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sábado, 15 de novembro de 2014
terça-feira, 29 de março de 2011
Verride, Vila Nova da Barca e Abrunheira - O suplí...
... Montemaior: Verride, Vila Nova da Barca e Abrunheira - O suplí...: "Intervenção da Vereadora do PS, Paula Rama Intervenção do PS para a Reunião de Câmara de 28 de Março de 2011 – Obras de saneamento nas freg..."
terça-feira, 2 de novembro de 2010
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Leal quer limitação de mandatos também para os deputados
Tomou posse do seu terceiro e último mandato, mas garante que daqui a quatro anos vai saber «a forma e a melhor maneira de continuar a defender» o seu concelho. Num discurso emocionado e perante um salão nobre repleto, Luís Leal até confessou ser a favor das limitações de mandatos, mas deixou uma questão: «e os senhores deputados?». «Estão uma vida no poder, com esses benefícios todos», criticou o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, defendendo que a lei não se deveria limitar ao exercício autárquico e ao Presidente da República.
Com uma equipa renovada, em que apenas se mantém Pedro Machado, Luís Leal conta com Isabel Quinteiro, Abel Girão e Alexandra Ferrão, para, em conjunto, darem «mais quatro anos de trabalho» a Montemor-o-Velho e chegarem a 2013 com «um epílogo feliz».
Depois de uma campanha marcada, segundo as palavras do autarca, por «falta de discernimento democrático da alternativa», o presidente montemorense, reeleito pela coligação PSD/PP, não deixou de elogiar o socialista Emílio Torrão, porque, em três mandatos, é a primeira vez que vê um opositor assumir o cargo de vereador.
Depois de agradecer à população «o voto de confiança» que se concretizou numa «estrondosa vitória», Luís Leal promete uma «estratégia de desenvolvimento sustentado e harmonioso», com especial prioridade para a cultura, educação e exclusão social, sem esquecer o ambiente e o turismo. Garantindo um «tratamento igualitário» para todos os presidentes de junta de freguesia, defende uma «governação de proximidade e de cidadania».
«Hoje está lá fora obra que envolve mais de 23 milhões de euros», recordou o autarca, lembrando o investimento nas escolas e no saneamento básico em «mais de 50% do concelho», sabendo que, em 2002, «apenas 32% da população» beneficiava da drenagem de afluentes, uma cobertura que hoje ronda os 55%. Até ao fim do mandato, Luís Leal promete candidatar projectos que garantirão o saneamento básico em 85% do território.
Mas, o presidente não esquece as obras de requalificação urbana, os projectos de mobilidade e os parques empresariais, que «vão trazer grandes investimentos e dar soluções às pequenas e médias empresas».
Lídio dos Santos Cristo, o candidato mais votado para a Assembleia Municipal e que deverá continuar a presidir este órgão, garantiu que os deputados vão «estar atentos à vida do executivo e pedir mais e melhor». No entanto, está certo que Luís Leal «é uma garantia» para Montemor-o-Velho, porque é «competente, sabe negociar e programa tudo atempadamente».
Na sessão, marcaram presença os presidentes da Câmara Municipal de Cantanhede e de Penela, João Moura e Paulo Júlio, respectivamente, o ex-presidente de Penacova, Maurício Marques, e o deputado Pedro Saraiva, entre outros.
Escrito por Patrícia Isabel Silva
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=4600&Itemid=135
Com uma equipa renovada, em que apenas se mantém Pedro Machado, Luís Leal conta com Isabel Quinteiro, Abel Girão e Alexandra Ferrão, para, em conjunto, darem «mais quatro anos de trabalho» a Montemor-o-Velho e chegarem a 2013 com «um epílogo feliz».
Depois de uma campanha marcada, segundo as palavras do autarca, por «falta de discernimento democrático da alternativa», o presidente montemorense, reeleito pela coligação PSD/PP, não deixou de elogiar o socialista Emílio Torrão, porque, em três mandatos, é a primeira vez que vê um opositor assumir o cargo de vereador.
Depois de agradecer à população «o voto de confiança» que se concretizou numa «estrondosa vitória», Luís Leal promete uma «estratégia de desenvolvimento sustentado e harmonioso», com especial prioridade para a cultura, educação e exclusão social, sem esquecer o ambiente e o turismo. Garantindo um «tratamento igualitário» para todos os presidentes de junta de freguesia, defende uma «governação de proximidade e de cidadania».
«Hoje está lá fora obra que envolve mais de 23 milhões de euros», recordou o autarca, lembrando o investimento nas escolas e no saneamento básico em «mais de 50% do concelho», sabendo que, em 2002, «apenas 32% da população» beneficiava da drenagem de afluentes, uma cobertura que hoje ronda os 55%. Até ao fim do mandato, Luís Leal promete candidatar projectos que garantirão o saneamento básico em 85% do território.
Mas, o presidente não esquece as obras de requalificação urbana, os projectos de mobilidade e os parques empresariais, que «vão trazer grandes investimentos e dar soluções às pequenas e médias empresas».
Lídio dos Santos Cristo, o candidato mais votado para a Assembleia Municipal e que deverá continuar a presidir este órgão, garantiu que os deputados vão «estar atentos à vida do executivo e pedir mais e melhor». No entanto, está certo que Luís Leal «é uma garantia» para Montemor-o-Velho, porque é «competente, sabe negociar e programa tudo atempadamente».
Na sessão, marcaram presença os presidentes da Câmara Municipal de Cantanhede e de Penela, João Moura e Paulo Júlio, respectivamente, o ex-presidente de Penacova, Maurício Marques, e o deputado Pedro Saraiva, entre outros.
Escrito por Patrícia Isabel Silva
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=4600&Itemid=135
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Rescaldo das eleições
As eleições autárquicas nas freguesias pequenas como Verride, os candidatos são mais importantes do que a cor política que os suporta. A ideologia partidária, não tem qualquer importância para a escolha dos candidatos.
Cá na terra ainda existem pessoas que votam de acordo com o símbolo, independentemente do candidato, os símbolos por si só não resolvem os problemas da terra.
A maioria dos verridenses escolheram a continuidade para a junta de freguesia. No entanto, os resultados evidenciam uma divisão no eleitorado, 219 para o PS, 184 para o PSD.
O executivo da junta deverá ter isso em conta e já agora que seja capaz de cumprir o que prometeu. Os elementos da lista do PSD, deverão assumir as suas responsabilidades na assembleia de freguesia pois representam 184 verridenses.
Apesar de não terem assento na assembleia de freguesia, uma saudação para os valorosos candidatos da CDU.
No acto de votar, a maioria das pessoas não teve em conta que, havendo sintonia entre a câmara e a junta será mais fácil o apoio concelhio. Era previsível uma vitória do Dr. Luís Leal.
Há questões que os verridenses devem colocar. Como vai ser o relacionamento da junta com o executivo camarário? O presidente eleito, no seu manifesto, criticou a atitude da câmara pelos demasiados obstáculos (sem nunca dizer quais) que lhe colocaram. Será que o presidente da câmara irá ter essas críticas em conta???
Cá na terra ainda existem pessoas que votam de acordo com o símbolo, independentemente do candidato, os símbolos por si só não resolvem os problemas da terra.
A maioria dos verridenses escolheram a continuidade para a junta de freguesia. No entanto, os resultados evidenciam uma divisão no eleitorado, 219 para o PS, 184 para o PSD.
O executivo da junta deverá ter isso em conta e já agora que seja capaz de cumprir o que prometeu. Os elementos da lista do PSD, deverão assumir as suas responsabilidades na assembleia de freguesia pois representam 184 verridenses.
Apesar de não terem assento na assembleia de freguesia, uma saudação para os valorosos candidatos da CDU.
No acto de votar, a maioria das pessoas não teve em conta que, havendo sintonia entre a câmara e a junta será mais fácil o apoio concelhio. Era previsível uma vitória do Dr. Luís Leal.
Há questões que os verridenses devem colocar. Como vai ser o relacionamento da junta com o executivo camarário? O presidente eleito, no seu manifesto, criticou a atitude da câmara pelos demasiados obstáculos (sem nunca dizer quais) que lhe colocaram. Será que o presidente da câmara irá ter essas críticas em conta???
Publicada por O barítono in http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/10/rescaldo-das-eleicoes.html
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Obras e mais obras
O mês de Agosto vai a meio mas ainda se nota o ambiente estival. Alguns emigrantes ainda estão por cá e nota-se na terra um clima de alguma calmaria que mais parece uma aldeia alentejana. Os bancos do Garrett, estrategicamente situados, são um lugar apetecível para aqueles que desejam usufruir dos reconfortantes raios solares no final de tarde e também de observar quem passa pela rua principal da terra.Outro local mais frequentado é junto das obras no largo do jardim. Alguns "engenheiros", sem gravata, aproveitam o seu tempo para observar o andamento das obras de requalificação daquele local emblemático de Verride.
As obras decorrem ao seu ritmo e como consequência a poeira e os cortes de agua de abastecimento público, são frequentes.
É desconfortante ter a casa inundada de poeiras ou não ter água canalizada. Trata-se de algo que ninguém gosta, mas tendo em conta que foi necessário fazer alterações nas condutas de água e esgotos,é necessário alguma paciência e compreensão. No entanto, quer a empresa encarregue das obras, quer a junta de freguesia, quer o município, devem esforçar-se mais, no sentido de minimizar as situações referidas.
Fonte e foto: http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/08/obras-e-mais-obras.html
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Só não vê quem não quer...
O músico mais antigo da AFUV, bateu com a porta e saiu da banda. A despedida desde músico exemplar, deveria ser em apoteose, pelas excelentes qualidades humanas que possui, pelas décadas de esforço e suor ao serviço da AFUV e por ser uma biblioteca viva da história recente da filarmónica. Mas não, saiu, tal como outros tantos músicos, por discordar com a forma como a banda está a ser dirigida e pelas recentes decisões da direcção que só prejudicaram a filarmónica. Realmente, só não vê quem não quer.Para alguns dirigentes de outras bandas, a admiração e a estupefacção, são o modo como interpretam esta situação, reconhecendo o trabalho meritório do António Jesus, ao serviço da banda, nomeadamente nas comemorações do bicentenário e no último concerto pelos 201º anos.
Fonte e Foto: http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/07/so-nao-ve-quem-nao-quer.html
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Despedimento sem justa causa
“Feliz o presidente que tem um maestro assim”… Estas foram as palavras proferidas pelo actual presidente da Filarmónica União Verridense, no ano passado no decorrer das comemorações do bicentenário.Sensivelmente um ano depois tudo mudou. O maestro foi despedido sem justa causa e de forma pouco digna, o que levou a uma reacção por parte de alguns músicos. Um homem que tanto trabalhou para a banda, deveria sair pela porta grande. Aliás, tem sido assim com anteriores direcções.
A direcção pode demitir quem entender e sobre isso não há dúvidas. Mas não deve fazê-lo de forma leviana, sem razões fortes que justifiquem essa decisão. Não é digno, demitir-se um maestro num dia, aplaudi-lo no outro e no final da actuação, despedi-lo. Foi este procedimento que levou alguns músicos a solicitar espontaneamente uma assembleia-geral extraordinária.
A assembleia foi esclarecedora, realmente os motivos apontados pelo presidente da direcção, alguns deles ridículos, prova que não houve efectivamente razões válidas para despedir uma pessoa que tem mostrado excelentes qualidades técnicas e humanas. Além disso não se compreende este “deita fora”, uma vez que o presidente e o maestro andavam a reestruturar a escola de música.
O “timing” para o despedimento também não foi o melhor, porque criou mal-estar entre todos, numa altura em que a banda tem compromissos contratuais. Além disso o novo maestro, neste período de férias e de serviços festivos, nada vai acrescentar ao nível técnico da banda.
Os problemas da banda são para ser resolvidos em sede própria. Este devia ser o lema da direcção, mas não. Esta “desafinação”, como refere o Diário de Coimbra, foi noticiada por aquele jornal. O presidente devia ser o primeiro a dar o exemplo, mas resolveu dar a conhecer ao público, através do jornal, problemas internos da banda, focando aspectos particulares e localizados de algumas situações.
Não satisfeito, após a assembleia, mais uma notícia no Diário de Coimbra. Felizmente expressões de “quem manda na banda é a direcção” foram substituídas por “ quem gere a banda”. O presidente ouviu os recados da assembleia.
A assembleia decorreu de uma forma quase desordeira, com muitas intervenções desadequadas, mas foi importante e esclarecedora. Após a votação a direcção tem condições para gerir a banda, no entanto abriram-se algumas feridas que levarão tempo a sarar e saíram alguns músicos. Felizmente alguns dos que manifestaram intenção de sair, voltaram, revelando desta forma um sentimento forte com a associação.
A Filarmónica União Verridense deu um tombo, sem necessidade, saíram alguns músicos gerou-se um mal-estar entre outros, entre sócios e simpatizantes e abriram-se novas feridas, tudo isto aparentemente sem nenhuma razão. Ainda é cedo para concluir se a serenidade se instalou na banda, mas faço votos para que tal aconteça o mais breve possível. Alguns músicos e alunos da escola de música choraram, após a sua saída do maestro.
Ao ex-maestro, na foto, quero manifestar o meu orgulho como verridense, sócio e simpatizante da Associação Filarmónica União Verridense, pelo trabalho desenvolvido, quer na banda, quer na escola de música.
Publicada por O Barítono
In http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/07/despedimento-sem-justa-causa.html
Foto: http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/07/despedimento-sem-justa-causa.html
segunda-feira, 15 de junho de 2009
201º Aniversário da Filarmónica União Verridense
A Filarmónica União Verridense comemorou 201 anos de vida, no dia 13 de Junho. O programa das comemorações é extenso. Neste dia, depois da arruada efectuada pela banda, músicos, directores, sócios e amigos da associação juntaram-se no Centro Cultural para o almoço de aniversário.Sempre que há aniversário da AFUV, o ponto alto das comemorações é a sessão solene. O convidado especial foi o sr. Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, pessoa com sensibilidade para a cultura e amiga da Filarmónica de Verride. Foram agraciados diversos músicos e participantes no coro da filarmónica e também o sócio honorário José Carlos Almeida Morgado, pelo enorme contributo que deu à associação nos últimos 15 anos.
Depois dos habituais discursos, a banda fez um concerto magnífico, sob a batuta do maestro António Jesus. As comemorações continuam com mais iniciativas, tais como a audição dos alunos da escola de música, o coro de Tavarede e um concerto com a Orquestra Ligeira do Exército, lá para Setembro.

Fonte e Fotos: http://o-bari-tono.blogspot.com/
quarta-feira, 20 de maio de 2009
O triângulo verridense
Iniciaram-se as obras de requalificação do jardim de Verride e áreas circundantes. Aquele triângulo verde, vai sofrer algumas alterações, assim como as acessibilidades. Irei acompanhar e actualizar fotograficamente esta obra no local mais emblemático de Verride.Fonte: http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/05/o-triangulo-verridense.html
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxucCbtU-N3Uz4oGL_UzX7oDwqDdi1_XcLazhBNWdsVpF5Cp7SWkuEq9-jsv3ozjptMzMzur2UET-mNvz9QpFRbnfBvKWpPY7UqJwc4d6zqRGnAb5Zom4pvWi4k7stNn8igkYWVfcbD1ab/s1600-h/Obras+jardim1.jpg
Queremos saber a sua opinião sobre estas obras! Deixe-nos o seu comentário.
Obrigado!
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Comemorações do 1º de Maio
Verride, comemorou o 1º de Maio com várias iniciativas. A mais mediática foi a apresentação pública do novo rancho infantil que durante a tarde deu cor e alegria à terra. Foi um regalo ver todas aquelas crianças, dançarem, saltarem, em total diversão, sempre com a preocupação de cumprirem as marcações ensaiadas pelo Ti Arménio, um homem que apesar da idade e agarrado á sua bengala, ainda consegue arranjar, vontade e paciência para dirigir um rancho infantil.
O Rancho infantil, arrastou também pelas ruas da freguesia, uma grande claque de familiares, amigos e curiosos, alguns deles não dando sequer espaço para as crianças se movimentarem, chegando quase ao ridículo de se misturarem com os músicos e dançarinos. Mas apesar da alguns contratempos este foi e talvez será, o momento mais fotografado do ano, tal era a quantidade de reporteres fotográficos.
Mas neste dia do 1º de Maio, o Centro Cultural Recreativo e Desportivo de Verride, comemorou o seu 20º aniversário. As comemorações iniciaram-se de manhã com uma partida entre casados e solteiros, onde reinou a boa disposição e as dores na pernas.
A Junta de Freguesia de Verride associou-se a este evento e em colaboração com a Cãmara Municipal de Montemor-o-Velho, deu a conhecer os trabalhos de um antigo verridense de nome Manuel Maria de Macedo Pereira Coutinho Vazques da Cunha Portugal e Menezes, que nasceu a 1 de Maio de 1839 e foi um talentoso cenógrafo e ilustrador português.
In http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/05/comemoracoes-do-1-de-maio.html
O Rancho infantil, arrastou também pelas ruas da freguesia, uma grande claque de familiares, amigos e curiosos, alguns deles não dando sequer espaço para as crianças se movimentarem, chegando quase ao ridículo de se misturarem com os músicos e dançarinos. Mas apesar da alguns contratempos este foi e talvez será, o momento mais fotografado do ano, tal era a quantidade de reporteres fotográficos.
Mas neste dia do 1º de Maio, o Centro Cultural Recreativo e Desportivo de Verride, comemorou o seu 20º aniversário. As comemorações iniciaram-se de manhã com uma partida entre casados e solteiros, onde reinou a boa disposição e as dores na pernas.
A Junta de Freguesia de Verride associou-se a este evento e em colaboração com a Cãmara Municipal de Montemor-o-Velho, deu a conhecer os trabalhos de um antigo verridense de nome Manuel Maria de Macedo Pereira Coutinho Vazques da Cunha Portugal e Menezes, que nasceu a 1 de Maio de 1839 e foi um talentoso cenógrafo e ilustrador português.
In http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/05/comemoracoes-do-1-de-maio.html
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Pedro, o diplomata
O apetecível almoço que a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho ofereceu aos jornalistas por ocasião do VII Festival do Arroz e da Lampreia teve a particularidade de reunir à mesa António Abrantes, director de As Beiras, e Arménio Travassos, director-geral do Grupo do Diário de Coimbra. Outrora «unha e carne», quando Travassos coadjuvava Abrantes no diário com sede em Taveiro, acabaram por ser protagonistas de um esfriamento de relações. Como bom montemorense, Pedro Machado optou por sentar-se entre Arménio Travassos e António Abrantes, constando que agiu mais como presidente da nova entidade regional “Turismo do Centro de Portugal” do que como líder distrital do PSD/Coimbra. Embora Travassos tenha almoçado à direita de Machado, Abrantes não se sentiu preterido por se ter sentado do lado oposto. Afinal, Pedro Machado foi sócio de um actual sócio de Abrantes e afinidades deste jaez deixam a sua marca entre empresários e gestores que se prezem.
Fonte:http://www.campeaoprovincias.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=5671&Itemid=78
Fonte:http://www.campeaoprovincias.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=5671&Itemid=78
terça-feira, 17 de março de 2009
574
2009, será um ano de eleições e de muitas cruzinhas nos boletins. Será por esse motivo um ano quente na política nacional e local. Será a vez do povo português decidir quem governará o país nos próximos quatro anos, quais serão os nossos representantes na parlamento europeu e quem ficará a administrar localmente as nossas autarquias. Adivinha-se muitas entrevistas nas televisões, reportagens, beijinhos às centenas, toneladas de papel de propaganda, outdoors, sacos de plástico etc.Com data de 31 de Dezembro de 2008, estão inscritos nos cadernos de recenseamento eleitoral 574 eleitores verridenses. No concelho de Montemor-o-Velho, apenas a freguesia de Vila Nova da Barca e Gatões, com 319 e 550 eleitores, respectivamente, têm menos votantes.
Somos uma vila com pouco mais de 500 eleitores. Que peso político temos a nível concelhio? Vendo o numero de eleitores das outras freguesias a resposta será obvia. Era bom que as diferentes listas partidárias de verridenses que se candidatarem à administração da nossa junta de freguesia, colocassem em lugar de destaque esta realidade social, sob pena de nas próximas eleições já não ser necessário o sufrágio.
Fonte:http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/03/574.html
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
AFUV em Mação
Mação, pequena vila, inserida na grande mancha florestal portuguesa, mais conhecida no Verão, pelos incêndios, que, infelizmente, graçam por aquelas bandas, recebeu a Filarmónica União Verridense, no dia 31 de Janeiro.Numa iniciativa da Direcção Regional da Cultura do Centro, denominada "Bandas em Concerto", a AFUV efectuou um concerto no Cine Teatro, local. Foi um bom concerto. Os músicos deram uma excelente imagem da nossa terra.
Em noite chuvosa e fria, a banda aqueceu os poucos espectadores presentes, a maioria de Verride. O futebol voltou a vencer, no confronto com a música. Nem à borla as pessoas aderem a este tipo de iniciativas. Parece-me que a divulgação deste tipo de eventos não está a resultar. Enfim, o que fica para a história foi o excelente concerto e a boa imagem que a banda deixou em Mação.
Fonte:http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/02/afuv-em-macao.html
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
By by Janeiro...
Em Verride, terminaram as festas de S. Sebastião e a capela voltou a fechar-se. Poderia abrir para a realização de algum casório, mas não se vislumbra uma cerimónia matrimonial, tão depressa, cá na terra. A nível nacional, cada vez há menos casamentos e Verride não foge à regra.
De tempos a tempos, a missa dominical poderia ser na capela. Aquele local é um espaço emblemático para as gentes de Verride estando mais embelezado depois das obras de requalificação, sendo uma pena não ser mais utilizado.
Já que falei nas obras estas deram por finda mais uma tradição verridense, o combate dos "velhos". Noutros tempos, enquanto o Quim Maduro e o falecido Eugénio Machado, leiloavam o pé de porco ou a bela chouriça do talho do Chico Feles, a malta nova, divertia-se retirando das tocas, com umas palhinhas, aqueles aranhões feiosos, que depois se degladiavam até à morte. Era o outro lado da festa, em que participavam os mais novos.
Este ano houve quem agarrasse com as duas mãos a bandeira. Em 2010, teremos festa de arromba. Assim se espera...
Por http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/02/janeiro.html
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Abaixo os choupos
Os célebres choupos de Verride, travaram uma batalha inglória com os motosserras e pereceram todos. Nem um ficou para contar o que aconteceu. Já faz parte do passado aquele arvoredo que embelezava a entrada norte de Verride. Os desgraçados dos choupos não tiveram vida fácil. Quando a povoação se alargou para aquelas bandas, foram muito criticados, injuriados, vandalizados etc. Eles (os choupos) não gostavam dos apupos e na primavera atiravam para o ar milhares de pequenas nuvens de pólen, que empestavam as casas e provocavam, por vezes, tosse nos transeuntes. No Inverno, despidos das suas nobres vestes de folhas verdejantes, atiravam pequenos ramos, que batiam, com força, nos automóveis. Os choupos não gostavam muito do Inverno, especialmente, dos ventos fortes e, de vez em quando, desmaiavam, caindo por terra inanimados, enfim, já começavam a ficar caducos. Antes que algum se deitasse em cima de algum automóvel, foram mortos pela raiz. Apesar de tudo serão sempre lembrados, quer pela frescura que transmitiam, quer pelos desagradáveis espirros de pólen que davam.Fonte: http://o-bari-tono.blogspot.com/2008/12/abaixo-os-choupos.html
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