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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Já nasceu a Liga dos Amigos do Hospital Distrital da figueira da Foz

A Liga dos Amigos do Hospital da Figueira da Foz (LAHDFF) nasceu hoje no Casino Figueira, espaço que acolheu a sua apresentação oficial ao público.
“Este era já um projecto antigo. Mas só agora houve condições para o concretizar”, disse Conceição Toscano, que a par com outros quatro «amigos» concretizaram um desígnio já com cerca de 11 anos.
Tendo em conta a área de influência do Hospital Distrital da Figueira da Foz, esta Liga conta com o apoio à sua fundação das autarquias da Figueira da Foz e Montemor-o-Velho, inúmeras empresas do concelho, instituições particulares de solidariedade social, escolas entre outros organismos que integram a sociedade, como também cidadãos em nome individual.
De acordo com os estatutos provisórios, a LAHDFF tem como objectivos “promover a colaboração, dinamização e o envolvimento da comunidade com a instituição hospitalar; colaborar com os órgãos de gestão hospitalar; articular com as redes sociais existentes, na perspectiva de solidariedade e justiça social entre indivíduos, participando e dinamizando acções de apoio na sua área especifica; desenvolver e dinamizar grupos de voluntariado que possam contribuir para a humanização do Hospital”. Também a imagem institucional da Liga já se encontra construída, e é da autoria do figueirense Cação Biscaia.

Levar o projecto para a frente
Para além da apresentação pública, esta sessão serviu para realizar o primeiro levantamento de inscrições para sócios fundadores. O próximo passo, explica António Guardado a O Figueirense, passa pela “realização da escritura de constituição da Liga” e, posteriormente, a “eleição dos corpos sociais”.
Quanto a uma possível candidatura à presidência desta associação, António Guardado foi peremptório ao afirmar que a sua intenção não passa por integrar a direcção.
“A grande obra que tinha que fazer era esta, ou seja, contribuir, na medida do possível, para chegarmos até este momento. Acredito que haja muitas pessoas, com excelentes capacidades, para levar este projecto para a frente”, disse em declarações a O Figueirense.

A voz da comunidade
Presente na cerimónia, o administrador do HDFF manifestou o “enorme apreço” pela criação desta Liga, realçando que esta representa uma interacção colectiva, ou seja, é transversal a toda a comunidade. “A Liga pode ser uma mais-valia para as dificuldades que se avizinham”, disse durante a cerimónia Sousa Alves, recordando a recente obra realizada nesta instituição – novo Edifício do Serviço de Urgência e Consulta Externa – que, refere, “trouxe alguns constrangimentos económicos” ao Hospital.
Para João Ataíde os elementos que integram, e que futuramente vão integrar, a Liga “vão assumir, perante o Hospital figueirense, a voz da comunidade”.
“Este nascimento é o reconhecimento do prestígio e excelente trabalho que o nosso Hospital tem vindo a desenvolver quer no concelho, quer no distrito ou região”, destaca o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
João Ataíde acredita que num futuro próximo, a “criação de uma Unidade de Cuidados Continuados possa vir a ser um grande objectivo do Hospital”, uma vez que “conta já com o apoio da Liga”.

Leia a reportagem na íntegra na próxima edição de O Figueirense, nas bancas dia 8 de Julho

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Vereador de Coimbra chama “Kadafi” a autarca de Montemor

Polémica envolve listas para Concelhia do PSD
«Novidade de última hora: presidente da Câmara de Montemor-o-Velho faz birra e promete dar “tao tao” a quem apresentar lista às eleições para a Concelhia do PSD. Acho que na Líbia nem o Kadafi se atrevia a tanto». Este podia ser apenas mais um comentário provocatório colocado na rede social Facebook, mas quando é escrito por Paulo Leitão, vereador do PSD na Câmara de Coimbra e membro da Comissão Política Distrital do PSD ganha, naturalmente, outra dimensão. Ao Diário de Coimbra, Leitão explicou que o seu comentário (colocado no mural de Fernando Moura) não é «pejorativo» e tem por objectivo «chamar a atenção» para o que se está a passar em Montemor.
Segundo nos referiu, em quatro concelhos do distrito as comissões concelhias estavam em gestão e houve necessidade de marcar eleições, o que terá sido feito pela Comissão Distrital do PSD de Coimbra, por indicação da Nacional. Agendamento de eleições que, segundo Leitão, não agradou a Luís Leal, a quem o dirigente do PSD lembra que este é o normal curso da democracia. O Diário de Coimbra não conseguiu, ontem, obter uma reacção de Luís Leal.
Abel Girão, presidente em exercício da Concelhia do PSD de Montemor, considera a situação «lamentável» por várias ordens de razões, à cabeça das quais, sublinha, está o facto de «não ser verdade». O também vereador da Câmara de Montemor faz questão de afirmar que Luís Leal, nos últimos anos se “afastou” de «tudo o que são questões partidárias relacionadas com o PSD». Fez, adianta ainda Abel Girão, «uma total separação das “águas” entre o que é a Câmara de Montemor e a secção do PSD de Montemor».
E esta “não ingerência”, que o presidente em exercício da Concelhia do PSD de Montemor faz questão se sublinhar, torna a situação «tanto mais lamentável» quando o «visado» nas afirmações de Paulo Leitão «não é o cidadão Luís Leal, militante do PSD, mas o presidente da Câmara de Montemor», sublinha.
Sobre as eleições, que se vão disputar sábado, Abel Girão reitera o «distanciamento» do autarca de Montemor, mas confirma que tem «havido movimentações de várias pessoas que se preparam para apresentar listas».
Tudo indica, pois, que se perfilam vários candidatos à liderança do PSD de Montemor e os nomes serão conhecidos hoje, pois o prazo para apresentação das listas terminou à meia-noite. Abel Girão não confirmou, ontem à noite ao Diário de Coimbra, a possibilidade de se recandidatar ao cargo, muito embora também não tenha “fechado a porta”. «Há movimentações em curso», limitou-se a dizer.

Escrito por João Luís Campos e Manuela Ventura
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12455&Itemid=135

terça-feira, 26 de abril de 2011

Lista do PS Coimbra à Assembleia da República

A Comissão Política da Federação do Partido Socialista de Coimbra aprovou esta madrugada a lista dos potenciais deputados do partido à Assembleia da República pelo círculo conimbricense. De acordo com uma fonte, lista só foi "votada cerca das 4:50 da madrugada, depois de um debate interventivo, aceso mas democrático". A lista dos 10 candidatos a deputados é a seguinte:

EFECTIVOS:

Ana Jorge (ministra cessante da Saúde, já tinha sido cabeça de lista em 2009, ocasião em que sucedeu nessa posição a Matilde Sousa Franco)
Mário Ruivo (novo líder da federação distrital)
João Portugal (Deputado cessante e líder concelhio do PS/Figueira da Foz, figura, este ano, na terceira posição da lista, depois de já figurar nas nas listas elaboradas em 2005 e 2009)
Teresa Sousa Fernandes (a novidade da lista)
Rui Duarte (líder distrital da JS/Coimbra)
Horácio Antunes (deputado cessante, antigo governador civil de Coimbra e ex-presidente da Câmara da Lousã)
Ana Gouveia (Miranda do Corvo)
Carlos Maia
Emílio Torrão (líder concelhio socialista de Montemor-o-Velho).


SUPLENTES:

Liliana Pimentel
Jorge Martins
Mário Jorge
Arménia Coimbra
António Arnaut

MANDATÁRIO: António Campos

Fonte: http://arganil.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=2417:lista-do-ps-coimbra-a-assembleia-da-republica&catid=52:regiao&Itemid=100302

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Mega operação da GNR

Suspeitos de tráfico de droga têm idades entre os 22 e os 32 anos, são primários e residentes nos concelhos de Soure, Montemor e Coimbra Foram três dias intensos para os militares da GNR, que desde a madrugada de segunda-feira palmilharam um vasto território, envolvendo os concelhos de Montemor, Soure e Coimbra, cumprindo 20 mandados de busca. A operação terminou na noite de quarta-feira e saldou-se na identificação de oito suspeitos, dos quais sete foram detidos, por suspeita do crime de tráfico de estupefacientes. Em causa estão indivíduos com idades entre os 22 e os 32 anos, dois dos quais são do concelho de Soure, um de Montemor e quatro de Coimbra. De Coimbra é, também, uma mulher de 31 anos que será o único elemento feminino ligado à organização. Segundo apurámos junto de fonte ligada à investigação, da responsabilidade do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Montemor-o-Velho, os suspeitos «são todos primários», ou seja, não têm antecedentes criminais, e entre eles não há relações de familiaridade, mas apenas de “negócio”. Em causa estará uma rede que se dedicava ao tráfico de estupefacientes, especialmente nos concelhos de Soure, Montemor e Coimbra, oferecendo uma panóplia amplamente variada de produtos. As investigações, de acordo com fonte do Destacamento da GNR de Montemor-o-Velho, iniciaram-se em meados do ano passado, na sequência da detenção de um jovem, na zona de Soure, que tinha em seu poder «uma pequena quantidade de haxixe». Curiosamente, o mesmo indivíduo voltou a “cruzar-se” com os militares da GNR, mas acabou por apenas ser identificado, uma vez que não teria em seu poder quantidades de droga que justificassem a sua detenção, ao contrário, de resto, do aconteceu com os restantes sete elementos. A mega operação envolveu um total de 76 militares, 30 dos quais pertencentes à estrutura de investigação criminal do Comando Territorial de Coimbra, 21 do Destacamento de Intervenção e 25 do Destacamento Territorial de Montemor-o- -Velho, contando ainda com o apoio de quatro binómios cinotécnicos (equipas com cães especializados na detecção de droga). Envolveu um total de 20 buscas, 11 de carácter domiciliário e nove a viaturas, que se estenderam pela freguesia de Meãs do Campo, no concelho de Montemor, Alfarelos e Figueiró dos Campo, no concelho de Soure, e ainda na cidade de Coimbra. Vasto rol de apreensões Para além da identificação dos oito suspeitos, dos quais sete receberam ordem de detenção, os militares apreenderam um espólio significativo, quer no que se refere a produtos estupefacientes, quer relativamente a “ingredientes” utilizados na respectiva preparação, bem como “instrumentos” necessários à rede do “negócio”. Assim, entre as 11 residências e as 10 viaturas (um dos mandados envolvia duas viaturas), foram apreendidas 1,737kg de haxixe, o que representa 870 doses, 36 gramas de cocaína, 182 folhas de cannabis, 126 gramas de sementes de cannabis, bem como 51 plantas (inteiras) de cannabis. O rol das apreensões, no que a estupefacientes diz respeito, encerra com três gramas de cogumelos mágicos. Mas, a somar a este “supermercado” de droga, no que à quantidade, mas, sobretudo, à variedade diz respeito, há a registar, ainda, a apreensão de um valor «significativo», de dinheiro, que estava disperso pelas várias residências. Em causa estão 35.100 euros, verba que se presume ser proveniente do tráfico de estupefacientes, a que se juntam mais 100 pesetas. Os militares apreenderam ainda cinco viaturas ligeiras, pertencentes aos detidos, três computadores portáteis, um computador “note book”, 14 telemóveis, três balanças de precisão, bem como material diversos, usado para acondicionamento e corte do produto estupefaciente. De acordo com a GNR, entre o espólio apreendido encontram-se, também, três munições, duas de 7.62 mm e uma de 9 mm, e uma máquina fotográfica. Os suspeitos passaram a noite nas instalações da GNR e começaram a ser ouvidos, em primeiro interrogatório judicial, no Tribunal de Soure, diligência que só hoje fica concluída, altura em que também serão conhecidas as medidas de coacção aplicadas aos sete detidos. Escrito por Manuela Ventura http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12282&Itemid=135

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Confraria do Arroz e do Mar com novos órgãos sociais

Os novos órgãos sociais da Confraria do Arroz e do Mar tomaram posse esta segunda-feira (17) à noite. Jorge Caseiro sucedeu a Vítor Rodrigues, na qualidade de grão-mestre.
“Tenho como prioridade projetar a gastronomia da Figueira e de Montemor”, adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS. E vai ainda tentar cativar mais montemorenses para a irmandade gastronómica e mobilizar e unir os confrades. “É um objetivo fundamental”, acrescentou.
Jorge Caseiro traçou também como desiderato promover a concertação entre a confraria, operadores turísticos e empresários da restauração e hotelaria. Objetivo: valorizar e divulgar a gastronomia tradicional da região.
A anterior chancelaria não conseguiu apresentar o livro de receitas tradicionais dos dois concelhos que foi recolhendo ao longos de vários anos. Mas a coletânea encontra-se em fase de impressão, devendo ser apresentada em breve.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/2011/01/confraria-do-arroz-e-do-mar-com-novos-orgaos-sociais/

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Presente de aniversário

Dadores de Sangue do Baixo Mondego inauguram sede

A Associação dos Dadores de Sangue e Apoio Social do Baixo Mondego (ADSASBM) assinala hoje o seu 5.0 aniversário. Dadores de sangue e representantes de diferentes organismos foram convidados a associarem-se à festa.
Festa que tem um sabor especial, uma vez que vai ser inaugurado um espaço destinado a receber a sede da associação, que representa o culminar de um processo que começou há um ano, quando a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e a Associação assinaram um protocolo de cedência de um espaço na antiga escola do 1.0 ciclo do Amieiro, para sede da instituição.
Embora com sede oficial na Carapinheira, a ADSASBM tinha necessidade de outra infra- -estrutura para poder desenvolver um trabalho mais activo em prol da população, numa lógica de proximidade social. Após largos meses de trabalho de adaptação e valorização das instalações, este espaço vai ser inaugurado, numa cerimónia simples, integrada na comemoração do 5.0 ano aniversário da instituição. O programa começa pelas 15h00, na antiga escola primária do Amieiro (Arazede), com a recepção aos dadores de sangue e convidados, seguindo-se o descerramento de uma placa alusiva à inauguração da sede e momento de celebração do aniversário, terminando com um lanche-convívio.
De recordar que a Associação de Dadores de Sangue e Apoio Social do Baixo Mondego é uma instituição particular de solidariedade social (II Série D.R. de 03.08.2009, n.o 148), que tem por objectivo primordial, na área da saúde, a prestação de cuidados médicos e de transportes de doentes, sinistrados e idosos; angariação de potenciais dadores para recolha de sangue através de dadores voluntários, para entrega em instituições ou entidades de saúde que dele necessitem. Tem ainda como objectivos secundários, o apoio social na área do apoio domiciliário, formação profissional a desempregados e jovens, campanha de sensibilização no domínio da saúde pública e promoção da cidadania nas suas múltiplas vertentes.

Escrito por Aldo Aveiro
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10293&Itemid=135

Dois homens morreram soterrados em Almalaguês

Dois homens morreram soterrados, ontem (sábado, 11/12/2010), perto de Almalaguês (Coimbra), numa vala para condutas de saneamento básico.
A obra, adjudicada pela empresa municipal Águas de Coimbra (AC) a outra sociedade, estaria a ser efectuada, pelo menos ontem, sem respeito por elementares regras de segurança.
Fonte da AC indicou que esta nem sequer estava a par da realização de trabalhos ao sábado.
As duas vítimas, aparentemente residentes nos concelhos de Figueiró dos Vinhos e Montemor-o-Velho, encontravam-se vários metros abaixo do nível do solo e os cadáveres só foram resgatados volvidas mais de quatro horas sobre a ocorrência da tragédia.

http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=8790:dois-homens-morreram-soterrados-em-almalagues&catid=14:actualidade&Itemid=130

sábado, 23 de outubro de 2010

Montemor-o-Velho fora do PIDDAC

No distrito de Coimbra, o Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) para o próximo ano vai registar, comparativamente a 2010, uma redução de cerca de 23 milhões de euros.
Com dotação zero ficam os concelhos de Montemor-o-Velho, Mira, Pampilhosa da Serra e Tábua.
Para Oliveira do Hospital, o investimento previsto pelo Estado no PIDDAC é de 50 mil euros, o que – em comparação com o ano passado, com uma verba inscrita de 101.417 euros – representa uma redução de sensivelmente 50 por cento.
Por ordem decrescente, as verbas do PIDDAC 2011 para os concelhos do distrito de Coimbra, que aparecem contemplados naquele documento, são as seguintes:

Coimbra – 11 338 379 euros

Figueira da Foz – 2 855 922

Penacova – 2 970 839

Lousã – 1 794 731

Soure – 383 605

Cantanhede – 126 844

Vila Nova de Poiares – 125 000

Condeixa- a-Nova – 100 000

Penela – 75 000

Oliveira do Hospital – 50 000

Arganil – 38 477 Góis – 30 000

Miranda do Corvo – 16 250

Fonte: http://www.correiodabeiraserra.com/index.php?option=com_content&view=article&id=3650:oliveira-do-hospital-com-50-mil-euros-no-piddac-para-2011&catid=53&Itemid=110

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Casas da Beira Litoral aderem a boicote aos jogos fora

As Casas do Benfica da Beira Litoral reuniram-se em Miranda do Corvo e aderiram ao apelo do presidente do clube, Luís FilipeVieira, para que os adeptos benfiquistas não assistam aos jogos fora de casa.
Segundo uma nota enviada ao jornal regional Diário de Coimbra, as Casas de Coimbra, Águeda, Ansião, Arganil, Aveiro, Bairrada, Condeixa, Estarreja, Gândaras de Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Murtosa, Ovar e São João da Madeira, presentes na reunião, comprometeram-se a "apelar aos seus sócios e simpatizantes à não comparência no jogo Beira-Mar-Benfica, a 28 de novembro, bem como nos jogos a realizar em Coimbra, Figueira da Foz e Leiria".
As medidas que irão tomar passam por não vender bilhetes para esses jogos, difundir o comunicado do plenário "encarnado", divulgar faixas com frases como "Jogos do Benfica sem Luz Não", "Defende o teu clube" e "Não vás aos jogos fora", e apostar na divulgação deste ideal via e-mail, mensagens de telemóvel e páginas sociais da internet.
Segundo o dirigente da Casa do Benfica de Miranda do Corvo, Rafael Pereira, estas medidas foram "aprovadas por unanimidade e quase aclamação".
Rafael Pereira criticou também o facto de os clubes da região pedirem o equivalente ao dobro ou o triplo do valor dos bilhetes praticados no Estádio da Luz.
"Por 35 euros vou ao Estádio da Luz e tenho o bilhete, vou de autocarro e ainda tenho um lanche que a Casa oferece. Já no último jogo em Coimbra, por exemplo, o bilhete para a central era 75 euros", protestou.
Para o dirigente, "o objectivo não é prejudicar os clubes pequenos, mas sim dar um alerta sobre o que fazem e defender os interesses dos amantes do futebol".
"O lucro nunca se pode sobrepor aos interesses do povo, de quem gosta de futebol", daí que as casas não vão vender bilhetes, mesmo aquelas que têm máquinas de venda directa.
O Benfica desloca-se a Aveiro à 12.ª jornada (agendada para 28 de Novembro), a Leiria à 15. (9 de Janeiro de 2011), a Coimbra à 16.ª (16 de Janeiro) e à Figueira da Foz à 26. (10 de Abril).

C/Lusa

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Autarquia perde 10% do FEF por excesso de endividamento

Os secretários de Estado da Administração Local (SEAL) e do Orçamento publicaram ontem, no Diário da República, um despacho em que aplica ao município de Montemor-o-Velho uma redução de 10% na transferência no Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF), tendo em conta o agravamento do excesso de endividamento verificado no ano de 2008.
De acordo com os números oficiais, a autarquia, que não tinha sido visada em 2006, apresentava, a 1 de Janeiro de 2008, um excesso de endividamento da ordem dos 7,4 milhões de euros, sendo obrigada, pela Lei das Finanças Locais, a reduzir esse valor no mínimo de 10%, no caso concreto, 773.935,57.
No final do ano, refere o despacho N.º 15197/2010, «o município de Montemor não só não reduziu em 10% o excesso de endividamento líquido (…), como agravou o incumprimento», com mais 1.258.426,40 euros.
Perante este cenário, a Secretaria de Estado decidiu reduzir em 10% a transferência do FEF prevista no Orçamento de Estado para 2010, «e seguintes, pelo número de duodécimos necessário até perfazer o montante de 1.947.254,97 euros».
A penalização será revista apenas em 2011, havendo a possibilidade de, entretanto, ser suspensa, uma vez que a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho assinou um plano de saneamento financeiro em 2009, como explicou ao nosso jornal o presidente da autarquia, Luís Leal.

Santa Comba Dão também penalizada
O concelho de Santa Comba Dão, no distrito de Viseu, não está em melhor situação, uma vez que já estava a ser penalizado, por ter ultrapassado os limites do endividamento em 2006, voltando a transgredir no ano de 2008.
Segundo o despacho da Secretaria de Estado da Administração Local, o município, apesar de estar “no fio a navalha”, aumentou a sua dívida em cerca de 162 mil euros, razão pela foi tomada a decisão de manter a redução das transferência do FEF.
Ao agravamento do excesso de endividamento da autarquia em 2008, o despacho diz também que se encontra por deduzir, em Dezembro de 2009, o montante de 1.390.731de euros.
Assim, o despacho ontem publicado o Diário da República, confirma a continuação da sanção em termos das transferências do FEF, nos anos seguintes, pelo número de duodécimos suficientes «até perfazer o montante de 625.956,72 euros, acrescido do montante, ainda por deduzir, por incumprimento do limite de endividamento líquido de 2006, num total de 2.016. 687,72 euros».
A autarquia de Santa Comba Dão que, em finais de 2008, excedia o limite em mais de 4,8 milhões de euros, havia, num primeira fase, interposto uma providência cautelar com vista à “declaração de ineficácia dos actos de execução indevida”.
Contudo, o Tribunal Central Administrativo do Norte, em acórdão proferido a 25 de Setembro de 2008, acabaria por dar razão ao recurso apresentado pelo ministro de Estado e das Finanças e pelo secretário de Estado da Administração Local. l

Lista negra de municípios diminui aparentemente
Entre ontem e quarta-feira, foram publicados, no Diário da República, 17 despachos conjuntos, referentes a tantas outras autarquias incumpridoras, sendo que apenas duas, Lourinhã e Santa Comba Dão, são repetentes da lista de 19 câmaras alvo de sanções relativamente ao excesso de endividamento registado no ano de 2006.
Com Faro à cabeça, a lista fica completa com Seia, Mondim de Basto, Alcanena, Montemor-o-Velho, Vila Franca do Campo, Macedo de Cavaleiros, Alijó, Mourão Alandroal, Lourinhã, Santa Comba Dão, Murça, Chamusca, Celorico da Beira, Figueiró dos Vinhos e Alpiarça.
No entanto, aos municípios agora alvo de atenção do Estado, soma-se alguns outros com os processos suspensos ou à espera do saneamento financeiro, enquanto outros resolveram os seus problemas e saíram a lista por mérito próprio.
Ansião saiu rapidamente da lista, resolvendo a sua situação logo em 2007, com o abatimento obrigatório de 10%, muito embora tenha aparecido um excesso de endividamento de quase quatro milhões de euros a médio e longo prazo, subterfúgio utilizado por outros, como é o caso de Vouzela, que diminuiu a dívida em 18,1%, mas aumentou os compromissos de longo prazo em 1.624,6%.
Vila Nova de Poiares também foi excluído dos despachos agora publicados, muito embora tenha subido o endividamento para além do limite, por causa de uma suspensão processual, estando em avaliação as contas de 2008.
No final de 2008, o município tinha subido o endividamento excessivo para mais de 4,7 milhões de euros (60,3%), muito embora, nada constasse no médio e longo prazo.

Escrito por José Carlos Salgueiro
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=9331&Itemid=135

Sete armas e centenas de munições apreendidas na Figueira da Foz

A GNR anunciou hoje (7) a apreensão de várias armas a um homem de 59 anos, por falta de licença de uso e porte de arma. A operação ocorreu ontem de manhã, em Casal Novo, Paião.
A apreensão foi levada a cabo pelo Núcleo de Investigação Criminal de Montemor-o-Velho em conjunto com o Posto Territorial de Paião, revelaram as autoridades.
Dois mandados de busca domiciliária permitiram à GNR apreender uma pistola de ar comprimido, uma pistola de alarme de 8 mm, quatro armas de caça e uma arma eléctrica.
Nas residências do suspeito os militares encontraram ainda 448 cartuchos de calibre 12, 20 munições de calibre 30-06, 48 munições de calibre 6.35 mm, 71 munições de calibre .22, cerca de mil esferas de chumbo de calibre 4 e um veículo ligeiro de mercadorias com matrícula falsa.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/2010/10/sete-armas-e-centenas-de-municoes-apreendidas-na-figueira-da-foz/

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Montemor é o concelho do distrito onde encerram mais escolas

Das 701 escolas que encerram no país, 40 são do distrito de Coimbra, oito delas em Montemor-o-Velho. Autarca afirma que processo foi “pacífico”

No distrito de Coimbra são 40 as escolas básicas do 1.o ciclo que vão encerrar no ano lectivo de 2010/2011, na sequência do reordenamento da rede escolar. Montemor-o-Velho é o concelho onde mais escolas – 8 – já não vão abrir as portas a partir de Setembro, seguindo-se Penela e Penacova, com cinco estabelecimentos de ensino.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, no município o processo foi «pacífico», «negociado» e teve sempre presente «condições alternativas» com vista à melhoria das condições de ensino das crianças. Luís Leal explicou que os alunos de metade das escolas que agora encerram – Abrunheira, Ereira, Verride e Gatões – serão reintegrados no novo Centro Educativo, que resulta de um investimento do município e da Parque Escolar, com uma oferta educativa desde o pré-escolar ao 12.o ano.
Frequentada ultimamente por alunos de etnia cigana, a escola de Pelichos estava já sem crianças, com Bebedouro e Liceia a apresentarem-se para o ano lectivo de 2010/2011 com um número escasso de inscrições, que tornou o encerramento inevitável, continuou o autarca social-democrata, confirmando alguma resistência no caso da EB 1 de Liceia. No entanto, foi alcançado um acordo e as crianças passam a estudar a «1500 metros», na vizinha escola do Viso, enquanto as de Bebedouro vão para Resgatados e as de Faíscas para a EB 2,3 de Arazede.
Estiveram ainda em risco de encerramento as escolas de Ribeira dos Moinhos e da Torre, mas a oposição da Câmara Municipal e da comunidade fez com que o Ministério da Educação recuasse na intenção de as fechar, pelo menos no ano lectivo que arranca em Setembro, concluiu Luís Leal.

Pombal perde nove escolas e Mealhada encerra sete
Tal como o Diário de Coimbra tinha adiantado, a lista divulgada na página da Internet da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) confirma que, no concelho de Coimbra, encerram Pereiros, na freguesia de Castelo Viegas, e Vila Pouca, que pertence a Ameal. Condeixa também fica sem duas escolas e Oliveira do Hospital e Soure, sem três. Em Penacova, Penela e Tábua encerram cinco e, em Vila Nova de Poiares, uma. Na sequência do reordenamento da rede escolar, Arganil, Cantanhede, Góis, Lousã e Pampilhosa da Serra não sofrem alterações, de acordo com a listagem do Ministério da Educação, que confirma o encerramento de 701 escolas do 1.o ciclo: 384 no Norte, 152 no Centro, 121 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 32 no Alentejo e 12 no Algarve.
Na área da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), Pombal é o concelho mais afectado, com nove estabelecimentos a fechar portas, sendo ainda de destacar as sete escolas que Mealhada vai perder, grande parte para dar lugar ao novo Centro Educativo da Pampilhosa. Os alunos de Vimeira farão uma deslocação inferior a um quilómetro, para Casal Comba, e os de Cavaleiros são reintegrados em Barcouço, num processo que o presidente da Câmara Municipal, Carlos Cabral, também classifica de «pacífico».

Ministra garante que processo foi “bem conduzido”
A ministra da Educação rejeitou as críticas ao processo de reorganização da rede escolar, assegurando que o processo foi «bem conduzido», que «nada foi feito à pressa» e que o acordo com os municípios foi «integralmente» cumprido. Na conferência de imprensa realizada no final da reunião de Conselho de Ministro, Isabel Alçada adiantou que «todas as condições que estão no acordo serão asseguradas».
Já a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) lamentou que o Governo tenha ignorado a discordância de algumas autarquias, alertando para as perturbações que a decisão poderá criar na abertura do ano escolar. «Acreditamos que o processo não será resolvido de forma pacífica (…). Vamos reagir a esta situação, que poderá criar alguma perturbação no início do ano lectivo», avisou o presidente da Comissão de Educação da ANMP, António José Ganhão.
«Admitindo que serão, de facto, 701 escolas a encerrar, o pressuposto é o cumprimento de um protocolo assinado entre municípios e o Ministério da Educação. [Segundo o documento], se os municípios estivessem em desacordo, este teria de ser fundamentado», referiu o responsável,
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou o Governo de manter a postura do «quero, posso e mando» ao decidir encerrar centenas de escolas, num processo que classifica de «pouco transparente».

Escolas que encerram
ALVAIÁZERE – Maçãs de Caminho
COIMBRA – Vila Pouca e Pereiros
FIGUEIRA DA FOZ – Ferreira-a-Nova, Porto Godinho, Ribas e Tromelgo
FIGUEIRÓ DOS VINHOS – Bairradas
MEALHADA – Vimieira, Canedo, Carqueijo, Cavaleiros, Entroncamento, Mala e Travasso
MIRA – Barra
MIRANDA DO CORVO – Espinho
MONTEMOR-O-VELHO – Abrunheira, Bebedouro, Ereira, Faíscas, Liceia, Pelichos, Gatões e Verride
OLIVEIRA DO HOSPITAL – Casal do Abade, Avô e Gramaços
PENACOVA – Chelo, Miro, Travanca, Espinheira e Gondolim
PENELA – Carvalhal, Podentes, Cerejeiras, Fetais e Rabaçal
POMBAL – Alhais, Almezinha, Eguins, Helenos, Pousios, Ramalhais, Reguengo, Silveirinha Grande e Silveirinha Pequena
SOURE – Casal do Marachão, Cavaleiros e Paleão
TÁBUA – São João da Boavista, Covelo de Cima, Espadanal, Covas e Vila Seca
VILA NOVA DE POIARES - Algaça

Escrito por Patrícia Isabel Silva
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=8646&Itemid=135

sexta-feira, 25 de junho de 2010

DETIDA PELA PJ

Mulher detida por sequestro e agressão de testemunha

Jovem de 20 anos andou a monte durante quase um ano e foi detida, quarta-feira, na zona do Sátão. Presente ao Tribunal de Montemor ficou em prisão preventiva

A Polícia Judiciária (PJ) concluiu, no mês passado o processo e remeteu-o ao Ministério Público, como noticiámos na altura. Todavia as diligências continuaram e os resultados aconteceram, com a detenção, quarta-feira, de mais um dos suspeitos num caso de sequestro e ofensa à integridade física de uma testemunha. A detida é uma mulher de etnia cigana, com 20 anos, casada, que andava fugida desde Julho do ano passado, altura em que aconteceu o crime no qual participou. Depois de ter passado por várias zonas do país, especialmente no Centro e Norte, a mulher ter-se-á refugiado, nos últimos tempos, na zona do Sátão, distrito de Viseu. Para a detenção a Judiciária contou com a colaboração da GNR do Sátão.
O crime ocorreu em Julho do ano passado e constitui um quadro de vingança e intimidação, com contornos de inusitada violência e agressividade, que envolveram uma jovem, residente na zona da Figueira da Foz, que tinha presenciado uma agressão a uma amiga. Mais, era a única testemunha do caso e deu a sua palavra que iria dizer o que viu ao tribunal. Os agressores não gostaram de saber e a decisão custou-lhe muito caro e levou-a, inclusive, segundo apurámos, a abandonar o país.
Com efeito, a jovem acabou ser perseguida por um grupo de três mulheres e um homem, envolvido na agressão à amiga, e saiu da Figueira da Foz, refugiando-se em Coimbra, onde acabaria, «dias depois», por ser localizada pelo grupo, que retomou a perseguição, que teve o seu “ponto final” junto à Estação Nova. Apercebendo-se, de acordo com a PJ, de algumas “movimentações”, a jovem, na casa dos 20 anos, tentou iludir os seus perseguidores, entrando num táxi. Mas estes conseguiram, com a respectiva viatura, bloquear o táxi e, em rigor, “arrancaram-na” do seu interior e transportaram-na para a viatura em que seguiam, empreendendo uma viagem de regresso à Figueira da Foz. Todavia, a deslocação terminou antes, pelo menos para a jovem, que pouco depois de Montemor, «numa zona erma», refere fonte ligada à investigação, foi supliciada de forma inqualificável. Com efeito, se já durante a viagem as três mulheres e o homem, todos residentes na zona da Figueira da Foz, a foram agredindo com palavras, quando esta terminou passaram das palavras aos actos e fizerem de tudo um pouco. Na verdade, segundo a PJ, a jovem foi agredida com um bastão em todo o corpo, especialmente na cara e nas costas, cortaram-lhe o cabelo e despiram-na, tentando ainda violá-la com esse mesmo bastão.
Com a vítima num estado lamentável, em termos físicos e, sobretudo, humilhada, os quatro sequestradores abandonaram-na, sentindo que a “lição” estava cumprida. Ou seja, com este “ajuste de contas” pretendiam “esclarecer” a sua posição como testemunha da agressão à amiga e, por outro lado, também ficava “resolvido” um caso de ciúmes, uma vez que a mulher tida mantido um relacionamento amoroso com o companheiro de uma das agressoras.

Operação de fuga

O caso ocorreu em Julho do ano passado, durante a noite e as investigações desencadeadas pela Polícia Judiciária, através da Directoria do Centro, permitiram identificar os quatro agressores e dois deles, o homem, de 27 anos, e a mulher mais velha, de 45 anos, foram detidos em Dezembro, na zona da Figueira da Foz. Na altura, esclarece fonte da PJ, «as duas mulheres mais novas, de 20 e 21 anos, não se encontravam no local e, como tal, não foram detidas». E certamente “desapareceram” ao terem conhecimento que, por ordem do tribunal, os dois companheiros do duplo crime tinham ficado em prisão preventiva. Aliás, a PJ está convencida que foi isso que aconteceu, uma vez que esta decisão do tribunal as terá alertado para a gravidade do crime que haviam cometido, pois, mais do que um gesto de vingança, que na sua cultura poderá, alegadamente ser compreendido e mesmo tolerado, o que o grupo fez foi cometer um crime de sequestro e de ofensa à integridade física de uma testemunha e é por isso que vai responder nos termos da lei.
A mais nova das duas mulheres deambulou, segundo fonte ligada à investigação, por várias zonas do país e “acabou” por ser «recentemente localizada» na zona do Sátão, onde foi detida. Presente ontem ao Tribunal de Montemor-o-Velho, encontra-se, por ordem do juiz, em prisão preventiva. A outra mulher, último membro do grupo, continua a monte e os investigadores da PJ mantêm-se atentos, no sentido de descobrirem o seu paradeiro.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=7875&Itemid=135

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Um adulto e dois menores detidos por furtos em residências

A GNR deteve hoje na zona de Montemor-o-Velho três pessoas, duas delas menores, que se dedicavam a furtar em residências.
A detenção ocorreu ao final da manhã de hoje na localidade de Seixo de Gatões quando ainda tinham na sua posse peças em ouro e outros objetos furtados momentos antes de uma residência da aldeia de Amieiro.
Os três cidadãos, de nacionalidade estrangeira, mas cuja identidade aguarda a confirmação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), são referenciados, pela aparência, e pelo automóvel que utilizavam, um Fiat Punto, por outras furtos em residências na região centro, nomeadamente na zona de Anadia.
Uma fonte do Destacamento Territorial da GNR de Coimbra adiantou à agência Lusa que os dois menores, um rapaz e uma rapariga, ficam detidos ao abrigo da Lei Tutelar de Menores.
Os três, dois do sexo masculino e um do feminino, serão presentes ao juiz na próxima sexta feira, às 10:00, no Tribunal de Montemor-o-Velho.

por Agência Lusa com Andre Patrocínio, Publicado em 09 de Junho de 2010
In http://www.ionline.pt/conteudo/63779-um-adulto-e-dois-menores-detidos-furtos-em-residencias

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Passeios no Mondego

Duas embarcações fluviais vão transportar turistas em passeios pelo estuário do Mondego e canais adjacentes às salinas da ilha da Morraceira, projecto da Câmara Municipal da Figueira da Foz que visa promover o rio como rota turística.
O projecto, que junta em parceria a empresa municipal Figueira Grande Turismo, o departamento de Cultura da Autarquia através do Núcleo Museológico do Sal e a empresa D'Evento em Popa, associa ao já existente Batel de Sal uma segunda embarcação vocacionada para o turismo fluvial.
"Pôr o batel de sal a fazer os percursos que já fazia e ter mais um barco a fazer viagens só vem enriquecer o rio como rota turística", disse hoje, à agência Lusa, António Tavares, vereador com o pelouro da Cultura.
O batel, exemplar único no rio Mondego, tem 20 metros de comprimento e é uma réplica das embarcações tradicionais de transporte de sal existentes na região até aos anos 50 do século XX.
Foi construído em 2001, no âmbito de uma parceria formada, com fins turísticos, por associações e juntas de freguesia da Figueira da Foz e, posteriormente, adquirido pela Câmara Municipal.
Hoje já não transporta sal - chegava a levar, nos tempos áureos, dez toneladas em cada viagem - mas sim turistas, embora esteja limitado a 10 pessoas e dois tripulantes, lotação que, embora diminuta, veio a permitir, em meados de 2009, que fosse legalizado, depois de oito anos de espera.
Enquanto o Sal do Mondego, habitualmente acostado junto ao Núcleo Museológico do Sal, estará mais vocacionado para passeios nos canais adjacentes às salinas, a segunda embarcação fluvial vai possibilitar subidas de rio entre a embocadura da barra e a ponte da Ereira (Montemor-o-Velho) com saída da marina de recreio.
"Eventualmente, poderá também ir até às salinas e ao rio Pranto [afluente do Mondego], dependendo da maré", sublinhou, por seu turno, Jorge Gomes, responsável da D'Evento em Popa, proprietária do barco.
A empresa possui uma terceira embarcação - um veleiro com capacidade para oito passageiros - vocacionada para passeios marítimos, ao largo da Figueira da Foz.
O vereador António Tavares disse ainda que os promotores dos passeios no estuário querem expandi-los, num futuro próximo, explorando outras vertentes como a gastronomia - e nela a ligação da região do Baixo Mondego à cultura do arroz - potenciando a "imensa procura" que o batel de sal já possui.

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Figueira%20da%20Foz&Option=Interior&content_id=1588587

terça-feira, 1 de junho de 2010

Foi espancada e até a violaram com um bastão

Jovem sofre vingança de forma violenta. Agora, vive no estrangeiro

O cabelo cortado à força, espancada com um bastão na cara, nas costas, pernas, braços. Até na vagina lhe introduziram o mesmo bastão. Nua e a sangrar em todo o corpo, foi abandonada num local ermo de Montemor-o-Velho. A vítima é uma jovem da Figueira da Foz, com perto de 20 anos, que, aterrorizada, optou por ir viver para o estrangeiro.
O terror sob a forma de sequestro, ofensa à integridade física grave, roubo e omissão de auxílio por parte de um grupo que quis vingar duas coisas: o facto de ela ter presenciado um crime em que outra rapariga foi espancada (precisamente pelas mesmas pessoas que agora se viravam contra si) e, ainda, por viver uma relação "errada" aos olhos de quem a sequestrou.
Para a rapariga, da Figueira da Foz, a noite de terror começara em Coimbra, junto à estação ferroviária na Baixa da cidade, onde ela, pressentindo estar a ser seguida, entrou num táxi. Mas o grupo atacante, um homem e três mulheres, retiraram-na à força do interior do táxi, meteram-na numa viatura, cuja viagem - sempre a ser espancada - só terminou na zona de Montemor-o-Velho. É aí que a deixam num local ermo. Antes, cortam o cabelo e quase a matam. Ela, nua e ensanguentada, lutou pela sobrevivência. Teve ajuda para ir ao hospital, já com roupa emprestada.
A investigação dos crimes (que ocorreram numa noite de Julho de 2009) só agora chegou ao fim. Um homem e três mulheres (20, 21, 27 e 45 anos) estão indiciados. Dois estão em preventiva desde Dezembro, um homem e uma mulher. Mas duas mulheres do grupo atacante continuam a monte. Nas buscas efectuadas pela PJ, um homem, que não é suspeito do caso de sequestro, foi apanhado com droga. Os operacionais da PJ Centro continuam a querer encontrar as duas fugitivas, mas, para evitar que se esgotem os prazos legais da prisão preventiva, o inquérito foi agora concluído. Nos autos constam a apreensão do bastão e um veículo. Todos os suspeitos e a vítima são da zona da Figueira da Foz.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1581065&seccao=Centro

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Buracos sem fim à vista

A degradação da estrada que faz a ligaçao ao Centro Hípico motivou o envio de uma carta ao INAG por parte dos responsáveis do hipódromo e de autarcas locais.

Os buracos teimam em aumentar e porque parece que ninguém se interessa por eles, a não ser os que necessitam de por lá passar, a Comissão de Gestão do Centro Hípico de Coimbra em conjunto com os presidentes de junta do Ameal, Arzila, Ribeira de Frades, S. Martinho do Bispo e Taveiro resolveram escrever ao Instituto Nacional da Água. Deram conhecimento ao Governador Civil de Coimbra e aos presidentes de câmara de Coimbra e Montemor-o-Velho e decidiram enviar a missiva.
Invocando os motivos que levam a passar por aquela estrada, mostram um “profundo desacordo e indignação” pelo estado “deplorável” em que a via se encontra. Os utentes que por ali passam sofrem “graves danos” e passam lá porque a estrada em questão serve de acesso directo à pista de remo de Montemor-o-Velho, ao Centro Hípico de Coimbra, entre outros locais. Ora, e “sendo um acesso usado por tantos” os responsáveis do Centro Hípico de Coimbra, bem como os autarcas das freguesias signatárias da carta enviada ao INAG esperariam das autoridades competentes “acções que tornassem transitável a via”. Sem contabilizarem os danos sofridos dizem estar “estranha e injustamente” a assistir à “continuada e acelerada degradação” da estrada. Aguardam uma resposta e caso nada seja feito ponderam “outras formas de manifestar o descontentamento”.
Entretanto, o grupo no Facebook “Arranjem a Estrada do Choupal” já reuniu 459 amigos.

Rute Melo
In http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=83211&ed=27052010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Orizicultores reclamam conclusão das obras do Baixo Mondego

A Associação Portuguesa dos Orizicultores (APOR) exigiu ontem em Coimbra que seja desbloqueada uma verba para a finalização das obras hidroagrícolas do Baixo Mondego e que o emparcelamento seja estendido aos vales onde ainda não foi feito, uma vez que o considera essencial para o desenvolvimento agrícola de toda a região.
Segundo dirigentes da APOR, que ontem entregaram um documento reivindicativo no Núcleo de Coimbra da Direcção Regional de Agricultura do Centro, estão por contemplar naquele projecto de fomento hidroagrícola os vales do Pranto (abrangido apenas parcialmente), Arunca e Ega.
O coordenador da associação, Isménio Oliveira, sublinhou que no Vale do Pranto se produz o melhor arroz carolino da Europa. No entanto esta zona debate-se com um problema de poluição (desconhecendo se tem origem em estações de tratamento de águas residuais ou em suiniculturas) e com o pagamento de taxas de água por parte dos agricultores independentemente de terem ou não emparcelamento.
A APOR reclama do Ministério da Agricultura que tome as medidas necessárias de apoio aos orizicultores «para salvar a produção de arroz nacional», bem como «penalize efectivamente quem faz “dumping” e sensibilize os industriais para que paguem preços mais justos pela produção nacional na campanha de 2010».
A Associação Portuguesa dos Orizicultores sublinha que «face às grandes dificuldades por que estão a passar as explorações agrícolas familiares é de extrema importância a redução das contribuições mensais dos agricultores para a Segurança Social por escalões, segundo os rendimentos das explorações e sem perda de direitos».
No documento reivindicativo, considera-se «grave o que se passa com a produção nacional de arroz, em que os preços na produção desceram cerca de 50% em relação ao ano anterior».
«Em 2008 o preço à produção rondava os 40 cêntimos o quilo e na campanha de 2009 os industriais pagaram entre os 15 e os 22 cêntimos/quilo conforme o seu rendimento», diz a APOR, acrescentando que os industriais alegaram que esta baixa é devida à pressão das grandes cadeias de produção.
«Sabemos que através da fiscalização da ASAE se verificou que as grandes cadeias de distribuição estão a fazer dumping na comercialização do arroz, sem que haja uma efectiva penalização para esta prática e que continua a misturar-se arroz sabe-se lá vindo de onde e em que condições», refere ainda.
Isménio Oliveira adiantou que a associação irá contactar os partidos políticos com assento parlamentar para os sensibilizar para este e outros problemas do sector, estando também a organizar para Julho, em Santarém, um encontro nacional de produtores para analisar as medidas a tomar em defesa dos interesses dos orizicultores nacionais.

Escrito por José João Ribeiro
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=7515&Itemid=135

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Quis fugir mas acabou dentro de um tanque

O assalto acabou mal para um dos três homens suspeitos do furto de botijas de gás do posto de abastecimento de combustíveis, em Quiaios (Figueira da Foz). Saltou um muro e acabou prostrado dentro de um tanque com água.
Às 03.03 da madrugada, o posto de Quiaios da GNR recebeu o alerta. Os três homens, que se faziam transportar num veículo ligeiro de mercadorias, foram, pouco tempo depois, interceptados por uma patrulha dos militares do posto de Maiorca. Estava montada a caça aos assaltantes. Segundo fonte da GNR, a perseguição de um quilómetro levou os assaltantes a abandonar o veículo e a tentar escapar a pé.
No culminar desta operação policial, que envolveu também uma patrulha da GNR de Montemor-o-Velho e outra equipa do Núcleo de Investigação Criminal dessa vila, um dos suspeitos foi parar ao hospital, pois, na fuga, tentou saltar um muro de cinco metros e acabou dentro de um tanque. O homem, vítima desta aparatosa queda, continuava ontem internado na unidade hospitalar figueirense, segundo relatou ao DN fonte da GNR. Os restantes assaltantes ainda estão a monte. A viatura ficou apreendida, mas a mesma fonte não adiantou a quantidade de material furtado.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1574131&seccao=Norte

terça-feira, 23 de março de 2010

Operação da GNR culmina com detenções e apreensões

Frequentadores do parque de campismo da Praia de Mira foram passados a “pente fino” pelos agentes. Foram detidas quatro pessoas e apreendidas várias quantidade de droga

O Núcleo de Investigação Criminal (NIC) do Destacamento Territorial de Cantanhede da GNR levou a efeito, durante toda a madrugada de domingo passado, entre a meia-noite e as 7h00 da manhã, uma operação policial que envolveu mais de quatro dezenas de efectivos. O alvo visou a fiscalização de pessoas e veículos junto ao parque de campismo da Praia de Mira, onde, alegadamente, naquela madrugada, se efectuava uma “rave party”. Quem por ali circulasse ou quem entrasse e saísse do parque de campismo era passado “a pente fino” pelas autoridades e “farejado” pelos cães das equipas cinotécnicas especialistas na detecção de droga.
Durante aquele período, apurou o Diário de Coimbra junto de fonte ligada à operação, foram inspeccionadas dezenas de viaturas e pessoas e no rescaldo da operação, as autoridades detiveram 15 pessoas, quatro (dois homens do Porto e dois da Lousã) das quais constituídas arguidas por alegado tráfico de estupefacientes e que ontem foram presentes ao Tribunal de Mira para primeiro interrogatório judicial.
As autoridades apreenderam, ainda, 134,3 gramas de haxixe; 43,6 gramas de cannabis; 27 gramas de micro selos LSD; 1,2 gramas de cocaína; 0,5 gramas de ecstasy; 0,5 gramas de speed (anfetaminas); dois telemóveis e 115 euros em notas.
No âmbito da operação, os militares da GNR elaboraram 23 autos de ocorrência por consumo de droga, enviados à Comissão de Dissuasão de Droga e Toxicodependência e sete por crime de tráfico/posse de estupefacientes.
Além dos detidos por suspeita de tráfico de droga, as restantes detenções tiveram origem na condução sob o efeito de álcool (quatro com taxas entre 1,70 e 2,96 gramas por litro de sangue); duas por recusa de submissão ao teste de álcool; quatro por condução sem habilitação legal; e uma por desobediência qualificada (condução com carta apreendida). Na operação, coordenada pelo Destacamento Territorial de Cantanhede da GNR, participaram ainda elementos do NIC de Montemor-o-Velho, Investigação Criminal do Comando Territorial de Coimbra e duas equipas cinotécniocas (binómio homem/cão), num total de cerca d 40 elementos.
O Tribunal de Mira libertou os quatro suspeitos de tráfico de estupefacientes decretando como medida de coacção Termo de Identidade de Residência (TIR).

Escrito por José Carlos Silva
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6685&Itemid=135