quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Coral da Aposénior e Grupo de Cordas Allegro na AFUV


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Fonte: http://filarmonicaverride.blogspot.com/2010/02/coral-da-aposenior-e-grupo-de-cordas.html

investimento chega aos 22 milhões de euros

Centro Náutico de Montemor quer ser antecâmara dos Jogos Olímpicos

Em Setembro, quando Montemor-o-Velho receber o Campeonato Europeu de Remo, o Centro Náutico de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho já estará praticamente concluído. A garantia foi deixada ontem pelo autarca daquela localidade, Luís Leal, na apresentação do complexo aos participantes do projecto europeu NEA 2 - Nautisme Espace Atlantique, que decorre na Figueira da Foz.
«Já estão a decorrer as obras, e estará preparado para receber quatro modalidades, remo, natação em águas abertas, canoagem e triatlo», explicou aos jornalistas o presidente. A infra-estrutura representa um investimento de 16 milhões de euros, mas «já lá estão seis milhões, por isso, na verdade, custa 22 milhões», acrescenta Leal. O que fica por concluir até à competição são as zonas que não estão ligadas à prática desportiva, adianta o autarca, que se diz «muito entusiasmado» com o projecto.
Já com três competições na agenda, uma vez que em 2012 decorre ali o Campeonato Europeu da Canoagem de Juniores e o de Seniores no ano seguinte, o centro tem outras ambições no horizonte. «Em 2011, queremos ter disponibilidade para ser a antecâmara dos Jogos Olímpicos de Londres, porque há selecções que não têm condições no seu país de origem para treinar e aqui têm uma plataforma brutal com semelhanças à pista inglesa», sublinha o presidente.
A estrutura desportiva vai estar preparada para receber 90 atletas em regime regular, mas também pode acolher até 700 atletas, durante os eventos. O feito é conseguido através do uso de estruturas não permanentes, refere o arquitecto responsável pelo projecto. Segundo Miguel Figueira, trata-se de «um centro de exigência olímpica, sem orçamento olímpico, um low cost».
Aproveitando as potencialidades naturais da região, o centro vai estar adequado à competição e ao treino. Uma torre de 56 metros, «uma afirmação do local» que os responsáveis esperam vir a tornar-se um «ícone» do complexo, várias ciclovias internas com cerca de 10 quilómetros, e que vão juntar-se à que ligará a Figueira da Foz a Coimbra, e sete pontes são só algumas das obras que vão mudar a paisagem de Montemor e que o arquitecto acredita poder vir a tornar-se «uma referência neste género de infra-estruturas».
No local já treinam alguns atletas, como a canoísta olímpica e campeã do mundo Beatriz Gomes. Ontem, o presidente da Federação Portuguesa de Canoagem tentou cativar os presidentes da Federação de Remo e Triatlo que também estiveram na apresentação do projecto. «As condições ainda não são as melhores, mas já temos a presença de muitas equipas, e temos condições para atletas de topo e boas condições náuticas», apontou Mário Santos, repetindo o convite deixado por todas as entidades presentes na iniciativa.

Escrito por Sofia Piçarra
Fonte e foto: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6353&Itemid=135

Morais Jorge deixa comando ao fim de 26 anos

As comemorações do 78.o aniversário dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho ficaram marcadas pela despedida do comandante Morais Jorge das funções de comandante e a passagem ao quadro de honra da corporação. O pedido está feito, falta apenas o despacho superior, que deverá chegar durante esta semana.Com 28 anos de bombeiro e 26 de comandante, Morais Jorge atingia o limite de idade, apenas em Outubro, mas considerou que o aniversário seria «o momento apropriado» para se despedir, para permitir a renovação do comando, sendo praticamente certo que o seu sucessor deverá sair do actual corpo dos bombeiros de Montemor. O actual segundo comandante Licínio Serrano é uma das mais fortes possibilidades.A Morais Jorge ficam, indissociavelmente, ligadas a construção do quartel-sede e a criação da 4.a secção de Arazede (actualmente 2.a companhia). «É meu dever sublinhar que a qualidade do trabalho desenvolvido se deveu à generosidade, competência, mas, sobretudo, ao espírito de missão da grande equipa constituída por homens e mulheres que serviram sob o meu comando», adiantou, com «honra e orgulho».Com a missão cumprida e «convicto de tudo ter feito, ao longo de 26 anos para ajudar os concidadãos», Morais Jorge garante que não o vão ouvir dizer que se vai embora: «Vou andar por aí», garante, concluindo que podem contar com ele para a formação e operações internas. Na sessão de ontem, o comandante montemorense foi condecorado com a medalha de ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses e a medalha de mérito humanitário da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho.

Fonte: http://wwwbvp.blogspot.com/2010/02/montemor-o-velhomorais-jorge-deixa.html

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Bombeiros fazem greve de 24 horas

Médicos estão, alegadamente, a ser ameaçados com processos disciplinares e processos-crime para não passarem credenciais destinadas ao transporte em ambulância dos bombeiros

Os bombeiros portugueses estão a preparar uma «pseudo-greve» de 24 horas ao transporte de doentes programados, com excepção aos casos de hemodiálise e oncológicos, anunciou ontem Jaime Soares, na cerimónia dos 78 anos dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho. Para 1 de Março, em Alverca, está marcada uma reunião com a Federação Nacional dos Bombeiros, na qual é esperada a participação das várias corporações do país para definir a estratégia da paralisação, que surge na sequência de alegadas pressões de uma unidade local de saúde sobre os médicos que passem credenciais para transportes em ambulância dos bombeiros.
Jaime Soares, sem especificar a origem do caso, garante que há profissionais de saúde a sofrerem ameaças de «processo disciplinar» e até «processo-crime» se encaminharem os doentes para os serviços dos bombeiros.
«É uma postura que altera em tudo o que está contemplado nos acordos entre a Liga e o Ministério da Saúde», criticou, acrescentando que a tutela está agir «por trás da cortina», através das unidades locais de saúde. De acordo com o presidente da Federação Distrital de Coimbra, o que se pretende é que os utentes recorram aos transportes públicos, com ressalva para os casos em que é necessária a maca, perdendo-se o direito ao tratamento «humanizado» dos bombeiros, lamentou, sem esquecer que, em certos pontos do país, nem sempre é fácil aceder ao autocarro ou ao táxi, especialmente durante a noite.
«Deixa-se para os outros o rosbife e para os bombeiros o osso», criticou, não só preocupado com «a qualidade de vida dos cidadãos», mas reconhecendo que, perdendo os transportes, as corporações terão de proceder ao «despedimento de centenas de bombeiros e encostar muitas ambulâncias».
Na opinião de Jaime Soares, a «tendência economicista em relação à saúde» revelada pelo Ministério vai trazer «prejuízos» às populações, que vão pensar que são os bombeiros que lhes estão a criar dificuldades». Por outro lado, quando estiverem perante um pedido de ajuda de um doente, «os bombeiros não vão deixar de fazer o transporte, mas vão começar a acumular prejuízos», lamentou.

Perto de 500 mil euros em quatro anos

No dia em que foi inaugurada a ambulância, que custou à Câmara Municipal de Montemor-o-Velho 24 mil euros e será colocada ao serviço da 2.ª companhia de Arazede, Luís Leal defende que «há coisas que têm de ser mudadas e melhoradas» nos bombeiros, nomeadamente ao nível de transportes, que, na sua opinião, não deveriam ser pagos.
Depois de Armindo Mota, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho, ter recordado que a autarquia doou à corporação, entre 2006 e 2010, 485 mil euros, Luís Leal garantiu ainda que o fardamento dos estagiários ficará ao encargo do município, que aprovou também, recentemente, um subsídio mensal de 4750 euros para despesas correntes em matérias de protecção civil.
Na sessão, o representante da Liga dos Bombeiros adiantou que está programada para amanhã uma reunião com o secretário de Estado da Protecção Civil e a Associação Nacional dos Municípios Portugueses no sentido de se «corrigir» alguns pontos mais polémicos ao nível da legislação.

Morais Jorge deixa comando ao fim de 26 anos

As comemorações do 78.o aniversário dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho ficaram marcadas pela despedida do comandante Morais Jorge das funções de comandante e a passagem ao quadro de honra da corporação. O pedido está feito, falta apenas o despacho superior, que deverá chegar durante esta semana.
Com 28 anos de bombeiro e 26 de comandante, Morais Jorge atingia o limite de idade, apenas em Outubro, mas considerou que o aniversário seria «o momento apropriado» para se despedir, para permitir a renovação do comando, sendo praticamente certo que o seu sucessor deverá sair do actual corpo dos bombeiros de Montemor. O actual segundo comandante Licínio Serrano é uma das mais fortes possibilidades.
A Morais Jorge ficam, indissociavelmente, ligadas a construção do quartel-sede e a criação da 4.a secção de Arazede (actualmente 2.a companhia).
«É meu dever sublinhar que a qualidade do trabalho desenvolvido se deveu à generosidade, competência, mas, sobretudo, ao espírito de missão da grande equipa constituída por homens e mulheres que serviram sob o meu comando», adiantou, com «honra e orgulho».
Com a missão cumprida e «convicto de tudo ter feito, ao longo de 26 anos para ajudar os concidadãos», Morais Jorge garante que não o vão ouvir dizer que se vai embora: «Vou andar por aí», garante, concluindo que podem contar com ele para a formação e operações internas.
Na sessão de ontem, o comandante montemorense foi condecorado com a medalha de ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses e a medalha de mérito humanitário da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho.

Escrito por Patrícia Isabel Silva
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6331&Itemid=135

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Festival do arroz

Chefes famosos vão “reinventar” arroz carolino

De 5 a 14 de Março, Montemor-o-Velho vai viver a oitava edição do Festival do Arroz e da Lampreia.

Engana-se quem pensar que são apenas esses os manjares a constar no menu proposto pelo festival. É que além da lampreia do Mondego e do arroz carolino do Baixo Mondego, o evento contempla ainda a doçaria conventual, com os famosos pastéis de Tentúgal, as queijadas de Pereira, e como não podiam faltar, as pinhas doces de Montemor, entre outros petiscos. Para os menos apreciadores da lampreia há também arroz de cabidela, sarrabulho e arroz de pato. E o festival não se fica por aqui.
Alexandra Ferreira, vereadora da cultura de Montemor-o-Velho, explicou, ontem em conferência de imprensa, que o evento segue «três linhas de força: memória, criatividade e inovação» e que «pretende promover não só a gastronomia, mas também a cultura da região».
Atentando a isso, o programa do festival tem actividades para todos os gostos e “paladares”. Como tal, para quem quer conhecer melhor a região e gastronomia local, o festival integra as visitas turísticas da Rota do Arroz, da Rota Medieval e da Rota da Doçaria Conventual, nos restaurantes e tasquinhas aderentes.
Além disso, a criatividade e inovação estarão sempre presentes, com a participação dos chefes Henrique Sá Pessoa, do restaurante Alma, o argentino Chakall e ainda o chef da selecção nacional de futebol, Luís Lavrador, que vão criar novas tendências gastronómicas tendo como ingredientes base o arroz carolino e a lampreia.
Os mais pequenos não foram esquecidos, e a diversão é garantida também para eles. Seis ateliês dispostos no recinto, vão garantir a ocupação das crianças enquanto os adultos se deliciam com os petiscos.
E porque o festival não aborda só a gastronomia, além da animação permanente no recinto, o programa abrange também o artesanato local, com a exposição de oficinas artesanais.
O Festival do Arroz e da Lampreia é já uma referência na agenda gastronómica nacional e de ano para ano tem atraído cada vez mais visitantes. Na conferência, Pedro Machado, vereador do turismo do município e presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro reforçou a importância que este evento tem no turismo da região, na medida em que «tem todas as condições para trazer mais turistas e para os fidelizar à zona centro».
Só na última edição, os restaurantes e tasquinhas aderentes registaram 21.500 visitantes. É, nas palavras de Alexandra Ferreira, «um dos eventos âncora do concelho».
Nesta edição contam-se 16 restaurantes e 10 tasquinhas aderentes, havendo ainda seis pontos de venda de produtos locais. O evento, organizado pela Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, conta ainda com a participação de 10 instituições locais e quatro oficinas artesanais.
A entrada terá o preço simbólico de 0,50€, a partir dos 14 anos.

Escrito por Susana Ramos
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6270&Itemid=135

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Fernão Mendes Pinto inspira debate

“As Religiões – Fraternidade e conflito” constitui o mote para a segunda conferência integrada no âmbito das comemorações dos 500 anos do nascimento de Fernão Mendes Pinto. “Que o mar fosse tinta e o céu papel” foi a designação atribuída ao ciclo de conferências, que começou no passado dia 14 de Janeiro, numa organização que juntou a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, a Direcção Regional da Cultura do Centro e o Teatrão. O próximo encontro está marcado para a noite de quinta-feira e tem como convidados José Manuel Leite, José Luís Ferreira e João Maria André.
Depois de uma primeira sessão centrada no tema “Literatura, Viagens, Literatura como viagem”, as atenções centram-se agora na temática religiosa, tendo sempre como pano de fundo a leitura de “A Peregrinação”. Quinta-feira, na Biblioteca Municipal de Montemor-o-Velho, a partir das 21h00, “embarca-se” numa viagem rumo à conturbada época em que viveu Fernão Mendes Pinto.
Com efeito, em pleno século XVI viveram-se um conjunto de factos e momentos decisivos, quer na história universal, quer na de Portugal. Se foi o tempo das descobertas, onde os portugueses assumiram um papel preponderante, dando novos mundos ao mundo, também foi o tempo da Reforma e da Contra-reforma, sem esquecer o Concílio de Trento. «As diferentes implicações que estes factos determinaram na vida social da época, mas sobretudo na religião e o papel desempenhado pelos descobrimentos na expansão da fé e do império serão o tema desta sessão», refere a organização. O objectivo é, adianta ainda, que «cada convidado faça a sua abordagem do tema “As religiões – Fraternidade e Conflito”, partindo de perspectivas diferentes, que permitam um “olhar” atento e crítico sobre questões como a reforma protestante do século XVI, os cristãos na Índia, a Inquisição portuguesa, sem esquecer figuras como S. Francisco Xavier ou Inácio de Loyola, o papel da Companhia de Jesus, a carreira da Índia ou a evangelização do Brasil e do Oriente.

Três oradores, três visões

E os oradores convidados prometem, logo à partida, pelo respectivo perfil e formação, uma visão diferente e uma interpretação peculiar destas realidades do tempo de Fernão Mendes Pinto. Com efeito, a organização convidou João Maria André, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é especialista em Filosofia do Renascimento e rege a “cadeira” de Filosofia Moderna, para além de ter vários trabalhos centrados no Renascimento, nas Descobertas e na ciência do século XVI.
José Luís Ferreira é outro dos oradores. Padre católico da Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue, licenciado em Teologia pela Universidade Pontifícia de Salamanca, é pároco em diversas freguesias do concelho de Montemor e director provincial da Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue em Portugal, Espanha e Guiné-Bissau.
José Manuel Leite é o terceiro convidado da noite e também ele um homem da igreja. Pastor da Igreja Evangélica Presbiteriana, tem um longo curriculum, que inclui o facto de ter sido presidente da Câmara da Figueira da Foz, entre 1976 e 1980. Foi o responsável pela organização da I Assembleia Ecuménica Europeia, realizada em 1989, em Basileia; representa o Conselho Mundial de Igrejas na Comissão dos Direitos Humanos da ONU e é actualmente presidente do Sínodo da Igreja Presbiteriana em Portugal, mantendo uma forte relação à Figueira da Foz e Montemor.
O ciclo de conferências “Que o mar fosse tinta e o céu papel” continua depois em Março, desta feita com um debate dedicado ao tema “Mulheres”, com a presença de Margarida Calafate Ribeiro, Ana Paula Laborinho e Fina d ´Armada.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6151&Itemid=135

XXIII Carnaval para a Infância e Juventude - Montemor

Numa organização conjunta da Associação Fernão Mendes Pinto e da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, terá lugar no próximo sábado, dia 13 de Fevereiro, o XXIII Carnaval para a Infância e Juventude (se as condições atmosféricas não o permitirem, este realizar-se-á no fim-de-semana seguinte).
Neste desfile, no qual se invocarão os 500 anos que em 2010 se assinalam sobre o nascimento de Fernão Mendes Pinto, participarão diversas associações concelhias, incluindo as quatro filarmónicas do concelho (todas elas representadas por um pequeno grupo de músicos). O desfile iniciar-se-á próximo do Convento dos Anjos, pelas 15h, sendo aberto pelos músicos que representarão a AFUV.

Pode consultar mais informações sobre esta iniciativa aqui.

Fonte e imagens: http://filarmonicaverride.blogspot.com/2010/02/xxiii-carnaval-para-infancia-e.html

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Festival da Lampreia e do Sável para promover região como destino de Inverno

A Turismo Centro de Portugal e cinco municípios da Região Centro (Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Penacova, Sever do Vouga e Murtosa) realizam, de Fevereiro a Abril, o festival “Lampreia e sável”. Uma forma de promover a gastronomia da região e combater a sazonalidade do turismo. Pedro Machado, presidente da Entidade de Turismo, considera que estes festivais são uma forma de mostrar que no Inverno, “a Região Centro pode também ser uma opção”.
“Queremos projectar, a nível nacional, esta dimensão da excelência da gastronomia, mas queremos também promover os territórios do Centro de Portugal. Queremos criar um cartaz de eventos que ao longo do ano, e neste caso concreto na época baixa em que somos penalizados pela sazonalidade, fazer uma aposta no destino Centro de Portugal como destino de Inverno”, disse o presidente da Turismo Centro de Portugal.
Pedro Machado entende ainda que este Festival da Lampreia e do Sável é uma oportunidade de negócio para a restauração e hotelaria. “Isto é uma cadeia de valores e é preciso ter presente que se envolvem os empresários da restauração, mas também queremos que as pessoas venham e ocupem os nosso hotéis e deixem aqui receitas. É um reflexo muito importante no que toca à sustentabilidade do sector do turismo”, explicou Pedro Machado.
No distrito de Aveiro, Sever do Vouga e Murtosa são os dois municípios que recebem este Festival da Lampreia e do Sável, de 5 a 14 de Março e de 6 de Março a 10 de Abril, respectivamente.

Fonte: http://www.terranova.pt/index.php?idNoticia=2014

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

GNR deteve responsáveis por assaltos em todo o distrito

O Núcleo de Investigação Criminal (NIC) do Destacamento Territorial da GNR de Montemor-o-Velho deteve, sexta-feira, dois indivíduos em flagrante delito, interceptados a conduzir uma viatura ligeira de mercadorias que tinha sido furtada no dia 20 de Janeiro, em S. Martinho do Bispo, Coimbra. Na viatura, os homens, de 38 e 43 anos de idade, levavam vários jerricans com gasóleo que se presume terem sido roubados em máquinas agrícolas nos campos do Mondego, na zona de Tentúgal, local onde, de resto, foram detidos.
Os homens em causa estão referenciados pela prática de vários furtos na região. Serão, segundo fonte do destacamento da GNR de Montemor-o-Velho, os dois elementos em falta da quadrilha de assaltantes identificada há 15 dias. Na altura, dois elementos, um homem e uma mulher, de 48 e 27 anos, foram identificados e constituídos arguidos, na sequência de mandados de busca nos concelhos de Montemor e Cantanhede, tendo então sido identificados os dois indivíduos ontem detidos.
Em causa está, segundo fonte da GNR, um grupo que será responsável por muitos assaltos um pouco por todo o distrito e também no concelho de Anadia. Em especial de combustível em veículos, mas também em residências e estabelecimentos comerciais. A 15 de Janeiro, refira-se, na operação desencadeada pelo NIC da GNR, foi recuperado «mais de uma centena de objectos resultantes de ilícitos criminais», desde telemóveis a computadores, passando por máquinas fotográficas, dispositivos GPS, tabacos, viaturas, uma espingarda pessoal entre muitos outros.
De referir ainda que os homens são suspeitos do atropelamento de um militar do NIC de Montemor-o-Velho, em Novembro de 2009, quando a GNR se encontrava numa operação na zona dos campos do Mondego.
Anteontem, ao final da tarde, os dois elementos «foram interceptados a conduzir uma viatura roubada», informou fonte da GNR, adiantando que os homens levavam na pick-up que conduziam 11 jerricans de gasóleo, a que se juntaram mais oito apreendidos junto a um armazém, nos campos do Mondego, uma zona «apetecível» para o roubo de combustível, uma vez que é ali que se encontram geralmente estacionados muitas máquinas industriais e tractores agrícolas e há grande visibilidade para a fuga. Os homens foram, ainda segundo a GNR, alvo de uma operação de vigilância durante todo o dia de sexta-feira, tendo sido detidos «depois de encetarem fuga apeada para um local ermo».

Casal detido por tráfico de droga
Algumas horas depois, já no dia de ontem, o mesmo NIC da GNR de Montemor-o-Velho procedia à detenção de um homem e uma mulher, de 27 e 26 anos de idade, respectivamente, por suspeita de tráfico de droga. A operação decorreu no seguimento do cumprimento de cinco mandados de busca domiciliária em três domicílios nos concelhos de Coimbra e Cantanhede.
Da operação resultou a apreensão de produto estupefaciente cristalizado, num total de 5,9 gramas de cocaína e 5,4 gramas de heroína, a que correspondem, respectivamente, 28 e 54 doses individuais. Foram ainda apreendidos, segundo a GNR de Montemor, três telemóveis utilizados na actividade criminosa, cerca de 100 euros em dinheiro, uma balança de precisão e material de corte e acondicionamento.
O casal – ela já com antecedentes criminais relacionados com o tráfico de estupefacientes – é suspeito de fazer distribuição directa de cocaína e heroína a vários consumidores de diversos pontos do distrito, com particular incidência na zona de Ribeira de Frades, Coimbra, onde, de resto, culminou a operação que foi desencadeada em meados de Setembro de 2009, relativa ao tráfico de estupefacientes na área do concelho de Montemor.
Fonte do destacamento da GNR destaca o facto de, não sendo grande a quantidade de droga apreendida, ela encontrava-se, contudo, na forma cristalizada, o que significa mais pureza, tornando-se, por isso, mais apetecível. A mesma fonte diz também que em causa estarão indivíduos que distribuíam directamente ao consumidor e, não sendo uma rede altamente organizada, são pessoas que nunca trazem consigo grandes quantidades de produto
estupefaciente, optando por se abastecerem mais do que uma vez por mês.
A operação de ontem foi o culminar de uma investigação desenvolvida pelo NIC de Montemor, ao longo de muitas horas diárias nos últimos meses, tendo contado com a colaboração de militares do posto territorial de Montemor e do Destacamento de Intervenção de Coimbra, incluindo um binómio cinotécnico de detenção de droga.
Os suspeitos encontram-se nas instalações do destacamento da GNR de Montemor até às 9h00 de amanhã, altura em que serão presentes a tribunal para primeiro interrogatório judicial, no Tribunal de Montemor.

Escrito por Margarida Alvarinhas
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6038&Itemid=135

Detectado peditório falso em nome da pequena Sofia

Diz quem o viu que, por fora, tem bom aspecto, fala bem, anda pela casa dos trinta e poucos, quarenta. O carácter é que parece ser “negro”: usando um flyer com a imagem da Sofia Fonseca, a bebé que sofre de leucemia, andou, pelo menos, por Montemor-o-Velho a pedir donativos em dinheiro em nome da família da menina.
O apelo ao coração das pessoas, levadas também por saberem que o caso, divulgado pela imprensa, é verdadeiro, facilitou a fraude, embora sejam desconhecidas as verbas que conseguiu até ter despertado a desconfiança de uma das pessoas que abordou.
A desfaçatez de utilizar o mesmo flyer usado por amigos e familiares da bebé no pedido de auxílio, provavelmente para dar credibilidade ao peditório, acabaria por o trair. Nele constava um contacto de telemóvel utilizado por uma das pessoas abordadas para confirmar a história do peditório, ficando a saber que a família não quer dinheiro mas sim a solidariedade de todos os que puderem ser dadores de medula óssea, na esperança de encontrar uma compatibilidade que salve a Sofia da leucemia mieloide crónica.
Com a situação esclarecida, foi alertada a GNR que, tudo indica, terá identificado o burlão, na quarta-feira, embora ontem não tenha sido possível confirmar se houve, ou não, detenção.
Este não é o primeiro caso de fraude em situações semelhantes. Com o Fábio, jovem de Vila Nova de Anços que esta semana ficou a saber que há um dador compatível, sucedeu o mesmo, havendo quem andasse a pedir dinheiro solidário. Noutro âmbito, também o Diário de Coimbra e a Associação Acreditar (de pais e amigos de crianças com cancro) foram recentemente usados de forma fraudulenta, com peditórios falsos em seu nome.
Há, ainda, quem se escude nas novas tecnologias e coloque a circular emails a pedir dinheiro, como também já está a suceder no caso da pequena Sofia. Enfim, «é a sociedade que temos», desabafava ontem uma amiga da família da bebé, autora do apelo.
À falta de escrúpulos de uns, responde a maioria com solidariedade e os apelos têm resultado. Um dos mais comoventes surgiu da mãe do Fábio, como ontem publicámos: «ajudem essa menina como ajudaram o meu filho». A verdade é que em três dias, após o alerta, o Centro de Histocompatibilidade do Centro (CHC), instalado no Edifício S. Jerónimo, dentro do perímetro dos HUC, já recebera perto de 200 inscrições para dadores de medula. Tal como tem feito noutras situações, o CHC irá abrir portas extraordinariamente para aumentar a possibilidade de salvar a Sofia ou uma outra qualquer pessoa no mundo. Será num sábado, a 13 de Fevereiro.

Escrito por António Manuel Rodrigues
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6013&Itemid=135

Fábrica de resinas ameaça poluir viveiros de peixes - JN

Fábrica de resinas ameaça poluir viveiros de peixes - JN

Os piscicultores e moradores da Figueira da Foz denunciaram à Quercus e ao Governo a existência de uma fábrica de resinas que se prepara para laborar, no Parque Industrial de Lavos, sem Avaliação de Impacto Ambiental. "Uma ameaça para a saúde pública", acusam.
"Nós não somos contra a criação de empresas e empregos, antes pelo contrário. Mas suspeitamos quando muito estranhamente tentam fugir, como é o caso, a uma AIA ou a qualquer outra forma de controlo por entidades que garantam que a saúde das populações não será posta em causa. Quem não deve, não teme! E quando alguém, ainda antes de começar a produzir resinas, já demonstra medo, como é que acham que nos devemos sentir?", questiona o presidente da Associação Aqua Mondego, que congrega os piscicultores da Figueira da Foz.
José Carvalho lembra que os peixes dos viveiros locais "são dos melhores da Europa". "Não podemos estragar a qualidade do peixe aqui produzido só por causa de criar 50 empregos, pondo em risco muitos mais já existentes e toda a economia que vive dos viveiros", adverte o dirigente associativo, preocupado com os produtos tóxicos (Nytex), corrosivos (hidróxido de lítio) e irritantes (colofónia e hidróxido de cálcio) que alegadamente serão manuseados na fábrica de resinas.
O investimento de cerca de seis milhões de euros que está a ser feito em Lavos é liderado por um engenheiro químico que foi co-responsável por uma fábrica similar em Santo Varão, Montemor-o-Velho, conforme explicou, ao JN, o líder dos piscicultores. José Carvalho lembra os problemas ambientais que essa fábrica criou: "Os bombeiros tinham de andar sempre a correr para lá. Nem uma Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) que fizeram, no valor de dois milhões de euros, resolveu os problemas. Ora, aqui nesta fábrica de Lavos, a ETAR custou perto de 400 mil euros. Alguém acredita que o que dali vai ser despejado na ETAR urbana de S. Pedro não é água poluída? É óbvio que será. E depois, com a Ilha da Morraceira e o estuário do Mondego poluídos e peixes mortos, vivemos de quê?", questiona.
Ao JN, fonte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), que isentou a fábrica de resinas de AIA, prometeu um comentário, mas não cumpriu. O vereador do Ambiente da Câmara da Figueira da Foz também se mostrou indisponível para falar sobre o assunto. O investidor, contactado telefonicamente, não respondeu ao nosso pedido de comentário.
Rui Berkemeier, da Quercus, classifica de "no mínimo estranho" o procedimento admnistrativo por parte da CCDRC.
Miguel Nuno Santos, morador que fez uma exposição ao secretário de Estado do Ambiente, à CCDRC e à Quercus, promete ir até às últimas instâncias para evitar a abertura da fábrica sem as licenças obrigatórias, que "neste momento não existem", e sem "garantias de que os moradores não vão ser vítimas de poluição".

Góis despede-se de José Girão Vitorino

Antigo autarca de Góis morreu ontem ao princípio da manhã, no Instituto de Oncologia, em Coimbra. Corpo está em câmara ardente no Quartel dos Bombeiros

Góis perdeu um homem bom. José Girão Vitorino, ex-presidente da Câmara Municipal, sucumbiu ontem, depois de uma longa e sofredora luta contra a doença. Pouco passava das 6h00 da manhã quando o antigo autarca se despediu da vida. O corpo vai ser velado no quartel dos Bombeiros Voluntários e o funeral realiza-se hoje, às 15h00, com missa de corpo presente na igreja matriz de Góis, seguindo para o cemitério local. A Câmara da qual foi presidente durante nove anos e vereador desde 1977, decretou dois dias de luto. Hoje os serviços camarários estão encerrados a partir das 12h00. Góis despede-se, entre lágrimas e muita emoção, de um homem que, não sendo natural do concelho, cedo se apaixonou por Góis e se dedicou de alma e coração àquela terra e às suas gentes.
Há dois anos o antigo funcionário da EDP, empresa ao serviço da qual se radicou em Góis, começou a ter problemas de saúde e foi-lhe detectado um carcinoma pulmonar. Uma intervenção cirúrgica debelou parte da doença, mas, no último ano os problemas centraram-se na coluna, com a doença a ganhar terreno face à ânsia de viver de José Girão Vitorino. Foi essa mesma doença que o levou a não se recandidatar à Câmara de Góis e que lhe exigiu um esforço sobre-humano para terminar o mandado. Diz quem o acompanhou de perto que a violência das dores tornou assaz dolorosa a vida do antigo autarca, que se submeteu a tratamentos de radioterapia e quimioterapia e nos últimos meses se viu obrigado a andar de cadeira de rodas. Nas últimas três semanas o seu estado de saúde agravou-se substancialmente, tendo sido internado no Instituto Português de Oncologia, em Coimbra, onde morreu, ontem ao princípio da manha.
Apesar de a sua morte ser previsível, a notícia não aliviou o choque. Lurdes Castanheira, presidente da Câmara de Góis fala com emoção do amigo e do autarca, considerando que a morte de Girão Vitorino constitui «uma perda muito grande para o concelho de Góis e para o Partido Socialista». A presidente da autarquia recorda a amizade e companheirismo que a ligava ao antigo presidente da autarquia, a quem sucedeu, recordando que «fiz equipa com ele em momentos particularmente difíceis na vida de Góis» e lembra o início do seu trabalho profissional, na Câmara, em 1989. «Acolheu-me muito bem como funcionária», diz. Mais tarde, Lurdes Castanheira integrou o executivo municipal e, quer em termos pessoais, quer profissionais, quer políticos, considera Girão Vitorino «uma referência incondicional». «Aprendi muito com ele em termos de solidariedade e de fazer bem aos outros. Era uma pessoa de uma sensibilidade imensa e de uma grandeza a toda a prova. Deixa uma marca profunda no concelho de Góis», diz ainda, emocionada, a presidente da autarquia, sublinhando «o empenho, a dedicação e o trabalho» que Girão Vitorino sempre colocou «na luta pela defesa dos interesses da causa pública, de Góis e dos goienses». Por isso, pelos muitos anos que o antigo autarca dedicou ao concelho, Lurdes Castanheira considera que «este é um momento difícil para a família, mas também para Góis. Certamente parte com o sentimento de missão cumprida, porque fez muito pelo concelho», sublinha a presidente da autarquia, que decretou dois dias de luto.

Um homem com H

«Era um homem com H grande», afirma José Cabeças, presidente da direcção da ADIBER, antigo presidente da autarquia de Góis, a quem Girão Vitorino sucedeu. «Ajudou muito a nossa vila, apesar de não ser de cá», diz Humberto Matos, antigo vereador da autarquia, que o define como «uma pessoa boa, muito bem formada e um grande amigo». «Não sendo goiense, fez muito por Góis e vai fazer muita falta», refere Fernando Ribeiro, um amigo de longa data.
«Era um grande amigo, um autarca com mais de 30 anos de experiência », afirma, com emoção José Carvalho, presidente da Assembleia Municipal de Góis. Foi na pensão do sogro de José Carvalho que Girão Vitorino ficou alojado quando, ao serviço da EDP foi trabalhar para Góis. E ali nasceu uma amizade longa e duradoura. Ontem, a caminho do velório, José Carvalho temia pela sua própria reacção. «Não era preciso sofrer tanto para ter este triste fim», desabafa, perante a perda de «um amigo de referência».
José Serra, vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Góis, colega de Girão Vitorino na EDP, recorda o trabalho que, juntos, fizeram, em prol da electrificação da região, bem como, anos mais tarde, no executivo camarário. Uma amizade e uma relação que começou há 33 anos e que se manteve «leal e sincera» até ao último dia.

Perfil

José Girão Vitorino fez 62 anos no dia 1 de Novembro do ano passado. Natural de Santo Varão, concelho de Montemor-o-Velho, começou a trabalhar na EDP em Fevereiro de 1966 e foi ao serviço deste empresa que se radicou em Góis. Iniciou a sua carreira como autarca em 1977, como vereador da Câmara de Góis. Em 1983 assumiu funções em regime de permanência, tendo a seu cargo o pelouro das Obras e Urbanização e a vice-presidência da autarquia. Em Março de 2000 substituiu José Cabeças (nomeado para a presidência da ARSC) na presidência da autarquia de Góis. Venceu as suas primeiras eleições autárquicas, como cabeça-de-lista, em 2001 e em 2005 foi reeleito presidente da Câmara de Góis, sempre sob a bandeira do PS. A doença impediu-se de se candidatar nas últimas autárquicas de Outubro.
Casado com Maria Elisa Guerra Santos e pai de dois filhos, Renato e Bruno Vitorino, José Girão Vitorino esteve vincadamente ligado à vida associativa do concelho que adoptou como sua terra de eleição. Entre outros cargos, foi presidente da direcção da Casa do Povo, integrou a direcção da Associação Educativa e Recreativa de Góis, foi vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia e presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários.

Escrito por Manuela Ventura
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6004&Itemid=135
Foto: http://cultura.portaldomovimento.com/images/731.jpg

Baixo Mondego: Autarcas querem beneficiação do ramal Figueira-Pampilhosa

Garantir o investimento necessário para a modernização do ramal ferroviário Figueira da Foz-Pampilhosa, com a utilização para circulação de mercadorias, é o objectivo da Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (CIM-BM), segundo foi decidido na reunião de hoje (dia 28) do Conselho Executivo.
De acordo com um comunicado divulgado, o presidente da CIM-BM, Jorge Bento, acompanhado dos autarcas das câmaras da Figueira da Foz, João Ataíde, e de Cantanhede, João Moura, comprometeram-se, em reunião realizada com o secretário de Estado dos Transportes, a entregar um estudo económico que sustente a racionalidade do investimento pretendido.
“Esta linha ferroviária surge como determinante na optimização das áreas empresariais do Baixo Mondego e, em particular, dos concelhos de Montemor-o-Velho, Cantanhede e Mealhada, bem como da modernização do porto da Figueira da Foz e da Plataforma Logística que lhe está associada e que beneficia e serve todos os concelhos do Baixo Mondego”, defendem os autarcas.
Os 10 municípios que integram a CIM-BM decidiram, também, elaborar uma posição conjunta de descontentamento em relação ao Plano Regional de Ordenamento do Território do Litoral Centro (PROT-C), pela “não receptividade às propostas das câmaras”.
Recorde-se que a CIM-BM é constituída pelos municípios de Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Mortágua, Penacova e Soure.

Fonte: http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=7515:baixo-mondego-autarcas-querem-beneficiacao-do-ramal-figueira-pampilhosa&catid=14:actualidade&Itemid=130