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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Seis estradas continuam cortadas em Montemor-o-Velho

Mau tempo saturou os solos e levou ao transbordo de valas e canais anexos aos campos do Baixo Mondego
Face à saturação dos solos, devido à chuva, e ao transbordo de valas e canais anexos aos campos do Baixo Mondego, estão cortadas, na margem esquerda do rio, as ligações entre a Ponte de Formoselha e o Parque de Merendas de Santo Varão e entre as povoações de Casal Minhoto e Figueiró do Campo.
Na margem direita, estão interditos à circulação dos troços entre Lavariz e Meãs (na EN 111) e a Estrada do Campo e também entre esta e o Jardim da Ereira.
O acesso norte à povoação da Ereira (ligação à autoestrada A14, via estrada de Santa Olaia) está igualmente cortado dado a estrada se encontrar submersa.
A circulação no concelho de Montemor-o-Velho encontra-se ainda condicionada, embora com vias abertas ao trânsito, nos troços da EN 341 - de ligação a Coimbra pela margem esquerda - entre Formoselha e a estação de caminhos de ferro de Alfarelos e na passagem da chamada Ponte do Paço, que atravessa o Paul de Arzila.
Ouvido pela Lusa, Emílio Torrão, presidente da autarquia de Montemor-o-Velho, disse que a situação no concelho, devido ao mau tempo, «está estabilizada», e que os serviços camarários e da Proteção Civil municipal efetuaram, ao longo desta quarta-feira, diversos trabalhos de limpeza de vias e remoção de detritos.
«Os caudais mantiveram-se estáveis, mas com algumas oscilações, inundam e baixam. Hoje choveu menos, não aconteceu nada de alarmante, mas vamos continuar a monitorizar a situação até porque para sexta-feira e no fim de semana prevê-se algum agravamento [das condições climatéricas]», frisou.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego assume construção da ciclovia

A Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (CIM-BM) assumiu a construção da ciclovia entre Coimbra, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz, ficando responsável pelo lançamento e execução física e financeira da obra, anunciou hoje aquela entidade. A Ciclovia do Mondego, a construir junto ao rio, representa um investimento de cerca de cinco milhões de euros, contando com um financiamento comunitário da ordem dos 85 por cento (4,25 milhões).
“O mesmo é dizer que as três câmaras municipais envolvidas [Coimbra, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz] vão partilhar entre si os custos de 15 por cento [cerca de 750 mil euros] do valor total dos trabalhos”, refere a CIM-BM em comunicado.
Classifica o projeto como “uma oportunidade única que nenhum dos municípios quer deixar fugir” e alega que a nova ciclovia “vai ao encontro do desejo antigo de uma maior articulação entre o eixo Coimbra – Montemor-o-Velho -Figueira da Foz”.
Na nota, Jorge Bento, presidente da CIM-BM e autarca de Condeixa-a-Nova, afirma que o compromisso de gestão agora assumido revela uma das principais diretrizes que levaram à criação da comunidade intermunicipal: “uma nova abordagem ao desenvolvimento regional assente numa estratégia supra municipal, capaz de unir esforços em nome de um bem comum”, sustenta.
Em maio os presidentes das câmaras municipais envolvidas decidiram alterar “parcialmente” o trajeto da ciclovia do Mondego, nomeadamente quanto à extensão prevista sobre os diques do Mondego “para poupar tempo” e permitir que a obra fosse adjudicada “até final do ano”, disse, na altura, à Lusa, o autarca de Coimbra, João Paulo Barbosa de Melo.
Inicialmente, o projeto previa que cerca de 12 dos 41 quilómetros da ciclovia se desenvolvessem sobre a estrutura superior dos diques no rio (construídos no âmbito do empreendimento de regularização e regadio do Baixo Mondego).
A opção por um percurso com uma extensão significativa sobre diques implicava, no entanto, estudos e intervenções, designadamente “relacionadas com questões de segurança”, que comprometiam o cumprimento de prazos e, deste modo, o financiamento europeu, assumiu.
A Ciclovia do Mondego, que já possui um lanço construído junto ao Centro Náutico de Montemor-o-Velho, na margem do antigo leito do rio, deverá ser posta a concurso até final de 2011, estimando-se que possa estar concluída até finais de 2013, dois anos depois do prazo inicial.
Quando foi apresentado publicamente, em 2009, o projeto tinha um custo estimado de seis milhões de euros e uma comparticipação europeia de 4,2 milhões, que se mantém.
Com a redução do custo total para cerca de cinco milhões de euros, sobe a percentagem de investimento europeu (de 70 para 85 por cento) e desce (de 30 para 15 por cento) a percentagem, mas também o montante, de verbas próprias a investir pelas três autarquias.

Fontes: http://www.asbeiras.pt/2011/06/comunidade-intermunicipal-do-baixo-mondego-assume-construcao-da-ciclovia/

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ramal entre Figueira da Foz e Pampilhosa “pode ser rentável”

O presidente da câmara de Montemor-o-Velho, Luís Leal, afirma que o ramal ferroviário entre a Figueira da Foz e a Pampilhosa “pode ser rentável” no transporte de passageiros e mercadorias.

“Claramente é uma linha que pode ser rentável do ponto de vista de transporte não só de pessoas como de mercadorias. Tem hoje uma alavanca muito forte que é o porto da Figueira da Foz”, disse Luís Leal à Lusa.
O autarca, que se considera “um lutador” pela requalificação e reabertura da linha ferroviária – encerrada em janeiro de 2009 por falta de segurança na circulação de comboios – diz que a ligação à estrutura portuária e os investimentos projetados na área logística na região configuram o transporte de mercadorias como “muito significativo para o futuro e rentabilidade” do ramal.
Já no transporte de passageiros, Luís Leal advoga que a “boa gestão” da utilização da linha “necessita de horários compatíveis com a procura”. “Não podem ser horários da satisfação dos interesses das empresas concessionárias da utilização”, defendeu.
Segundo Luís Leal, horários das composições desadequados às necessidades dos utentes, levam a que a população que se desloca a Coimbra ou à Figueira da Foz, através da ligação via Pampilhosa, “em horários normais para trabalhar ou estudar” não encontre uma “solução” neste ramal ferroviário.
“Isso parecia que até era propositado. Porque hoje (…) o [transporte] rodoviário de alternativa [cumprido em autocarros] tem melhores horários do que tinha o ferroviário. Porquê? Seria intencional?” inquiriu.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/2011/05/ramal-entre-figueira-da-foz-e-pampilhosa-%E2%80%9Cpode-ser-rentavel%E2%80%9D/

terça-feira, 26 de abril de 2011

Mega operação da GNR

Mega operação da GNR acaba com sete detenções

Suspeitos de tráfico de droga têm idades entre os 22 e os 32 anos, são primários e residentes nos concelhos de Soure, Montemor e Coimbra
Foram três dias intensos para os militares da GNR, que desde a madrugada de segunda-feira palmilharam um vasto território, envolvendo os concelhos de Montemor, Soure e Coimbra, cumprindo 20 mandados de busca. A operação terminou na noite de quarta-feira e saldou-se na identificação de oito suspeitos, dos quais sete foram detidos, por suspeita do crime de tráfico de estupefacientes.
Em causa estão indivíduos com idades entre os 22 e os 32 anos, dois dos quais são do concelho de Soure, um de Montemor e quatro de Coimbra. De Coimbra é, também, uma mulher de 31 anos que será o único elemento feminino ligado à organização. Segundo apurámos junto de fonte ligada à investigação, da responsabilidade do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Montemor-o-Velho, os suspeitos «são todos primários», ou seja, não têm antecedentes criminais, e entre eles não há relações de familiaridade, mas apenas de “negócio”.
Em causa estará uma rede que se dedicava ao tráfico de estupefacientes, especialmente nos concelhos de Soure, Montemor e Coimbra, oferecendo uma panóplia amplamente variada de produtos.
As investigações, de acordo com fonte do Destacamento da GNR de Montemor-o-Velho, iniciaram-se em meados do ano passado, na sequência da detenção de um jovem, na zona de Soure, que tinha em seu poder «uma pequena quantidade de haxixe». Curiosamente, o mesmo indivíduo voltou a “cruzar-se” com os militares da GNR, mas acabou por apenas ser identificado, uma vez que não teria em seu poder quantidades de droga que justificassem a sua detenção, ao contrário, de resto, do aconteceu com os restantes sete elementos.
A mega operação envolveu um total de 76 militares, 30 dos quais pertencentes à estrutura de investigação criminal do Comando Territorial de Coimbra, 21 do Destacamento de Intervenção e 25 do Destacamento Territorial de Montemor-o-
-Velho, contando ainda com o apoio de quatro binómios cinotécnicos (equipas com cães especializados na detecção de droga). Envolveu um total de 20 buscas, 11 de carácter domiciliário e nove a viaturas, que se estenderam pela freguesia de Meãs do Campo, no concelho de Montemor, Alfarelos e Figueiró dos Campo, no concelho de Soure, e ainda na cidade de Coimbra.

Vasto rol de apreensões
Para além da identificação dos oito suspeitos, dos quais sete receberam ordem de detenção, os militares apreenderam um espólio significativo, quer no que se refere a produtos estupefacientes, quer relativamente a “ingredientes” utilizados na respectiva preparação, bem como “instrumentos” necessários à rede do “negócio”. Assim, entre as 11 residências e as 10 viaturas (um dos mandados envolvia duas viaturas), foram apreendidas 1,737kg de haxixe, o que representa 870 doses, 36 gramas de cocaína, 182 folhas de cannabis, 126 gramas de sementes de cannabis, bem como 51 plantas (inteiras) de cannabis. O rol das apreensões, no que a estupefacientes diz respeito, encerra com três gramas de cogumelos mágicos.
Mas, a somar a este “supermercado” de droga, no que à quantidade, mas, sobretudo, à variedade diz respeito, há a registar, ainda, a apreensão de um valor «significativo», de dinheiro, que estava disperso pelas várias residências. Em causa estão 35.100 euros, verba que se presume ser proveniente do tráfico de estupefacientes, a que se juntam mais 100 pesetas.
Os militares apreenderam ainda cinco viaturas ligeiras, pertencentes aos detidos, três computadores portáteis, um computador “note book”, 14 telemóveis, três balanças de precisão, bem como material diversos, usado para acondicionamento e corte do produto estupefaciente. De acordo com a GNR, entre o espólio apreendido encontram-se, também, três munições, duas de 7.62 mm e uma de 9 mm, e uma máquina fotográfica.
Os suspeitos passaram a noite nas instalações da GNR e começaram a ser ouvidos, em primeiro interrogatório judicial, no Tribunal de Soure, diligência que só hoje fica concluída, altura em que também serão conhecidas as medidas de coacção aplicadas aos sete detidos.

Escrito por Manuela Ventura
in http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12282&Itemid=111

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Mega operação da GNR

Suspeitos de tráfico de droga têm idades entre os 22 e os 32 anos, são primários e residentes nos concelhos de Soure, Montemor e Coimbra Foram três dias intensos para os militares da GNR, que desde a madrugada de segunda-feira palmilharam um vasto território, envolvendo os concelhos de Montemor, Soure e Coimbra, cumprindo 20 mandados de busca. A operação terminou na noite de quarta-feira e saldou-se na identificação de oito suspeitos, dos quais sete foram detidos, por suspeita do crime de tráfico de estupefacientes. Em causa estão indivíduos com idades entre os 22 e os 32 anos, dois dos quais são do concelho de Soure, um de Montemor e quatro de Coimbra. De Coimbra é, também, uma mulher de 31 anos que será o único elemento feminino ligado à organização. Segundo apurámos junto de fonte ligada à investigação, da responsabilidade do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Montemor-o-Velho, os suspeitos «são todos primários», ou seja, não têm antecedentes criminais, e entre eles não há relações de familiaridade, mas apenas de “negócio”. Em causa estará uma rede que se dedicava ao tráfico de estupefacientes, especialmente nos concelhos de Soure, Montemor e Coimbra, oferecendo uma panóplia amplamente variada de produtos. As investigações, de acordo com fonte do Destacamento da GNR de Montemor-o-Velho, iniciaram-se em meados do ano passado, na sequência da detenção de um jovem, na zona de Soure, que tinha em seu poder «uma pequena quantidade de haxixe». Curiosamente, o mesmo indivíduo voltou a “cruzar-se” com os militares da GNR, mas acabou por apenas ser identificado, uma vez que não teria em seu poder quantidades de droga que justificassem a sua detenção, ao contrário, de resto, do aconteceu com os restantes sete elementos. A mega operação envolveu um total de 76 militares, 30 dos quais pertencentes à estrutura de investigação criminal do Comando Territorial de Coimbra, 21 do Destacamento de Intervenção e 25 do Destacamento Territorial de Montemor-o- -Velho, contando ainda com o apoio de quatro binómios cinotécnicos (equipas com cães especializados na detecção de droga). Envolveu um total de 20 buscas, 11 de carácter domiciliário e nove a viaturas, que se estenderam pela freguesia de Meãs do Campo, no concelho de Montemor, Alfarelos e Figueiró dos Campo, no concelho de Soure, e ainda na cidade de Coimbra. Vasto rol de apreensões Para além da identificação dos oito suspeitos, dos quais sete receberam ordem de detenção, os militares apreenderam um espólio significativo, quer no que se refere a produtos estupefacientes, quer relativamente a “ingredientes” utilizados na respectiva preparação, bem como “instrumentos” necessários à rede do “negócio”. Assim, entre as 11 residências e as 10 viaturas (um dos mandados envolvia duas viaturas), foram apreendidas 1,737kg de haxixe, o que representa 870 doses, 36 gramas de cocaína, 182 folhas de cannabis, 126 gramas de sementes de cannabis, bem como 51 plantas (inteiras) de cannabis. O rol das apreensões, no que a estupefacientes diz respeito, encerra com três gramas de cogumelos mágicos. Mas, a somar a este “supermercado” de droga, no que à quantidade, mas, sobretudo, à variedade diz respeito, há a registar, ainda, a apreensão de um valor «significativo», de dinheiro, que estava disperso pelas várias residências. Em causa estão 35.100 euros, verba que se presume ser proveniente do tráfico de estupefacientes, a que se juntam mais 100 pesetas. Os militares apreenderam ainda cinco viaturas ligeiras, pertencentes aos detidos, três computadores portáteis, um computador “note book”, 14 telemóveis, três balanças de precisão, bem como material diversos, usado para acondicionamento e corte do produto estupefaciente. De acordo com a GNR, entre o espólio apreendido encontram-se, também, três munições, duas de 7.62 mm e uma de 9 mm, e uma máquina fotográfica. Os suspeitos passaram a noite nas instalações da GNR e começaram a ser ouvidos, em primeiro interrogatório judicial, no Tribunal de Soure, diligência que só hoje fica concluída, altura em que também serão conhecidas as medidas de coacção aplicadas aos sete detidos. Escrito por Manuela Ventura http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12282&Itemid=135

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Depois da Jaguar a Figueira da Foz recebe o XXVII Encontro Porsche Fans

No próximo sábado e domingo, 2 e 3 de Abril, a Figueira da Foz é o cenário do XXVII Encontro Porsche Fans, uma iniciativa organizada pela Porsches Fans, com o apoio do Casino Figueira e da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Com início em Leiria, este evento chega à Figueira da Foz no sábado, pelas 16h30, altura em que os cerca de 40 carros participantes vão estar em exposição no Palácio Sotto Mayor. Este primeiro dia termina com um jantar no Casino Figueira, seguido da apresentação do show “Hot Season”. Para domingo, dia 3, os “fãs” da Porsche partem, durante a manhã, para um passeio ao Castelo de Montemor-o-Velho, regressando ao concelho figueirense para um almoço na freguesia do Paião, local de encerramento desta iniciativa. “Este evento insere-se no programa de actividades anual, e tem como objectivo o convívio entre os nossos membros e os fãs de automóveis da Porsche, assim como, conhecer Portugal, as suas cidades e lugares”, disse o administrador da Porsche Fans Portugal, José Luís Jacob.


Fonte: http://www.ofigueirense.com/gestor_noticias/noticias.php?id=3002

terça-feira, 29 de março de 2011

Idosos burlados em quatro pontos do distrito de Coimbra

Quatro idosos foram burlados na quarta-feira (16) por desconhecidos em diversos pontos do distrito de Coimbra, revelou hoje fonte da GNR. Em Vale Saramago, Seixo de Gatões, no concelho de Montemor-o-Velho, dois homens abordaram um casal de idosos em casa, perguntando se tinham ouro e dizendo que estavam a fazer “uns inquéritos”. Pensando que se tratava de pessoal dos Censos, entregaram um envelope com 240 euros, depois de os burlões terem dito que o formato das notas ia mudar e que queriam aferir as notas na posse dos idosos, adiantou a GNR. Os outros casos aconteceram em Areal (Mira), em que um homem de 67 anos entregou 150 euros pelo suposto conserto de um relógio, e no Bom Sucesso (Figueira da Foz), onde uma octogenária deu 230 euros a um desconhecido que lhe disse que o filho dela lhe devia 400 euros. De acordo com a fonte da GNR de Coimbra, uma outra burla deu-se quarta-feira nos Carvalhais, Marinha das Ondas (Figueira da Foz), onde um homem abordou uma mulher de 75 anos dizendo que era amigo do neto e que este lhe devia 250 euros, quantia que a vítima acabou por lhe entregar. Fonte: http://www.publico.pt/Local/idosos-burlados-em-quatro-pontos-do-distrito-de-coimbra_1485436

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Confraria do Arroz e do Mar com novos órgãos sociais

Os novos órgãos sociais da Confraria do Arroz e do Mar tomaram posse esta segunda-feira (17) à noite. Jorge Caseiro sucedeu a Vítor Rodrigues, na qualidade de grão-mestre.
“Tenho como prioridade projetar a gastronomia da Figueira e de Montemor”, adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS. E vai ainda tentar cativar mais montemorenses para a irmandade gastronómica e mobilizar e unir os confrades. “É um objetivo fundamental”, acrescentou.
Jorge Caseiro traçou também como desiderato promover a concertação entre a confraria, operadores turísticos e empresários da restauração e hotelaria. Objetivo: valorizar e divulgar a gastronomia tradicional da região.
A anterior chancelaria não conseguiu apresentar o livro de receitas tradicionais dos dois concelhos que foi recolhendo ao longos de vários anos. Mas a coletânea encontra-se em fase de impressão, devendo ser apresentada em breve.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/2011/01/confraria-do-arroz-e-do-mar-com-novos-orgaos-sociais/

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Constituída Rede de Economias da Criatividade

A Rede de Economias da Criatividade foi constituída oficialmente em Óbidos e reúne seis autarquias (Óbidos, Guimarães, Montemor-o-Velho, Tondela, Montemor-o-Novo, Seia) e a Fundação Bissaya Barreto.
Trata-se de uma rede com projectos semelhantes e complementares na área das economias criativas que vai gerir nove milhões de euros e, entre outros objectivos, pretende-se “atrair talentos, criando-lhes condições de trabalho, gerindo uma rede comum de residências, de modo a que as pessoas da rede possam circular entre os vários territórios”, explicou Miguel Silvestre, coordenador da constituição da rede.
A “Rede de Economias da Criatividade” vai ter projectos de “apoio ao empreendedorismo e cultura, bem como uma rede de televisão nas escolas, em comum”, adianta Miguel Silvestre.
Dos 9 milhões de euros para gerir, “dois milhões e meio de euros são para projectos comuns”, sublinhou o responsável.
“Dar exemplos de sucesso na área da criatividade e apoiar publicações científicas, nesta área”, é outro ponto em destaque para dinamizar a Rede.
A Rede de Economias da Criatividade é apoiada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional da Região Centro.

http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=23185

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

ARH Centro intervém nos rios Foja e Ega

A Administração da Região Hidrográfica do Centro (ARH Centro) assinou ontem o contrato de adjudicação de duas obras que visam a requalificação de dois troços dos rios Foja, no concelho de Montemor-o-Velho, e Ega, em Condeixa, num valor total de cerca de 170 mil euros.
A sessão oficial decorreu no salão nobre da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, onde Teresa Fidélis assinou o contrato com a empresa Antonino Madeira & Filhos, de Oliveira do Hospital. Em concreto, trata-se, no caso do rio Ega, de limpar e desmatar cerca de quatro quilómetros do percurso, obra que ficou por fazer, aquando de uma intervenção realizada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCRC) há uns anos.
Esta intervenção, que orça em cerca de 23 mil euros, vai ser executada no concelho de Condeixa--a-Nova, entre as freguesias de Condeixa-a-Velha e Ega, onde o rio, como é documentado pelas fotos, sofre de “sobrelotação” de vegetação.
A intervenção mais importante acontece no rio Foja, no concelho de Montemor-o-Velho, onde as obras visam alargar o leito, num percurso de cerca de 450 metros, assim como o reforço dos pilares da ponte de Azenha-a-Nova.
Uma intervenção que também está prevista é a construção de um novo descarregador, do tipo fusível, cuja função é “rebentar” em casos de cheias muito intensas, protegendo assim as povoações a jusante.
Aliás, a presidente da ARH Centro, esclareceu ontem que as intervenções, já realizadas, e a realizar, um pouco por toda a bacia hidrográfica do rio Mondego, visam, «não só a requalificação dos rios, mas também a prevenção dos riscos» associados às cheias.

Teresa Fidélis referiu a intenção de descentralizar os actos oficiais, tal como ontem aconteceu, salientando a importância dos municípios como «parceiros chave» na acção da instituição.
«Estão perto dos cidadãos e podem transmitir mais facilmente as nossas informações», disse, sublinhando que o processo inverso também é válido, no sentido das reivindicações, sugestões e necessidades chegarem à ARH Centro.
Seguindo esta lógica descentralizadora, a dirigente manifestou intenção de se deslocar também à Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, para apresentar o contrato e a obra a realizar naquele concelho.
Teresa Fidélis frisou ainda que a empreitada agora contratualizada está inserida numa «intervenção mais vasta», de cerca de dois milhões de euros, estando já requalificados cerca de 60 quilómetros.
Levantou ainda “o véu” sobre uma intervenção a realizar, durante o ano de 2011, nos rios Ceira, Mondego e Ega, envolvendo um investimento superior a 300 mil euros, que será publicitado em breve.
O presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Luís Leal, enquanto anfitrião, proferiu palavras de circunstância, saudando o facto da assinatura do contrato ser no seu concelho e aproveitando para enaltecer as potencialidades turísticas do rio Mondego e dos seus afluentes.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10179&Itemid=135

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Unidade de Saúde Mental quer aproximar doentes à comunidade

A primeira Unidade de Saúde Mental Comunitária (USMC) na região Centro irá funcionar no Centro de Saúde de Figueiró dos Vinhos e servirá de modelo a outras três previstas na área do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra. O protocolo que assinala a sua implementação foi ontem celebrado, naquela vila do Norte do distrito de Leiria, com a presença do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Manuel Pizarro.
O governante salientou a importância daquela estrutura para o tratamento dos doentes mentais. «Hoje temos terapêutica que permitirá tratar os doentes mentais nas comunidades, numa vida praticamente indistinguíveis da vida dos outros cidadãos, desde que tenhamos estruturas adequadas para o fazer», disse o secretário de Estado.
Para Manuel Pizarro, os doentes mentais «têm de ser conhecidos na comunidade e têm de se saber, em cada centro de saúde, quem são eles» para além de «ter de haver um enfermeiro que se preocupe se eles tomaram a medicação direitinha».
Por outro lado, o secretário de Estado refere que «é necessário tirar o peso e o estigma que ainda existe sobre a doença mental» adiantando que «devemos procurar o esforço da integração dos doentes na comunidade».
Manuel Pizarro salientou, também, que a nova Unidade contribuirá para «um mais e melhor Serviço Nacional de Saúde, na área da saúde mental».
Também o presidente da Administração Regional de Saúde do Centro (ARS Centro) considerou tratar-se de «mais uma importante etapa que se cumpre no âmbito do plano de reestruturação e desenvolvimento dos serviços de saúde mental», servindo também de modelo para mais três unidades previstas para a área de referenciação do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra.
Segundo João Pedro Pimentel, a Unidade «assegurará, sem dúvida, uma maior acessibilidade e qualidade dos cuidados de saúde mental na zona Leiria Norte, através de uma colaboração mais estreita com os cuidados de saúde primários».

Unidade abrange 38 mil habitantes

Por sua vez, o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra apresentou os objectivos da nova unidade, que consistem em «implementar cuidados especializados de proximidade, integrados, assertivos e de qualidade na área da prevenção, tratamento e reabilitação a um determinado sector geo-demográfico, melhorando a sua acessibilidade e qualidade, procurando manter a pessoa no seu meio familiar, social e cultural através de equipas multidisciplinares de saúde mental comunitária».
De acordo com Fernando Almeida, aquela unidade, designada por “Leiria Norte” irá abranger cerca de 38 mil habitantes dos concelhos de Alvaiázere, Ansião, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Penela (parcial), Pedrógão Grande e Pombal (parcial).
Previstas estão as Unidades Litoral Sul, abrangendo os concelhos de Figueira da Foz e parte de Montemor-o-Velho e Soure, num total de cerca de 80 mil habitantes; a Coimbra Sul destinada da servir cerca de 76 mil habitantes dos concelhos de Coimbra, Condeixa, Penela, e restantes parte de Montemor-o-Velho e Soure; e a do Pinhal Interior, que abrangerá os concelhos de Arganil, Tábua, Góis, Penacova, Poiares, Oliveira do Hospital e Lousã, num total de cerca de 93 mil habitantes.

Contrapartida devido ao encerramento do SAP

A Unidade de Saúde Mental Comunitária de Leiria Norte surgiu como contrapartida do encerramento do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Figueiró dos Vinhos, durante o período nocturno.
Uma situação que deixou satisfeito o presidente da Câmara Municipal. Rui Silva recordou o procedimento em que foi feito aquele acordo com a ARS Centro, no Verão do ano passado, e que juntou o executivo de maioria social-democrata e a vereação socialista.
O autarca destacou, ainda, a «grande postura de seriedade» do presidente da ARS Centro e do governador civil de Leiria para que aquele projecto fosse concretizado.
Considerando tratar-se de um «dia muito feliz», Rui Silva referiu que a implementação daquela unidade de saúde representa uma «excelente medida de descentralização». «Podemos não ter um SAP 24 horas por dia, mas teremos uma valência importante para todo o Norte do distrito de Leiria», disse.

Orlando Cardoso Diário de Coimbra Diário de Leiria

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Casas da Beira Litoral aderem a boicote aos jogos fora

As Casas do Benfica da Beira Litoral reuniram-se em Miranda do Corvo e aderiram ao apelo do presidente do clube, Luís FilipeVieira, para que os adeptos benfiquistas não assistam aos jogos fora de casa.
Segundo uma nota enviada ao jornal regional Diário de Coimbra, as Casas de Coimbra, Águeda, Ansião, Arganil, Aveiro, Bairrada, Condeixa, Estarreja, Gândaras de Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Murtosa, Ovar e São João da Madeira, presentes na reunião, comprometeram-se a "apelar aos seus sócios e simpatizantes à não comparência no jogo Beira-Mar-Benfica, a 28 de novembro, bem como nos jogos a realizar em Coimbra, Figueira da Foz e Leiria".
As medidas que irão tomar passam por não vender bilhetes para esses jogos, difundir o comunicado do plenário "encarnado", divulgar faixas com frases como "Jogos do Benfica sem Luz Não", "Defende o teu clube" e "Não vás aos jogos fora", e apostar na divulgação deste ideal via e-mail, mensagens de telemóvel e páginas sociais da internet.
Segundo o dirigente da Casa do Benfica de Miranda do Corvo, Rafael Pereira, estas medidas foram "aprovadas por unanimidade e quase aclamação".
Rafael Pereira criticou também o facto de os clubes da região pedirem o equivalente ao dobro ou o triplo do valor dos bilhetes praticados no Estádio da Luz.
"Por 35 euros vou ao Estádio da Luz e tenho o bilhete, vou de autocarro e ainda tenho um lanche que a Casa oferece. Já no último jogo em Coimbra, por exemplo, o bilhete para a central era 75 euros", protestou.
Para o dirigente, "o objectivo não é prejudicar os clubes pequenos, mas sim dar um alerta sobre o que fazem e defender os interesses dos amantes do futebol".
"O lucro nunca se pode sobrepor aos interesses do povo, de quem gosta de futebol", daí que as casas não vão vender bilhetes, mesmo aquelas que têm máquinas de venda directa.
O Benfica desloca-se a Aveiro à 12.ª jornada (agendada para 28 de Novembro), a Leiria à 15. (9 de Janeiro de 2011), a Coimbra à 16.ª (16 de Janeiro) e à Figueira da Foz à 26. (10 de Abril).

C/Lusa

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

“Basta de prejuízos para arroz nacional”

Carlos Laranjeira reassume o cargo de perito nacional para o arroz em Bruxelas. Reconhecendo que o momento é extremamente delicado, o homem do arroz do Baixo Mondego desafia os parceiros a preparar a chegada da nova PAC prevista para 2013. “É preciso muito trabalho para não sermos os únicos prejudicados com a crise mundial”, alerta.
Enquanto perito, Carlos Laranjeira, que recentemente deixou a direção nacional da AOP, vai dar pareceres e procurar influenciar a Comissão de Agricultura.
“Tenho a consciência de que Portugal é um país pequeno e o seu peso não é muito significativo no setor do arroz, ocupando o terceiro lugar juntamente com a França”, explica, admitindo que “é preciso muita actividade e um aproveitamente sério do saber de experiência feita adquirida ao longo de 32 anos”. Um conhecimento que, como faz questão de sublinhar. também se faz de “relações muito próximas, especialmente, com os parceiros espanhóis, que estão em segundo lugar, e com os franceses”.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/2010/10/%E2%80%9Cbasta-de-prejuizos-para-arroz-nacional%E2%80%9D/

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Comboios regressaram à cidade

Os comboios dos serviços Urbano e Regional voltaram a circular, ontem, terça-feira, entre as estações de Coimbra A (centro da cidade) e Coimbra B, após um mês de interrupção, para satisfação dos utentes. Alguns tinham de apanhar três autocarros até chegarem aos destinos. Ana Martins, de 26 anos, utiliza o comboio para se deslocar de Alfarelos, onde vive, para Coimbra, onde trabalha. A suspensão daquele serviço, a 17 de Julho, devido a obras - foi detectado um problema num pilar de acesso rodoviário à Ponte Açúde -, causou-lhe alguns ?transtornos?, como acordar mais cedo ou ?ir para um autocarro cheio?.
“Apanhava o autocarro em Coimbra B e, como trabalho em Celas, não me posso queixar, porque ia directo. Mas sei de pessoas que apanhavam três autocarros para chegar ao destino”, contou.
Mostra-se satisfeita com o regresso dos comboios ao centro da cidade, até porque, se se mantivesse a interrupção, “ia ser o caos, sobretudo em Setembro, com o começo das aulas”.
A reabertura do troço entre as duas estações e a conclusão de uma das fases de requalificação de Coimbra B, iniciada em Dezembro de 2009, vai permitir que os comboios dos serviços urbano e regional voltem a circular directamente até à Estação de Coimbra Cidade, anulando a necessidade de transbordos, diz uma nota da CP datada de 12 de Agosto.
Foi para confirmar isso mesmo que Isabel Santos, de 55 anos, se dirigiu, ontem, à estação que fica no centro da cidade. Uma “maravilha”, assim classificou o regresso dos comboios, após uma interrupção que entende ter afectado o comércio da Baixa, onde trabalha.
Nos primeiros dias, Isabel - que viaja de comboio entre Pampilhosa do Botão (Mealhada), onde vive, e Coimbra - fez a pé o caminho entre as estações.
Fátima Castelhano, de 39 anos, que se desloca entre Formoselha (Montemor-o-Velho) e Coimbra, não esconde a alegria por já não ter de apanhar dois autocarros para o trabalho: “É um alívio, já tinha saudades de sair nesta estação (Coimbra A)”.
Joana Figueira, estudante de 20 anos, oriunda de Monte Real, Leiria, também tinha de viajar em dois autocarros. ?Cheguei a ficar uma hora à espera, em Coimbra B, diz.
Segundo Bruno Martins, da CP, a “preocupação” da empresa “foi minimizar os impactos negativos” que os problemas que foram surgindo, neste troço ferroviário tiveram “no quotidiano dos seus clientes”.
Há um mês a CP acordou com a empresa municipal de Coimbra o transporte dos passageiros, mediante o reforço das carreiras existentes.

Carina Fonseca
In http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Coimbra&Option=Interior&content_id=1643249

terça-feira, 3 de agosto de 2010

GNR detem três suspeitos de tráfico de droga

A GNR deteve quatro indivíduos, três dos quais por tráfico de droga, e apreendeu meio milhar de doses de haxixe durante uma operação realizada na Figueira da Foz na noite de sábado e madrugada de domingo.
Em nota de imprensa divulgada, o Comando Territorial de Coimbra da GNR revela que a operação decorreu entre as 21:00 de sábado e as 06:00 de domingo e tinha por objectivo a prevenção da sinistralidade rodoviária, a fiscalização da condução sob efeito de álcool e o tráfico e consumo de estupefacientes.
Foram detidos quatro indivíduos, com idades entre 20 e 30 anos: três por posse e tráfico de droga e um por posse de arma proibida. No total foram apreendidas cerca de 500 doses de haxixe, 50 doses de “MDMA”, 33 selos de “LSD” e um aerossol de defesa, acrescenta.
De acordo com a Guarda Nacional Republicana (GNR), além dos detidos, foram notificadas dez pessoas para comparecer na Comissão de Dissuasão de Toxicodependência por “posse/consumo de produtos estupefacientes”.
“Todos estes indivíduos foram interceptados na periferia de um festival de 'trance'”, que decorreu junto do Convento Seiça, acrescenta a mesma nota.
Em matéria de fiscalização rodoviária, foram elaborados oito autos de contra-ordenação, dos quais seis por “infrações leves”, um por “infração grave” e um por “infração muito grave”, tendo sido ainda detido um homem por condução sem habilitação legal.
Além do detido, foram ainda detetados outros quatro condutores com uma taxa de alcoolemia superior à legalmente prevista, apresentando valores de 0,5 g/l a 1,19 g/l, refere a GNR.
A operação envolveu um total de 25 militares do Destacamento Territorial da GNR de Montemor-o-Velho e do Destacamento de Intervenção. Os detidos foram notificados para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca da Figueira da Foz.

Fonte: http://www.ofigueirense.com/gestor_noticias/noticias.php?id=2266

sábado, 3 de julho de 2010

Dois em condicional, um preso em casa... e andavam a assaltar hipermercados

Um grupo de seis homens e duas mulheres foi detido pela presumível autoria de vários crimes de roubo, em Coimbra, Miranda do Corvo, Condeixa-a-Nova, Montemor-o-Velho, Pombal, Viseu, Tomar, Carregal do Sal, Moimenta da Beira e Santa Comba Dão.
«Na prática desses crimes, os assaltantes utilizavam veículos furtados ou roubados, com violência, aos quais aplicavam matrículas falsas. Actuavam encapuzados, fortemente armados, e penetravam nos estabelecimentos [hipermercados e ourivesarias] com grande aparato», diz a PJ em comunicado.
Foram apreendidas várias armas de fogo, coletes à prova de bala, coletes identificativos da Polícia, disfarces, luvas, «passa-montanhas», dinheiro, objectos em ouro, vários veículos automóveis, produto estupefaciente, balanças de precisão e ferramentas habitualmente usadas na abertura de cofres.
Os detidos, com idades entre os 24 e os 58 anos, vários já com antecedentes criminais por crimes da mesma natureza, dois deles em liberdade condicional e um deles com obrigação de permanência na habitação com vigilância electrónica, vão ser presentes a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas.

Fonte: http://diario.iol.pt/sociedade/assaltos-detidos-pj-tvi24/1174766-4071.html

sexta-feira, 25 de junho de 2010

DETIDA PELA PJ

Mulher detida por sequestro e agressão de testemunha

Jovem de 20 anos andou a monte durante quase um ano e foi detida, quarta-feira, na zona do Sátão. Presente ao Tribunal de Montemor ficou em prisão preventiva

A Polícia Judiciária (PJ) concluiu, no mês passado o processo e remeteu-o ao Ministério Público, como noticiámos na altura. Todavia as diligências continuaram e os resultados aconteceram, com a detenção, quarta-feira, de mais um dos suspeitos num caso de sequestro e ofensa à integridade física de uma testemunha. A detida é uma mulher de etnia cigana, com 20 anos, casada, que andava fugida desde Julho do ano passado, altura em que aconteceu o crime no qual participou. Depois de ter passado por várias zonas do país, especialmente no Centro e Norte, a mulher ter-se-á refugiado, nos últimos tempos, na zona do Sátão, distrito de Viseu. Para a detenção a Judiciária contou com a colaboração da GNR do Sátão.
O crime ocorreu em Julho do ano passado e constitui um quadro de vingança e intimidação, com contornos de inusitada violência e agressividade, que envolveram uma jovem, residente na zona da Figueira da Foz, que tinha presenciado uma agressão a uma amiga. Mais, era a única testemunha do caso e deu a sua palavra que iria dizer o que viu ao tribunal. Os agressores não gostaram de saber e a decisão custou-lhe muito caro e levou-a, inclusive, segundo apurámos, a abandonar o país.
Com efeito, a jovem acabou ser perseguida por um grupo de três mulheres e um homem, envolvido na agressão à amiga, e saiu da Figueira da Foz, refugiando-se em Coimbra, onde acabaria, «dias depois», por ser localizada pelo grupo, que retomou a perseguição, que teve o seu “ponto final” junto à Estação Nova. Apercebendo-se, de acordo com a PJ, de algumas “movimentações”, a jovem, na casa dos 20 anos, tentou iludir os seus perseguidores, entrando num táxi. Mas estes conseguiram, com a respectiva viatura, bloquear o táxi e, em rigor, “arrancaram-na” do seu interior e transportaram-na para a viatura em que seguiam, empreendendo uma viagem de regresso à Figueira da Foz. Todavia, a deslocação terminou antes, pelo menos para a jovem, que pouco depois de Montemor, «numa zona erma», refere fonte ligada à investigação, foi supliciada de forma inqualificável. Com efeito, se já durante a viagem as três mulheres e o homem, todos residentes na zona da Figueira da Foz, a foram agredindo com palavras, quando esta terminou passaram das palavras aos actos e fizerem de tudo um pouco. Na verdade, segundo a PJ, a jovem foi agredida com um bastão em todo o corpo, especialmente na cara e nas costas, cortaram-lhe o cabelo e despiram-na, tentando ainda violá-la com esse mesmo bastão.
Com a vítima num estado lamentável, em termos físicos e, sobretudo, humilhada, os quatro sequestradores abandonaram-na, sentindo que a “lição” estava cumprida. Ou seja, com este “ajuste de contas” pretendiam “esclarecer” a sua posição como testemunha da agressão à amiga e, por outro lado, também ficava “resolvido” um caso de ciúmes, uma vez que a mulher tida mantido um relacionamento amoroso com o companheiro de uma das agressoras.

Operação de fuga

O caso ocorreu em Julho do ano passado, durante a noite e as investigações desencadeadas pela Polícia Judiciária, através da Directoria do Centro, permitiram identificar os quatro agressores e dois deles, o homem, de 27 anos, e a mulher mais velha, de 45 anos, foram detidos em Dezembro, na zona da Figueira da Foz. Na altura, esclarece fonte da PJ, «as duas mulheres mais novas, de 20 e 21 anos, não se encontravam no local e, como tal, não foram detidas». E certamente “desapareceram” ao terem conhecimento que, por ordem do tribunal, os dois companheiros do duplo crime tinham ficado em prisão preventiva. Aliás, a PJ está convencida que foi isso que aconteceu, uma vez que esta decisão do tribunal as terá alertado para a gravidade do crime que haviam cometido, pois, mais do que um gesto de vingança, que na sua cultura poderá, alegadamente ser compreendido e mesmo tolerado, o que o grupo fez foi cometer um crime de sequestro e de ofensa à integridade física de uma testemunha e é por isso que vai responder nos termos da lei.
A mais nova das duas mulheres deambulou, segundo fonte ligada à investigação, por várias zonas do país e “acabou” por ser «recentemente localizada» na zona do Sátão, onde foi detida. Presente ontem ao Tribunal de Montemor-o-Velho, encontra-se, por ordem do juiz, em prisão preventiva. A outra mulher, último membro do grupo, continua a monte e os investigadores da PJ mantêm-se atentos, no sentido de descobrirem o seu paradeiro.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=7875&Itemid=135

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Passeios no Mondego

Duas embarcações fluviais vão transportar turistas em passeios pelo estuário do Mondego e canais adjacentes às salinas da ilha da Morraceira, projecto da Câmara Municipal da Figueira da Foz que visa promover o rio como rota turística.
O projecto, que junta em parceria a empresa municipal Figueira Grande Turismo, o departamento de Cultura da Autarquia através do Núcleo Museológico do Sal e a empresa D'Evento em Popa, associa ao já existente Batel de Sal uma segunda embarcação vocacionada para o turismo fluvial.
"Pôr o batel de sal a fazer os percursos que já fazia e ter mais um barco a fazer viagens só vem enriquecer o rio como rota turística", disse hoje, à agência Lusa, António Tavares, vereador com o pelouro da Cultura.
O batel, exemplar único no rio Mondego, tem 20 metros de comprimento e é uma réplica das embarcações tradicionais de transporte de sal existentes na região até aos anos 50 do século XX.
Foi construído em 2001, no âmbito de uma parceria formada, com fins turísticos, por associações e juntas de freguesia da Figueira da Foz e, posteriormente, adquirido pela Câmara Municipal.
Hoje já não transporta sal - chegava a levar, nos tempos áureos, dez toneladas em cada viagem - mas sim turistas, embora esteja limitado a 10 pessoas e dois tripulantes, lotação que, embora diminuta, veio a permitir, em meados de 2009, que fosse legalizado, depois de oito anos de espera.
Enquanto o Sal do Mondego, habitualmente acostado junto ao Núcleo Museológico do Sal, estará mais vocacionado para passeios nos canais adjacentes às salinas, a segunda embarcação fluvial vai possibilitar subidas de rio entre a embocadura da barra e a ponte da Ereira (Montemor-o-Velho) com saída da marina de recreio.
"Eventualmente, poderá também ir até às salinas e ao rio Pranto [afluente do Mondego], dependendo da maré", sublinhou, por seu turno, Jorge Gomes, responsável da D'Evento em Popa, proprietária do barco.
A empresa possui uma terceira embarcação - um veleiro com capacidade para oito passageiros - vocacionada para passeios marítimos, ao largo da Figueira da Foz.
O vereador António Tavares disse ainda que os promotores dos passeios no estuário querem expandi-los, num futuro próximo, explorando outras vertentes como a gastronomia - e nela a ligação da região do Baixo Mondego à cultura do arroz - potenciando a "imensa procura" que o batel de sal já possui.

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Figueira%20da%20Foz&Option=Interior&content_id=1588587

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Orizicultores reclamam conclusão das obras do Baixo Mondego

A Associação Portuguesa dos Orizicultores (APOR) exigiu ontem em Coimbra que seja desbloqueada uma verba para a finalização das obras hidroagrícolas do Baixo Mondego e que o emparcelamento seja estendido aos vales onde ainda não foi feito, uma vez que o considera essencial para o desenvolvimento agrícola de toda a região.
Segundo dirigentes da APOR, que ontem entregaram um documento reivindicativo no Núcleo de Coimbra da Direcção Regional de Agricultura do Centro, estão por contemplar naquele projecto de fomento hidroagrícola os vales do Pranto (abrangido apenas parcialmente), Arunca e Ega.
O coordenador da associação, Isménio Oliveira, sublinhou que no Vale do Pranto se produz o melhor arroz carolino da Europa. No entanto esta zona debate-se com um problema de poluição (desconhecendo se tem origem em estações de tratamento de águas residuais ou em suiniculturas) e com o pagamento de taxas de água por parte dos agricultores independentemente de terem ou não emparcelamento.
A APOR reclama do Ministério da Agricultura que tome as medidas necessárias de apoio aos orizicultores «para salvar a produção de arroz nacional», bem como «penalize efectivamente quem faz “dumping” e sensibilize os industriais para que paguem preços mais justos pela produção nacional na campanha de 2010».
A Associação Portuguesa dos Orizicultores sublinha que «face às grandes dificuldades por que estão a passar as explorações agrícolas familiares é de extrema importância a redução das contribuições mensais dos agricultores para a Segurança Social por escalões, segundo os rendimentos das explorações e sem perda de direitos».
No documento reivindicativo, considera-se «grave o que se passa com a produção nacional de arroz, em que os preços na produção desceram cerca de 50% em relação ao ano anterior».
«Em 2008 o preço à produção rondava os 40 cêntimos o quilo e na campanha de 2009 os industriais pagaram entre os 15 e os 22 cêntimos/quilo conforme o seu rendimento», diz a APOR, acrescentando que os industriais alegaram que esta baixa é devida à pressão das grandes cadeias de produção.
«Sabemos que através da fiscalização da ASAE se verificou que as grandes cadeias de distribuição estão a fazer dumping na comercialização do arroz, sem que haja uma efectiva penalização para esta prática e que continua a misturar-se arroz sabe-se lá vindo de onde e em que condições», refere ainda.
Isménio Oliveira adiantou que a associação irá contactar os partidos políticos com assento parlamentar para os sensibilizar para este e outros problemas do sector, estando também a organizar para Julho, em Santarém, um encontro nacional de produtores para analisar as medidas a tomar em defesa dos interesses dos orizicultores nacionais.

Escrito por José João Ribeiro
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=7515&Itemid=135

terça-feira, 11 de maio de 2010

Repsol desiste de contrato de investimento com Estado e perde 41 milhões

Depois de um ano de indefinição, ficou claro que o projecto da Repsol para uma nova unidade química em Sines, onde já opera a ex-Borealis, não vai avançar, pelo menos no horizonte contratado com o Estado português.

Na última assembleia-geral da petrolífera espanhola, em Abril, ficou claro que o investimento de 750 milhões de euros em Portugal, o maior projecto industrial estrangeiro previsto para Portugal em muitos anos, estava fora do plano estratégico da empresa até 2014. O projecto está em reavaliação, diz fonte oficial da Repsol e, apesar de continuar a ser estratégico, aguarda por uma conjuntura internacional mais favorável. A consequência foi a desistência do contrato assinado com o Estado português em 2007 e ao abrigo do qual tinha sido concedido um incentivo do QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) de 41,250 milhões de euros. Isso mesmo confirmou ao i, o gestor do QREN, Nelson de Souza. O contrato foi anulado porque o promotor não confirmou o desenvolvimento do investimento nos prazos e termos contratados com o Estado.
Segundo Nelson de Souza não houve denúncia de contrato porque não se chegou a fazer pagamentos de fundos. Segundo fonte oficial da AICEP (agência para o investimento), a empresa comunicou que precisava de prazos mais alargados para a execução e optou por apresentar em momento oportuno nova candidatura a incentivos fiscais e financeiros.
O mesmo poderá acontecer ao segundo maior investimento estrangeiro, no valor de 355 milhões de euros, contratado também na área química. As obras da unidade da Artenius do grupo La Seda pararam no ano passado por falta de financiamento e o gestor do QREN aguarda a sua retoma, até porque a Caixa está envolvida neste projecto. Mas não pode esperar para sempre.
O projecto de Repsol não é o único PIN (projecto de interesse nacional) contratado com o Estado a ser retirado do QREN. Os investimentos da Agni, de 52 milhões de euros, e da Itarion Solar (Qimonda) de 75 milhões de euros, também desapareceram da lista. O grupo malaio ia construir uma fábrica de pilhas de combustível em Montemor-o-Velho, mas a casa-mãe entrou em insolvência. Problema semelhante ocorreu com a ex-Qimonda Solar, cujo processo de recuperação da casa-mãe passou pela paragem de produção e pela forte redução de efectivos, comprometendo a fábrica de células fotovoltaicas. Os dois projectos tinham incentivos de 40 milhões de euros. À medida que o nível de comprometimento de fundos aumenta, é necessário fazer "uma limpeza" dos projectos parados para libertar apoios para outros investimentos, explicou Nelson de Souza.

Fonte: http://www.ionline.pt/conteudo/58561-sines-repsol-desiste-contrato-investimento-com-estado-e-perde-41-milhoes