroz dá o mote para gastronomia criativa

Os chefes Hélio Loureiro e Luís Lavrador, acompanhado pelos alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra, Ivo Loureiro e Marco Gomes, participam no Show Cooking. Trata-se de um desafio lançado aos chefes cozinheiros para apresentar novas tendências gastronómicas, tendo o arroz e a lampreia como ingredientes base, e que consigam cativar mais adeptos para estes produtos endógenos. Os visitantes terão oportunidade de apreciar a criatividade e a capacidade de inovação dos chefes convidados, durante as tardes de fim-de-semana, que coincidem com o festival. Uma nova perspectiva do mundo rural

Para Luís Leal, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, quando se chega à 9.a edição de um festival que promove produtos da região e dá a conhecer as riquezas culturais, patrimoniais e paisagísticas, «o desafio que se nos coloca é elevar a qualidade do festival, manter a notoriedade do concelho, através de uma divulgação das suas potencialidades». Nesse sentido, além de todo o programa, já referido, o festival acolhe a 1.a Conferência Europeia do Baixo Mondego subordinada ao tema da Competitividade e Inovação em Meio Rural. Trata-se de uma conferência que conta com a participação de várias personalidades que lançam o desafio à reflexão sobre as vicissitudes do mundo rural e as perspectivas para uma dinâmica diferente no século XXI. Luís Leal, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, referiu que se trata de uma reflexão «deveras importante», tendo em conta a ruralidade do concelho. «É preciso que se encare o mundo rural numa perspectiva de potenciação das suas singularidades, tendo em conta a divulgação dos seus produtos». O autarca deu como exemplo o arroz carolino que, «desde a produção ao consumo, consegue criar uma fileira agro-alimentar da maior importância para o concelho, pois é geradora de riqueza». Daí a premência da sua divulgação de modo a captar mais defensores deste produto do Baixo Mondego. Esta conferência, que se realiza no dia 8 de Abril, às 16h00, nos Paços do Município de Montemor-o-Velho, conta com a presença de António Serrano, ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, de Benigno Garrido Marcos, da Junta de Castilla y Leon, que vem partilhar experiências de desenvolvimento do mundo rural, tal como Jack Soifer, um norueguês que considera o mundo rural como um nicho de mercado por explorar. A conferência tem ainda a participação de João Machado, da Confederação de Agricultura de Portugal, de Arlindo Cunha, da Comissão Vitivinícola da Região do Dão, e de Rui Tomás, da Blue Earth. Escrito por Rosette Marques http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12063&Itemid=135

Festival do Arroz e da Lampreia arranca sexta-feira em Montemor-o-Velho

A vila de Montemor-o-Velho recebe, a partir desta sexta-feira (1), a 9.ª edição do Festival do Arroz e da Lampreia, certame que decorre no Centro de Alto Rendimento, junto aos campos do Mondego. A mudança de localização, do centro da vila para as instalações do Centro de Alto Rendimento, representa, segundo a autarquia, “um bom exemplo de coordenação de conteúdos culturais e desportivos”, já que, durante o festival gastronómico, vão decorrer provas nacionais de duatlo, remo e pesca desportiva. “Além do aumento da oferta programática, a nova localização vem também melhorar as condições físicas do festival, expandindo a área expositiva em 25 por cento”, para os 3.500 metros quadrados, acrescenta. O Festival do Arroz e da Lampreia começa na sexta-feira e prolonga-se até domingo, repetindo, no mesmo local, no fim-de-semana seguinte, entre 8 e 10 de abril. Além do arroz de lampreia, estarão em destaque diversos pratos típicos da região do Baixo Mondego, como as papas de sarrabulho, o arroz de pato ou os doces conventuais de Tentúgal e Pereira, entre outros.


Fonte: http://www.asbeiras.pt/2011/03/festival-do-arroz-e-da-lampreia-arranca-sexta-feira-em-montemor-o-velho/

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Animação para todos em Montemor-o-Velho

Há várias novidades da edição deste ano das Festas de Montemor-o-Velho. O orçamento apresenta uma redução de cerca de 14 por cento, ronda os 200 mil euros, e os dias de festa também diminuem. Apesar disso, e de acordo com a vereadora da autarquia de Montemor-o-Velho, Alexandra Ferreira, “há a manutenção da atractividade”.
Com a participação do tecido associativo esta feira, segundo Alexandra Ferreira, será “pautada pela coesão e partilha entre as associações” e terá, no recinto existente na vila, vários locais inteiramente dedicados às várias colectividades.
Ao nível da animação (ver programa) houve um cuidado, por parte da autarquia, em torná-lo “dirigido a todas as faixas etárias” e, por isso, são certas as actuações de Tony Carreira e Xutos&Pontapés. “Embora sejam artistas de cachet elevado garantem retorno”, salientou a vereadora na apresentação das festas.
Há “dois pilares fundamentais” que se associam à animação, nomeadamente a cultura e o desporto. No caso específico da cultura conitnuam a decorrer as celebrações dos 500 anos de Fernão Mendes, com diversas iniciativas previstas e relacionadas com estas comemorações.
Ao nível do desporto e na opinião da vereadora “abre-se com esta feira uma porta para algo que vai colocar Montemor no mapa europeu que é o Campeonato Europeu de Remo”.
Este ano à mostra das associações, das freguesias, do tecido empresarial, associa-se um elaborado programa desportivo, cultural, etnográfico e gastronómico, dando a conhecer o concelho. Cultura e desporto são, assim, as linhas programáticas que funcionam como um condutor de toda a programação das Festas’10.
E, não será certamente pela diminuição em 14 por cento do orçamento que a feira será menor, pois Alexandra Ferreira destacou que “é esperado um grande certame”.
Pedro Macho, vereador da autarquia montemorense, salientou que as festas são dedicadas “à memória e identidade” e que Montemor-o-Velho quer “destacar e distinguir personalidades”. Quer igualmente que o concelho se afirme “no conjunto regional através das raízes”.
Raízes que também passam pelas tradições do Baixo Mondego e que permitirão “projectar Montemor-o-Velho naquilo que é a sua génese”, afirmou Pedro Machado.
Depois de no ano passado terem passado cerca de 50 mil pessoas pelo recinto da feira este ano a expectativa também é elevada, apesar de haver uma diminuição do número de dias. Para os responsáveis da autarquia é igualmente importante que os visitantes fiquem mais do que um dia no concelho e que o fiquem a conhecer melhor.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/?p=4044

sábado, 24 de julho de 2010

FolcloEreira 2010 – Cultura e Etnografia na Ereira

O XXVII Festival Internacional de Folclore e Gastronomia do Baixo Mondego promete invadir a freguesia da Ereira no dia 24 de Julho, a partir das 21h00. Seis grupos folclóricos vão desfilar e mostrar, da melhor forma, a cultura e a tradição.

Clique aqui e veja o programa!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Feira Antiga na vila de Pereira

A vila de Pereira revive tempos de antanho, dia 13 de Junho, com a reconstituição de uma feira que ali se fazia até finais do séc. XIX, numa organização do Grupo Folclórico. Com este evento pretende-se motivar os novos habitantes a envolverem-se na vida social e cultural de Pereira.
A reconstituição de uma feira antiga, que se realizou no centro histórico da Vila de Pereira até finais do séc. XIX, vai “desassossegar” esta localidade, no próximo dia 13. A iniciativa, que além de espaço de “troca de produtos”, também pretende ser lugar de lazer, convívio e de animação cultural, vai realizar-se, este ano, e pela primeira vez, na Praça Manuel Ferreira dos Santos (Urbanização Quinta de S. Luís), “numa tentativa de aproximar os novos moradores da Urbanização e mostrar-lhes as tradições da terra”.
Em tendas ou à carreira, “como em finais do séc. XIX”, nesta feira serão vendidos os doces conventuais - especialmente as queijadas de Pereira - e outros produtos, nomeadamente cereais, linho, azeitona, azeite, hortaliças, feijão, batatas, cebolas, alhos, fruta seca e fresca, aves, peixe fresco e seco, panos, bolsas de retalho, algibeiras, sal, ovos, queijos, enchidos, mel, pão alvo, pão meado, broa, fogaças, biscoitos, doces, brinquedos, olaria, cestaria, tamancos, flores e vassoiras.
Não faltará a animação proporcionada pela literatura de cordel, danças no terreiro, cantares ao desafio e diversas figuras características da época - almocreve, aguadeira, tremoceira, vendedeira de limonada, mezinhas, ceguinho, pregoeira da queijada -, assim como a tasca, as folias, os jogos de azar e outras distracções que, naquele tempo, atraíam vendedores, feirantes e compradores. O bulício da feira vai reviver cenários da vida social de antanho, entre pregões que anunciavam os seus produtos, o som do pífaro do amola-tesouras e os gritos do “agarra que é ladrão”.
Com início pelas 10h00, o evento vai envolver a participação de mais de 200 figurantes de grupos folclóricos, registando-se a presença de doceiras, bordadeiras, olaria, cestaria, tamanqueiros e de um vasto leque de produtos artesanais. Durante o certame estarão diversas tasquinhas onde se poderá degustar porco no espeto, tripa assada, sardinha, bacalhau, pataniscas, feijoada, sopa à lavrador, vinho do lavrador e outras bebidas.
Eduardo Figo Roxo, do grupo organizador, em declarações ao ‘Página’, considerou que “é importante envolver os novos habitantes da vila de Pereira nos movimentos sociais e culturais da comunidade”, explicando que a realização desta ‘feira antiga’ e do artesanato, no coração da nova urbanização, “é um momento singular e oportuno para mostrar aos novos habitantes que os pereirenses se orgulham de os ter na sua comunidade e que muito os honrariam com a sua participação nas diferentes iniciativas cívicas, sociais e culturais de Pereira, terra que também escolheram para viver”. Figo Roxo salientou que além de pretenderem “reviver e mostrar as tradições da comunidade de Pereira”, e independentemente do local de realização, “os objectivos desta iniciativa, também se prendem com a necessidade de dar a conhecer aos mais jovens o que era uma feira em finais do séc. XIX”, porque, acrescentou, “cabe aos grupos folclóricos, como fiéis depositários das tradições, abraçar iniciativas que visem divulgar a cultura, os costumes e o património da região, para que não se percam nas brumas do tempo”.
As actividades do evento têm organização Grupo Folclórico da Vila de Pereira e, além do empenhamento da comunidade, conta com a colaboração da Junta de Freguesia de Pereira, Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e Fundação Inatel - Coimbra.

Fonte: GRPC - Aldo Aveiro (06-06-2010)

terça-feira, 25 de maio de 2010

Maior pastel de Tentúgal do mundo tem mais de 10 metros

O maior pastel de Tentúgal do mundo, com mais de 10 metros de comprimento foi hoje confeccionado na feira de doçaria local, envolvendo 30 pessoas, 60 quilos de açúcar, 140 de farinha e dois mil ovos

Ao fim de quatro edições, o pastel gigante ultrapassou em oito centímetros os dez metros de comprimento, suplantando em dois metros o anterior recorde, estabelecido em 2009.
«É um pastel que tem 140 quilos de farinha, 60 de açúcar, 160 dúzias de ovos e 60 litros de água. Mas sobretudo tem envolvido um grande empenho, motivação e cumplicidade por parte de todos os pasteleiros», disse Olga Cavaleiro, presidente da Associação de Pasteleiros de Tentúgal.
«Todas as pasteleiras acham que [a confecção do pastel gigante] é um momento muito emocionante. Falam dele com muito entusiasmo e emoção», acrescentou.
Na forma metálica, as pasteleiras começam por estender a massa – com meio milímetro de espessura - previamente confeccionada e depois pincelada com ovo através de uma pena de galinha que faz as vezes de pincel.
Segue-se o recheio de doce de ovos e o pastel é fechado com mais massa e manteiga antes de ir a cozer.
O forno a carvão, instalado ao ar livre, tem uma temperatura de chapa que chega perto dos 600 graus e antes de receber a forma necessita de ser arrefecido, para baixar a temperatura das brasas dos 280 para os 220 graus, evitando que o pastel queime.
«E, no final, todos querem provar um pastel que não é igual ao do dia-a-dia mas é igualmente saboroso. Vale a pena vir a Tentúgal provar este pastel gigante 2010», sustentou Olga Cavaleiro.
Lusa / SOL

Capítulo sob o tema do Infante D. Pedro

O que é doce nunca amargou... é bem verdade

Quatro confrades de honra, uma dezena de confrades honorários e pasteleiras foram entronizados no III Capítulo da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal.

No sábado, a grande festa foi da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal. A confraria celebrou o seu III grande capítulo sob o tema da influência do Infante D. Pedro na vila de Tentúgal.
“Os nossos capítulos ultrapassam a defesa da gastronomia. Neles promovemos, não só os doces conventuais, como também a parte cultural e pedagógica e, por isso, este ano é dedicado ao Infante D. Pedro que teve uma importância grande para a vila”, explicou Olga Cavaleiro, presidente da Confraria da Doçaria Conventual.
Décio Matias realçou a importância do que se tem feito pela doçaria conventual, mas deixou um repto para o ano que vêm: “temos de fazer mais e melhor nesta mostra que, diz respeito não só à vila como a toda a região”. Afirmação sustentada por Olga Cavaleiro que disse ter visto a feira crescer de ano para ano, e por isso frisou, “para o ano ainda tem de crescer mais”.
Com 24 expositores, a 9.ª edição da feira de doçaria tem representados não só os doces de Tentúgal, como também a doçaria de Lorvão, Penacova, Coimbra, Pereira e Ançã.
Por sua vez, Luís Leal, presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, deixou uma “palavra sentida” dirigida a Olga Cavaleiro, pelas iniciativas da confraria que, segundo o próprio, “têm extravasado a gastronomia”. Em relação à edição da mostra do ano que vem, Luís Leal sublinhou que se deve dar um passo “quantitativo, mas essencialmente, qualitativo”, destacando ainda a importância do pastel de Tentúgal como uma marca da região.
Na cerimónia de entronização, foram quatro novos confrades de honra – João Fernandes (Delegação Regional de Coimbra da Fundação Inatel), Manuel Rocha (Conservatório de Música de Coimbra), Luís Lavrador (chef presente na 3.ª edição da da “Confeição do Maior Pastel de Tentúgal de Sempre”) e DIÁRIO AS BEIRAS (representado pelo director comercial Luís Filipe Figueiredo) – cerca de uma dezena de confrades honorários e as pasteleiras, que juraram defender a cultura de Tentúgal, levando mais longe o nome da vila com o seu trabalho e dedicação.

ASAE à espreita…

Durante a manhã de sábado, a feira de doçaria foi alvo de distintas visitas. Inspectores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) dirigiram-se à vila para confirmar se tudo estava em ordem. “A forma como me abordaram foi extremamente cordial e simpática”, afirmou Décio Matias aos jornalistas. “Eles apenas vieram verificar se estava tudo a ser cumprido, nomeadamente no que diz respeito ao transporte, validades, tempo de exposição dos produtos e preçários”, sublinhou.
A marca pastel de Tentúgal ainda não está registada, mas a Denominação de Origem Protegida (DOP) já é um passo conquistado pela vila. “Apesar de não nos permitir uma protecção tão grande como a marca registada, a DOP permitiu que a produção do pastel fosse homogeneizada”, destacou.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/index.php?area=coimbra&numero=83136&ed=24052010

quinta-feira, 20 de maio de 2010

“Doce Centro 2010” em Tentúgal

A Turismo Centro de Portugal apresentou em Tentúgal, a iniciativa "Doce Centro 2010".
De Maio a Dezembro, nos municípios de Montemor-o-Velho, Arganil, Ovar, Castelo Branco, Proença-a-Nova, Vouzela e Figueiró dos Vinhos, os visitantes, turistas nacionais e internacionais têm a oportunidade de degustar delicados sabores confeccionados segundo receituários antigos e tradicionais.
Esta acção pretende promover a cultura ancestral no domínio dos doces e especialmente dos doces conventuais, valorizar os cartazes gastronómicos e turísticos desenvolvidos pelos municípios, garantir a oferta de experiências diferenciadoras, associar o produto Gastronomia & Vinhos ao conhecimento cultural, patrimonial e histórico da região Centro e dinamizar os percursos de visita no território regional.
programa do "Doce Centro 2010"
Feira da Doçaria Conventual de Tentúgal - 22 e 23 de Maio 2010 - Tentúgal - Montemor-o-Velho.
Feira das Sopas & Doces - 23 de Maio 2010 - S. Martinho da Cortiça - Arganil.
Feira do Doce de Ovar - 3 a 6 de Junho 2010 - Jardim do Cáster - Ovar.
Feira da Doçaria - 6 de Junho 2010 - Sobral do Campo - Castelo Branco.
IV Feira da Tigelada - 31 de Julho e 1 de Agosto 2010 - Parque Urbano - Proença-a-Nova.
“Doce Vouzela” – II Festival de Doçaria - 7 e 8 de Agosto 2010 - Vouzela.
Festa da Queijada de Pereira - 15 a 17 de Outubro 2010 - Celeiro dos Duques de Aveiro - Pereira - Montemor-o-Velho.
V Feira de Doçaria Conventual - 30 e 31 de Outubro 2010 - Convento de N.ª Sr.ª do Carmo - Figueiró dos Vinhos.
IV Feira das Filhós e Coscuréis - 10 e 11 de Dezembro 2010 - Proença-a-Nova.

Fonte: http://www.opcaoturismo.com/noticia.php?id=184850

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Feira do Livro até sexta-feira em Arazede

A terceira edição da Feira do Livro de Arazede está a decorrer até esta sexta-feira, 23.

Organizada pelos docentes do pré-escolar do Agrupamento de Escola de Arazede (AEA), esta iniciativa pretende contribuir para o aumento da literacia, despertar o gosto pela leitura e pelos livros, e oferecer uma actividade que possa ser partilhada pelos alunos e encarregados de educação.
Com mais de 500 títulos disponíveis, seleccionados pela Papelaria 2000, da Figueira da Foz, a Feira do Livro Infantil de Arazede está direccionada para os mais novos, mas tem também à disposição livros destinados aos mais crescidos.
Realiza-se das 09h00 às 12h30 e das 14h15 às 17h30, e conta com a colaboração da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, das Juntas de Freguesia de Arazede e Liceia, Caixa de Crédito Agrícola, Espaço Mágico, Talho Central, Pastelaria Arca Doce e Papelaria Nuno Azevedo.

http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=7816:feira-do-livro-ate-sexta-feira-em-arazede&catid=14:actualidade&Itemid=130

quarta-feira, 10 de março de 2010

VIII Festival do Arroz e da Lampreia

Iniciado a 5 de Março, prolonga-se pelo próximo fim-de-semana o VIII Festival do Arroz e da Lampreia, em Montemor-o-Velho.
Espaço de excelência para a mostra da gastronomia do Baixo Mondego, este festival oferece igualmente a diversas associações concelhias um espaço de divulgação das suas actividades.
À semelhança de anos anteriores, a AFUV, associando-se à Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, participará na animação do festival. Assim, no próximo sábado, dia 13 de Março, pelas 14h, todos os que então se deslocaram ao festival poderão assistir à actuação do Quinteto de Metais da AFUV.
Poderá consultar a restante programação do festival aqui (na programação da CMMV surge erradamente indicada a participação da Orq. Ligeira da AFUV).

Fonte: http://filarmonicaverride.blogspot.com/2010/03/viii-festival-do-arroz-e-da-lampreia.html

Luís Vieira e Capoulas Santos convidados

Arroz biológico para o almoço

O secretário de Estado e o eurodeputado europeu, Capoulas Santos, vão poder saborear o primeiro arroz biológico produzido no Baixo Mondego.

O secretário de Estado Luís Vieira e o eurodeputado europeu e relator no Parlamento em assuntos para a agricultura, Capoulas Santos, vão poder saborear o primeiro arroz biológico produzido no Baixo Mondego. O almoço está marcado para sábado, às 12H30, na tasquinha da Associação Cultura das Meãs do Campo no Pavilhão do Festival do Arroz e da Lampreia, em Montemor-o-Velho. O anfitrião e produtor do primeiro arroz biológico do Baixo Mondego, Carlos Laranjeira, decidiu sentar à mesa agricultores e “duas personalidades” que, em seu entender, “ desenvolveram um trabalho muito positivo a favor da agricultura da região, e do país, durante o tempo em que Jaime Silva”.
“Luís Vieira e Capoulas Santos vêm a convite da Associação de Orizicultores de Portugal – Delegação do Mondego , tal como aconteceu com o sr. ministro da Agricultura e o secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e Florestas na cerimónia de inauguração do Festival do Arroz e da Lampreia, na passada sexta-feira”, explicou Carlos Laranjeira, adiantando que os “homens que se esforçam por apoiar e incentivar a agricultura e os agricultores que tão mal tratados têm sido, merecem ser reconhecidos”.
E, por um lado, a actual equipa do Ministério da Agricultura ainda continua em estado de graça entre os agricultores, muito em especial, dos do Baixo Mondego. Por outro lado, porque se deve à intervenção do eurodeputado Capoulas Santos, a abolição da modulação voluntária , da autoria do ex-ministro da Agricultura que, segundo Carlos Laranjeira, prejudicava duplamente os agricultores portugueses.

Arroz do Baixo Mondego em destaque

Desta forma, nada melhor do que servir aos convidados um dos produtos de qualidade produzidos nos campos do Mondego. “Toda a gente sabe que temos um bocado de terra mais rica do país para a produção de arroz. Toda a gente devia saber que produzimos do melhor que há no mercado. E toda a gente ficará a saber que os homens e mulheres desta terra também sabem fazer novas opções e apostas quando as condições lho permitem”, adiantou, referindo-se à produção do primeiro arroz biológico que poderá abrir novos caminhos e outros mercados.
E para quem tem dúvidas, arroz biológico não é mais do que um arroz produzido numa terra que esteve três anos a ser cultivada sem qualquer adubo ou produto químico. E hoje, garante o orizicultor, continua tudo a processar-se da mesma forma, sem adubos, nem produtos químicos, apenas com o recurso a matéria orgânica que não pode ser nunca de animais estabulados porque estes são alimentados com rações que não são naturais e com pastos que também não são naturais. Complicado? Talvez não. Os animais também têm que ser alimentados com pastagens não tratadas.
A dificuldade está tanto nos cuidados a ter, mas mais no facto deste arroz biológico produzir cerca de um terço do tradicional, tornando a sua produção pouco rentável. Mas, numa altura em que tanto se fala das questões ambientais… sem dúvida que o ambiente agradece estes cuidados e o homem saberá apreciar o bom sabor e a qualidade final. Até porque, como Carlos Laranjeira faz questão de sublinhar, “este primeiro arroz biológico é semeado à mão como tradicionalmente se fazia”, embora se possa fazer também como o recurso a maquinaria”.
E como ainda não está no mercado – o que parece estar a ser preparado – , este produto pode ser apreciado à mesa da Associação das Meãs do Campo com lampreia ou com pato… Como divulga uma faixa instalada na tasquinha daquela associação: o arroz biológico é oferecido por Carlos Laranjeira. Porquê? “Porque é a minha terra natal e porque se trata de uma associação de gente muito dedicada e empenhada nas causas da sua terra”, justifica.

Eduarda Macário
In http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=81051&ed=10032010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Festival do arroz

Chefes famosos vão “reinventar” arroz carolino

De 5 a 14 de Março, Montemor-o-Velho vai viver a oitava edição do Festival do Arroz e da Lampreia.

Engana-se quem pensar que são apenas esses os manjares a constar no menu proposto pelo festival. É que além da lampreia do Mondego e do arroz carolino do Baixo Mondego, o evento contempla ainda a doçaria conventual, com os famosos pastéis de Tentúgal, as queijadas de Pereira, e como não podiam faltar, as pinhas doces de Montemor, entre outros petiscos. Para os menos apreciadores da lampreia há também arroz de cabidela, sarrabulho e arroz de pato. E o festival não se fica por aqui.
Alexandra Ferreira, vereadora da cultura de Montemor-o-Velho, explicou, ontem em conferência de imprensa, que o evento segue «três linhas de força: memória, criatividade e inovação» e que «pretende promover não só a gastronomia, mas também a cultura da região».
Atentando a isso, o programa do festival tem actividades para todos os gostos e “paladares”. Como tal, para quem quer conhecer melhor a região e gastronomia local, o festival integra as visitas turísticas da Rota do Arroz, da Rota Medieval e da Rota da Doçaria Conventual, nos restaurantes e tasquinhas aderentes.
Além disso, a criatividade e inovação estarão sempre presentes, com a participação dos chefes Henrique Sá Pessoa, do restaurante Alma, o argentino Chakall e ainda o chef da selecção nacional de futebol, Luís Lavrador, que vão criar novas tendências gastronómicas tendo como ingredientes base o arroz carolino e a lampreia.
Os mais pequenos não foram esquecidos, e a diversão é garantida também para eles. Seis ateliês dispostos no recinto, vão garantir a ocupação das crianças enquanto os adultos se deliciam com os petiscos.
E porque o festival não aborda só a gastronomia, além da animação permanente no recinto, o programa abrange também o artesanato local, com a exposição de oficinas artesanais.
O Festival do Arroz e da Lampreia é já uma referência na agenda gastronómica nacional e de ano para ano tem atraído cada vez mais visitantes. Na conferência, Pedro Machado, vereador do turismo do município e presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro reforçou a importância que este evento tem no turismo da região, na medida em que «tem todas as condições para trazer mais turistas e para os fidelizar à zona centro».
Só na última edição, os restaurantes e tasquinhas aderentes registaram 21.500 visitantes. É, nas palavras de Alexandra Ferreira, «um dos eventos âncora do concelho».
Nesta edição contam-se 16 restaurantes e 10 tasquinhas aderentes, havendo ainda seis pontos de venda de produtos locais. O evento, organizado pela Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, conta ainda com a participação de 10 instituições locais e quatro oficinas artesanais.
A entrada terá o preço simbólico de 0,50€, a partir dos 14 anos.

Escrito por Susana Ramos
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6270&Itemid=135