quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Montemor-o-Velho - Festas 2009

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CDU candidata economista Jorge Camarneiro à Câmara

O economista e gestor de empresas Jorge Camarneiro, de 50 anos, é o candidato da CDU à Câmara de Montemor-o-Velho, com a coligação a pretender aumentar a votação de 2005 e reforçar a representação nos órgãos autárquicos.
Por outro lado, a candidatura liderada pelo militante comunista, reclama a aposta da autarquia nos apoios à criação de emprego e fixação da população, criticando o "desperdício" de verbas "em festas e romarias".
"Tem havido gastos abusivos, até imorais com as festas e romarias. Hoje não há celebração profana ou religiosa em que o município não aplique dinheiro", acusou Jorge Camarneiro.
A CDU pretende reforçar a votação alcançada há quatro anos (655 votos) que Jorge Camarneiro assume ter sido "baixa".
A Câmara de Montemor-o-Velho é liderada, desde 2001, por uma coligação PSD/CDS-PP que, actualmente, detém cinco dos sete mandatos no executivo.
Em 2005 a lista liderada pelo social-democrata Luís Leal -- que se recandidata ao cargo - obteve quase 60 por cento dos votos.
O PS alcançou 32,3 por cento e os restantes dois mandatos, enquanto a CDU, terceira força política mais votada, não foi além dos 4,3 por cento.

Fonte: Lusa

Verride

Obras e mais obras

O mês de Agosto vai a meio mas ainda se nota o ambiente estival. Alguns emigrantes ainda estão por cá e nota-se na terra um clima de alguma calmaria que mais parece uma aldeia alentejana. Os bancos do Garrett, estrategicamente situados, são um lugar apetecível para aqueles que desejam usufruir dos reconfortantes raios solares no final de tarde e também de observar quem passa pela rua principal da terra.
Outro local mais frequentado é junto das obras no largo do jardim. Alguns "engenheiros", sem gravata, aproveitam o seu tempo para observar o andamento das obras de requalificação daquele local emblemático de Verride.
As obras decorrem ao seu ritmo e como consequência a poeira e os cortes de agua de abastecimento público, são frequentes.
É desconfortante ter a casa inundada de poeiras ou não ter água canalizada. Trata-se de algo que ninguém gosta, mas tendo em conta que foi necessário fazer alterações nas condutas de água e esgotos,é necessário alguma paciência e compreensão. No entanto, quer a empresa encarregue das obras, quer a junta de freguesia, quer o município, devem esforçar-se mais, no sentido de minimizar as situações referidas.

Fonte e foto: http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/08/obras-e-mais-obras.html

PSP deteve suspeitos de roubo violento quando fazia fiscalização rodoviária

Uma rotineira operação de fiscalização rodoviária da PSP acabou na detenção de três jovens, por posse ilegal de armas de fogo e armas brancas. Na terça-feira, ao final da tarde, elementos da Esquadra de Trânsito, que estavam a efectuar uma operação de fiscalização rodoviária, na zona da Nova Leiria, e numa das muitas viaturas a quem deram ordem de paragem, encontraram diversos material suspeito. O agente, ao fiscalizar a viatura, onde seguiam três jovens, de 17, 19 e 21 anos, encontrou duas armas de fogo (espingardas), uma de calibre 12mm e outro de calibre 16 mm, duas facas, uma navalha, dois cartuchos de 12 mm, um gancho em ferro, com ponta afiada, uma barra de ferro, dois gorros e um par de luvas, material que foi aprendido, assim como a viatura fiscalizada.
Mas a surpresa não ficou por aqui. Após algumas investigações, a PSP veio a constatar que uma das armas de fogo havia sido roubada na área da GNR de Montemor-o-Velho, no passado mês de Maio, e que dois dos três detidos poderão ter sido os autores de um roubo, com violência, no interior de residência daquela vila do distrito de Coimbra.
Mas ainda havia mais por descobrir. Posteriormente, e cumprindo dois Mandados de Busca Domiciliária em Leiria, onde residem os suspeitos, foram apreendidas mais quatro munições, de calibre 7,62 mm, uma munição de salva, de calibre 7,62 mm e sete munições, de calibre ponto 22. Os suspeitos foram constituídos arguidos, prestaram Termo de Identidade e Residência (TIR) e foram ontem presentes a Tribunal, mas o primeiro interrogatório foi adiado para o dia 7 de Setembro.

Marilene Pinheiro in http://www.diarioleiria.pt/20007.htm

Uma vila que aposta na requalificação

Aproveitar e requalificar o que existe, dando uma imagem mais atractiva à localidade é a luta de Arménio Pato, presidente da Junta de Freguesia de Verride.

A vila de Verride é uma das 14 freguesias do concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra. Implantada numa colina, com paisagens sobre os campos do Baixo Mondego, a localidade está servida por estradas municipais com acesso a Abrunheira, Vila Nova da Barca e Freira, no concelho de Montemor-o-Velho e a Carvalhal da Azóia, do concelho de Soure. Verride tem ainda ligações aos nós da A14 e A17, valendo-se do caminho ferro e rodoviário.
Ao DIÁRIO AS BEIRAS Arménio Pato, presidente da junta de freguesia de Verride, referiu que a abertura de caminhos rurais, a criação de um espaço ajardinado, a feitura de casas de banho e a recuperação da capela do cemitério bem como a requalificação do miradouro no Outeiro da Moira foram as obras que a junta de freguesia já realizou, em prol da localidade. Desde o dia quatro de Maio deste ano, a junta de freguesia com apoio financeiro da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho tem vindo a requalificar a feitura total do jardim e, aproveitando esta deixa, fazendo o saneamento geral. Segundo o presidente, estas obras “deverão terminar no próximo dia 30 de Outubro”. Para Arménio Pato, que no primeiro ano do seu mandato gastou “todo o orçamento na requalificação da parte interior do jardim-de-infância” a reabertura de caminhos rurais tem sido uma forte aposta. Exemplo disso é o Outeiro da Moira, “antiga aldeia” que em tempos foi “habitada por muita gente” e que representa, para o presidente, uma “bonita zona de turismo”. Área que remonta a uma longa data histórica, o Outeiro da Moira está dotado das quatro infra-estruturas necessárias à habitabilidade (água, luz, telefone e saneamento). Segundo Arménio Pato, aquando da abertura dos caminhos rurais, com equipamento próprio da junta de freguesia, que dão acesso ao Outeiro da Moira, esta zona passou a ter mais e melhores acessibilidades, o que facilita o trabalho dos bombeiros em caso de incêndios florestais e proporciona, aos proprietários, uma melhor limpeza dos terrenos que envolvem esta zona. Rodeada por uma vasta densidade florestal, a requalificação do Outeiro da Moira é o projecto que tem e continuará a ter, caso Arménio Pato seja reeleito, a atenção e dedicação do presidente.

Cruz Vermelha forma habitantes

A delegação da Cruz Vermelha de Verride tem patente vários cursos de formação. Para a população que está desempregada, esta delegação tem vindo a desenvolver dois cursos diurnos na área do esteticismo que abrangem o nono e 12.º anos. No final das temáticas do curso, os formandos saem com a carteira profissional nesta área. Um outro curso, mas nocturno, destina-se a pessoas que estão empregadas e que pretendem a certificação do 12.º ano. O curso forma pessoas na área da Higiene e Segurança no Trabalho. A delegação da Cruz Vermelha de Verride, quer a nível interno quer a nível empresarial, ministra ainda cursos de socorrismo com o objectivo de as equipas que frequentam o curso apreendam mais-valias para poderem e saberem actuar perante situações de emergência.

PDM traz mais acessibilidades

Freguesia situada com vista para os campos do Mondego, a Vila de Verride “irá sair beneficiada” quando o Plano Director Municipal de Montemor-o-Velho (PDM) for aplicado. Arménio Pato, presidente da junta de freguesia de Verride, acredita que o PDM “poderá ser uma mais-valia para a fixação de jovens na localidade”, isto porque com este plano a vila passará a dispor de mais e melhores acessibilidades.

Fonte: http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=75035&ed=17082009

Agrupamento de Centros de Saúde tem sede na Figueira

No Salão Nobre dos Paços do Município realizou-se ontem uma cerimónia para a assinatura de dois protocolos que envolvem a autarquia figueirense. O Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça (IGFIJ) e a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), foram as instituições envolvidas, e em ambos os casos são válidos por um prazo de 10 anos, renováveis anualmente.
O protocolo com o IGFIJ visou a cedência de duas casas de função, situadas na Praceta Dr. Nogueira de Carvalho, construídas no início da década de 70 e que, presentemente, não estão a ser utilizadas pelos magistrados.
Estas casas de função são para instalar a sede do Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Mondego II. Como contrapartida, a Câmara Municipal da Figueira da Foz compromete-se a promover, executar e pagar obras de conservação no Tribunal da Figueira da Foz até ao montante de 75 mil euros, sendo constituída uma comissão para avaliar as necessidades de obras e respectivos custos, comprometendo-se também a autarquia a fazer obras de conservação e restauro nas casas de função, bem como assegurar a conservação e manutenção.
O referido protocolo foi assinado por António Duarte Silva (CMFF) e João Manuel Pisco de Castro, presidente do conselho directivo do Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça.
Na ocasião, João Castro salientou que este acordo se enquadra na «estratégia de gestão da Justiça» e que «o protocolo traz vantagens para todos». Também o presidente da CMFF se referiu a estes acordos como «importantes na melhoria do serviço social local» com benefícios relevantes para os munícipes.
Nesta cerimónia foi ainda celebrado outro protocolo com a ARSC, assinado por Rosa Reis Marques, que disse ser «um passo importante para um melhor atendimento nos cuidados de saúde».
A vereadora Teresa Machado, que foi a grande obreira destes protocolos, falou da importância da «inter-municipalidade» (Figueira da Foz, Soure e Montemor-o-Velho), salientando que o principal objectivo «é prestar melhores serviços aos munícipes» dando resposta aos anseios das pessoas.

Sede do ACES do Baixo Mondego II é na Figueira

Entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a Administração Regional de Saúde do Centro, foi assinado também um protocolo em que a autarquia cedeu instalações para a sede do Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Mondego II.
Resultante da reforma em curso dos Cuidados de Saúde Primários (CSP), foram 16 os ACES criados na região Centro e em funcionamento desde Abril do corrente ano. O ACES do Baixo Mondego II reúne os concelhos da Figueira da Foz, Montemor-o-Velho e Soure, localizando-se a sua sede na Figueira da Foz, tendo como director executivo Rui Couto e como presidente do conselho clínico Ana Paula Cordeiro.

Escrito por José Santos in http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=3533&Itemid=135

Agrediu a mulher e matou-se a seguir

Pouco passava da meia-noite de quarta-feira, quando o alerta para uma situação de violência doméstica na localidade de Catarruchos, freguesia de Arazede, foi dado à GNR de Montemor-o-Velho. No local, os militares da GNR confirmaram o pedido de ajuda: uma mulher tinha sido agredida pelo marido, apresentando visíveis sinais de agressão. De tal forma que teve de ser transportada ao Hospital Distrital da Figueira da Foz, com escoriações na face e membros superiores, como confirmou fonte dos Bombeiros Voluntários de Montemor, que deslocaram ao local uma equipa da sua secção de Arazede, localizada bem próxima do local da agressão. A filha do casal, que terá chegado no decorrer das cenas de violência, também foi, segundo fonte da GNR, atacada, mas sem consequências.
Mas o serviço das forças policiais e de socorro não se ficou por aqui, já que, na manhã seguinte, cerca das 8h00 de quinta-feira, receberam novo alerta, desta feita para a presença de um corpo nos anexos da habitação de um morador de Catarruchos. No local confirmou-se: José Pinto, que horas antes tinha agredido a esposa, estava cadáver no quintal do vizinho. Ao que tudo indica suicidou-se.
«Pelos indícios e pela forma como aconteceu tudo indica que tenha sido suicídio», explica fonte da GNR de Montemor, adiantando que o homem, de 47 anos, foi encontrado deitado, «com uma carabina debaixo do corpo». Mais, segundo os Bombeiros da secção de Arazede, o homem «tinha um tiro junto à orelha esquerda».
José Pinto morava com a esposa e mais dois filhos maiores na mesma residência, em Catarruchos. Ao que a GNR de Montemor apurou no local, não seria a primeira vez que a mulher era vítima de violência doméstica, contudo esta foi a primeira vez que foi pedida ajuda. «Os vizinhos falam num historial de violência, mas, apesar dos rumores, nunca houve qualquer queixa», diz a mesma fonte da GNR.
Um dos vizinhos do casal confirma exactamente isso ao Diário de Coimbra, referindo que apesar de aparentarem ser um «casal normal», há indícios de violência. «Ouvi dizer que, de vez em quando, ele tinha problemas com ela», conta, falando ainda nos problemas com o álcool de José Pinto. «O problema seria a bebida», conta ainda este vizinho, recordando, contudo, que ainda no dia antes da tragédia, o casal tinha estado no café, «a beber a bica».
E se dúvida houvesse quanto à violência, elas foram desfeitas pela própria vítima já que, à GNR a mulher confirmou não ser esta a primeira vez que foi agredida. Depois da agressão, o homem terá ido buscar a arma, altura aproveitada pela mulher e filha para fugirem. Na manhã seguinte o agressor foi encontrado morto. A Polícia Judiciária está a investigar o caso.

Escrito por Margarida Alvarinhas in http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=3535&Itemid=135

PSD de Montemor ataca Ministro da Agricultura

A Comissão Política Concelhia do PSD de Montemor-o-Velho considerou ontem lamentáveis as declarações do ministro Jaime Silva que, numa entrevista ao Jornal de Notícias, afirmou que «três mil produtores de leite vão desaparecer a curto prazo».
Em comunicado, a estrutura local dos social democratas entende que «estas declarações são o lamentável culminar de uma legislatura cujo Governo assumiu uma política de incumprimento da palavra dada, hostilização aos agricultores, tentativa de descredibilização das organizações agrícolas e abandono do mundo rural», contribuindo para «a queda do rendimento dos agricultores em 15% desde 2006 e maior dependência do mercado externo numa época de escassez alimentar».
Diz ainda o comunicado da concelhia do PSD que «o sector da agricultura foi votado por completo ao ostracismo pelo executivo, com dramáticas consequências para as condições de vida daqueles – e tantos são – que continuam a fazer da nobre tarefa de trabalhar a terra um modo inteiro de vida», sustentando que, «ao contrário do que seria sua estrita obrigação, este Governo não só desperdiçou irresponsavelmente os recursos europeus postos à disposição dos nossos agricultores, como passou o tempo a, sem regra nem critério, destruir a capacidade da nossa Administração para gerir os apoios da Política Agrícola Comum».
Enumerando vários argumentos para criticar a política agrícola do Governo, o PSD de Montemor-o-Velho mostra «indignação com o tratamento que o Governo socialista teve com o sector da agricultura e com os agricultores em particular, reforçando o nosso empenho e comprometimento com vista à resolução dos problemas vitais para a agricultura da região do Baixo Mondego e Gândaras e pela dignificação de todos aqueles que se dedicam à esta actividade».

Escrito por José Carlos Salgueiro in http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=3563&Itemid=135