O barítono: Adeus Farmácia
"A farmácia foi-se embora para nunca mais voltar."
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Apanhado a furtar pregos da linha do comboio em Arazede
Um homem de 38 anos foi detido, em flagrante delito, a furtar pregos da linha do comboio, em Azarede. No momento da detenção tinha na sua posse um total de 775 pregos, assim como material para realizar o furto, nomeadamente serra manual de corte de madeira, um machado, um alicate e um par de luvas.De acordo com informação do comando de Coimbra da GNR ao DIÁRIO AS BEIRAS, o homem foi detido ao final da noite de sexta-feira, cerca das 23H40, em Vila Franca, Azarede, no âmbito de uma operação conjunta dos Núcleos de Investigação Criminal das GNR de Montemor-o-Velho e Cantanhede. O furto ocorreu na linha da Beira Alta – Figueira da Foz – Pampilhosa, que se encontra desativada para obras.
O indivíduo, “com cadastro” tinha ainda na sua posse um automóvel que também foi apreendido. Para além do crime do furto, o homem cometeu ainda o de condução sem habilitação legal, isto porque, segundo a mesma fonte “tinha a carta de condução apreendida”.
O detido, que reside em Arazede, foi presente ao juiz no Tribunal de Montemor-o-Velho, que decretou como medida de coação apresentações diárias no posto de Cantanhede da GNR.
Outras queixas
Para além deste furto, outros já tinham sido participados às autoridades. Um deles ocorreu na madrugada da última sexta-feira e outro tinha acontecido poucos dias antes.
Apesar de não ser tão valioso, o ferro (material dos parafusos) é facilmente comercializável. Os parafusos que foram apreendidos nesta operação deveriam corresponder a cerca de 200 quilogramas de ferro. Nesta operação estiveram envolvidos sete agentes dos NIC estando ainda a decorrer o inquérito.
Operação no fim-de-semana
No âmbito de uma operação que foi desenvolvida durante o fim-de-semana – em toda a área do Comando Territorial de Coimbra da GNR – e que visou a prevenção da criminalidade, posse ilegal de armas, fiscalização de trânsito, entre outros, foram fiscalizados 181 condutores. Destes três foram detidos por condução sob efeito do álcool e apresentavam taxas de 1,28, 1,95 e 2,18 g/l. Houve ainda 34 autuações – 26 ao código da estrada e oito por legislação regulamentar, sendo que destas duas foram muito graves, oito graves e 24 leves.
Publicado por Rute Melo
Idoso da Carapinheira encontrado morto em casa pela filha
Sábado, 12 de fevereiro. 13H00. Carapinheira. Teodemiro Ferro, 71 anos, foi tomar chá ao Café Arco Íris, como costumava fazer todos os dias. “Ultimamente, só tomava chá. Estava bem disposto, como sempre, mas andava adoentado, queixava-se dos intestinos e do estômago”, conta a proprietária, Helena Ferrão. Domingo, 13. Um amigo dele desloca-se àquela localidade para indagar sobre o seu paradeiro, a pedido de uma filha do septuagenário, que mora em Lisboa.“A filha pediu-me para ir lá ver se o encontrava porque o pai não lhe atendia o telemóvel. Bati em todas as portas, levantei as persianas, mas ninguém respondeu. Telefonei-lhe para o telemóvel e não o ouvi tocar. Liguei à filha e disse-lhe que devia ter saído de casa”, conta o amigo de Teodemiro Ferro, que pediu anonimato. Durante o fim de semana, o telefone móvel continuava a tocar mas ninguém atendia. Manhã de terça-feira, 15. Uma outra filha do idoso, residente em Ançã, vai a casa do pai e encontra-o sem vida, em casa, situada na rua da Igreja.
Estava prostrado no chão da oficina de bricolage, onde o antigo fiscal de eletericidade da CP passava parte do seu tempo. O corpo foi para autópsia, no Gabinete Médico-Legal da Figueira da Foz, presumindo-se que tenha tido morte súbita e natural. “Andava magro por causa da dieta a que estava sujeito. Era uma pessoa muito divertida, comunicativa, sociável e tinha um espírito jovem. Trazia-me quase sempre três ou quatro peças de fruta, do seu quintal”, conta ainda Helena Ferrão.
Teodemiro Ferro enviuvara há mais de 20 anos e desde então vivia com a mãe, que falecera há quatro anos. Aposentado há vários anos, era natural e residente de Carapinheira, Montemor-o-Velho. Cuidava do quintal e entretinha-se com a bricolage, contam os vizinhos. As filhas visitavam-no regularmente, afiança Helena Ferrão. O mesmo amigo que fora saber dele no passado domingo recorda-o ainda como antigo remador da equipa dos Ferroviários de Portugal, quando trabalhava na Figueira da Foz.
Publicado por Jot.Alves
http://www.asbeiras.pt/2011/02/idoso-da-carapinheira-encontrado-morto-em-casa-pela-filha/
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Água mais cara em Montemor-o-Velho no segundo semestre
A partir do segundo semestre deste ano, os montemorenses vão pagar mais pela água que consomem e desperdiçam. O novo tarifário foi aprovado ontem (14), na reunião da câmara, com os votos a favor da maioria PSD/CDS e com a abstenção do PS. Luís Leal, presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, ressalvou que a medida vai ao encontro das diretivas da entidade reguladora, que pretende fazer convergir os custos do sistema com as receitas. A sustentabilidade do sistema será alcançada em 2013.O autarca destacou ainda a criação de tarifários sociais destinados a famílias carenciadas e numerosas e às instituições de solidariedade social. Por outro lado, quando respondia à oposição, apontou que o aumento do preço da água em alguns concelhos vizinhos é superior a 60 por cento, comparativamente com o novo tarifário de Montemor.
Luís Leal prometeu rever a deliberação seis meses depois da sua aplicação, admitindo proceder a correções. Não obstante, advertiu, as medidas tomadas no âmbito do atual regulamento serão revogadas quando os documentos relativos ao novo tarifário forem publicados no Diário da República. Os efeitos práticos da revogação vão atingir os cerca de 15 por cento de munícipes isentos do pagamento de água.
Ao ritmo do tango
O líder da oposição destacou que os consumidores domésticos participam mais rapidamente para a convergência do que os não domésticos. Emílio Torrão revelou ainda que, ao contrário daquilo que o partido já defendeu, é contra a adesão de Montemor ao sistema intermunicipal Águas do Mondego. “O PS tem jeito para dançar o tango…”, criticou Luís Leal, acrescentando que “se calhar há soluções muito melhores” do que aquela estrutura.
Os consumos dos quatro escalões aprovados – atualmente vigoram sete – têm efeitos cumulativos. Foram também aprovados os regulamentos do abastecimento de água (com a abstenção do PS), saneamento e águas residuais e resíduos sólidos urbanos. Os tarifários serão votados numa das próximas reuniões de câmara.
Publicado por Jot.Alves
http://www.asbeiras.pt/2011/02/agua-mais-cara-em-montemor-o-velho-no-segundo-semestre/
A Câmara Municipal de Montemor-o-Velho aprovou ontem, com a abstenção do Partido Socialista, os tarifários da água para 2011, alterando, no que concerne ao abastecimento doméstico, o número de escalões, de sete para quatro, adoptado um sistema diferenciado e progressivo, que se pode repercutir em poupanças para alguns consumidores.Os aumentos são reais e vão aparecer nas caixas do correio a partir de Julho, depois de terem sido cumpridos todos os trâmites políticos e administrativos. Ainda assim, a filosofia é de tentar dar mais justiça à aplicação dos tarifários.Mais do que a redução do número de escalões, uma medida que advém da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), a verdadeira novidade vem do facto que, a partir de agora, por muito que seja o consumo, este é pago a valores diferentes, consoante o escalão.Em termos concretos, basta explicar que passa a haver apenas quatro escalões: de 0 a 5 metros cúbicos (m3), 6 a 15 m3, 16-25 m3 e mais de 25 m3.Por exemplo, que consumir mais de 25 metros cúbicos, paga os primeiros cinco pelo valor estabelecido para o primeiro escalão, os seguintes 10 pelo segundo escalão, e assim sucessivamente.Até agora, quem ultrapassasse determinado escalão, pagaria todo os metros cúbicos pelo valor estabelecido para esse patamar de consumo, algo que o executivo considera ser menos igualitário em termos de tratamento e menos justo para com os munícipes do que o sistema agora adoptado.Os valores ontem aprovados são de 0,29 cêntimos para o primeiro escalão (0-5 m3), 0,50 para o segundo (6-15 m3), 0,80 para o terceiro (16-25 m3) e de 1,30 para os consumos a partir dos 25 metros cúbicos mensais.Os consumidores dos sectores do comércio e indústria pagarão um a taxa única de 1,10 euros por metro cúbico. Se a lógica matemática diz que os mais gastadores serão os que, potencialmente, poderão poupar mais, o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho lembra que cerca de 19% dos consumidores vão estar isentos, pelas suas condições socioeconómicas.A afirmação parte do facto de os tarifários ontem aprovados preverem a existência de uma Taxa Social de 0,27 cêntimos por metro, mais baixa que a mínima, e de uma Taxa para Famílias Numerosas de 0,29 cêntimos. Os novos tarifários fazem parte de um plano de três anos cujo objectivo é alcançar a sustentabilidade do sistema em 2013, prevendo-se aumentos de cinco por cento em 2012 e de oito por cento no ano seguinte.
PS muda sentido de voto
Os vereadores do Partido Socialista abstiveram-se na votação do tarifário da água, frisando Emílio Torrão que «a posição natural seria votar contra, mas vamos alterar a posição, pelas explicações dadas».Apesar desta mudança de opinião, os socialistas, pela voz do líder da bancada, mostraram-se contra a existência de um escalão único para o comércio e indústria, defendendo que a amortização das infra-estruturas não deverá caber na totalidade aos consumidores. Emílio Torrão fez notar ainda que, com os tarifários aprovados e os aumentos previstos «são os consumidores domésticos a pagar mais cedo a sustentabilidade do sistema», defendendo que, caso a sustentabilidade só seja alcançada em 2014, deve ser o executivo saído das eleições de 2013 a tomar essas decisões.A intervenção teve resposta do presidente da câmara, que lembrou só estarem a ser aprovadas tarifas para 2011, frisando ainda que os novos escalões «vêm da ERSAR».Luís Leal propôs imediatamente que fosse votado um compromisso de rever as decisões tomadas ao fim de seis meses, cumprir os escalões da ERSAR e revogar, desde já, todas as excepções tarifárias pontuais aprovadas anteriormente.«Essas excepções estão agora clarificadas e cabe o cidadão vir cá fazer o requerimento», sublinhou.
Adesão a sistemas multimuniciais fora de questão
Maioria e PS mostram-se também ontem contra a adesão a sistemas municipais de abastecimento de água e tratamento de águas residuais.Primeiro foi Emílio Torrão a referir que «o PS não defende hoje, a qualquer custo, a adesão a um sistema multimunicipal, em que os munícipes tenham de pagar custos insuportáveis».Luís Leal respondeu, recordando que há anos que recusa a adesão à Águas do Mondego, referindo mesmo que, «nos dias que correm, há modelos melhores que a integração nesse sistema».
Escrito por José Carlos Salgueiro
Classificação do Património. Publicação de Novas Portarias

COMUNICADOS10 Fevereiro 2011
Classificação do Património. Publicação de Novas Portarias
Foram publicados no Diário da República os seguintes diplomas de classificação de bens imóveis e de fixação de zonas especiais de protecção (ZEP), a saber:
Portaria n.º 338/2011, DR, 2.ª Série, n.º 27, de 8 de Fevereiro, que classificou como monumento de interesse público (MIP) os seguintes bens, e fixou as respectivas zonas especiais de protecção (ZEP):
b) O Convento de Almiara, também designado por Mosteiro de Verride, sito na Quinta de Almiara, freguesia de Verride, concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
Classificação do Património. Publicação de Novas Portarias
Foram publicados no Diário da República os seguintes diplomas de classificação de bens imóveis e de fixação de zonas especiais de protecção (ZEP), a saber:
Portaria n.º 338/2011, DR, 2.ª Série, n.º 27, de 8 de Fevereiro, que classificou como monumento de interesse público (MIP) os seguintes bens, e fixou as respectivas zonas especiais de protecção (ZEP):
b) O Convento de Almiara, também designado por Mosteiro de Verride, sito na Quinta de Almiara, freguesia de Verride, concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
(...)
Fonte: http://www.igespar.pt/pt/news/6/1925/
Fonte: http://www.igespar.pt/pt/news/6/1925/
Acusados de sequestro optam pelo silêncio em tribunal
À terceira tentativa, o Tribunal de Montemor começou a julgar um caso de sequestro ocorrido em Julho de 2009. Ainda assim, uma arguida foi declarada contumaz
Três dos quatro arguidos acusados de terem sequestrado e espancado uma jovem, no primeiro dia de Julho de 2009, remeteram-se ontem ao silêncio na primeira audiência do julgamento, no Tribunal Montemor-o-Velho, que tinha sido adiado por duas vezes pela ausência de uma das arguidas.
Ontem, o colectivo, após terem sido goradas as tentativas de notificar a mulher de 22 anos, inclusivamente através de editais, considerou-a contumaz, razão pela qual não poderá obter ou renovar os documentos de identificação mais comuns, como Bilhete de Identidade, Carta de Condução, Cartão de Contribuinte e de utente do Serviço Nacional de Saúde ou todo o tipo de certidões e registos.
O tribunal decidiu também pela separação do processo, «para não prejudicar o julgamento dos arguidos presentes», tendo sido dado início à identificação, leitura da acusação e depoimento dos três acusados, um homem, que completará 28 anos no próximo mês, e duas mulheres, mãe e filha, de 46 e 20 anos, respectivamente.
Os três usaram do direito de não prestar declarações, tendo ficado marcada a audição das primeiras testemunhas para os primeiros dias do mês de Março.
O Tribunal decidiu também a alteração da medida de coacção do homem, até agora em prisão preventiva, tendo decretado que este, quando houver condições técnicas, passará a ficar confinado à sua habitação, controlado por uma pulseira electrónica, medida já aplicada às duas mulheres.
O juiz presidente explicou que, por uma questão de justiça e igualdade de tratamento, assim deveria ser, considerando suficiente para a decisão o relatório dos serviços da Reinserção Social.
Por outro lado, o magistrado defendeu também que não existe perigo de perturbação do processo ou continuação da actividade criminal, «apenas restando o perigo de fuga de qualquer um deles».
Perante a cara de contentamento do arguido, não deixou de avisar que, «se quiser fugir, volta para a prisão», explicando ainda que a alteração não será imediata, por questões técnicas que têm a ver com a instalação do equipamento necessário.
Crime com origem em triângulo amoroso
O caso, segundo a acusação, teve origem num triângulo amoroso em que entrava uma das arguidas do processo e a vítima. A primeira viveria maritalmente com um homem, que iniciou uma relação paralela com a segunda.
Ao saber do caso amoroso, ter-se-ão sucedido ameaças, que motivaram a fuga da amante, primeiro para Coimbra e mais tarde para Espanha, em Maio de 2009. No final do mesmo ano, depois de ter sido informada de que não corria perigo, regressou a Coimbra, onde acabaria por ser alvo de uma cilada.
O Ministério Público acusa os quatro arguidos de terem atraído a vítima para um encontro, junto ao Largo da Portagem, a 1 de Julho de 2009, onde seria sequestrada e transportada num automóvel em direcção à Figueira da Foz. A viagem terá sido interrompida no alto de Quinhendros - supostamente por falta de combustível – local onde a mulher foi violentamente espancada, com um pau e um taco de basebol, tendo-lhe sido também cortado o cabelo.
Terá sido obrigada a ficar nua, altura em que uma última pancada na face com o taco a deixou inconsciente. Não se sabe como os arguidos deixaram o local mas, a mulher, quando acordou terá sido socorrida por um automobilista que ali passava.
A descrição dos ferimentos revelam que foi brutalmente espancada, mas a vítima não tem comparecido em tribunal e estará no estrangeiro, o que, aliado ao silêncio dos arguidos, poderá ter influência na realização da prova.
A próxima sessão terá lugar na segunda semana de Março, com a audição das testemunhas.
Escrito por José Carlos Salgueiro
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=11294&Itemid=135
Três dos quatro arguidos acusados de terem sequestrado e espancado uma jovem, no primeiro dia de Julho de 2009, remeteram-se ontem ao silêncio na primeira audiência do julgamento, no Tribunal Montemor-o-Velho, que tinha sido adiado por duas vezes pela ausência de uma das arguidas.
Ontem, o colectivo, após terem sido goradas as tentativas de notificar a mulher de 22 anos, inclusivamente através de editais, considerou-a contumaz, razão pela qual não poderá obter ou renovar os documentos de identificação mais comuns, como Bilhete de Identidade, Carta de Condução, Cartão de Contribuinte e de utente do Serviço Nacional de Saúde ou todo o tipo de certidões e registos.
O tribunal decidiu também pela separação do processo, «para não prejudicar o julgamento dos arguidos presentes», tendo sido dado início à identificação, leitura da acusação e depoimento dos três acusados, um homem, que completará 28 anos no próximo mês, e duas mulheres, mãe e filha, de 46 e 20 anos, respectivamente.
Os três usaram do direito de não prestar declarações, tendo ficado marcada a audição das primeiras testemunhas para os primeiros dias do mês de Março.
O Tribunal decidiu também a alteração da medida de coacção do homem, até agora em prisão preventiva, tendo decretado que este, quando houver condições técnicas, passará a ficar confinado à sua habitação, controlado por uma pulseira electrónica, medida já aplicada às duas mulheres.
O juiz presidente explicou que, por uma questão de justiça e igualdade de tratamento, assim deveria ser, considerando suficiente para a decisão o relatório dos serviços da Reinserção Social.
Por outro lado, o magistrado defendeu também que não existe perigo de perturbação do processo ou continuação da actividade criminal, «apenas restando o perigo de fuga de qualquer um deles».
Perante a cara de contentamento do arguido, não deixou de avisar que, «se quiser fugir, volta para a prisão», explicando ainda que a alteração não será imediata, por questões técnicas que têm a ver com a instalação do equipamento necessário.
Crime com origem em triângulo amoroso
O caso, segundo a acusação, teve origem num triângulo amoroso em que entrava uma das arguidas do processo e a vítima. A primeira viveria maritalmente com um homem, que iniciou uma relação paralela com a segunda.
Ao saber do caso amoroso, ter-se-ão sucedido ameaças, que motivaram a fuga da amante, primeiro para Coimbra e mais tarde para Espanha, em Maio de 2009. No final do mesmo ano, depois de ter sido informada de que não corria perigo, regressou a Coimbra, onde acabaria por ser alvo de uma cilada.
O Ministério Público acusa os quatro arguidos de terem atraído a vítima para um encontro, junto ao Largo da Portagem, a 1 de Julho de 2009, onde seria sequestrada e transportada num automóvel em direcção à Figueira da Foz. A viagem terá sido interrompida no alto de Quinhendros - supostamente por falta de combustível – local onde a mulher foi violentamente espancada, com um pau e um taco de basebol, tendo-lhe sido também cortado o cabelo.
Terá sido obrigada a ficar nua, altura em que uma última pancada na face com o taco a deixou inconsciente. Não se sabe como os arguidos deixaram o local mas, a mulher, quando acordou terá sido socorrida por um automobilista que ali passava.
A descrição dos ferimentos revelam que foi brutalmente espancada, mas a vítima não tem comparecido em tribunal e estará no estrangeiro, o que, aliado ao silêncio dos arguidos, poderá ter influência na realização da prova.
A próxima sessão terá lugar na segunda semana de Março, com a audição das testemunhas.
Escrito por José Carlos Salgueiro
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=11294&Itemid=135
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Filarmónica de Arazede lança terceiro álbum
“AMA a música…Hoje e Sempre” é o nome do terceiro trabalho discográfico da banda filarmónica da Academia Musical Arazedense (AMA). O disco, só com temas inéditos, foi ontem (6) apresentado na coletividade de Arazede, Montemor-o-Velho, e já está à venda. Custa 10 euros.O álbum conta com um tema original de Angelino Ferrão, um compositor da terra que esteve 73 anos ao serviço da banda, e ainda com a participação especial da fadista Cátia Montemor. Foi gravado em novembro, custeado pela academia e patrocinado por empresas e entidades montemorenses.
A AMA tem agora três trabalhos editados, dois deles no espaço de apenas dois anos – o último trabalho foi lançado em 2010. “Acho que este último disco é uma das melhores obras discográficas a nível de bandas filarmónicas que vai entrar no mercado”, disse ao DIÁRIO AS BEIRAS José Abrunheiro, presidente da AMA.
A banda filarmónica é composta por 65 elementos. A maioria dos músicos são jovens, entre os 8 e os 35 anos. Para além destes, mais 45 aprendizes frequentam a escola de música daquela coletividade. E, em breve, todos poderão vir a envergar um novo fardamento, uma vez que o atual tem já mais de 20 anos.
Fonte: http://www.asbeiras.pt/2011/02/filarmonica-de-arazede-lanca-terceiro-album/
Procissão em Moinho da Mata
A comunidade do Moinho da Mata, Montemor-o-Velho, esteve em festa e celebrou a devoção à sua padroeira, Nossa Senhora da Paz. A Procissão foi o ponto alto.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/outros/correio-do-leitor/procissao-em-moinho-da-mata052606897
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/outros/correio-do-leitor/procissao-em-moinho-da-mata052606897
Caracóis iluminam Tentúgal
Em Tentúgal (Montemor-o-Velho) cumpriu-se a tradição: cascas de caracóis iluminadas com azeite na festa de Nossa Senhora das Candeias.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/outros/correio-do-leitor/caracois-iluminam-tentugal
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/outros/correio-do-leitor/caracois-iluminam-tentugal
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Motards assaltam loja de ferragens
Perto de duas dezenas de funcionários de uma loja de ferragens e materiais de construção, na Abrunheira, foram surpreendidos, ao final da tarde do dia 26, por dois homens armados que se faziam transportar numa moto e que assaltaram a superfície comercial.
Com o capacete enfiado para não serem reconhecidos e de revólver e pistola em punho os assaltantes encaminharam a maioria dos funcionários para o armazém das traseiras enquanto roubavam zarpando de seguida. Ao todo arrecadaram 3300 euros, sendo que parte deste montante era de um dos empregados. A Polícia Judiciária está a investigar o caso.
Fonte: http://www.jornalocorreio.com/modules.php?op=modload&name=PagEd&file=index&topic_id=2&page_id=5076
Com o capacete enfiado para não serem reconhecidos e de revólver e pistola em punho os assaltantes encaminharam a maioria dos funcionários para o armazém das traseiras enquanto roubavam zarpando de seguida. Ao todo arrecadaram 3300 euros, sendo que parte deste montante era de um dos empregados. A Polícia Judiciária está a investigar o caso.
Fonte: http://www.jornalocorreio.com/modules.php?op=modload&name=PagEd&file=index&topic_id=2&page_id=5076
Vestidos de Chita desfilam em Tentúgal por uma causa solidária
Os vestidos de chita vão desfilar na passarela da Gala de Solidariedade “Rostos Solidários”, no próximo dia 12 de Março.
A Santa Casa da Misericórdia de Tentúgal organiza esta noite de solidariedade com o objectivo de angariar contribuições para a construção de um novo lar, uma vez que a valência actual se encontra sobrelotada e a necessitar de melhorias.
As inscrições para o desfile estão abertas até 18 de Fevereiro e são gratuitas. Os candidatos devem preencher uma ficha de candidatura e entregá-la nos serviços administrativos da Santa Casa da Misericórdia de Tentúgal.
A Gala de Solidariedade “Rostos Solidários” vai ter lugar na Quinta do Outeiro, em Tentúgal, a 12 de Março. Pelas 20 horas está previsto o jantar de solidariedade, logo seguido do desfile de vestidos de chita.
Para mais informações, inscrições e reservas, contactar a Santa Casa da Misericórdia de Tentúgal pelo telefone 239 951 873, telemóvel 966 249 615 ou email gab.psicologia.misericordia.tentugal@hotmail.com
A Santa Casa da Misericórdia de Tentúgal organiza esta noite de solidariedade com o objectivo de angariar contribuições para a construção de um novo lar, uma vez que a valência actual se encontra sobrelotada e a necessitar de melhorias.
As inscrições para o desfile estão abertas até 18 de Fevereiro e são gratuitas. Os candidatos devem preencher uma ficha de candidatura e entregá-la nos serviços administrativos da Santa Casa da Misericórdia de Tentúgal.
A Gala de Solidariedade “Rostos Solidários” vai ter lugar na Quinta do Outeiro, em Tentúgal, a 12 de Março. Pelas 20 horas está previsto o jantar de solidariedade, logo seguido do desfile de vestidos de chita.
Para mais informações, inscrições e reservas, contactar a Santa Casa da Misericórdia de Tentúgal pelo telefone 239 951 873, telemóvel 966 249 615 ou email gab.psicologia.misericordia.tentugal@hotmail.com
Histórias Selvagens
Título original:Histórias Selvagens
De:António Campos
Com:Género:Documentário
Classificação:M/12
Outros dados:MEX, 1978, Cores, 102 min.
De:António Campos
Com:Género:Documentário
Classificação:M/12
Outros dados:MEX, 1978, Cores, 102 min.
Adaptação de dois contos de Paços Coelho, trata-se de uma crónica sobre o trabalho rural na região de Montemor-o-Velho. Primeira obra de Campos com actores profissionais e não actores, um dos mais secretos filmes de António Campos e um título fundamental da sua obra, marcado por uma insólita estrutura temporal e um evidente desejo de ficção.
Texto: Cinemateca Portuguesa
http://cinecartaz.publico.pt/Cinemateca/19570_historias-selvagens
http://cinecartaz.publico.pt/Cinemateca/19570_historias-selvagens
Alteração aos apoios às associações de Montemor aprovada com os votos contra do PS
Na reunião da Câmara de Montemor-o-Velho foi aprovada ontem a suspensão de várias cláusulas do regulamento de apoio ao associativismo do concelho de Montemor. A maioria PSD/PP tenta, desta forma, racionalizar os recursos financeiros da autarquia, deixando de subsidiar atividades que não sejam consideradas funcionais.
Por exemplo, deixa de atribuir verbas para refeições comemorativas e outras iniciativas desenquadradas com as atividades regulares. Deverá ainda deixar de apoiar deslocações ao estrangeiro de ranchos e outras representações das coletividades. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, sem adiantar valores, Luís Leal garante que “são cortes pouco significativos”. Ou seja, o executivo de Luís Leal pretende passar a apoiar apenas as atividades de interesse público, quer elas sejam de âmbito desportivo ou cultural, e justificar os apoios no quadro legal em vigor, como foi referido por Luís Leal. Entretanto, a autarquia vai iniciar negociações com o tecido associativo do concelho, para elaborar o novo regulamento. O PS votou contra a proposta da maioria.
Através de nota de imprensa, o PS realça as virtudes do atual regulamento, que transita do consulado socialista. “A virtude da existência deste regulamento é que torna a relação (entre a autarquia e o associativismo) mais transparente e mais justa”, abona o vereador Emílio Torrão. O líder da oposição dispara, por outro lado, uma bateria de interrogações que consubstanciam dúvidas acerca da parcialidade que poderá vir a presidir à atribuição dos apoios.
http://www.asbeiras.pt/2011/02/alteracao-aos-apoios-as-associacoes-aprovada-com-os-votos-do-ps/
Por exemplo, deixa de atribuir verbas para refeições comemorativas e outras iniciativas desenquadradas com as atividades regulares. Deverá ainda deixar de apoiar deslocações ao estrangeiro de ranchos e outras representações das coletividades. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, sem adiantar valores, Luís Leal garante que “são cortes pouco significativos”. Ou seja, o executivo de Luís Leal pretende passar a apoiar apenas as atividades de interesse público, quer elas sejam de âmbito desportivo ou cultural, e justificar os apoios no quadro legal em vigor, como foi referido por Luís Leal. Entretanto, a autarquia vai iniciar negociações com o tecido associativo do concelho, para elaborar o novo regulamento. O PS votou contra a proposta da maioria.
Através de nota de imprensa, o PS realça as virtudes do atual regulamento, que transita do consulado socialista. “A virtude da existência deste regulamento é que torna a relação (entre a autarquia e o associativismo) mais transparente e mais justa”, abona o vereador Emílio Torrão. O líder da oposição dispara, por outro lado, uma bateria de interrogações que consubstanciam dúvidas acerca da parcialidade que poderá vir a presidir à atribuição dos apoios.
http://www.asbeiras.pt/2011/02/alteracao-aos-apoios-as-associacoes-aprovada-com-os-votos-do-ps/
CONSELHO DE SEGURANÇA
Passaram 10 anos sobre a tragédia que assolou todo o Baixo Mondego e atingiu muito particularmente as populações de Montemor-o-Velho. Tempo para fazer um balanço do que passou, mas, sobretudo, para perspectivar o futuro, se possível com margens de segurança mais eficazes. E para essa reflexão, o presidente da Câmara de Montemor convocou uma reunião do Conselho Municipal de Segurança, a realizar hoje à tarde, que conta com a colaboração de vários especialistas.
«A pergunta que faço é se a situação se repetirá, seja por ineficácia, negligência ou incumprimento. É isso que me preocupa, como edil, e é isso que quero saber para transmitir aos meus munícipes», afirma Luís Leal, sublinhando que, hoje há sistemas de alerta, de monitorização e acompanhamento que, certamente, garantem uma margem de segurança mais alargada relativamente ao que aconteceu em 2001. «Esperamos que o fenómeno não se repita e, sobretudo, que estejamos mais organizados e preparados e sejamos eficazes nas decisões a tomar», refere ainda Luís Leal, que, sem apontar “culpas” a quem quer que seja, e considerando que essa é uma análise de carácter técnico, não deixa de lembrar que, há 10 anos, houve decisões que «demoraram a ser tomadas» e, como tal, perdeu-se tempo e adensou-se a amplitude da tragédia.
Para o presidente da Câmara de Montemor «é bom termos memória e aprendermos, com essa memória, a ultrapassar algumas vicissitudes, sobretudo as mais complicadas, para que não se repitam». E 10 anos depois das cheias que, em 2001, assolaram o Vale do Mondego, é importante, no entender do autarca, pensar sobre o assunto. Luís Leal lembra que, com as obras de regularização efectuadas no Vale do Mondego, em 1974/75, as populações praticamente tinham perdido a memória do que eram as cheias. Mas elas voltaram e em força, há 10 anos. Daí a presença, no primeiro painel da reunião de hoje à tarde, de técnicos especializados, como Luciano Lourenço, Pedro Cunha e Alexandre Tavares, que irão explicar o fenómeno que se viveu há 10 anos em Montemor, e também as implicações que as cheias tiverem e têm em termos de ordenamento do território. Para além das explicações e implicações do fenómeno, a Câmara de Montemor convidou os responsáveis pelas infra-estruturas hidráulicas, nomeadamente o INAG e a ARHCentro, para ajudarem nesta reflexão, o mesmo acontecendo com o comandante operacional de operações de socorro, Paulo Palrilha, que também vai participar nos trabalhos.
Fenómeno pode repetir-se?
Pretende-se fazer «uma reflexão e um balanço sobre o que aconteceu e ver como evoluímos», refere Luís Leal, apontando não apenas para a evolução dos sistemas de monitorização, mas também para um conjunto de infra-estruturas criadas ou repostas, que, importa saber, se respondem ou não face a uma hipotética repetição do fenómeno. Uma reflexão que, faz notar ainda o autarca de Montemor, tem como pedra de toque a necessidade de concluir as obras de regularização hidroagrícola do Baixo Mondego e recorda, inclusive, uma recomendação da Assembleia da República, tomada em 2007, que aponta nesse sentido. São obras «fundamentais», sublinha Luís Leal, não «apenas para o concelho de Montemor, mas para todo Baixo Mondego», com implicações ao nível de produtividade e influência social, que se estendem desde Soure à Figueira da Foz. O autarca salvaguarda, ainda, a importância da regularização de alguns dos efluentes do Mondego, como o Pranto, Ega, Foja ou Arunca, que permanece adiada e assume um papel relevante no ordenamento de todo este vasto território.
Sem querer apontar “culpas”, Luís Leal não deixa de considerar que as cheias verificadas há 10 anos resultaram da «conjugação de um conjunto de factores». Volvidos 10 anos, com novos sistemas de monitorização e alerta, «isso repetir-se-ia hoje?», pergunta o autarca de Montemor-o--Velho. A resposta, certamente, será dada hoje à tarde.
Segurança em análise nos diferentes ângulos
Analisar o que foi feito desde há 10 anos e procurar medidas que impeçam a repetição do fenómeno é o objectivo da reunião de hoje do Conselho Municipal de Segurança, que reúne, a partir das 16h00, nos Paços do
Concelho.
O “ponto da situação” vai ser feito por Pedro Cunha e Alexandre Tavares, com a moderação a cargo de Luciano Lourenço. Seguem-se as intervenções dos responsáveis da Administração da Região Hidrográfica do Centro, Teresa Fidelis, e José Proença, chefe de divisão do departamento de obras do INAG. Ao comandante operacional distrital de intervenção e socorro, Paulo Palrilha compete falar sobre “A intervenção da protecção civil”. Segue--se um período de debate, após o qual os Bombeiros Voluntários de Montemor fazem o balanço dos fogos florestais registados no ano passado e a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens apresenta os dados referentes ao mesmo período. Sobre a problemática das pandemias e gripes vai falar Costa Melo e o Destacamento da GNR faz, também, um balanço dos números, no que à criminalidade e sinistralidade diz respeito. A última intervenção está a cargo da Protecção Civil Municipal, que também vai dar conta das intervenções efectuadas no ano passado.
Escrito por Manuela Ventura
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