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terça-feira, 19 de julho de 2016

Festival Rebuliço leva arte urbana e música às aldeias

O festival Rebuliço vai decorrer este ano pela primeira vez, entre 22 e 24 de Julho, levando a aldeias de Montemor-o-Velho arte urbana, música, exposições e performances. O projecto nasceu na União de Freguesias de Abrunheira, Verride e Vila Nova da Barca e promete actividades culturais «nas três localidades e oito lugares» que compõem esta autarquia, querendo que as artes se relacionem com o contexto rural de cada local, disse à Lusa o responsável do evento, Daniel Nunes, secretário da União de Freguesias. Concertos de rua, intervenções em espaços devolutos e abandonados e a presença de nomes da arte urbana portuguesa que vão intervir nos locais com peças enquadradas no contexto da comunidade são algumas das propostas deste festival, explanou.

Fontes: http://www.diarioaveiro.pt/noticia/4550

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Verride saúda Ano Novo com concerto


A sede da Associação Filarmónica União Verridense (AFUV), em Verride, “voltou a encher-se de música e muito público para o tradicional e sempre aguardado concerto de Ano Novo”, no dia 4 de janeiro.

Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, saudou “a entrega, a dedicação e a contínua procura da excelência por parte das pessoas que se dedicam à causa associativa e cultural, sinónimos de momentos culturais de qualidade e garantia de que as instituições estão no bom caminho e com capacidade para abraçar desafios ainda mais estimulantes”.
Na iniciativa que voltou a deixar o auditório da instituição lotado e que contou também com a presença de elementos do executivo da União de Freguesias (UF) de Abrunheira, Verride e Vila Nova da Barca e do tecido associativo da UF, o autarca montemorense deixou ainda palavras de elogio e incentivo à direção da AFUV, reiterando “o muito orgulho pela instituição que desenvolve um papel cultural e social de relevo”, e desejou que “2015 possa ser um ano cheio de sucessos e que traga para a AFUV a continuidade de um percurso que muito honra Verride e engrandece e valoriza o concelho de Montemor-o-Velho”.
Presente no concerto, Carlos Alves, presidente da UF, referiu que “é um gosto ver o empenho que a AFUV demonstra” e elogiou “a juventude de uma direção que trabalha em prol da comunidade”.
De igual modo, o presidente e executante da AFUV, Francisco Batista, e o diretor musical do Coral Polifónico da AFUV, Tiago Cordeiro, deixaram palavras de agradecimento a todos e destacaram que todos são importantes para contribuir para o bem da AFUV.
Ao longo da tarde, o Coral Polifónico da AFUV, e a Banda Filarmónica da AFUV, sob a batuta de Duarte Garcia, deram as boas-vindas ao Ano Novo da melhor forma, encantando a vasta audiência.


Fontes: http://www.noticiasdecoimbra.pt/verride-sauda-ano-novo-com-concerto/

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

AFUV no Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas

A Associação Filarmónica União Verridense (AFUV) vai representar o Município de Montemor-o-Velho e o distrito de Coimbra no maior Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas, que se realiza em Lisboa este domingo.
A iniciativa, que pretende comemorar os 374 anos da Restauração da Independência (1º de Dezembro) e homenagear a importante ação formativa e cívica das bandas filarmónicas, conta com a presença de 29 agrupamentos de todo o país e mais de 1500 músicos.
Domingo, 30 de novembro, pelas 15 horas, a 3ª edição do desfile parte do monumento aos Combatentes da Grande Guerra, desce a Avenida da Liberdade até à Praça dos Restauradores, onde terá lugar uma interpretação conjunta de todas as bandas participantes dos hinos da Maria da Fonte, da Restauração e do Hino Nacional, sob a direção do Maestro Délio Gonçalves, da Banda da Armada. Pode ver, em direto, todo o desfile na RTP1.
Organizado pela Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e do Movimento 1º de Dezembro, o desfile tem o apoio da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Juventude e Música de mãos dadas em Verride

No dia 5 de janeiro, o auditório da AFUV - Associação Filarmónica União Verridense encheu-se para uma tarde cultural de excelência, animação e surpresas. O tradicional concerto de Ano Novo confirmou a vitalidade da instituição verridense.

A celebração musical começou com uma surpresa: a apresentação de um Ensemble de Clarinetes.

Depois, e sob a direção do maestro Tiago Cordeiro, o Coro Polifónico continuou a deslumbrar o público presente.
A banda filarmónica da AFUV, cuja média de idades ronda os 21 anos, dirigida pelo maestro Duarte Garcia, voltou a agarrar a audiência e, com um profissionalismo ímpar, encerrou, com chave de ouro uma tarde dedicada à cultura.

Na ocasião, o vereador Jorge Camarneiro reconheceu que se assistiu “a um trabalho cheio de juventude e muita maturidade”, representando “muitas horas de dedicação à música e à instituição”.
Ao sublinhar que depois do concerto apresentado ficou “mais enriquecido”, o vereador avançou que “a Câmara Municipal quer e vai continuar a apoiar as instituições”.

Da mesma forma, o presidente da União de Freguesias de Abrunheira, Verride e Vila Nova da Barca, Carlos Alves, destacou ser “um orgulho para Verride, e para todos nós, ter uma filarmónica com quase 206 anos” e desejou que “2014 seja um ano de trabalho profícuo e com êxitos”.

Também o recém-eleito presidente da direção e filarmónico, Francisco Batista agradeceu “a forte presença de muito público e das entidades” e, ao destacar os diversos momentos da tarde cultural, lembrou e agradeceu aos filarmónicos pela “dedicação e pela vinda aos ensaios às sextas e sábados nos últimos meses” de modo a proporcionar um concerto com muita qualidade.
À margem da iniciativa, o dirigente referiu que “o principal objetivo continua a ser trabalhar em prol da AFUV e manter viva uma associação que vai celebrar, em junho, 206 anos de existência”.

Para 2014, Francisco Batista deseja que “seja possívelproceder a trabalhos de manutenção da sede e melhorar o palco, com um estrado para a percussão” e reitera a continuidade do “trabalho de captação de alunos para a escola de música, que é o alicerce máximo da AFUV”.
Com confiança em relação ao futuro, Francisco Batista destacou ainda que “a AFUV está a funcionar em pleno” e deu como exemplos o Coro Polifónico, o Coro Litúrgico, que abrilhanta as missas, e o Ensemble de Clarinetes, que “é para continuar, disponibilizando uma oferta cultural diferente”.
No decorrer do concerto foi feita também uma homenagem a Eusébio, com a AFUV a dedicar a peça Dakota, de Jacob de Haan, ao antigo futebolista, tendo o público, como sinal de respeito e admiração, escutado em pé o último andamento da obra.


Fonte: GAPRE (07-01-2014)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Castelo de Montemor-o-Velho acolhe as Festas 2011


Montemor-o-Velho acolhe as Festas 2011 entre os próximos dias 7 e 11 de Setembro, um evento que este ano terá o Castelo como palco.

O programa prevê muita música e animação, para além das tradicionais tasquinhas e da Feira do Cavalo.

Consulte toda a programação do evento AQUI.

Fontes de Informação:
Câmara Municipal de Montemor-o-Velho

http://www.coimbradigital.pt/Municipios/Pontosdeinteresse/Paginas/CastelodeMontemor-o-VelhoacolheasFestas2011.aspx

Feira do Cavalo em Montemor o Velho de 3 a 11 de Setembro


Feira do Cavalo em Montemor o Velho de 3 a 11 de Setembro, com muitas atividades equestres e uma Corrida de Toiros no último dia da feira.

03 e 04 de Setembro

7.ª Taça Inês de Castro
10h00 - Provas de Escolas; 11h00 - Prova Pequena; 15h00 - Prova Média; 18h00 - Prova Grande

07 de Setembro 4ª Feira

Concurso de Modelos e Andamentos do Cavalo Cruzado Português
10h00 - Admissão dos equinos; 16h00 – Picadeiro; 21h30 - Espectáculo Equestre ‘Emoções Ibéricas’; 00h00 - Picadeiro Livre

08 de Setembro 5ª Feira

Concurso de Modelos e Andamentos do Cavalo Cruzado Português
09h00 - Admissão dos equinos; 10h00 – Apresentações à mão; 12h00 - Cavalo de Sela; 12h30 - Atribuição do Título de Campeão da Feira; 13h00 - Atribuição do Título de Campeão da Feira; 16h00 - Traje Regional do Baixo Mondego a Cavalo; 19h00 - Poules Nocturnas

09 de Setembro 6ª Feira

20h00 Prova de Obstáculos Nocturna – Escola/ Pequena / Média
Centro Equestre de Montemor-o-Velho

10 de Setembro Sábado

09h00 - Passeio Equestre; 13h00 - Almoço Convívio; 16h00 - Prova de Ensino P1/ P2; 20h00 – Poules Nocturnas Media/ Grande 90 cm/ 110 cm

11 de Setembro Domingo

10h00 Picadeiro Livre

5.ª Grande Corrida de Toiros ás 16h30

João Moura Caetano Pedro Salvador Gonçalo Fernandes
Forcados Amadores de Lisboa e Amadores de Vila Franca
Centro Equestre de Montemor-o-Velho

Fontes: http://www.taurodromo.com/noticias/5116/feira-do-cavalo-em-montemor-o-velho-de-3-a-11-de-setembro.aspx

quinta-feira, 30 de junho de 2011

203 anos a divulgar Cultura

No dia 19 de Junho, o auditório da Associação Filarmónica União Verridense – AFUV encheu-se para comemorar o 203º aniversário da instituição. Com a presença de muitos amigos, entidades e da massa associativa, Verride engalanou-se para assinalar a efeméride.

“É agradável e empolgante ter no concelho uma filarmónica que honra a sua história e que continua a construir cheia de juventude, dinamismo”, avançou o presidente da Câmara, Luís Leal, durante a sessão evocativa de aniversário.
Destacando que “o sucesso é fruto do muito trabalho das direcções que têm passado pela instituição e da actual, liderada por Fernando Pereira”, o autarca montemorense sublinhou que “a dedicação de todos, ajuda os jovens filarmónicos a crescer, a reforçarem a sua cidadania, adquirindo vectores de formação importantes para outras áreas da sua vida”.
Agradecendo às instituições, aos familiares dos filarmónicos, à equipa dirigente, aos maestros, ao Coro Litúrgico e ao Coro Polifónico da AFUV e a todos quanto colaboram, o presidente da AFUV fez questão de deixar “um elogio muito forte aos músicos, que mesmo em época de exames e com os seus afazeres escolares não deixam de estar presentes nos ensaios”.
Na ocasião, o dirigente apelou ainda “a uma maior participação dos verridendes para com a AFUV, para ajudarem a instituição a crescer mais”.
Na sessão solene que contou com as presenças de elementos de outras associações da freguesia e dos vereadores Alexandra Ferreira e Pedro Machado, o presidente da Junta de Freguesia de Verride, Arménio Pato, partilhou algumas reflexões sobre a AFUV e a freguesia, destacando que “a instituição é uma referência também no concelho, com qualidade e que é reconhecida por onde passa”.
Antes das actuações do Coro Polifónico e da filarmónica – que teve a participação especial de duas antigas integrantes, Paula Pinto e Cristina Cardoso – o momento foi aproveitado para a assinatura de dois protocolos com a Junta de Freguesia de Verride – um de apoio financeiro e outro para a cedência do antigo edifício dos Correios – e para a entrega de lembranças aos músicos que já dedicaram 5, 10 e 25anos à AFUV (Juliana Guardado, Vasco Travassos, Mauro Almeida e Tiago Nunes).

Fonte: UTRE (22-06-2011)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Festival em Montemor-o-Velho mostra recurso a tecnologias antigas

A recuperação de técnicas tradicionais do vidro, papel e barro e o seu uso numa linguagem contemporânea é a aposta da cooperativa Teatro dos Castelos, de Montemor-o-Velho, que até 12 de junho realiza um festival para mostrar o seu trabalho.
O "Quarteirão Primavera - Percursos da arte contemporânea" teve início na passada sexta-feira, com a chegada dos primeiros artistas, assumindo-se como um espaço de formação, de troca de experiências sobre percursos e para mostrar o que ao longo do ano é realizado nas oficinas.
Esta forma de "(re)interpretar" as técnicas antigas foi uma aposta de viragem desde há dois anos no percurso desta cooperativa artística já com duas décadas, e o objetivo é fazer delas, no futuro, via profissional para artistas, declarou à agência Lusa o seu presidente, Jorge Valente.
As técnicas tradicionais ligadas ao papel, desde a produção artesanal até à encadernação e gravura, são as mais avançadas, ao ponto de já ter permitido à cooperativa prestar serviços na recuperação de livros antigos a uma instituição.
"Não procuramos recuperar por recuperar, mas utilizar essas técnicas de forma contemporânea", sublinhou Jorge Valente, admitindo ser esta também uma forma de preservar tecnologias em desuso e saberes que se estão a perder.
Para mostrar o que é feito ao longo do ano nas suas oficinas a cooperativa tem em curso desde o passado dia 20 e até 12 de junho o "Quarteirão Primavera", onde mostra criações no domínio das artes plásticas, vídeo, teatro, e promove residências artísticas, para a troca de experiências e formação.
Nesta edição deslocam-se a Montemor-o-Velho vários artistas em residência de criação, como a norueguesa Sabina Jacobsson ("vídeo arte"), a colombiana Andrea Valência ("street art") e os portugueses ligados à Bienal de Porto Santo, para uma intervenção na área do "livro de artista", Manuel Pessoa Lopes, Madalena Éme, Eunice Artur, Manoel Jakson e Paulo Eurico Variz.
"Workshops", centrados numa "abordagem criativa de conciliação do 'velho' com o 'novo'", e na "exploração artística de técnicas e tecnologias tradicionais", um espetáculo pelo GRETUA -- O Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro, e exposições de fotografia são outros pontos do programa.
Estão igualmente programadas cinco "vídeo instalações" e uma mostra internacional de "video arte", de criações que passaram em festivais como o Magmart (Itália), Oslo Screen (Noruega), Avanca (Portugal), e International art.expo (Itália).

FF.
Lusa

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Montemor-o-Velho valoriza arroz carolino e lampreia

Sabores do Baixo Mondego, com base no arroz, na lampreia e na doçaria conventual dão o mote para mais um festival que tem por base a trilogia desporto, cultura e ambiente O 9.o Festival do Arroz e da Lampreia é inaugurado hoje em Montemor-o-Velho. Mais uma vez, o município apostou numa estratégia de divulgação de produtos endógenos da região, desde o arroz, a lampreia e a doçaria conventual para, de uma forma criativa, chamar visitantes que também terão oportunidade de conhecer o património cultural do concelho. Pela primeira vez, o festival realiza-se no Centro de Alto Rendimento de Desportos Náuticos, local considerado ideal pois «é uma forma de aproveitar os recursos existentes no concelho, reduzindo custos», mas também «dá a possibilidade aos munícipes de conhecer uma infraestrutura que é multifuncional», referiu Alexandra Ferreira, vereadora da Cultura e da Acção Social da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho. Paralelamente, durante o período em que decorre o festival, nos fins-de-semana de 1,2 e 3 de Abril e 8, 9 e 10, os visitantes têm oportunidade de se deslumbrar com a paisagem do Baixo Mondego, onde se cultiva o arroz carolino que tem vindo a ganhar notoriedade pela sua inegável qualidade, além de poderem assistir a algumas provas desportivas, como os campeonatos nacionais de duatlo, remo e pesca desportiva. Além de ser possível saborear vários pratos típicos da região, a maioria deles têm por base o arroz. Assim, o arroz de lampreia, arroz de sarrabulho, arroz de pato e arroz doce não vão faltar, tal como os doces conventuais, com destaque para os pastéis de Tentúgal, a queijadinha de Pereira e a espiga de milho de Montemor-o-Velho. Além das vertentes que decorrem no Centro de Alto Rendimento de Desportos Náuticos, com o sector das Tasquinhas, cada uma delas assegurada pelas diferentes associações culturais e recreativas do concelho e alguns restaurantes, está presente também o sector dos Antepastos e Repastos, Doces, Salgados e Licores, além de um espaço infantil, que assume o nome de “A invasão dos Traquinas” e cuja animação está a cargo da Associação Diogo de Azambuja, além do sector dos Produtos da Nossa Terra, em que asumem particular importância o Arroz de Ereira, a Cooperativa Agrícola do Concelho de Montemor-o-Velho e a Associação Diogo da Azambuja. O festival acolhe ainda a participação de algumas instituições do concelho, provas de vinhos e o Espaço Autores Locais, que conta com sessão de autógrafos com a escritora Lurdes Breda e o ilustrador André Caetano. Ao longo de toda a semana e até ao dia 10, os 17 restaurantes aderentes, distribuídos pelo concelho de Montemor-o-Velho, servem pratos confeccionados com arroz e lampreia. Arroz dá o mote para gastronomia criativa

Os chefes Hélio Loureiro e Luís Lavrador, acompanhado pelos alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra, Ivo Loureiro e Marco Gomes, participam no Show Cooking. Trata-se de um desafio lançado aos chefes cozinheiros para apresentar novas tendências gastronómicas, tendo o arroz e a lampreia como ingredientes base, e que consigam cativar mais adeptos para estes produtos endógenos. Os visitantes terão oportunidade de apreciar a criatividade e a capacidade de inovação dos chefes convidados, durante as tardes de fim-de-semana, que coincidem com o festival. Uma nova perspectiva do mundo rural

Para Luís Leal, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, quando se chega à 9.a edição de um festival que promove produtos da região e dá a conhecer as riquezas culturais, patrimoniais e paisagísticas, «o desafio que se nos coloca é elevar a qualidade do festival, manter a notoriedade do concelho, através de uma divulgação das suas potencialidades». Nesse sentido, além de todo o programa, já referido, o festival acolhe a 1.a Conferência Europeia do Baixo Mondego subordinada ao tema da Competitividade e Inovação em Meio Rural. Trata-se de uma conferência que conta com a participação de várias personalidades que lançam o desafio à reflexão sobre as vicissitudes do mundo rural e as perspectivas para uma dinâmica diferente no século XXI. Luís Leal, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, referiu que se trata de uma reflexão «deveras importante», tendo em conta a ruralidade do concelho. «É preciso que se encare o mundo rural numa perspectiva de potenciação das suas singularidades, tendo em conta a divulgação dos seus produtos». O autarca deu como exemplo o arroz carolino que, «desde a produção ao consumo, consegue criar uma fileira agro-alimentar da maior importância para o concelho, pois é geradora de riqueza». Daí a premência da sua divulgação de modo a captar mais defensores deste produto do Baixo Mondego. Esta conferência, que se realiza no dia 8 de Abril, às 16h00, nos Paços do Município de Montemor-o-Velho, conta com a presença de António Serrano, ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, de Benigno Garrido Marcos, da Junta de Castilla y Leon, que vem partilhar experiências de desenvolvimento do mundo rural, tal como Jack Soifer, um norueguês que considera o mundo rural como um nicho de mercado por explorar. A conferência tem ainda a participação de João Machado, da Confederação de Agricultura de Portugal, de Arlindo Cunha, da Comissão Vitivinícola da Região do Dão, e de Rui Tomás, da Blue Earth. Escrito por Rosette Marques http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12063&Itemid=135

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Classificação do Património. Publicação de Novas Portarias



COMUNICADOS10 Fevereiro 2011

Classificação do Património. Publicação de Novas Portarias

Foram publicados no Diário da República os seguintes diplomas de classificação de bens imóveis e de fixação de zonas especiais de protecção (ZEP), a saber:

Portaria n.º 338/2011, DR, 2.ª Série, n.º 27, de 8 de Fevereiro, que classificou como monumento de interesse público (MIP) os seguintes bens, e fixou as respectivas zonas especiais de protecção (ZEP):

b) O Convento de Almiara, também designado por Mosteiro de Verride, sito na Quinta de Almiara, freguesia de Verride, concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.

(...)
Fonte: http://www.igespar.pt/pt/news/6/1925/

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Filarmónica de Arazede lança terceiro álbum

“AMA a música…Hoje e Sempre” é o nome do terceiro trabalho discográfico da banda filarmónica da Academia Musical Arazedense (AMA). O disco, só com temas inéditos, foi ontem (6) apresentado na coletividade de Arazede, Montemor-o-Velho, e já está à venda. Custa 10 euros.
O álbum conta com um tema original de Angelino Ferrão, um compositor da terra que esteve 73 anos ao serviço da banda, e ainda com a participação especial da fadista Cátia Montemor. Foi gravado em novembro, custeado pela academia e patrocinado por empresas e entidades montemorenses.
A AMA tem agora três trabalhos editados, dois deles no espaço de apenas dois anos – o último trabalho foi lançado em 2010. “Acho que este último disco é uma das melhores obras discográficas a nível de bandas filarmónicas que vai entrar no mercado”, disse ao DIÁRIO AS BEIRAS José Abrunheiro, presidente da AMA.
A banda filarmónica é composta por 65 elementos. A maioria dos músicos são jovens, entre os 8 e os 35 anos. Para além destes, mais 45 aprendizes frequentam a escola de música daquela coletividade. E, em breve, todos poderão vir a envergar um novo fardamento, uma vez que o atual tem já mais de 20 anos.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/2011/02/filarmonica-de-arazede-lanca-terceiro-album/

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Histórias Selvagens

Título original:Histórias Selvagens
De:António Campos
Com:Género:Documentário
Classificação:M/12
Outros dados:MEX, 1978, Cores, 102 min.

Adaptação de dois contos de Paços Coelho, trata-se de uma crónica sobre o trabalho rural na região de Montemor-o-Velho. Primeira obra de Campos com actores profissionais e não actores, um dos mais secretos filmes de António Campos e um título fundamental da sua obra, marcado por uma insólita estrutura temporal e um evidente desejo de ficção.
Texto: Cinemateca Portuguesa

http://cinecartaz.publico.pt/Cinemateca/19570_historias-selvagens

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Gaiteiros

"ruas de cultura"

Montemor assume criatividade como factor de desenvolvimento

Atrair artistas e criativos, desenvolver novos talentos e mostrar uma nova dinâmica, social, empresarial e cultural é o mais recente desafio da Câmara de Montemor. Primeiros passos começaram a ser dados com a criação da Rede Economias da Criatividade (REC) e os projectos deverão avançar, no terreno, no final do ano. Em perspectiva está um investimento para Montemor que ronda os dois milhões de euros.
A associação gestora da REC foi oficialmente constituída no passado dia 13, em Óbidos, e o objectivo é, até 2013, desenvolver um conjunto de projectos no valor de nove milhões de euros, que englobam os municípios de Óbidos, Guimarães, Montemor-
-o-Velho, Tondela, Montemor-o-Novo, Seia e a Fundação Bissaya Barreto. Uma rede que assenta em três pilares fundamentais, contemplando a criatividade e empreendedorismo, indústria criativa e educação.
O objectivo, sublinha o presidente da Câmara de Montemor, é criar as condições para que a criatividade possa ter, neste espaço territorial, capacidade para captar criativos nas mais diferentes áreas». Luís Leal esclarece que a REC contempla um conjunto de acções transversais e comuns e outras especificamente destinadas a cada um dos territórios. E é sobre esta componente mais específica que o presidente da autarquia fala com notória satisfação, uma vez que se trata de uma grande aposta que começa agora a ganhar forma em Montemor.
Como parceiros, a Câmara de Montemor tem a Fundação Bissaya Barreto, a Universidade de Coimbra, nomeadamente através dos departamentos mais ligados às áreas tecnológica e informática, esclarece Luís Leal. Parceira é, também, a Universidade de Aveiro, nas áreas de arte e design, bem como a Direcção Regional da Cultura do Centro e o CEARTE, aos quais se juntam um conjunto de parceiros privados, como seja o CITEC, Teatro dos Castelos, entre outros.
“Ruas de Cultura”, assim se denomina o projecto que Montemor-o-Velho pretende concretizar e que prevê, esclarece Luís Leal, «criar condições para atrair e fixar criativos, bem como permitir a criação de ateliers, ligados quer às artes performativas mais clássicas, quer àquelas mais apostadas na inovação e nas tecnologias». O autarca sublinha a importância, no quadro do projecto, das residências artísticas e, meio a brincar, meio a sério, afirma que Montemor já tem «residências desportivas», nomeadamente na área da canoagem e do triatlo e, em breve, avança a natação e vai começar agora a investir fortemente na criação das residências artísticas.

Programa arranca no final do ano
O investimento previsto aponta para cerca de 1,5 milhões de euros e destina-se a intervencionar diversos espaços da vila, num quadro de requalificação urbana e valorização artística e cultural, que inclui a criação de um centro nacional de recursos artísticos, uma incubadora para indústrias criativas de base tecnológica, ateliers e residências artísticas e ainda uma sala estúdio.
Para além dos cerca de 1,5 milhões de euros direccionados para estruturas físicas e de investigação, Luís Leal aponta ainda mais cerca de 400 mil euros destinados a acções transversais e complementares, o que representa, faz notar, uma pacote «de cerca de dois milhões de euros, que deverá ter uma comparticipação de 80 por cento».
O arranque do projecto, explica ainda o presidente da autarquia de Montemor, irá acontecer ainda este ano, estando a Câmara de Montemor já a preparar os programas, com o objectivo de avançar para o lançamento dos respectivos concursos, previstos de acordo com Leal, para Dezembro deste ano ou Janeiro do próximo ano. «Temos três anos para finalizar o programa», remata o edil de Montemor.
Luís Leal refere ainda o facto de a REC, na componente intermunicipal, prever um conjunto de investimentos em que a criatividade e a inovação estão particularmente dirigidas às escolas, e aponta, como exemplo, a criação de «um sistema audiovisual comum às escolas dos diferentes municípios». Em última análise trata-se de uma rede de televisão, com conteúdos elaborados pelos alunos das escolas dos diferentes concelhos.
Para breve, mas ainda sem data marcada, está previsto o protocolo com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, no sentido de assegurar a transferência da comparticipação financeira, através de verbas do FEDER.

Diferentes redes com objectivos complementares
Se a Rede Economias da Criatividade começa a “caminhar” em Montemor, outra estrutura de rede, também ela envolvendo vários municípios está a tomar forma, desta feita com o objectivo de potenciar os castelos e muralhas do Mondego. Trata-se de um projecto liderado pelo município de Penela e que vai permitir, em Montemor, proceder à requalificação da zona histórica, particularmente do castelo e espaço envolvente, zonas que também assumem uma especial relevância relativamente à rede criativa, configurando-se como projectos que Luís Leal qualifica como, de alguma forma, complementares.

Escrito por Manuela Ventura
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10899&Itemid=135