quinta-feira, 27 de maio de 2010

Buracos sem fim à vista

A degradação da estrada que faz a ligaçao ao Centro Hípico motivou o envio de uma carta ao INAG por parte dos responsáveis do hipódromo e de autarcas locais.

Os buracos teimam em aumentar e porque parece que ninguém se interessa por eles, a não ser os que necessitam de por lá passar, a Comissão de Gestão do Centro Hípico de Coimbra em conjunto com os presidentes de junta do Ameal, Arzila, Ribeira de Frades, S. Martinho do Bispo e Taveiro resolveram escrever ao Instituto Nacional da Água. Deram conhecimento ao Governador Civil de Coimbra e aos presidentes de câmara de Coimbra e Montemor-o-Velho e decidiram enviar a missiva.
Invocando os motivos que levam a passar por aquela estrada, mostram um “profundo desacordo e indignação” pelo estado “deplorável” em que a via se encontra. Os utentes que por ali passam sofrem “graves danos” e passam lá porque a estrada em questão serve de acesso directo à pista de remo de Montemor-o-Velho, ao Centro Hípico de Coimbra, entre outros locais. Ora, e “sendo um acesso usado por tantos” os responsáveis do Centro Hípico de Coimbra, bem como os autarcas das freguesias signatárias da carta enviada ao INAG esperariam das autoridades competentes “acções que tornassem transitável a via”. Sem contabilizarem os danos sofridos dizem estar “estranha e injustamente” a assistir à “continuada e acelerada degradação” da estrada. Aguardam uma resposta e caso nada seja feito ponderam “outras formas de manifestar o descontentamento”.
Entretanto, o grupo no Facebook “Arranjem a Estrada do Choupal” já reuniu 459 amigos.

Rute Melo
In http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=83211&ed=27052010

Combóios de mercadorias em Verride

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Seixo: 29.º festival de folclore e 40.º aniversário do Flores do Monte

A freguesia do Seixo (Montemor-o-Velho), “já nos limites da gândara”, recebe, dias 29 e 30 de Maio, o 29.º Festival de Folclore da Associação Rancho Folclórico Flores do Monte, momento cultural e de convívio que também visa comemorar o seu 40.º aniversário.
O “Flores do Monte” é uma associação fundada em 1970, originária de uma contradança que apenas saía para as ruas da freguesia por ocasião dos festejos do Carnaval, no intuito de angariação de fundos para a Igreja Paroquial. Naquela data, um grupo de “apaniguados da cultura popular” decidiu criar um Rancho Folclórico, apelidando-o de Flores do Monte, iniciando, desde então, um digno e significativo trabalho de pesquisa e recolha de músicas, danças e tradições, no intuito de preservar e divulgar a herança cultural dos seus antepassados. As suas danças são mexidas e o traje é muito semelhante ao da “Tricana de Coimbra”. A Associação Flores do Monte, sem sede própria, realizou, durante vários anos, as suas reuniões e os ensaios num espaço cedido pela Associação Fernão Mendes Pinto. As instalações do novo “Centro Cultural do Seixo”, utilizadas por todos os movimentos associativos da freguesia, vieram proporcionar melhores condições de desenvolvimento cultural, ocupação dos tempos livres e realização de eventos lúdico-recreativos.
O 29.º festival do Flores do Monte, além da mostra da cultura popular de outras regiões do país, também pretende demonstrar a vitalidade do grupo organizador, proporcionando momentos de convívio e troca de experiências entre os elementos dos grupos participantes. Este evento cultural e de animação inicia-se dia 29, pelas 19h30, com a recepção de “boas-vindas a sócios e convidados, seguindo-se um jantar de confraternização. Pelas 22h00, está agendada a actuação de um Grupo Musical de Animação e baile com Quim Martinho.
Dia 24, pelas 15h00, a organização recebe os Grupos Convidados e Entidades Oficiais, no Largo da Igreja; 15h30, desfile dos Ranchos até ao Centro Cultural (junto às Escolas), com a actuação pela seguinte ordem: Rancho Folclórico Flores do Monte – Seixo (anfitrião), Rancho Folclórico “Os Camponeses de São Vicente do Paul” -Santarém, Grupo Cultural Folclórico Verde Pinho de Pinheiro de Côja –Tábua, Rancho Folclórico Lírios do Nabão, de Freixianda – Ourém, Rancho Folclórico São Martinho - Tavarede, Figueira da Foz e Grupo Folclórico e Etnográfico do Cimeiro - Casal Cimeiro, Soure.
A iniciativa tem o apoio da Fundação Inatel (Coimbra), Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Junta de Freguesia do Seixo e Crédito Agrícola do Baixo Mondego.

Fonte: Fonte: GRPC - Aldo Aveiro (24-05-2010)

Orizicultores reclamam conclusão das obras do Baixo Mondego

A Associação Portuguesa dos Orizicultores (APOR) exigiu ontem em Coimbra que seja desbloqueada uma verba para a finalização das obras hidroagrícolas do Baixo Mondego e que o emparcelamento seja estendido aos vales onde ainda não foi feito, uma vez que o considera essencial para o desenvolvimento agrícola de toda a região.
Segundo dirigentes da APOR, que ontem entregaram um documento reivindicativo no Núcleo de Coimbra da Direcção Regional de Agricultura do Centro, estão por contemplar naquele projecto de fomento hidroagrícola os vales do Pranto (abrangido apenas parcialmente), Arunca e Ega.
O coordenador da associação, Isménio Oliveira, sublinhou que no Vale do Pranto se produz o melhor arroz carolino da Europa. No entanto esta zona debate-se com um problema de poluição (desconhecendo se tem origem em estações de tratamento de águas residuais ou em suiniculturas) e com o pagamento de taxas de água por parte dos agricultores independentemente de terem ou não emparcelamento.
A APOR reclama do Ministério da Agricultura que tome as medidas necessárias de apoio aos orizicultores «para salvar a produção de arroz nacional», bem como «penalize efectivamente quem faz “dumping” e sensibilize os industriais para que paguem preços mais justos pela produção nacional na campanha de 2010».
A Associação Portuguesa dos Orizicultores sublinha que «face às grandes dificuldades por que estão a passar as explorações agrícolas familiares é de extrema importância a redução das contribuições mensais dos agricultores para a Segurança Social por escalões, segundo os rendimentos das explorações e sem perda de direitos».
No documento reivindicativo, considera-se «grave o que se passa com a produção nacional de arroz, em que os preços na produção desceram cerca de 50% em relação ao ano anterior».
«Em 2008 o preço à produção rondava os 40 cêntimos o quilo e na campanha de 2009 os industriais pagaram entre os 15 e os 22 cêntimos/quilo conforme o seu rendimento», diz a APOR, acrescentando que os industriais alegaram que esta baixa é devida à pressão das grandes cadeias de produção.
«Sabemos que através da fiscalização da ASAE se verificou que as grandes cadeias de distribuição estão a fazer dumping na comercialização do arroz, sem que haja uma efectiva penalização para esta prática e que continua a misturar-se arroz sabe-se lá vindo de onde e em que condições», refere ainda.
Isménio Oliveira adiantou que a associação irá contactar os partidos políticos com assento parlamentar para os sensibilizar para este e outros problemas do sector, estando também a organizar para Julho, em Santarém, um encontro nacional de produtores para analisar as medidas a tomar em defesa dos interesses dos orizicultores nacionais.

Escrito por José João Ribeiro
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=7515&Itemid=135

terça-feira, 25 de maio de 2010

Maior pastel de Tentúgal do mundo tem mais de 10 metros

O maior pastel de Tentúgal do mundo, com mais de 10 metros de comprimento foi hoje confeccionado na feira de doçaria local, envolvendo 30 pessoas, 60 quilos de açúcar, 140 de farinha e dois mil ovos

Ao fim de quatro edições, o pastel gigante ultrapassou em oito centímetros os dez metros de comprimento, suplantando em dois metros o anterior recorde, estabelecido em 2009.
«É um pastel que tem 140 quilos de farinha, 60 de açúcar, 160 dúzias de ovos e 60 litros de água. Mas sobretudo tem envolvido um grande empenho, motivação e cumplicidade por parte de todos os pasteleiros», disse Olga Cavaleiro, presidente da Associação de Pasteleiros de Tentúgal.
«Todas as pasteleiras acham que [a confecção do pastel gigante] é um momento muito emocionante. Falam dele com muito entusiasmo e emoção», acrescentou.
Na forma metálica, as pasteleiras começam por estender a massa – com meio milímetro de espessura - previamente confeccionada e depois pincelada com ovo através de uma pena de galinha que faz as vezes de pincel.
Segue-se o recheio de doce de ovos e o pastel é fechado com mais massa e manteiga antes de ir a cozer.
O forno a carvão, instalado ao ar livre, tem uma temperatura de chapa que chega perto dos 600 graus e antes de receber a forma necessita de ser arrefecido, para baixar a temperatura das brasas dos 280 para os 220 graus, evitando que o pastel queime.
«E, no final, todos querem provar um pastel que não é igual ao do dia-a-dia mas é igualmente saboroso. Vale a pena vir a Tentúgal provar este pastel gigante 2010», sustentou Olga Cavaleiro.
Lusa / SOL

Um morto em colisão na Estrada Nacional 111

Embalador de calçado dirigia-se para o local de trabalho quando se verificou o acidente

Um jovem motociclista de 17 anos morreu ontem na sequência de um acidente de viação, ocorrido na zona de Meãs do Campo, Montemor-o-Velho.Pedro Miguel Simões Rodrigues era natural de Meãs do Campo, Montemor-o-Velho, tinha uma irmã mais nova e trabalhava desde Outubro passado na “Karapi – Manufactura de Calçado”, em Pegas, na “estrada velha de Tentúgal”, onde desempenhava as funções de embalador de calçado.O acidente, segundo apurámos, ocorreu às 8h00, próximo da fábrica de calçado, para onde Pedro Rodrigues se dirigia para iniciar mais um dia de trabalho.O ambiente, ontem, naquela unidade fabril, era de grande consternação, já que Pedro Rodrigues era uma pessoa muito querida entre os colegas.O jovem, que, de acordo com os bombeiros, usava capacete na altura do acidente, conduzia uma moto de 125 centímetros cúbicos de cilindrada. Segundo a GNR, o motociclista «ao fazer uma ultrapassagem ter-se-á distraído e, para não embater na traseira de um veículo pesado, guinou para a esquerda e embateu na roda de uma outra viatura, tendo sido projectado e tido morte imediata».Os Bombeiros de Montemor--o-Velho, que adiantaram que o jovem bateu com a cabeça no pára-choques de uma carrinha, enviaram para o local duas ambulâncias, um carro para lavagem de pavimento e seis elementos, tendo o cadáver sido transportado para o Hospital da Figueira da Foz para autópsia.O INEM referiu, por outro lado, que quando chegou ao local o condutor da mota apresentava múltiplas fracturas em todo o corpo e já estava cadáver.O condutor da outra viatura, de acordo com a mesma fonte, estava «apenas ansioso», não quis ser assistido no local e recusou-se a ser transportado ao hospital.No local compareceram ainda a Viatura Médica de Emergência (VMER) do Hospital dos Covões e a GNR de Montemor-o-Velho.

Escrito por José João Ribeiro

Convívio do Título em Montemor-o-Velho

A Casa do Benfica de Montemor-o-Velho juntou dezenas de sócios e amigos num animado almoço convívio, no dia 16 de Maio.
Em frente à sede provisória, no Mercado Municipal, os adeptos e simpatizantes do clube celebraram a conquista do campeonato nacional de futebol.
Para o presidente da Casa do Benfica concelhia, Pedro Oliveira, “este é um momento de confraternização e mais um pretexto para darmos continuidade ao projecto associativo que temos em curso e que ultrapassa a vertente clubista”.
Em dia de comemoração, muitos adeptos aproveitaram o momento para se associarem à instituição concelhia fazendo com que se tivesse ultrapassado a barreira dos 700 sócios.
As actividades da Casa do Benfica regressam a 4 de Julho com um passeio de bicicleta pelo concelho e que vai passar pelas 14 freguesias, saudando todos os adeptos.

Fonte: http://www.cm-montemorvelho.pt/aconteceu_2010/120052010.htm

Capítulo sob o tema do Infante D. Pedro

O que é doce nunca amargou... é bem verdade

Quatro confrades de honra, uma dezena de confrades honorários e pasteleiras foram entronizados no III Capítulo da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal.

No sábado, a grande festa foi da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal. A confraria celebrou o seu III grande capítulo sob o tema da influência do Infante D. Pedro na vila de Tentúgal.
“Os nossos capítulos ultrapassam a defesa da gastronomia. Neles promovemos, não só os doces conventuais, como também a parte cultural e pedagógica e, por isso, este ano é dedicado ao Infante D. Pedro que teve uma importância grande para a vila”, explicou Olga Cavaleiro, presidente da Confraria da Doçaria Conventual.
Décio Matias realçou a importância do que se tem feito pela doçaria conventual, mas deixou um repto para o ano que vêm: “temos de fazer mais e melhor nesta mostra que, diz respeito não só à vila como a toda a região”. Afirmação sustentada por Olga Cavaleiro que disse ter visto a feira crescer de ano para ano, e por isso frisou, “para o ano ainda tem de crescer mais”.
Com 24 expositores, a 9.ª edição da feira de doçaria tem representados não só os doces de Tentúgal, como também a doçaria de Lorvão, Penacova, Coimbra, Pereira e Ançã.
Por sua vez, Luís Leal, presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, deixou uma “palavra sentida” dirigida a Olga Cavaleiro, pelas iniciativas da confraria que, segundo o próprio, “têm extravasado a gastronomia”. Em relação à edição da mostra do ano que vem, Luís Leal sublinhou que se deve dar um passo “quantitativo, mas essencialmente, qualitativo”, destacando ainda a importância do pastel de Tentúgal como uma marca da região.
Na cerimónia de entronização, foram quatro novos confrades de honra – João Fernandes (Delegação Regional de Coimbra da Fundação Inatel), Manuel Rocha (Conservatório de Música de Coimbra), Luís Lavrador (chef presente na 3.ª edição da da “Confeição do Maior Pastel de Tentúgal de Sempre”) e DIÁRIO AS BEIRAS (representado pelo director comercial Luís Filipe Figueiredo) – cerca de uma dezena de confrades honorários e as pasteleiras, que juraram defender a cultura de Tentúgal, levando mais longe o nome da vila com o seu trabalho e dedicação.

ASAE à espreita…

Durante a manhã de sábado, a feira de doçaria foi alvo de distintas visitas. Inspectores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) dirigiram-se à vila para confirmar se tudo estava em ordem. “A forma como me abordaram foi extremamente cordial e simpática”, afirmou Décio Matias aos jornalistas. “Eles apenas vieram verificar se estava tudo a ser cumprido, nomeadamente no que diz respeito ao transporte, validades, tempo de exposição dos produtos e preçários”, sublinhou.
A marca pastel de Tentúgal ainda não está registada, mas a Denominação de Origem Protegida (DOP) já é um passo conquistado pela vila. “Apesar de não nos permitir uma protecção tão grande como a marca registada, a DOP permitiu que a produção do pastel fosse homogeneizada”, destacou.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/index.php?area=coimbra&numero=83136&ed=24052010

CICLOVerride 2010

Cicloverride - "Um convívio com pedal"

Tour 2010

Esta actividade lúdica permite exercitar o corpo e a mente.

Domingo 30 Maio pelas 14:30h a grande concentração no Centro Cultural, para afinar as Bikes (Travões, pedais, guiador, campainha, etc...) posteriormente à tradicional cerimónia do tilintar das campainhas ou outro meio de sinalização sonora que o veículo disponha será dado o sinal de partida, pelas 15:30h.
O percurso será através das artérias principais da Vila de Verride, com algumas curiosidades, depois o Vale de Sevelha e finalmente o parque do Outeiro da Moura onde se realizará um lanche convívio.
Não percas a oportunidade de pedalar connosco, tira a Bike da garagem e limpa as teias de aranha e vem dar ao pedal.
Podem participar todo o tipo de Bikes desde que em condições de segurança, podendo ainda dar asas à imaginação, cenografando o vosso velocípede ou então utilizar um tipo de traje-figurino original, ou vem simplesmente marcar a diferença.
As inscrições abrem Sábado 22 de Maio no CCRDV_Circuito Cicloverride - para não perderes a pedalada.
Não se esqueçam das protecções, sobretudo para a cabeça, incluindo "sombreros". Comecem a olear a corrente para que tudo funcione como gostariam. Vá lá, é daquelas coisas que depois de aprender nunca se esquecem. Inscrevam-se. Têm 1001 razões para pedalar connosco, eu sei, que a mais importante é, essa mesmo, contamos contigo na grande concentração no Centro Cultural, Domingo 30 pelas 14:30h.

Informações: CCRDV

Aluno de escola profissional em prisão preventiva

Um aluno de uma escola profissional de Montemor-o-Velho foi posto em prisão preventiva, esta semana, sob suspeita de estar implicado em tráfico de droga, soube o “Campeão” de fontes policiais.
Outro estudante do mesmo estabelecimento de ensino, cujo alvará pertence à Associação de Diogo de Azambuja, prestou termo de identidade e residência.
A Polícia Judiciária, através da Directoria do Centro, efectuou, recentemente, buscas que ditaram a captura de cinco pessoas, mas nem todas foram sujeitas à mais severa das medidas de coacção (prisão preventiva).
A detenção, validada por um juiz nas 48 horas subsequentes à captura, tem como alcance impedir a fuga, alarme social, reincidência ou destruição de provas, sendo aplicável a arguidos sobre os quais recaiam fortes indícios de prática de crime punível com pena de prisão de máximo superior a cinco anos.

Fonte: http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=7917:trafico-de-droga-aluno-de-escola-profissional-em-prisao-preventiva&catid=14:actualidade&Itemid=130

Duarte Silva ouvido em Junho

Sigilo profissional atrasa julgamento

O julgamento do homem que amputou o dedo na Figueira da Foz foi ontem adiado devido à invocação do sigilo profissional de uma das testemunhas, um advogado.
A invocação do sigilo profissional por parte do advogado do exequente no caso que levou Orico Santos a amputar o seu próprio dedo indicador fez com que várias testemunhas presentes no tribunal de Montemor-o-Velho não tenham sido ouvidas e poderá mesmo levar à repetição das diligências já efectuadas.
António Dantas era o advogado de José Negrão Antunes (entretanto falecido), que quis comprar um terreno ao antigo emigrante em França e, como sinal, ter-lhe-á dado 125 mil euros. Entretanto, o negócio não andou e o empresário de Viana do Castelo avançou para uma execução judicial sobre os terrenos. O resto já se sabe: no dia em que as propostas estavam a ser abertas (13 de Janeiro de 2009), Orico Santos cortou o dedo, em forma de protesto.
Mas há outros contornos no caso que não são tão conhecidos. Ontem, a defesa do residente em Buarcos, confrontou o advogado nortenho com vários factos que indiciariam que, além do falecido empresário, outros estariam envolvidos na compra dos terrenos, nomeadamente Manuel Basto ou Henrique Nuno da Silva Pereira, ambos promotores imobiliários de Viana do Castelo ontem ouvidos pelo colectivo de juízes.
A certa altura, o advogado invocou o sigilo profissional para não responder às questões colocadas por Pedro Trylho-Blanco. Foi então feito um requerimento à Ordem dos Advogados para levantar o sigilo, mas a palavra final será do Tribunal da Relação. Devido a este “incidente”, o presidente do colectivo considerou “temerário” continuar a ouvir as testemunhas. Isto porque, caso todas as testemunhas fossem ouvidas ontem e fosse necessário esperar pela decisão da Relação para ouvir o advogado, poderiam passar mais de 30 dias e, caso isso acontecesse, todas as diligências efectuadas ficariam sem efeito e teriam de ser repetidas.
Assim, as quatro pessoas que deveriam ter sido ouvidas ontem – entre elas o antigo presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Duarte Silva – serão interrogadas no próximo dia 16 de Junho.

Vasco Garcia
In http://www.asbeiras.pt/index.php?area=coimbra&numero=83073&ed=21052010

Festa do Centro Paroquial de Solidariedade Social de Verride

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Quis fugir mas acabou dentro de um tanque

O assalto acabou mal para um dos três homens suspeitos do furto de botijas de gás do posto de abastecimento de combustíveis, em Quiaios (Figueira da Foz). Saltou um muro e acabou prostrado dentro de um tanque com água.
Às 03.03 da madrugada, o posto de Quiaios da GNR recebeu o alerta. Os três homens, que se faziam transportar num veículo ligeiro de mercadorias, foram, pouco tempo depois, interceptados por uma patrulha dos militares do posto de Maiorca. Estava montada a caça aos assaltantes. Segundo fonte da GNR, a perseguição de um quilómetro levou os assaltantes a abandonar o veículo e a tentar escapar a pé.
No culminar desta operação policial, que envolveu também uma patrulha da GNR de Montemor-o-Velho e outra equipa do Núcleo de Investigação Criminal dessa vila, um dos suspeitos foi parar ao hospital, pois, na fuga, tentou saltar um muro de cinco metros e acabou dentro de um tanque. O homem, vítima desta aparatosa queda, continuava ontem internado na unidade hospitalar figueirense, segundo relatou ao DN fonte da GNR. Os restantes assaltantes ainda estão a monte. A viatura ficou apreendida, mas a mesma fonte não adiantou a quantidade de material furtado.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1574131&seccao=Norte

Geminação com Cabo Verde

O presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho manifestou ontem a intenção do município se geminar com um concelho de Cabo Verde.
Cinquenta e dois alunos cabo-verdianos da Escola Profissional Agrícola Afonso IV e da Escola Profissional de Montemor-o-Velho tiveram ontem uma visita muito especial. A ministra da Juventude e da Presidência do Conselho de Ministros de Cabo Verde esteve na Associação Diogo Azambuja e na câmara municipal e deixou um apelo aos jovens. “O país precisa de todos vocês”, afirmou Janira Almada.
Num país onde os jovens representam “67 por cento” da população, a governante destacou o esforço que está a ser feito na qualificação e emprego. “Temos muito trabalho pela frente, mas é possível”, declarou.

Leal pede mais acompanhamento

Já o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho destacou a forma fácil como as dezenas de jovens cabob-verdianos se têm integrado na vila, mas deixou o repto para que, no futuro, os novos alunos que cheguem a Montemor tenham melhor “enquadramento residencial” e “acompanhamento”, proporcionando-lhes “não só condições de frequência escolar mas também de adaptação a novas vivências”.
Para reforçar os laços que unem Montemor e Cabo Verde, Luís Leal deixou o convite para “uma geminação com uma das ilhas ou concelhos da área de influência dos jovens” que têm estudado no Baixo Mondego ao longo dos últimos anos.

Vasco Garcia
In http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=83029&ed=20052010

O QUARTEIRÃO PRIMAVERA 2010 começa já no sábado, em Montemor-o-Velho

Inauguram-se, no Quarteirão das Artes, as diversas oficinas e workshops: Vídeo-Arte, de Sérgio Gomes, Gravura, de Sergio Toledo, Papel Marmoreado, de Maria do Céu Ferreira, e as oficinas permanentes de Cerâmica, Gravura e Encadernação, esta última a cargo de Jorge Valente. Os workshops e oficinas continuarão abertos ao público ao longo da programação do QP10.
Iniciam-se algumas residências artísticas; outras apresentam já resultados ao público, como é o caso do projecto Renda Sol, de Diana Regal, com a colaboração de Elisa Pinto. Foram convidados ainda os artistas Juan de la Mora (EUA), Alfonso Caputo (Itália), Francesco Milizia (Itália) e Nabil Hibrahim (Londres).
À noite arrancam as Noites Eléctricas, no Espaço Rosa dos Ventos, sob a direcção de José Vieira. Apresenta-se em estreia absoluta o vídeo "Sobre a Linha Magnética da Vida - a poesia de Afonso Duarte", realizado por Pedro Penilo, uma produção conjunta da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e da Teatro dos Castelos. Segue-se o Encontro de Projectos Multimédia, envolvendo os colectivos Fonlad, Patch Zero, xDA, e Videolab. As Noites de sábado terminam com 30 minutos de Vídeo, do Festival Fonlad, dedicados ao projecto Videolab.
Tudo isto envolto num ambiente de festa, beleza e amizade. É por isso que é necessária a sua presença. Venha inugurar connosco a festa da Cooperativa!

QP10
Direcção: Júlio Sousa Gomes
Produção: Jorge Valente, José Vieira e Pedro Penilo
Fonte: http://port.pravda.ru/news/sociedade/18-05-2010/29608-quarteira_primavera-0

Apreendidos 35 quilos de meixão e 150 de amêijoa

O Destacamento de Controlo Costeiro da GNR da Figueira da Foz anunciou ontem que no decorrer de uma operação interceptou uma viatura, segunda-feira passada, no concelho de Montemor-o-Velho, que transportava “no seu interior um tanque contendo 35,950 quilos de enguia bebé, vulgo meixão – cerca de 110.000 espécies”.
De acordo com aquele destacamento, o meixão “teria um valor, se introduzido no mercado, de 14.380 euros, considerando que o preço praticado chega a atingir os 400 euros por quilo”.
Além das espécies apreendidas, a guarda procedeu também à apreensão da viatura, marca Citröen, modelo C5, que estava “devidamente preparada e transformada para este tipo de actividade, equipada com um tanque, ao qual se encontravam ligadas garrafas de ar comprimido para assim assegurar a devida oxigenação da água, criando condições para a sobrevivência da espécie, até ao seu destino”.

Uma das maiores apreensões

O veículo apreendido, “juntamente com o restante material”, terá “um valor de cerca de 10.400 mil euros, totalizando assim a apreensão um total de 24.780 mil euros”. Segundo o destacamento costeiro, em nota de imprensa, o meixão apreendido foi imediatamente devolvido ao Rio Mondego, próximo de Formoselha, “contribuindo assim para o repovoamento de uma área onde aquela espécie se encontra em vias de extinção”.
A GNR acrescenta que o “meixão é considerado uma espécie em perigo, fruto da sobrecaptura de que é alvo. Sendo uma espécie com largo mercado em Espanha, onde é considerada da mais finas iguarias, é em Portugal que o mercado espanhol se abastece, visto esta espécie ter uma larga preferência pelos rios nacionais”.
Segundo o Destacamento de Controlo Costeiro da GNr da Figueira da Foz, “esta foi uma das maiores apreensões de sempre desta espécie, a nível nacional, constituindo assim um rude golpe para aqueles que se dedicam a esta actividade” ilegal.

Apreendidos 150 quilos de amêijoa

Ontem, durante a madrugada, aquele destacamento da GNR efectuou também uma apreensão, no Rio Mondego, na Figueira da Foz, neste caso de amêijoa. Foram apreendidos “cerca de 150 quilos”, esclareceu ao DIÁRIO AS BEIRAS o comandante da unidade, Jorge Caseiro. Foram identificados dois homens, residentes em Aveiro. Ambas as espécies – meixão e amêijoas – foram devolvidas ao seu habitat natural.

Cláudia Trindade
In http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=83023&ed=19052010

“Doce Centro 2010” em Tentúgal

A Turismo Centro de Portugal apresentou em Tentúgal, a iniciativa "Doce Centro 2010".
De Maio a Dezembro, nos municípios de Montemor-o-Velho, Arganil, Ovar, Castelo Branco, Proença-a-Nova, Vouzela e Figueiró dos Vinhos, os visitantes, turistas nacionais e internacionais têm a oportunidade de degustar delicados sabores confeccionados segundo receituários antigos e tradicionais.
Esta acção pretende promover a cultura ancestral no domínio dos doces e especialmente dos doces conventuais, valorizar os cartazes gastronómicos e turísticos desenvolvidos pelos municípios, garantir a oferta de experiências diferenciadoras, associar o produto Gastronomia & Vinhos ao conhecimento cultural, patrimonial e histórico da região Centro e dinamizar os percursos de visita no território regional.
programa do "Doce Centro 2010"
Feira da Doçaria Conventual de Tentúgal - 22 e 23 de Maio 2010 - Tentúgal - Montemor-o-Velho.
Feira das Sopas & Doces - 23 de Maio 2010 - S. Martinho da Cortiça - Arganil.
Feira do Doce de Ovar - 3 a 6 de Junho 2010 - Jardim do Cáster - Ovar.
Feira da Doçaria - 6 de Junho 2010 - Sobral do Campo - Castelo Branco.
IV Feira da Tigelada - 31 de Julho e 1 de Agosto 2010 - Parque Urbano - Proença-a-Nova.
“Doce Vouzela” – II Festival de Doçaria - 7 e 8 de Agosto 2010 - Vouzela.
Festa da Queijada de Pereira - 15 a 17 de Outubro 2010 - Celeiro dos Duques de Aveiro - Pereira - Montemor-o-Velho.
V Feira de Doçaria Conventual - 30 e 31 de Outubro 2010 - Convento de N.ª Sr.ª do Carmo - Figueiró dos Vinhos.
IV Feira das Filhós e Coscuréis - 10 e 11 de Dezembro 2010 - Proença-a-Nova.

Fonte: http://www.opcaoturismo.com/noticia.php?id=184850

terça-feira, 18 de maio de 2010

Quatro condenados por rapto de menina cigana de 11 anos

Dois dos arguidos vão cumprir penas efectivas de prisão, enquanto outros dois ficaram com as condenações suspensas. Os factos aconteceram em Abril de 2009 e dividiram-se entre Santa Maria da Feira e um acampamento cigano de Arazede

O rapto de uma menina cigana de 11 anos foi ontem punido pelo Tribunal Judicial de Montemor-o-Velho, que aplicou penas de prisão - duas efectivas - a quatro dos cinco arguidos, todos de etnia cigana. Uma mulher (A.M.) foi absolvida. Além do rapto, o quinteto (três homens e duas mulheres) respondia por abuso sexual de criança, crime que, no entanto, “caiu”, pois o tribunal entendeu tratar-se de ofensa à integridade física qualificada. O colectivo de juízes não considerou o “teste de virgindade” um «acto sexual de relevo».
Os factos remontam a Abril do ano passado. A menina vivia com os pais adoptivos - já não se encontrava sob tutela da mãe, tendo sido entregue aos cuidados de outros familiares - em Santa Maria da Feira. No dia 12, domingo de Páscoa, foi raptada e levada para o acampamento de Vila Franca, em Arazede, no concelho de Montemor-o-Velho, com o propósito de ser concretizado o casamento com um primo, à data com 17 anos. O enlace, seguindo a tradição cigana, foi materializado no dia 14 de Abril, confirmou o noivo em tribunal. A festa durou dois dias e reuniu 200 convidados.
Mas o rapto era apenas uma parte da acusação. No dia do casamento, antes deste se concretizar, C.S. foi sujeita a um “teste” para comprovar a virgindade. Um ritual que causou várias lesões à menor. A primeira noite foi passada dentro de uma carrinha, tendo a rapariga de 11 anos, que, em tribunal, negou alguma vez ter pretendido casar com A.R., recusado manter relações sexuais com o noivo, que, ontem, foi absolvido do crime de condução de veículo sem habilitação legal do qual também estava acusado.
Relativamente ao rapto, o noivo (A.R.), o seu pai (J.R.) e uma mulher da família (M.S.) foram condenados pela co-autoria do crime, enquanto A.A.M. foi considerado cúmplice. Assim, o cúmulo das penas pela prática dos crimes de rapto e de ofensa à integridade física qualificada ditaram condenações entre quatro anos e seis meses e seis anos e seis meses. Beneficiando do facto de não terem antecedentes criminais e de o juiz ter aplicado o regime da atenuação especial da pena - aplicada a arguidos condenados, com idade entre os 16 e os 21 anos -, A.R. e M.S., à data dos factos com 20 anos, foram punidos com quatro anos e meio de prisão, suspensos por igual período, e ficaram sujeitos ao regime de prova. Com antecedentes criminais, o pai do noivo vai cumprir seis anos e meio de prisão efectiva, enquanto A.A.M. foi punido com cinco anos efectivos.

Adaptar costumes às regras da sociedade
Ontem, durante a leitura do acórdão de sentença, o juiz sublinhou que, o teste de virgindade, «apesar de ser um costume ancestral da cultura cigana», teve consequências físicas. «Em qualquer acto que acarrete lesões, a intervenção do Direito é legítima», atestou o magistrado, referindo que «a integridade física é legalmente protegida», antes de lembrar que foi «apresentada queixa-crime» pela família da menor, que denunciou o rapto às autoridades.
Já depois da divulgação das penas aplicadas, o juiz realçou que, «a partir do momento em que surge uma queixa, o Estado não pode ficar indiferente». «Vivemos numa sociedade plural, mas há o mínimo de regras sociais que, por vivermos em sociedade, todos temos de respeitar e uma dessas é a integridade física das crianças, assim como a sua autodeterminação sexual», prosseguiu.
Segundo o magistrado, «não está previsto crianças de 11 anos casarem», razão pela qual aconselhou: «é bom que a vossa comunidade pense adaptar esse vosso costume às regras e aos valores da sociedade em que vivem». Um dos advogados, que pediu para não ser identificado, considerou as «penas excessivas», deixando para depois de «uma leitura cuidada» do acórdão a decisão de recorrer, ou não, para o Tribunal da Relação.

Escrito por João Henriques
In http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=7408&Itemid=135

"Espaço Garrett" Cinematógrafo-Família

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terça-feira, 11 de maio de 2010

Misericórdia dinamiza Universidade Sénior

Visando estimular e proporcionar a participação social, cultural e cívica dos cidadãos seniores, já se encontram abertas as inscrições para frequentar a Universidade Sénior de Montemor-o-Velho.

A Santa Casa da Misericórdia de Montemor-o-Velho é a entidade promotora da “SeniorMor” (Universidade Sénior de Montemor-o-Velho), tendo como parceiros a Câmara Municipal, a ADA (Associação Diogo da Azambuja) de Montemor-o-Velho e a RUTIS (Associação Rede de Universidades da Terceira Idade - Instituição de Utilidade Publica e a entidade representativa das Universidades Seniores (UTI’s) Portuguesas).
A “SeniorMor” tem como objectivo promover a aprendizagem ao longo da vida, de forma a contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos seniores. Constitui “uma resposta socioeducativa, visando criar e dinamizar regularmente actividades sociais, culturais, educacionais e de convívio, preferencialmente para e pelos maiores de 50 anos”.
A Universidade Sénior de Montemor-o-Velho disponibiliza uma oferta de aprendizagem informal e não certificada. Isto é, “as actividades educativas serão em regime não formal, sem fins de certificação e no contexto da formação ao longo da vida”. Por e para isso, “este projecto pretende ainda ser uma resposta aos desafios da aprendizagem ao longo da vida e uma forma de estimular a participação social, cultural e cívica dos cidadãos seniores”.
Assim, através das várias actividades a desenvolver (aulas, visitas, oficinas, comunicação, música ou teatro, voluntariado, entre outras), “os seniores vão ter oportunidade de se sentirem úteis, activos e participativos”.
Destinando-se a todas as pessoas do concelho de Montemor-o-Velho e concelhos limítrofes, com mais de 50 anos (não são exigidas habilitações mínimas), já se encontram abertas as inscrições para o ano lectivo de 2010/2011, que se inicia em Outubro, pagando 10 euros de mensalidade.
Para mais informações contactar: Telefone: 239687250; Fax: 239687259 ou Email: seniormor@gmail.com

Fonte: http://www.cm-montemorvelho.pt/aconteceu_2010/208052010.htm

Repsol desiste de contrato de investimento com Estado e perde 41 milhões

Depois de um ano de indefinição, ficou claro que o projecto da Repsol para uma nova unidade química em Sines, onde já opera a ex-Borealis, não vai avançar, pelo menos no horizonte contratado com o Estado português.

Na última assembleia-geral da petrolífera espanhola, em Abril, ficou claro que o investimento de 750 milhões de euros em Portugal, o maior projecto industrial estrangeiro previsto para Portugal em muitos anos, estava fora do plano estratégico da empresa até 2014. O projecto está em reavaliação, diz fonte oficial da Repsol e, apesar de continuar a ser estratégico, aguarda por uma conjuntura internacional mais favorável. A consequência foi a desistência do contrato assinado com o Estado português em 2007 e ao abrigo do qual tinha sido concedido um incentivo do QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) de 41,250 milhões de euros. Isso mesmo confirmou ao i, o gestor do QREN, Nelson de Souza. O contrato foi anulado porque o promotor não confirmou o desenvolvimento do investimento nos prazos e termos contratados com o Estado.
Segundo Nelson de Souza não houve denúncia de contrato porque não se chegou a fazer pagamentos de fundos. Segundo fonte oficial da AICEP (agência para o investimento), a empresa comunicou que precisava de prazos mais alargados para a execução e optou por apresentar em momento oportuno nova candidatura a incentivos fiscais e financeiros.
O mesmo poderá acontecer ao segundo maior investimento estrangeiro, no valor de 355 milhões de euros, contratado também na área química. As obras da unidade da Artenius do grupo La Seda pararam no ano passado por falta de financiamento e o gestor do QREN aguarda a sua retoma, até porque a Caixa está envolvida neste projecto. Mas não pode esperar para sempre.
O projecto de Repsol não é o único PIN (projecto de interesse nacional) contratado com o Estado a ser retirado do QREN. Os investimentos da Agni, de 52 milhões de euros, e da Itarion Solar (Qimonda) de 75 milhões de euros, também desapareceram da lista. O grupo malaio ia construir uma fábrica de pilhas de combustível em Montemor-o-Velho, mas a casa-mãe entrou em insolvência. Problema semelhante ocorreu com a ex-Qimonda Solar, cujo processo de recuperação da casa-mãe passou pela paragem de produção e pela forte redução de efectivos, comprometendo a fábrica de células fotovoltaicas. Os dois projectos tinham incentivos de 40 milhões de euros. À medida que o nível de comprometimento de fundos aumenta, é necessário fazer "uma limpeza" dos projectos parados para libertar apoios para outros investimentos, explicou Nelson de Souza.

Fonte: http://www.ionline.pt/conteudo/58561-sines-repsol-desiste-contrato-investimento-com-estado-e-perde-41-milhoes

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Colectiva de Montemor

Assalto rendeu 2.500 euros

Seis mulheres, um homem e uma criança, de nacionalidade estrangeira, entraram ontem, por volta das 10H30, no Restaurante Califa para “beberem café”. Começaram por encomendar a Amadeu Gomes, proprietário, “sandes, refrigerantes, chocolates...”, para levarem. Tudo parecia normal, até ao momento em que duas das mulheres foram à cozinha. Naquele espaço estavam na banca as chaves do primeiro piso (casa do empresário) e um telemóvel. Conversa fiada, até que a mulher de Amadeu Gomes reparou que as chaves tinham desaparecido.
Tarde demais. Quando veio chamar o marido, já o grupo estava de partida numa viatura automóvel, cor “verde-garrafa”, descreveu Amadeu Gomes. Contudo, o dono do restaurante ainda conseguiu retirar 25 euros das mãos de uma das mulheres, porque depois de consumirem também queriam sair sem pagar. O grupo, elas com cerca de 30 anos, o homem com pouco mais de 20 e criança de oito anos, não saiu de mãos vazias. Depois de terem remexido a habitação de Amadeu Gomes, subtraíram pulseiras, anéis e relógios, num total de 2.500 euros, disse o empresário ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Fonte policial referiu, por sua vez, que durante a manhã de ontem foi dado conhecimento, no posto da GNR de Montemor-o-Velho, um furto em Verride, num outro estabelecimento comercial, do qual foi furtada uma carteira, desconhecendo-se os valores.

Cláudia Trindade
In http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=82703&ed=06052010

Estardalhaço Brass Band

domingo, 2 de maio de 2010

Dia da Mãe

AGRESSÃO A AUXILIAR

Quatro meses de prisão convertidos em 720 euros de multa

O Tribunal de Montemor-o-Velho condenou ontem a quatro meses de prisão, substituídos por uma multa de 720 euros, o elemento do Águias que no último domingo, tal como o DC noticiou, agrediu um auxiliar do trio de arbitragem durante uma partida de juvenis.
O condenado tem agora um prazo para pagar os 720 euros e se não o fizer terá de cumprir a pena de prisão. Como escrevemos, o ambiente aqueceu na sequência de um choque entre dois jogadores. O fiscal chamou a atenção do juiz principal para os protestos no banco do Águias o que originou a expulsão do treinador e do delegado ao jogo. Este último, antes de sair, agrediu o auxiliar, tendo confessado os factos em tribunal e pedido desculpas ao agredido.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=7207&Itemid=135