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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

AFUV no Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas

A Associação Filarmónica União Verridense (AFUV) vai representar o Município de Montemor-o-Velho e o distrito de Coimbra no maior Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas, que se realiza em Lisboa este domingo.
A iniciativa, que pretende comemorar os 374 anos da Restauração da Independência (1º de Dezembro) e homenagear a importante ação formativa e cívica das bandas filarmónicas, conta com a presença de 29 agrupamentos de todo o país e mais de 1500 músicos.
Domingo, 30 de novembro, pelas 15 horas, a 3ª edição do desfile parte do monumento aos Combatentes da Grande Guerra, desce a Avenida da Liberdade até à Praça dos Restauradores, onde terá lugar uma interpretação conjunta de todas as bandas participantes dos hinos da Maria da Fonte, da Restauração e do Hino Nacional, sob a direção do Maestro Délio Gonçalves, da Banda da Armada. Pode ver, em direto, todo o desfile na RTP1.
Organizado pela Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e do Movimento 1º de Dezembro, o desfile tem o apoio da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Câmaras de Poiares, Tábua e Montemor-o-Velho “à beira da ruptura financeira”

As câmaras municipais de Vila Nova de Poiares, Tábua e Montemor-o-Velho fazem parte de um lote de 24 do Continente e Açores “à beira da ruptura financeira”, noticia, o JN, citando a Direcção-Geral da Administração Local (DGAL).
As edilidades de Aveiro, Nelas, Santa Comba Dão, Nazaré, Celorico da Beira, Seia e Fornos de Algodres são outras das incluídas na referida lista.
Em termos relativos, o caso mais delicado no distrito de Coimbra é o de Poiares, cuja dívida (a 31 de Dezembro de 2010) foi estimada em 16,40 milhões de euros; as de Montemor e Tábua ascendiam a 30,60 e a 9,60 milhões de euros, respectivamente.
Interpelado pelo JN, o secretário de Estado da Administração Local, Paulo Júlio (ex-presidente da Câmara de Penela), diz que há dezenas de municípios a ”necessitarem urgentemente de utilizar o instrumento de reequilíbrio financeiro”.

Fonte: http://www.campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=10022:camaras-de-poiares-tabua-e-montemor-o-velho-a-beira-da-ruptura-financeira-jn&catid=13:polca&Itemid=128

terça-feira, 15 de março de 2011

“O Presidente da República pôs-se do lado do problema”, diz Valter Lemos

Valter Lemos, o primeiro subscritor da moção de José Sócrates, “Defender Portugal, Construir o Futuro”, e Paulo Campos participaram numa sessão de campanha interna, na Associação Recreativa e Cultural das Meãs, Montemor-o-Velho.
Cavaco Silva não foi esquecido. “O Presidente da República pôs-se do lado do problema e não do lado da solução. Uma posição inexplicável. Era útil para o país que o presidente estivesse do lado da solução”, disse Valter Lemos.
Valter Lemos criticou ainda os partidos à esquerda do PS. Por outro lado, acusou a liderança “laranja” de pretender acabar com o Estado Social e resolver o défice através da privatização do ensino e da saúde. Chamou ainda “desertor” a Pedro Passos Coelho. Enquanto o PS luta para puxar o país para cima, enfatizou, aludindo ao Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) IV, “o PSD está a desertar do combate”.

Publicado por Jot.Alves
http://www.asbeiras.pt/2011/03/%E2%80%9Co-presidente-da-republica-pos-se-do-lado-do-problema%E2%80%9D-diz-valter-lemos/

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Constituída Rede de Economias da Criatividade

A Rede de Economias da Criatividade foi constituída oficialmente em Óbidos e reúne seis autarquias (Óbidos, Guimarães, Montemor-o-Velho, Tondela, Montemor-o-Novo, Seia) e a Fundação Bissaya Barreto.
Trata-se de uma rede com projectos semelhantes e complementares na área das economias criativas que vai gerir nove milhões de euros e, entre outros objectivos, pretende-se “atrair talentos, criando-lhes condições de trabalho, gerindo uma rede comum de residências, de modo a que as pessoas da rede possam circular entre os vários territórios”, explicou Miguel Silvestre, coordenador da constituição da rede.
A “Rede de Economias da Criatividade” vai ter projectos de “apoio ao empreendedorismo e cultura, bem como uma rede de televisão nas escolas, em comum”, adianta Miguel Silvestre.
Dos 9 milhões de euros para gerir, “dois milhões e meio de euros são para projectos comuns”, sublinhou o responsável.
“Dar exemplos de sucesso na área da criatividade e apoiar publicações científicas, nesta área”, é outro ponto em destaque para dinamizar a Rede.
A Rede de Economias da Criatividade é apoiada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional da Região Centro.

http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=23185

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Autarquia perde 10% do FEF por excesso de endividamento

Os secretários de Estado da Administração Local (SEAL) e do Orçamento publicaram ontem, no Diário da República, um despacho em que aplica ao município de Montemor-o-Velho uma redução de 10% na transferência no Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF), tendo em conta o agravamento do excesso de endividamento verificado no ano de 2008.
De acordo com os números oficiais, a autarquia, que não tinha sido visada em 2006, apresentava, a 1 de Janeiro de 2008, um excesso de endividamento da ordem dos 7,4 milhões de euros, sendo obrigada, pela Lei das Finanças Locais, a reduzir esse valor no mínimo de 10%, no caso concreto, 773.935,57.
No final do ano, refere o despacho N.º 15197/2010, «o município de Montemor não só não reduziu em 10% o excesso de endividamento líquido (…), como agravou o incumprimento», com mais 1.258.426,40 euros.
Perante este cenário, a Secretaria de Estado decidiu reduzir em 10% a transferência do FEF prevista no Orçamento de Estado para 2010, «e seguintes, pelo número de duodécimos necessário até perfazer o montante de 1.947.254,97 euros».
A penalização será revista apenas em 2011, havendo a possibilidade de, entretanto, ser suspensa, uma vez que a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho assinou um plano de saneamento financeiro em 2009, como explicou ao nosso jornal o presidente da autarquia, Luís Leal.

Santa Comba Dão também penalizada
O concelho de Santa Comba Dão, no distrito de Viseu, não está em melhor situação, uma vez que já estava a ser penalizado, por ter ultrapassado os limites do endividamento em 2006, voltando a transgredir no ano de 2008.
Segundo o despacho da Secretaria de Estado da Administração Local, o município, apesar de estar “no fio a navalha”, aumentou a sua dívida em cerca de 162 mil euros, razão pela foi tomada a decisão de manter a redução das transferência do FEF.
Ao agravamento do excesso de endividamento da autarquia em 2008, o despacho diz também que se encontra por deduzir, em Dezembro de 2009, o montante de 1.390.731de euros.
Assim, o despacho ontem publicado o Diário da República, confirma a continuação da sanção em termos das transferências do FEF, nos anos seguintes, pelo número de duodécimos suficientes «até perfazer o montante de 625.956,72 euros, acrescido do montante, ainda por deduzir, por incumprimento do limite de endividamento líquido de 2006, num total de 2.016. 687,72 euros».
A autarquia de Santa Comba Dão que, em finais de 2008, excedia o limite em mais de 4,8 milhões de euros, havia, num primeira fase, interposto uma providência cautelar com vista à “declaração de ineficácia dos actos de execução indevida”.
Contudo, o Tribunal Central Administrativo do Norte, em acórdão proferido a 25 de Setembro de 2008, acabaria por dar razão ao recurso apresentado pelo ministro de Estado e das Finanças e pelo secretário de Estado da Administração Local. l

Lista negra de municípios diminui aparentemente
Entre ontem e quarta-feira, foram publicados, no Diário da República, 17 despachos conjuntos, referentes a tantas outras autarquias incumpridoras, sendo que apenas duas, Lourinhã e Santa Comba Dão, são repetentes da lista de 19 câmaras alvo de sanções relativamente ao excesso de endividamento registado no ano de 2006.
Com Faro à cabeça, a lista fica completa com Seia, Mondim de Basto, Alcanena, Montemor-o-Velho, Vila Franca do Campo, Macedo de Cavaleiros, Alijó, Mourão Alandroal, Lourinhã, Santa Comba Dão, Murça, Chamusca, Celorico da Beira, Figueiró dos Vinhos e Alpiarça.
No entanto, aos municípios agora alvo de atenção do Estado, soma-se alguns outros com os processos suspensos ou à espera do saneamento financeiro, enquanto outros resolveram os seus problemas e saíram a lista por mérito próprio.
Ansião saiu rapidamente da lista, resolvendo a sua situação logo em 2007, com o abatimento obrigatório de 10%, muito embora tenha aparecido um excesso de endividamento de quase quatro milhões de euros a médio e longo prazo, subterfúgio utilizado por outros, como é o caso de Vouzela, que diminuiu a dívida em 18,1%, mas aumentou os compromissos de longo prazo em 1.624,6%.
Vila Nova de Poiares também foi excluído dos despachos agora publicados, muito embora tenha subido o endividamento para além do limite, por causa de uma suspensão processual, estando em avaliação as contas de 2008.
No final de 2008, o município tinha subido o endividamento excessivo para mais de 4,7 milhões de euros (60,3%), muito embora, nada constasse no médio e longo prazo.

Escrito por José Carlos Salgueiro
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=9331&Itemid=135

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

atleta do Carapinheirense

Alexandre Guerra sagrou-se campeão do mundo de pesca

Foi em Roncoferraro, na Itália, que a Selecção Nacional de Juniores de pesca escreveu mais uma página de ouro da modalidade. Mesmo não tendo a expressão de outros desportos, a pesca tem conseguido, ao longo dos tempos, resultados dignos de registo.
O ano de 2010 entra nesses registos de maior destaque, uma vez que a equipa júnior lusa arrebatou o ouro em pleno solo transalpino. Alexandre Duarte Guerra é atleta do Carapinheirense e está entre os heróis de Roncoferraro, juntamente com Diogo Ferreira, Carlos Silva, Rita Alexandra e Fábio Figueiredo. Estes jovens, sob orientação do seleccionador nacional Luís Franco - «uma pessoa cinco estrelas e que faz um grande trabalho» -, fizeram pela vida diante de feroz concorrência e levaram Portugal ao lugar maior do pódio.
Alexandre Guerra tem 17 anos e garantiu com muito mérito a presença na comitiva que esteve em Itália ao serviço da Selecção Nacional. «Por época temos seis provas no campeonato nacional e os cinco melhores representam Portugal no campeonato mundo do ano seguinte», começou por explicar o jovem que foi campeão nacional de juniores no ano passado. Um título que se juntou a outro que já tinha no currículo, o de campeão nacional de pesca no escalão de juvenis.
No capítulo interno, esta época «já decorreram duas provas e estou em segundo, mas ainda faltam quatro provas», acautelou. O jovem do concelho de Montemor-o-Velho quer «renovar o título», garantindo que «farei tudo o que estiver ao meu alcance para o conseguir».
Uma boa prestação em Portugal vai garantir-lhe uma vaga na turma das “quinas”, algo que motiva sobremaneira este amante da pesca desportiva.

Adaptação rápida
«No estrangeiro não temos as mesmas hipóteses de competir de igual para igual do que quando pescamos em Portugal, logo a começar pelas espécies de peixes que são diferentes», explicou Alexandre Guerra. Assim sendo, quando se pesca em “águas alheias” exige-se uma adaptação rápida. «Quando lá chegámos tivemos uma semana para nos adaptarmos e até falámos com outros atletas de outros países que nos vão dando umas dicas, mas não abrem o jogo todo o que é natural», revelou.
A exigência da competição incide no individual, mas há estratégias de grupo que podem sempre ser afinadas. «Na Selecção Nacional o nosso grupo é muito unido e dialogamos muito depois das provas, damos conselhos uns aos outros e falamos das nossas experiências, é uma estratégia de grupo que temos», disse Alexandre Guerra que na prova transalpina conseguiu um terceiro e um sexto lugar. «Quando vamos a um país que não conhecemos estes resultados são óptimos, mas procuramos fazer sempre melhor», frisou.
A medalha de ouro foi motivo de satisfação para a equipa e para a própria Federação Portuguesa de Pesca que recebeu ainda um prémio monetário pela conquista. «A nossa Federação tem passado por algumas dificuldades, ao contrário de outras, mas não nos faltam com nada. Para além da vitória, conseguimos um prémio que já garantiu a presença das nossas selecções de juvenis, juniores e esperanças no próximo mundial o que é óptimo», enalteceu.
No regresso a casa, o feito passou ao lado da maioria das pessoas. «As felicitações vieram dos pais e pouco mais, muitos não vão apoiar-nos porque a pesca não é muito divulgada», lembrando de seguida que «as pessoas vibram muito com o futebol, mas felizmente que se começa já a ver outros desportos a terem algum destaque».
Montemor-o-Velho é um bom exemplo disso. «Aqui vêem-se todas as modalidades, futebol, basquetebol, remo, canoagem, pesca e o presidente da Câmara Municipal tem apoiado todos».

Os apoios, os amigos e o pai
Quem quer fazer uma aposta séria na modalidade tem de ter recursos financeiros e… tempo. «Já aconteceu ter de faltar à escola para ter de treinar e os meus colegas não compreendiam. Um dia convidei-os para me acompanharem e ficaram admirados só por demorar duas horas a preparar todo o material que é necessário», recordou.
Em termos financeiros a aposta também é forte. «Um fim-de-semana de pesca pode custar até 700 euros, mas também procuramos dar o melhor em cada prova», ressalvou. O jovem atleta lembra então quem o tem apoiado. «Tenho a sorte de ter o pai que tenho e que consegue ajudar-me a participar em todas as provas e permite-me muitas vezes que vá antes da competição para conhecer melhor o local. Ele apoia-me em tudo e isso é muito importante», destacou.
Para além da família, Alexandre Guerra lembra que tem «um clube que me apoia em tudo» e um patrocínio da Trabucco que «é importante não só por ter acesso a material mais económico, mas também pela ajuda que os responsáveis, Mário Batista e Mário Barros, me dão através da experiência que têm».
Em hora de distribuir os louros da conquista do título mundial, este pescador desportivo lembrou António Pardal - «um senhor que me apoiou bastante e que me fez crescer na pesca» - e Vítor Rosa - «o meu treinador em 2007 quando fui ao meu primeiro campeonato do mundo na República Checa e que me tem apoiado nestes anos», concluiu.

Escrito por Ricardo Ferreira Santos
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=8763&Itemid=135

Quer conhecer uma romaria do norte?

Se quer conhecer e tiver oportunidade de visitar o norte, venha ver uma das mais típicas, tradicionais e maiores romarias de Trás-os-Montes: Nª Srª da Saúde em Valpaços! Fica o cartaz, o convite e um "cheirinho" da iluminação da cidade!


segunda-feira, 28 de junho de 2010

A capital dos dadores de sangue

Julho será um mês complicado no que toca às dádivas de sangue. E porque é preciso prevenir, o alerta está feito.

Números. Por dia são necessárias 1.000 a 1.200 colheitas de sangue. Se a quantia falha: perigo.
Com o Verão à porta, eis a ameaça. Faltam médicos no mês de Julho para fazer as colheitas de sangue. E o ponto de situação não é dos melhores. Se faltarem os médicos, o país deixa de ser auto-suficiente. O alerta foi dado, ontem, numa iniciativa inédita que decorreu em Montemor-o-Velho.
Mais de 30 associações de dadores de sangue de todo o país – e até de Espanha – vieram até Montemor-o-Velho. O encontro nacional e internacional, uma iniciativa organizada pela Associação de Dadores de Sangue do Baixo Mondego, conseguiu juntar milhares de pessoas por uma causa que continua a salvar vidas.
Porém, nem sempre tudo corre como o esperado. Apesar da presença de associações de todo o país, o Instituto Português de Sangue não se fez representar. Motivo? O presidente da Associação de Dadores de Sangue do Baixo Mondego, Artur Jorge, dá a resposta: “férias”. Contudo, e porque nunca se sabe quando é preciso, “os dadores de sangue nunca estão de férias”, assegura Artur Jorge.
Não há nomes e nem é preciso conhecer os rostos. Faça chuva, sol, esteja frio ou calor os dadores estão sempre prontos para ajudar. É Ilda Neves, do Centro Regional do Sangue de Coimbra, que o afirma.
E os números estão aí. Se Portugal precisa de 1.000 a 1.200 colheitas de sangue para ser auto-suficiente, a realidade mostra que há mais de 40 mil dadores no país. Um número que não tem parado de aumentar. Contudo, há que ultrapassar barreiras. Uma delas passa pelo aproveitamento do plasma. Isto porque, segundo a Federação das Associações de Sangue, são perdidos mais de 30 milhões deu euros pelo não aproveitamento do plasma.
“Dar sangue é ultrapassar fronteiras”. O presidente da autarquia de Montemor-o-Velho, Luís Leal, destaca o trabalho da associação, que “conseguiu trazer cidadãos de vários lados até Montemor”.
Em cinco anos de existência, a Associação de Dadores de Sangue do Baixo Mondego soma 700 associados. Ontem conseguiram mais uma vitória.

Raquel Mesquita
In http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=83957&ed=28062010