segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Gaiteiro "Ecos do Mondego"
O barítono: Gaiteiro "Ecos do Mondego"
"Verride, também tem um grupo de gaiteiros. Os 'Ecos do Mondego', animaram as festas de São Sebastião, ontem dia 22 de Janeiro de 2010."
O barítono: Coro Polifónico da Associação Filarmónica União Ve...
O barítono: Coro Polifónico da Associação Filarmónica União Ve...: "Actuação do Coro Polifónico da Associação Filarmónica União Verridense, no dia 2 de Janeiro de 2011, integrado no concerto de ano novo da a..."
"ruas de cultura"
Montemor assume criatividade como factor de desenvolvimento
Atrair artistas e criativos, desenvolver novos talentos e mostrar uma nova dinâmica, social, empresarial e cultural é o mais recente desafio da Câmara de Montemor. Primeiros passos começaram a ser dados com a criação da Rede Economias da Criatividade (REC) e os projectos deverão avançar, no terreno, no final do ano. Em perspectiva está um investimento para Montemor que ronda os dois milhões de euros.
A associação gestora da REC foi oficialmente constituída no passado dia 13, em Óbidos, e o objectivo é, até 2013, desenvolver um conjunto de projectos no valor de nove milhões de euros, que englobam os municípios de Óbidos, Guimarães, Montemor-
-o-Velho, Tondela, Montemor-o-Novo, Seia e a Fundação Bissaya Barreto. Uma rede que assenta em três pilares fundamentais, contemplando a criatividade e empreendedorismo, indústria criativa e educação.
O objectivo, sublinha o presidente da Câmara de Montemor, é criar as condições para que a criatividade possa ter, neste espaço territorial, capacidade para captar criativos nas mais diferentes áreas». Luís Leal esclarece que a REC contempla um conjunto de acções transversais e comuns e outras especificamente destinadas a cada um dos territórios. E é sobre esta componente mais específica que o presidente da autarquia fala com notória satisfação, uma vez que se trata de uma grande aposta que começa agora a ganhar forma em Montemor.
Como parceiros, a Câmara de Montemor tem a Fundação Bissaya Barreto, a Universidade de Coimbra, nomeadamente através dos departamentos mais ligados às áreas tecnológica e informática, esclarece Luís Leal. Parceira é, também, a Universidade de Aveiro, nas áreas de arte e design, bem como a Direcção Regional da Cultura do Centro e o CEARTE, aos quais se juntam um conjunto de parceiros privados, como seja o CITEC, Teatro dos Castelos, entre outros.
“Ruas de Cultura”, assim se denomina o projecto que Montemor-o-Velho pretende concretizar e que prevê, esclarece Luís Leal, «criar condições para atrair e fixar criativos, bem como permitir a criação de ateliers, ligados quer às artes performativas mais clássicas, quer àquelas mais apostadas na inovação e nas tecnologias». O autarca sublinha a importância, no quadro do projecto, das residências artísticas e, meio a brincar, meio a sério, afirma que Montemor já tem «residências desportivas», nomeadamente na área da canoagem e do triatlo e, em breve, avança a natação e vai começar agora a investir fortemente na criação das residências artísticas.
Programa arranca no final do ano
O investimento previsto aponta para cerca de 1,5 milhões de euros e destina-se a intervencionar diversos espaços da vila, num quadro de requalificação urbana e valorização artística e cultural, que inclui a criação de um centro nacional de recursos artísticos, uma incubadora para indústrias criativas de base tecnológica, ateliers e residências artísticas e ainda uma sala estúdio.
Para além dos cerca de 1,5 milhões de euros direccionados para estruturas físicas e de investigação, Luís Leal aponta ainda mais cerca de 400 mil euros destinados a acções transversais e complementares, o que representa, faz notar, uma pacote «de cerca de dois milhões de euros, que deverá ter uma comparticipação de 80 por cento».
O arranque do projecto, explica ainda o presidente da autarquia de Montemor, irá acontecer ainda este ano, estando a Câmara de Montemor já a preparar os programas, com o objectivo de avançar para o lançamento dos respectivos concursos, previstos de acordo com Leal, para Dezembro deste ano ou Janeiro do próximo ano. «Temos três anos para finalizar o programa», remata o edil de Montemor.
Luís Leal refere ainda o facto de a REC, na componente intermunicipal, prever um conjunto de investimentos em que a criatividade e a inovação estão particularmente dirigidas às escolas, e aponta, como exemplo, a criação de «um sistema audiovisual comum às escolas dos diferentes municípios». Em última análise trata-se de uma rede de televisão, com conteúdos elaborados pelos alunos das escolas dos diferentes concelhos.
Para breve, mas ainda sem data marcada, está previsto o protocolo com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, no sentido de assegurar a transferência da comparticipação financeira, através de verbas do FEDER.
Diferentes redes com objectivos complementares
Se a Rede Economias da Criatividade começa a “caminhar” em Montemor, outra estrutura de rede, também ela envolvendo vários municípios está a tomar forma, desta feita com o objectivo de potenciar os castelos e muralhas do Mondego. Trata-se de um projecto liderado pelo município de Penela e que vai permitir, em Montemor, proceder à requalificação da zona histórica, particularmente do castelo e espaço envolvente, zonas que também assumem uma especial relevância relativamente à rede criativa, configurando-se como projectos que Luís Leal qualifica como, de alguma forma, complementares.
Escrito por Manuela Ventura
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10899&Itemid=135
Atrair artistas e criativos, desenvolver novos talentos e mostrar uma nova dinâmica, social, empresarial e cultural é o mais recente desafio da Câmara de Montemor. Primeiros passos começaram a ser dados com a criação da Rede Economias da Criatividade (REC) e os projectos deverão avançar, no terreno, no final do ano. Em perspectiva está um investimento para Montemor que ronda os dois milhões de euros.
A associação gestora da REC foi oficialmente constituída no passado dia 13, em Óbidos, e o objectivo é, até 2013, desenvolver um conjunto de projectos no valor de nove milhões de euros, que englobam os municípios de Óbidos, Guimarães, Montemor-
-o-Velho, Tondela, Montemor-o-Novo, Seia e a Fundação Bissaya Barreto. Uma rede que assenta em três pilares fundamentais, contemplando a criatividade e empreendedorismo, indústria criativa e educação.
O objectivo, sublinha o presidente da Câmara de Montemor, é criar as condições para que a criatividade possa ter, neste espaço territorial, capacidade para captar criativos nas mais diferentes áreas». Luís Leal esclarece que a REC contempla um conjunto de acções transversais e comuns e outras especificamente destinadas a cada um dos territórios. E é sobre esta componente mais específica que o presidente da autarquia fala com notória satisfação, uma vez que se trata de uma grande aposta que começa agora a ganhar forma em Montemor.
Como parceiros, a Câmara de Montemor tem a Fundação Bissaya Barreto, a Universidade de Coimbra, nomeadamente através dos departamentos mais ligados às áreas tecnológica e informática, esclarece Luís Leal. Parceira é, também, a Universidade de Aveiro, nas áreas de arte e design, bem como a Direcção Regional da Cultura do Centro e o CEARTE, aos quais se juntam um conjunto de parceiros privados, como seja o CITEC, Teatro dos Castelos, entre outros.
“Ruas de Cultura”, assim se denomina o projecto que Montemor-o-Velho pretende concretizar e que prevê, esclarece Luís Leal, «criar condições para atrair e fixar criativos, bem como permitir a criação de ateliers, ligados quer às artes performativas mais clássicas, quer àquelas mais apostadas na inovação e nas tecnologias». O autarca sublinha a importância, no quadro do projecto, das residências artísticas e, meio a brincar, meio a sério, afirma que Montemor já tem «residências desportivas», nomeadamente na área da canoagem e do triatlo e, em breve, avança a natação e vai começar agora a investir fortemente na criação das residências artísticas.
Programa arranca no final do ano
O investimento previsto aponta para cerca de 1,5 milhões de euros e destina-se a intervencionar diversos espaços da vila, num quadro de requalificação urbana e valorização artística e cultural, que inclui a criação de um centro nacional de recursos artísticos, uma incubadora para indústrias criativas de base tecnológica, ateliers e residências artísticas e ainda uma sala estúdio.
Para além dos cerca de 1,5 milhões de euros direccionados para estruturas físicas e de investigação, Luís Leal aponta ainda mais cerca de 400 mil euros destinados a acções transversais e complementares, o que representa, faz notar, uma pacote «de cerca de dois milhões de euros, que deverá ter uma comparticipação de 80 por cento».
O arranque do projecto, explica ainda o presidente da autarquia de Montemor, irá acontecer ainda este ano, estando a Câmara de Montemor já a preparar os programas, com o objectivo de avançar para o lançamento dos respectivos concursos, previstos de acordo com Leal, para Dezembro deste ano ou Janeiro do próximo ano. «Temos três anos para finalizar o programa», remata o edil de Montemor.
Luís Leal refere ainda o facto de a REC, na componente intermunicipal, prever um conjunto de investimentos em que a criatividade e a inovação estão particularmente dirigidas às escolas, e aponta, como exemplo, a criação de «um sistema audiovisual comum às escolas dos diferentes municípios». Em última análise trata-se de uma rede de televisão, com conteúdos elaborados pelos alunos das escolas dos diferentes concelhos.
Para breve, mas ainda sem data marcada, está previsto o protocolo com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, no sentido de assegurar a transferência da comparticipação financeira, através de verbas do FEDER.
Diferentes redes com objectivos complementares
Se a Rede Economias da Criatividade começa a “caminhar” em Montemor, outra estrutura de rede, também ela envolvendo vários municípios está a tomar forma, desta feita com o objectivo de potenciar os castelos e muralhas do Mondego. Trata-se de um projecto liderado pelo município de Penela e que vai permitir, em Montemor, proceder à requalificação da zona histórica, particularmente do castelo e espaço envolvente, zonas que também assumem uma especial relevância relativamente à rede criativa, configurando-se como projectos que Luís Leal qualifica como, de alguma forma, complementares.
Escrito por Manuela Ventura
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10899&Itemid=135
Confraria do Arroz e do Mar com novos órgãos sociais
Os novos órgãos sociais da Confraria do Arroz e do Mar tomaram posse esta segunda-feira (17) à noite. Jorge Caseiro sucedeu a Vítor Rodrigues, na qualidade de grão-mestre.
“Tenho como prioridade projetar a gastronomia da Figueira e de Montemor”, adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS. E vai ainda tentar cativar mais montemorenses para a irmandade gastronómica e mobilizar e unir os confrades. “É um objetivo fundamental”, acrescentou.
Jorge Caseiro traçou também como desiderato promover a concertação entre a confraria, operadores turísticos e empresários da restauração e hotelaria. Objetivo: valorizar e divulgar a gastronomia tradicional da região.
A anterior chancelaria não conseguiu apresentar o livro de receitas tradicionais dos dois concelhos que foi recolhendo ao longos de vários anos. Mas a coletânea encontra-se em fase de impressão, devendo ser apresentada em breve.
Fonte: http://www.asbeiras.pt/2011/01/confraria-do-arroz-e-do-mar-com-novos-orgaos-sociais/
“Tenho como prioridade projetar a gastronomia da Figueira e de Montemor”, adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS. E vai ainda tentar cativar mais montemorenses para a irmandade gastronómica e mobilizar e unir os confrades. “É um objetivo fundamental”, acrescentou.
Jorge Caseiro traçou também como desiderato promover a concertação entre a confraria, operadores turísticos e empresários da restauração e hotelaria. Objetivo: valorizar e divulgar a gastronomia tradicional da região.
A anterior chancelaria não conseguiu apresentar o livro de receitas tradicionais dos dois concelhos que foi recolhendo ao longos de vários anos. Mas a coletânea encontra-se em fase de impressão, devendo ser apresentada em breve.
Fonte: http://www.asbeiras.pt/2011/01/confraria-do-arroz-e-do-mar-com-novos-orgaos-sociais/
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Constituída Rede de Economias da Criatividade
A Rede de Economias da Criatividade foi constituída oficialmente em Óbidos e reúne seis autarquias (Óbidos, Guimarães, Montemor-o-Velho, Tondela, Montemor-o-Novo, Seia) e a Fundação Bissaya Barreto.
Trata-se de uma rede com projectos semelhantes e complementares na área das economias criativas que vai gerir nove milhões de euros e, entre outros objectivos, pretende-se “atrair talentos, criando-lhes condições de trabalho, gerindo uma rede comum de residências, de modo a que as pessoas da rede possam circular entre os vários territórios”, explicou Miguel Silvestre, coordenador da constituição da rede.
A “Rede de Economias da Criatividade” vai ter projectos de “apoio ao empreendedorismo e cultura, bem como uma rede de televisão nas escolas, em comum”, adianta Miguel Silvestre.
Dos 9 milhões de euros para gerir, “dois milhões e meio de euros são para projectos comuns”, sublinhou o responsável.
“Dar exemplos de sucesso na área da criatividade e apoiar publicações científicas, nesta área”, é outro ponto em destaque para dinamizar a Rede.
A Rede de Economias da Criatividade é apoiada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional da Região Centro.
http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=23185
Trata-se de uma rede com projectos semelhantes e complementares na área das economias criativas que vai gerir nove milhões de euros e, entre outros objectivos, pretende-se “atrair talentos, criando-lhes condições de trabalho, gerindo uma rede comum de residências, de modo a que as pessoas da rede possam circular entre os vários territórios”, explicou Miguel Silvestre, coordenador da constituição da rede.
A “Rede de Economias da Criatividade” vai ter projectos de “apoio ao empreendedorismo e cultura, bem como uma rede de televisão nas escolas, em comum”, adianta Miguel Silvestre.
Dos 9 milhões de euros para gerir, “dois milhões e meio de euros são para projectos comuns”, sublinhou o responsável.
“Dar exemplos de sucesso na área da criatividade e apoiar publicações científicas, nesta área”, é outro ponto em destaque para dinamizar a Rede.
A Rede de Economias da Criatividade é apoiada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional da Região Centro.
http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=23185
Idosa burlada à porta de casa em Verride
Uma mulher de 88 anos foi burlada ao início da tarde de terça-feira, dia 11, junto à sua casa. O crime aconteceu cerca das 12H50, quando a mulher, residente em Verride, foi abordada por dois indivíduos.
De acordo com informação de fonte do Comando de Coimbra da GNR ao DIÁRIO AS BEIRAS, os dois indivíduos, “do sexo masculino e com cerca de 30 anos, abordaram a senhora próximo de casa dizendo que as notas iam sair de circulação”. Viajavam num automóvel “de cor escura”, cuja marca, modelo e matrícula são desconhecidas, e nem precisaram de sair do carro.
A mulher foi de imediato ao interior da residência buscar um envelope com mil euros em dinheiro. Com o dinheiro na mão, os dois indivíduos colocaram-se em fuga e não voltaram mais a ser vistos.
A GNR de Montemor-o-Velho tomou conta da ocorrência e o Núcleo de Investigação Criminal está a investigar o sucedido.
http://www.asbeiras.pt/2011/01/idosa-burlada-a-porta-de-casa-em-verride/
De acordo com informação de fonte do Comando de Coimbra da GNR ao DIÁRIO AS BEIRAS, os dois indivíduos, “do sexo masculino e com cerca de 30 anos, abordaram a senhora próximo de casa dizendo que as notas iam sair de circulação”. Viajavam num automóvel “de cor escura”, cuja marca, modelo e matrícula são desconhecidas, e nem precisaram de sair do carro.
A mulher foi de imediato ao interior da residência buscar um envelope com mil euros em dinheiro. Com o dinheiro na mão, os dois indivíduos colocaram-se em fuga e não voltaram mais a ser vistos.
A GNR de Montemor-o-Velho tomou conta da ocorrência e o Núcleo de Investigação Criminal está a investigar o sucedido.
http://www.asbeiras.pt/2011/01/idosa-burlada-a-porta-de-casa-em-verride/
À descoberta do projecto teatral “Peregrinações”
Na galeria municipal de Montemor-o-Velho pode ser visitada até ao dia 04 de Fevereiro uma exposição que dá a conhecer os bastidores e a preparação do projecto de teatro “Peregrinações”.
Inspirada na obra de Fernão Mendes Pinto, esta peça percorreu as ruas do centro histórico do concelho durante o mês de Julho, numa acção promovida pelo Município, com produção da companhia O Teatrão e a participação de 10 grupos de teatro do concelho, envolvendo cerca de 250 pessoas.
A mostra permite agora descobrir pormenores da construção do espectáculo, nomeadamente, máquinas de cena, figurinos e outros elementos cénicos.
De entrada livre, a exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 14h00 e as 17h30.
http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=8938:montemor-a-descoberta-do-projecto-teatral-peregrinacoes&catid=29:exposis&Itemid=154
Inspirada na obra de Fernão Mendes Pinto, esta peça percorreu as ruas do centro histórico do concelho durante o mês de Julho, numa acção promovida pelo Município, com produção da companhia O Teatrão e a participação de 10 grupos de teatro do concelho, envolvendo cerca de 250 pessoas.
A mostra permite agora descobrir pormenores da construção do espectáculo, nomeadamente, máquinas de cena, figurinos e outros elementos cénicos.
De entrada livre, a exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 14h00 e as 17h30.
http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=8938:montemor-a-descoberta-do-projecto-teatral-peregrinacoes&catid=29:exposis&Itemid=154
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Montemor revive tradição da "Espera dos Reis"
As ruas de Montemor-o-Velho foram palco da “Espera dos Reis”. A encabeçar o cortejo e guiados pela estrela e pelo anjo Gabriel, os Reis Magos percorreram as principais ruas da vila e, seguidos por pastores, lavadeiras e cantores, revisitaram alguns dos momentos da história do nascimento do menino Jesus, terminando o cortejo com a entrega dos presentes no “Presépio em Movimento”, na igreja da Misericórdia.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/outros/correio-do-leitor/montemor-revive-tradicao-da-espera-dos-reis
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/outros/correio-do-leitor/montemor-revive-tradicao-da-espera-dos-reis
Câmara Municipal transfere verbas para juntas
«A saga de desenvolvimento é para continuar». Palavras de Luís Leal, presidente da Câmara de Montemor, na cerimónia de assinatura de protocolos de colaboracão e delegação de competências para as juntas de freguesia.Com palavras de «estímulo e desafio», o autarca de Montemor sublinhou que «as transferências financeiras de 251 mil euros para as juntas de freguesia representam um enorme esforço financeiro, mas traduzem a procura de uma gestão pela excelência, estimulando uma partilha de responsabilidades para com os presidentes de junta».
Esta medida, que o executivo de Montemor-o-Velho aplica pelo nono ano consecutivo, tem como objectivo promover «uma descentralização das competências e uma adequação mais eficaz às necessidades de cada freguesia», evitando «o desperdício» e garantido «uma maior rentabilização», assegurou Luís leal.
O autarca recordou, na cerimónia, realizada quinta-feira no salão nobre dos Paços do Concelho, que 2010 representou «o ano em que o concelho teve o maior montante de investimento pago desde o 25 de Abril – cerca de 14 milhões de contos – representando relativamente a 2009, um crescimento de seis por cento».
A cumprir uma década à frente da Câmara Municipal, Luís Leal salientou que «em nove anos, Montemor-o-Velho teve mais 70 milhões de investimento pago, repartidos, entre outras, pelas áreas rodoviária, de saneamento, ensino, desporto, cultura e urbanismo».
Na cerimónia foram, ainda, assinados protocolos com a Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira, Delegação da Cruz Vermelha de Verride e Junta de Freguesia de Gatões, que visam a utilização das escolas desactivadas do primeiro ciclo do ensino básico, das respectivas freguesias, para o desenvolvimento e actividades ligadas ao associativismo, na área cultural, da acção social, desporto, recreio e saúde.
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10706&Itemid=135
Encontrado sem vida pela mãe e irmã
Licínio Fajardo disparou dois tiros sobre a companheira, há um ano, na Figueira da Foz, e o julgamento estava marcado para o próximo mês de Março
O alerta para as autoridades foi dado ontem, por volta das 8h40. Licínio Fajardo tinha uma consulta marcada, no Instituto de Medicina Legal de Coimbra, onde estava a ser submetido a uma perícia psiquiátrica. Não o encontrando no quarto, a mãe e a irmã começaram à sua procura, convencidas que estaria por perto. E foi a irmã quem acabou por encontrar o corpo, já sem vida, enforcado, nuns anexos, noutros tempos usados para acolher animais, localizados junto à residência da família. Aconteceu ontem, na localidade de Volta da Tocha, Freguesia de Arazede, Montemor-o-Velho.
O corpo foi transportado para o Instituto de Medicina Legal da Figueira da Foz, onde vai ser submetido a autópsia, no sentido de averiguar se tratou, efectivamente, de um acto de suicídio.
O homem, de 37 anos, não deixou qualquer bilhete ou deu sinais de que pensava pôr termo à vida. Todavia, é provável que sentisse alguma pressão acrescida, uma vez que se aproximava a data em que teria de ir a tribunal, responder pelo crime de homicídio na forma tentada.
O crime aconteceu há quase um ano e a vítima foi a sua companheira. Aconteceu na Figueira da Foz, na madrugada de 22 de Janeiro do ano passado, e na sua base estão questões de carácter passional. Com efeito, Licínio Fajardo e Maria Ferreira, ambos divorciados, mantinham um relacionamento amoroso há já alguns anos e mesmo as “temporadas” que o trabalhador da construção civil passava em França, onde trabalhava na manutenção de fornos industriais, não puseram termo a essa ligação. Todavia, eventualmente devido ao facto de estar bastante tempo ausente, uma vez que cumpria períodos de trabalho de dois meses em França, terão começado a inquietar Licínio Fajardo, que passou a desconfiar da fidelidade de Maria Ferreira, de 48 anos, empregada de limpeza.
E o avolumar das suspeitas, condimentada com múltiplas dúvidas, levou ao crime. Licínio Fajardo usou uma arma de alarme transformada e com ela disparou dois tiros sobre a companheira, em casa desta, no Bairro da Celbi, na Figueira da Foz. Um dos disparos atingiu Maria no tórax e o outro no braço, sendo socorrida, primeiro no Hospital da Figueira da Foz e depois nos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde foi intervencionada, para retirar um dos projécteis.
Entregou-se às autoridades
Mas Licínio Fajardo não se limitou a disparar sobre a companheira. Também informou as autoridades do sucedido, pouco depois de ter sido dado o alerta, por volta das 6h00, através de um telefonema feito para a PSP da Figueira da Foz. Perguntou à polícia se já tinha conhecimento do que se tinha passado no Bairro da Celbi e assumiu-se como o autor dos disparos. Mais tarde, Licínio Fajardo deslocou-se mesmo à esquadra da PSP, onde reiterou ser o autor dos tiros disparados e entregou, inclusive, a arma que terá usado.
Presente a tribunal, para primeiro interrogatório, Licínio Fajardo, acusado de homicídio na forma tentada, ficou em prisão domiciliária, com pulseira electrónica, na casa dos pais, na Volta da Tocha, Arazede, onde ontem foi encontrado sem vida.
O julgamento estava marcado para Março e, segundo apurámos, o homem «encontrava-se bem», «nada fazendo supor que uma coisa destas iria acontecer»». «Estava completamente estabilizado», garantiram-nos ainda, confirmando que o arguido estava a efectuar exames no Instituto de Medicina Legal de Coimbra, no âmbito da perícia médico-legal, no sentido de averiguar a sua eventual inimputabilidade. A recuperação de Licínio Fajardo e a estabilidade emocional que apresentou, ao longo de praticamente um ano, terá levado mesmo o seu advogado, Vítor Gaspar, a equacionar pedir ao tribunal que revisse a medida de coação aplicada, libertando o arguido do uso da pulseira electrónica, passando a auferir de um regime de circulação livre, com apresentações periódicas às autoridades.
A GNR de Montemor tomou conta da ocorrência e o caso está a ser investigado, no sentido de apurar se efectivamente se trata de uma situação de suicídio.
Escrito por Manuela Ventura
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10681&Itemid=135
O alerta para as autoridades foi dado ontem, por volta das 8h40. Licínio Fajardo tinha uma consulta marcada, no Instituto de Medicina Legal de Coimbra, onde estava a ser submetido a uma perícia psiquiátrica. Não o encontrando no quarto, a mãe e a irmã começaram à sua procura, convencidas que estaria por perto. E foi a irmã quem acabou por encontrar o corpo, já sem vida, enforcado, nuns anexos, noutros tempos usados para acolher animais, localizados junto à residência da família. Aconteceu ontem, na localidade de Volta da Tocha, Freguesia de Arazede, Montemor-o-Velho.
O corpo foi transportado para o Instituto de Medicina Legal da Figueira da Foz, onde vai ser submetido a autópsia, no sentido de averiguar se tratou, efectivamente, de um acto de suicídio.
O homem, de 37 anos, não deixou qualquer bilhete ou deu sinais de que pensava pôr termo à vida. Todavia, é provável que sentisse alguma pressão acrescida, uma vez que se aproximava a data em que teria de ir a tribunal, responder pelo crime de homicídio na forma tentada.
O crime aconteceu há quase um ano e a vítima foi a sua companheira. Aconteceu na Figueira da Foz, na madrugada de 22 de Janeiro do ano passado, e na sua base estão questões de carácter passional. Com efeito, Licínio Fajardo e Maria Ferreira, ambos divorciados, mantinham um relacionamento amoroso há já alguns anos e mesmo as “temporadas” que o trabalhador da construção civil passava em França, onde trabalhava na manutenção de fornos industriais, não puseram termo a essa ligação. Todavia, eventualmente devido ao facto de estar bastante tempo ausente, uma vez que cumpria períodos de trabalho de dois meses em França, terão começado a inquietar Licínio Fajardo, que passou a desconfiar da fidelidade de Maria Ferreira, de 48 anos, empregada de limpeza.
E o avolumar das suspeitas, condimentada com múltiplas dúvidas, levou ao crime. Licínio Fajardo usou uma arma de alarme transformada e com ela disparou dois tiros sobre a companheira, em casa desta, no Bairro da Celbi, na Figueira da Foz. Um dos disparos atingiu Maria no tórax e o outro no braço, sendo socorrida, primeiro no Hospital da Figueira da Foz e depois nos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde foi intervencionada, para retirar um dos projécteis.
Entregou-se às autoridades
Mas Licínio Fajardo não se limitou a disparar sobre a companheira. Também informou as autoridades do sucedido, pouco depois de ter sido dado o alerta, por volta das 6h00, através de um telefonema feito para a PSP da Figueira da Foz. Perguntou à polícia se já tinha conhecimento do que se tinha passado no Bairro da Celbi e assumiu-se como o autor dos disparos. Mais tarde, Licínio Fajardo deslocou-se mesmo à esquadra da PSP, onde reiterou ser o autor dos tiros disparados e entregou, inclusive, a arma que terá usado.
Presente a tribunal, para primeiro interrogatório, Licínio Fajardo, acusado de homicídio na forma tentada, ficou em prisão domiciliária, com pulseira electrónica, na casa dos pais, na Volta da Tocha, Arazede, onde ontem foi encontrado sem vida.
O julgamento estava marcado para Março e, segundo apurámos, o homem «encontrava-se bem», «nada fazendo supor que uma coisa destas iria acontecer»». «Estava completamente estabilizado», garantiram-nos ainda, confirmando que o arguido estava a efectuar exames no Instituto de Medicina Legal de Coimbra, no âmbito da perícia médico-legal, no sentido de averiguar a sua eventual inimputabilidade. A recuperação de Licínio Fajardo e a estabilidade emocional que apresentou, ao longo de praticamente um ano, terá levado mesmo o seu advogado, Vítor Gaspar, a equacionar pedir ao tribunal que revisse a medida de coação aplicada, libertando o arguido do uso da pulseira electrónica, passando a auferir de um regime de circulação livre, com apresentações periódicas às autoridades.
A GNR de Montemor tomou conta da ocorrência e o caso está a ser investigado, no sentido de apurar se efectivamente se trata de uma situação de suicídio.
Escrito por Manuela Ventura
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=10681&Itemid=135
Três enguias bebés valem seis meses de prisão e 120 dias de trabalho comunitário
O Tribunal de Montemor-o-Velho condenou hoje três homens a penas de prisão e a trabalho a favor da comunidade por ter sido apanhados com três exemplares de meixão (enguias bebés) e armadilhas para a sua captura, informou a GNR.
Fonte daquela da força policial, os três homens, com 22, 26 e 30 anos, foram interceptados na madrugada de hoje na foz do Rio Arunca, Montemor-o-Velho, e durante a manhã condenados a penas individuais de seis meses de prisão, suspensas por igual período, e a prestar 120 dias de trabalho a favor da comunidade.
Os homens chamaram a atenção da Equipa de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR pela utilização de lanternas e quando se aperceberam da chegada dos militares puseram-se em fuga, tendo sido identificado e detidos, mais tarde, e confessado os crimes.
Na altura, na zona de Vila Nova da Barca, concelho de Montemor-o-Velho, a GNR apreendeu, além dos três exemplares de meixão, armadilhas e equipamentos para a pesca ilegal, 16 covos, um peneiro e diversas caixas de transporte, adiantou a mesma fonte.
O meixão, também denominado de “caviar lusitano”, que tem como principal destino a exportação para Espanha, pode atingir na venda 400 a 500 euros por quilograma, segundo fontes da GNR.
http://www.publico.pt/Sociedade/tres-enguias-bebes-valem-seis-meses-de-prisao-e-120-dias-de-trabalho-comunitario_1473726
Fonte daquela da força policial, os três homens, com 22, 26 e 30 anos, foram interceptados na madrugada de hoje na foz do Rio Arunca, Montemor-o-Velho, e durante a manhã condenados a penas individuais de seis meses de prisão, suspensas por igual período, e a prestar 120 dias de trabalho a favor da comunidade.
Os homens chamaram a atenção da Equipa de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR pela utilização de lanternas e quando se aperceberam da chegada dos militares puseram-se em fuga, tendo sido identificado e detidos, mais tarde, e confessado os crimes.
Na altura, na zona de Vila Nova da Barca, concelho de Montemor-o-Velho, a GNR apreendeu, além dos três exemplares de meixão, armadilhas e equipamentos para a pesca ilegal, 16 covos, um peneiro e diversas caixas de transporte, adiantou a mesma fonte.
O meixão, também denominado de “caviar lusitano”, que tem como principal destino a exportação para Espanha, pode atingir na venda 400 a 500 euros por quilograma, segundo fontes da GNR.
http://www.publico.pt/Sociedade/tres-enguias-bebes-valem-seis-meses-de-prisao-e-120-dias-de-trabalho-comunitario_1473726
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
PJ e GNR prestam declarações no julgamento de Mário Pessoa
Realiza-se hoje (4) a terceira sessão do julgamento de Mário Pessoa, 41 anos, natural de Carapinheira, numa sessão que tem início marcado para as 09H45 e que deverá prolongar-se até ao final do dia, durante a qual o coletivo de juízes deverá ouvir elementos da PJ e da GNR.
O homicida é acusado de ter matado a mulher, Manuela, à queima-roupa, com tiros de caçadeira, e, momentos depois, o soldado Dias, da GNR de Montemor-o-Velho, com disparos de um revólver. É ainda acusado de ter atingido a tiro outro militar, que sobreviveu.
Ao todo, está a responder por 11 crimes. Na primeira sessão do julgamento, Mário Pessoa disse que a sua intenção era suicidar-se diante da mulher, mas acabou por matá-la à frente da filha, de cinco anos, e tirar a vida a um dos guardas que o deteve.
Manuela, 35 anos, também ela natural de Carapinheira, foi assassinada por Mário Pessoa, de quem estava separada, no dia 29 de novembro de 2009, quando seguia no interior da ambulância dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho. Estava a ser conduzida ao Gabinete Médico-Legal da Figueira da Foz e acabara de apresentar queixa no posto da GNR contra o seu executor, na qualidade de vítima de violência doméstica.
http://www.asbeiras.pt/2011/01/pj-e-gnr-prestam-declaracoes-no-julgamento-de-mario-pessoa/
O homicida é acusado de ter matado a mulher, Manuela, à queima-roupa, com tiros de caçadeira, e, momentos depois, o soldado Dias, da GNR de Montemor-o-Velho, com disparos de um revólver. É ainda acusado de ter atingido a tiro outro militar, que sobreviveu.
Ao todo, está a responder por 11 crimes. Na primeira sessão do julgamento, Mário Pessoa disse que a sua intenção era suicidar-se diante da mulher, mas acabou por matá-la à frente da filha, de cinco anos, e tirar a vida a um dos guardas que o deteve.
Manuela, 35 anos, também ela natural de Carapinheira, foi assassinada por Mário Pessoa, de quem estava separada, no dia 29 de novembro de 2009, quando seguia no interior da ambulância dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho. Estava a ser conduzida ao Gabinete Médico-Legal da Figueira da Foz e acabara de apresentar queixa no posto da GNR contra o seu executor, na qualidade de vítima de violência doméstica.
http://www.asbeiras.pt/2011/01/pj-e-gnr-prestam-declaracoes-no-julgamento-de-mario-pessoa/
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Câmara de Montemor-o-Velho atualiza tarifário da água
O executivo de Luís Leal debate hoje – e deverá votar, também – , na reunião de câmara, a atualização dos tarifários da água e dos resíduos sólidos urbanos e criação da tarifa de saneamento básico.A proposta que vai estar em cima da mesa resulta de um estudo e procura garantir a sustentabilidade dos custos dos serviços, indo ao encontro das recomendações da respetiva entidade reguladora.
Tem uma aplicação faseada até 2013, mas pode ser alterada em função das propostas que vierem ser apresentadas hoje.
Atualmente, existem sete escalões e o consumidor paga em função da água que consome. Paga também a tarifa de manutenção do sistema público de água de acordo com o tipo de contador instalado e a taxa de recolha e tratamento de lixo- 1,5 euros por mês. Porém, não paga a taxa de saneamento básico.
Seja qual for o tarifário que vier a ser aplicado, os consumidores do concelho de Montemor-o-Velho vão ter de se mentalizar vão passar a pagar mais pela água que consomem (e desperdiçam, como a maioria dos portugueses).
Por sua vez, após a aplicação da novos preçários, a autarquia passa a ter condições para entregar as redes de serviços básicos, em alta e em baixa, à Águas do Mondego.
Contudo, não vai deixar de contemplar escalões para famílias numerosas e munícipes carenciadas.
http://www.asbeiras.pt/2011/01/camara-de-montemor-atualiza-tarifario-da-agua/
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