quinta-feira, 30 de abril de 2009

Desassoreamento será feito com água no rio

Apesar de oficialmente ainda ninguém a poder assumir como definitiva por faltarem dois pareceres, a verdade é que a opção está tomada. A proposta final apresentada pela empresa responsável pela elaboração do projecto de lançamento do concurso, caderno de encargos e realização do desassoreamento do Rio Mondego à Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Centro prevê que a obra seja concretizada com água no rio, contrariando a possibilidade que defendia o desassoreamento com o Mondego a seco.
Contactada pelo Diário de Coimbra, Teresa Fidélis, presidente da ARH do Centro, não confirmou a opção pelo desassoreamento com água no rio, mas certificou que a proposta do projecto final foi entregue, «no final de Março», pela referida empresa ao instituto. Depois de apreciar tecnicamente a proposta, a ARH do Centro enviou exemplares ao Instituto da Água (INAG), em virtude deste ser responsável pelas albufeiras de águas públicas, e à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), para cumprir o decreto-lei de avaliação de incidências ambientais.
Agora, tanto a CCDRC, como o INAG têm de emitir pareceres favoráveis acerca da opção proposta. Só depois destas duas entidades divulgarem a sua apreciação é que o processo poderá, finalmente, avançar para o terreno. Por isso, Teresa Fidélis não quis tecer mais comentários sobre o assunto, embora tenha manifestado vontade de ver o processo andar «o mais célere possível», para que o concurso possa ser aberto e os trabalhos iniciados. Recorde-se que o processo de desassoreamento do Rio Mondego teve início na CCDRC, tendo sido herdado pela ARH do Centro, que, agora, terá a responsabilidade de lançar, em conjunto com o INAG, o concurso para a intervenção.
O Diário de Coimbra apurou que, para chegar à proposta de desassoreamento com água no rio, a empresa responsável pela elaboração do caderno de encargos ouviu a opinião, além da Câmara Municipal de Coimbra, de quem diariamente utiliza o Mondego nas suas actividades desportivas e noutras que decorrem do rio. Todos defenderam a opção agora avançada, em virtude de proporcionar a manutenção das actividades ao longo do tempo que decorrerá a empreitada, que se deverá prolongar por 30 meses.
Assim, caso os pareceres da CCDRC e do INAG sejam positivos, o nível da água será mantido, recorrendo a empresa adjudicatária da obra a uma draga para retirar a areia do leito do rio, que será transportada por batelões. A maior parte da areia será vendida para financiar a obra, enquanto uma pequena parte será colocada a jusante do Açude, com o objectivo de repor a areia que tem sido arrastada. A possibilidade do concurso ser lançado até ao final deste ano não está descartada.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1628&Itemid=135
Foto:http://www.campingcarportugal.com/albums/album01/IMG_0618.sized.jpg

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Gripe Suína - Região Centro preparada

«Não há ninguém na saúde da região Centro que não tenha conhecimentos suficientes para trabalhar com o plano de contingência da gripe», homologado pela Administração Regional de Saúde do Centro (ARS Centro), com vista à prevenção e controlo de todos os tipos de gripes nas diferentes fases, incluindo a pandémica (fase seis). A garantia foi dada ontem por José Tereso, director do Departamento de Saúde Pública e Planeamento da ARS Centro, à margem de um seminário sobre a reorganização dos serviços de saúde pública.
«Ao longo dos tempos não temos dormido nos serviços», reforçou José Tereso, de partida para uma reunião com Francisco George, director da Direcção Geral de Saúde, onde participaram os delegados regionais de saúde pública do país.
Numa altura em que se teme uma pandemia de gripe suína, José Pedro Pimentel considera que é necessário estar «alerta sem alarmismo». Garantindo que a região Centro «está preparada» para uma possível evolução do alerta para a fase seis, o presidente do Conselho Directivo da Administração Regional de Saúde realçou que é altura de «revisitar os planos que foram feitos, no sentido de os actualizar», tendo também em conta a nova organização dos centros de saúde em agrupamentos.
Em declarações aos jornalistas, José Tereso realçou, no entanto, «uma lacuna», que tem a ver com a informação ao público. Importa «não criar alarme, porque não é uma situação de alarme, mas uma situação de preparação», explicou, relembrando que a própria gripe normal pode matar. O vírus H1N1 exige, naturalmente, «mais cuidados», no entanto, aconselhou Tereso, aos primeiros sintomas, as pessoas não devem dirigir-se imediatamente aos serviços de saúde.
«Nós, portugueses, ficamos sempre aflitos, quando existe qualquer coisa. Nós, preparados, estaremos em condições de, com calma, estarmos organizados e informados. A gripe trata-se até em casa. Devo estar resguardado, não me devo expor e expor terceiros. Se eu estiver em casa e o meu médico me acompanhar não necessito ir ao hospital correr riscos. Aliás, se tiver suspeitas, não devo sair de casa até ter as instruções do médico de família. Como em qualquer doença», frisou.

Médicos incentivam vacinação

Assim, em caso de dúvida, o que se deve fazer é ligar para a linha de saúde pública (Linha Saúde 24, que é o 808242424) e/ou para o médico assistente. Nesta matéria, «as pessoas também têm auto-responsabilidade», alertou José Tereso. Os simples actos de lavar as mãos com sabão várias vezes ao dia, de não tossir ou espirrar para cima dos outros ou de usar lenços descartáveis podem fazer a diferença. «Com coisinhas simples podemos fazer muito. Todos juntos podemos fazer muito mais. São coisas de educação», lembrou, recomendando também aos grupos de risco a vacinação contra o vírus da gripe.
É que, embora não esteja provada cientificamente a eficácia contra o H1N1 – um vírus «difícil», por ser altamente mutante -, é certo que «quem está vacinado está mais resistente, mais capacitado para resistir a qualquer vírus», concluiu.
Na apresentação do plano pandémico regional, Lúcio Menezes, do Departamento de Saúde Pública da ARS Centro, adiantou ainda que as pessoas com mais de 30 anos «têm alguma possibilidade de estar imunizadas».
No documento de quase 70 páginas lê-se que, em caso de pandemia, haverá uma procura dos serviços de saúde que pode chegar até seis vezes mais do que o normal a contrastar com um absentismo laboral na área que oscilará entre o 30 e os 40%. Portanto, há que readequar os meios para minimizar as consequências provocadas pela doença. Entra em acção a «inteligência epidemiológica», explicou Lúcio Menezes, realçando que os serviços de saúde pública estão a aprender a «gerir ameaças» e, neste contexto, importa destacar a disponibilização de informação à população, para que não “entupam” os centros de saúde e hospitais, ao primeiro sinal.
O especialista realçou que há um grupo de crise que será activado caso se verifique um caso suspeito na região ou um caso confirmado a nível nacional. «Nesta primeira fase, os casos suspeitos são devidamente geridos. Depois, todos os casos são tidos como gripe pandémica», conclui.
Recorde-se que os Hospitais da Universidade de Coimbra são uma das quatro unidades de alerta no país para receber doentes que se suspeite que possam estar infectados, assumindo-se também como unidade de referência pediátrica nesta matéria.

terça-feira, 28 de abril de 2009

XX Aniversário


O blogue de Verride felicita o Centro Cultural e Recreativo de Verride

Violência doméstica: apoio para mais vítimas

O projecto «Resposta Integrada de Violência Doméstica», iniciado em Penafiel, vai alargar-se a 40 concelhos de todo o país, disse esta segunda-feira à Lusa Manuela Santos, coordenadora do gabinete Janela Aberta, que concentra no mesmo espaço várias respostas às vítimas de violência. O programa aposta numa resposta inovadora à violência doméstica, ao concentrar, no mesmo espaço, «todas as respostas» de que a vítima de violência doméstica precisa no seu «novo projecto de vida», adianta Manuela Santos.

Violência doméstica: queixas aumentaram 31,8 por cento

O objectivo desta resposta em rede é evitar que a vítima tenha de contar a sua história aos diferentes intervenientes no processo de apoio psicológico, jurídico, social e profissional, desde o momento em que é feito o pedido de ajuda, até que é concluída a inserção sócio-profissional.
«Os técnicos trabalham concertadamente uns com os outros, tratando de todo o processo e permitindo que a vítima obtenha todas as respostas no mesmo espaço físico», salienta Manuela Santos.

Ajudou 500 vítimas

O projecto começou em Penafiel, através da Associação de Desenvolvimento de Figueira, que já deu resposta a cerca de 500 vítimas, 35 por cento das quais já se encontram integradas socialmente.
Graças aos resultados positivos, e aos fundos comunitários obtidos, o programa já se alargou a 30 concelhos.
Actualmente, estão em curso os processos relativos a sete concelhos (Silves, Setúbal, Santarém, Porto Santo, Montemor-o-Velho, Torres Vedras e Horta), esperando-se que o alargamento possa estar concluído até final de Julho.
«Como estamos a falar de fundos comunitários, resolvemos torná-los acessíveis a todos e, desde 2008, fomos informando outros municípios do nosso trabalho», afirma a responsável.

Rede nacional

A intenção é criar uma rede nacional de respostas às vítimas de violência doméstica.

«Todo o nosso trabalho beneficia se for feito a nível nacional. É importante criar uma rede de respostas uniformes, até porque, por vezes, é preciso deslocar as vítimas», sublinha.
O projecto começou em 2005 e, para desenvolver a metodologia de intervenção e colocá-la em prática, foram «envolvidos todos os parceiros locais» e as próprias vítimas.
«Queríamos dar uma resposta de qualidade às vítimas, sem aumentar os custos das instituições», afirma.
Actualmente, o modelo está a ser aplicado nos concelhos de Amarante, Castelo de Paiva, Lousada, Felgueiras, Celorico de Basto, Valongo, Braga, Faro e Funchal, entre outros.
Entre as várias instituições envolvidas na «Resposta Integrada na Violência Doméstica» contam-se as autarquias locais, no município onde o projecto está a ser implementado, instituições de apoio à vítima, como a APAV, unidades de saúde, associações empresariais e entidades ligadas ao ensino e formação profissional.

Fonte e imagem:http://diario.iol.pt/sociedade/violencia-domestica-crime-vitimas-penafiel-concelhos-tvi24/1060103-4071.html

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Sete suspeitos por pesca de meixão no Mondego

Operação envolveu mais de 100 militares da Unidade de Controlo Costeiro da GNR

Sete homens foram ontem identificados, numa operação de combate à pesca ilegal no rio Mondego, desenvolvida pela Unidade de Controlo Costeiro da GNR da Figueira da Foz. Foram ainda apreendidos 27 quilos de meixão (enguia bebé), bem como material usado nesta actividade, nomeadamente embarcações.
A operação, desenvolvida no âmbito de uma investigação que dura há cerca de seis meses, culminou na madrugada de ontem com a identificação dos sete suspeitos, que foram constituídos arguidos e se encontram com termo de identidade e residência. Em causa estão indivíduos de nacionalidade portuguesa, com idades entre os 30 e 50 anos, residentes na Ereira (Montemor-o-Velho) e Amieira (Soure). De acordo com fonte da Unidade de Controlo Costeiro, «alguns dos suspeitos já são reincidentes nesta prática».
A operação daquela unidade da GNR envolveu também a realização de buscas domiciliárias às casas dos arguidos, bem como a armazéns, permitindo às autoridades recuperar 26,875 quilos de meixão. «Estava na residência dos arguidos, mantido em água, em tanques oxigenados», disse o major Jorge Caseiro, comandante do Destacamento de Controle Costeiro da Figueira da Foz.
A investigação resultou ainda na apreensão de cinco embarcações a motor, três viaturas, uma moto-4 e 27 redes. Foram também apreendidas máquinas de costura utilizadas «para fabricar as redes» e 18 crivos, uma espécie de peneiras, de várias dimensões, «usadas para separar o meixão dos limos e outros peixes», explicou aquele responsável.
Segundo a Unidade de Controle Costeiro da GNR, a totalidade do material apreendido está orçado em 65.953 euros.
O major Jorge Caseiro sublinha que o meixão, uma espécie protegida, «é comercializada a cerca de 500 euros o quilo». A sua crescente solicitação, sobretudo por parte do mercado espanhol, tem transformado esta actividade «uma verdadeira indústria ilegal».
A operação vai continuar nos próximos dias, através da remoção e apreensão das redes que se mantêm no rio Mondego, trabalhos que envolvem cerca de 100 militares da GNR.

Fonte e imagem:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1559&Itemid=113

Mais 25 balcões para tratar de heranças e divórcios com partilha

Mais 25 balcões de Heranças e de Divórcio com Partilha entraram ontem em funcionamento em Lisboa, totalizando 156 postos de atendimento em todo o País.
O Balcão das Heranças é um serviço em atendimento único que permite realizar todas as operações e actos relacionados com a sucessão por morte, como partilhar os bens do falecido entre os herdeiros, pagar os impostos ou pedir ou realizar todos os registos dos bens partilhados.
O Balcão Divórcio com Partilha é um serviço de atendimento único que permite que, nos divórcios por mútuo consentimento realizados nas conservatórias do registo civil, se possam realizar todas as formalidades envolvidas como partilhar os bens do casal, pagar os impostos ou realizar todos os registos dos bens partilhados.
Além da conservatória do registo civil de Lisboa e do espaço registos de Lisboa, estes serviços estão disponíveis nas conservatórias do registo civil de Armamar, Boticas, Braga, Castanheira de Pêra, Castro Verde, Constância, Figueira de Castelo Rodrigo, Lagos, Leiria, Lousã, Mação, Mirandela, Monforte, Montemor-o-Novo, Montemor-o-Velho, Penalva do Castelo, Povoação, Proença-a-Nova, Santa Maria da Feira, Viana do Castelo, Vila Franca do Campo, Vila Nova de Gaia e Tondela.

Fonte:http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1211921

AFUV em Mação


Associação Filarmónica União Verridense - Concerto em Mação, dia 31 de Janeiro de 2009 - Bandas em Concerto

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Carapinheirense fundado em 1959

Nem todas as associações se podem gabar de chegar aos 50 anos com uma vitalidade invejável. O Clube Desportivo Carapinheirense (CDC), fundado a 23 de Abril de 1959, pode orgulhar-se de estar bem, podendo mesmo ser considerado a referência futebolística do concelho de Montemor-o-Velho.
A recente (re)aposta no futsal sénior masculino foi positiva, já a petanca e a pesca desportiva têm dado projecção ao clube nas respectivas modalidades, conquistando diversos títulos, alguns de âmbito nacional.
As raízes do clube começam, todavia, bem antes do final da década de 50. Há muito que o futebol é praticado em Portugal e qualquer espaço livre permite a realização de um convívio de amigos.
Nomes como Carapinheira Atlético Clube, Corinthians Futebol Clube (precisamente o mesmo nome do emblema brasileiro de São Paulo) e “Onze Maravilhas” estão na origem do aparecimento do futebol nesta freguesia do município montemorense.
A equipa “brasileira” do baixo Mondego teve bons períodos, mas com o decorrer da década de 50 começou a perder fulgor. Em 1958, um novo grupo de jovens composto por elemento dos Corinthians e estudantes locais, fez nova tentativa de dinamizar e fortalecer a pratica de futebol na Carapinheira. A ideia nasceu na alfaiataria Camaz no Alhastro e o novo grupo intitulou-se “Onze Maravilhas”.
O facto de não terem actividade organizada e a necessidade de fazer algo com carácter oficial fez com que de uma reunião no Largo do Alhastro saíssem redigidos os estatutos do “Corin-
thias Futebol Clube Carapinheirense”. Porém, as complicações continuaram uma vez que em Portugal não se poderiam oficializar clubes com nomes de emblemas estrangeiros, pelo que a denominação Clube Desportivo Carapinheirense ganhou consenso e os estatutos foram aprovados a 23 de Abril de 1959, sendo posteriormente publicados em 4 de Junho de 1960 no Diário do Governo n.o 132 - 3.a Série.
Como curiosidade, acrescente-se que o “azul e branco” que ainda hoje perdura nas indumentárias actuais surgiu… por engano. O CDC encomendou equipamentos pretos (mantendo a cor do Corinthians) a uma casa no Porto. Quando a encomenda chegou, o preto não era a cor que dominava, aliás, nem constava do material que vinha a… azul e branco, cores que dominam até hoje.

Passagem pelos nacionais

O CDC cedo começou a demonstrar que era seu objectivo primordial proporcionar a prática desportiva, dignificando em simultâneo as cores da sua terra. Em 1969/1970 foi celebrada a conquista do campeonato distrital da 2.a Divisão, sendo que em 1976/1977 houve nova festa com o título da 1.a Divisão Distrital. Esta conquista valeu o ingresso para os nacionais. Uma primeira participação no Nacional da 3.a Divisão que “soube” a pouco uma vez que o clube não se conseguiu assegurar a permanência. Na distrital o CDC voltou a dar cartas em 1978/1979 e a vice-liderança valeu novo “bilhete” para as provas da Federação Portuguesa de Futebol (1979/ /1980).
Nestas duas passagens pelo último patamar nacional, o CDC participou na sempre prestigiante Taça de Portugal. Em 1977/78, os “azuis e brancos” eliminaram o Covilhã e Benfica
(1-2), mas “caíram” no reduto da União de Leiria (3-0). Em 1979/80, o emblema da Carapinheira perdeu com os Nazarenos (1-2), tendo sido repescado, eliminando na segunda ronda o U. Tomar (1-0). À terceira, o Penafiel foi mais forte e venceu por 5-1.

Infra-estruturas de qualidade

O trabalho desenvolvido pelo Carapinheirense valeu igualmente o apoio de outras entidades para o desenvolvimento e melhoria das suas infra-estruturas. A sede foi reconstruída em 1996, o pavilhão gimnodesportivo inaugurado em 2001, ano em que surgiram também as bancadas e a electrificação do campo de S. Pedro. 2001 ficou ainda marcado pelo campo de relva natural que serve alguns eventos particulares de futebol e, principalmente, o rugby. Mais recentemente foram inaugurados uns modernos e bem apetrechados balneários. O relvado sintético no campo principal é um sonho que será, em breve, realizado.

Perfil

Clube Desportivo Carapinheirense
Fundação: 23 de Abril de 1959
Local: Carapinheira
Modalidades: futebol, futsal, pesca desportiva e petanca
Palmarés: Campeão Distrital da 2.ª Divisão (1969/1970), Campeão Distrital da 1.ª Divisão (1976/1977), Vice-campeão Distrital da 1.ª Divisão (1978/1979 e 2004/2005), Participação na 3.ª Divisão Nacional (1977/1978 e 1979/1980), Vencedor da Taça Encerramento de Iniciados (1996/1997), Vencedor da Taça Encerramento de Juniores (2006/2007), Vencedor de 5 Taças de Disciplina AFC e vencedor de diversas provas concelhias em Futebol de 11 e Futsal.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1548&Itemid=135

Prémio de recuperação do património vai para Santo Varão


Dos 11 processos em análise, o júri deliberou, por unanimidade, atribuir o prémio de 2008 à obra que se destacou por manter a traça original dos elementos pré-existentes.

Fonte:http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Federação discute com Governo organização dos campeonatos da Europa de 2010

A Federação Portuguesa de Remo (FPR) vai discutir quarta-feira com o secretário de Estado da Juventude e do Desporto a organização dos campeonatos da Europa de 2010, que vão reunir mais de 40 países e cerca de 600 atletas em Montemor-o-Velho.
A construção do Centro de Alto Rendimento (CAR) que vai receber o evento - infra-estrutura que vai beneficiar ainda a canoagem, a natação em águas abertas e o triatlo - ainda não avançou, o que naturalmente preocupa os dirigentes do remo.
'É uma prova muito importante do calendário internacional e não queremos falhar', vincou à Agência Lusa Rascão Marques.
O presidente da federação revelou que a FPR também foi desafiada pela federação internacional a organizar uma Taça do Mundo ou uns mundiais de sub-23 em 2 012.
'Sabemos as dificuldades que o país atravessa e queremos saber se podemos contar com o apoio do Governo para avançarmos, caso contrário, não o poderemos fazer', reconheceu.
O presidente da FPR vai apresentar a Laurentino Dias os novos órgãos sociais para o ciclo olímpico Londres2012, com os quais espera 'consolidar todo o trabalho que tem vindo a ser feito no desenvolvimento da modalidade em Portugal'.
'No último ciclo olímpico crescemos uns 22 por cento para 56 clubes e cerca de 1.700 atletas, uma taxa de evolução que queremos manter no futuro', vincou.
Rascão Marques deseja levar a Londres2012 uma equipa 'maior' do que a de Pequim2008, em que o remo luso foi representado pela dupla Pedro Fraga/Nuno Mendes, oitava classificada.

Fonte: http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=5499

Viver em Abril

É já no próximo fim-de-semana, sábado 25 de Abril, que se comemora o 35º aniversário da Revolução dos Cravos.
Atendendo a importância desta data, o C.C.R.D.V. irá comemora-la com uma exposição sobre os ex-combatentes Verridenses da guerra do Ultramar em simultâneo a passagem do filme "Cravos de Abril", seguido de uma debate "Histórias de Abril" com a participação da Professora Isabel Melo e o Dr. Paulo Marques licenciado em Sociologia e ambos membros da União de Resistentes Antifascistas Portugueses.

Indicado a baixo o programa das comemorações e o convite não só a todos os Verridenses, mas também a todos os defensores dos direitos e garantias democráticas que nos visitem.

Fonte:http://verridecultural.blogspot.com/2009/04/viver-em-abril.html
Imagem:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWMBDjbqykH2br4EtyXAJU9VUYaXYe3PVJLrXf84p169fNWfuR4yiJCsKuLtcv5e8a3c0w8hF6WXvHX2nmskxX0rX4JPzXLu4upcfXLLHQITGQj-vVTxouxTEoXCrCUhkM9QV3zo47Oik/s1600-h/18_convite_electronico_25-Abri.jpg

terça-feira, 21 de abril de 2009

Exposição Manuel de Macedo



Informação da JF Verride

170º. Aniversário do nascimento de MANUEL DE MACEDO

Convite

A Junta de Freguesia de Verride convida todos os verridenses, e interessados, a participar na Exposição Comemorativa dos 170º. Aniversário do nascimento de MANUEL DE MACEDO.
Esta Exposição decorrerá no Centro Cultural de Verride, com abertura no Dia 1 de Maio de 2009 pelas 17:00 horas.

Apelamos a todos os Verridenses a associarem-se nestas comemorações

A Junta de Freguesia de Verride

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Segredos da queijada revelados em Workshop

A Festa da Queijada de Pereira, uma organização do Grupo Folclórico local, atraiu, durante os dois dias do fim-de-semana, bastantes visitantes que, mesmo no sábado, num dia invernal, não deixaram de se associar à iniciativa, que se traduziu numa acção de marketing em prol do afamado doce conventual.
Aida Martins, vinda de Mortágua, foi uma das visitantes e entregou-se à missão de aprender a fazer queijadas, e assim desvendar o segredo deste doce sob a orientação de duas mestras, Armanda Góis e Isabel Paixão.
Entre os conselhos das “professoras”, Aida Martins dizia ser divertido, bonito, que se aprende até morrer. Com uma queijada pronta para ir ao forno e elaborada por si, esta jovem reconheceu que só a continuação, a rotina ajuda a que o processo seja mais célere e que a forma final, que conhecemos seja, mais bem conseguida.
O seu pai, Manuel Martins, achou divertida a iniciativa da filha, porque «é um apreciador da Queijada de Pereira», lamentando o facto de que «hoje a nossa juventude não se interessa por estas artes culinárias ancestrais».
As dedicadas queijeiras, com paciência e mestria ensinavam todos os truques no processo de enchimento, para que a forma da queijada seguisse o padrão que de todos é conhecido.
O dia de ontem, já mais ameno, trouxe um banho de multidão, de gente ávida de comprar um produto genuíno, de ver e aprender a fazer tão apreciado doce.

Grupo Folclórico comemorou 43 anos

Como habitualmente, o Grupo Folclórico comemorou mais um aniversário, coincidindo com a realização da Festa da Queijada.
Na sessão comemorativa do 43.o aniversário, Eduardo Figo Roxo, coordenador do Grupo, aludiu aos 43 anos de trabalho da colectividade, defendendo que é da soma das contribuições dos seus membros, que atingiu o patamar onde hoje se encontra, defendendo que a instituição é o maior embaixador da Queijada de Pereira. Para terminar, elogiou a comissão administrativa da ADCR Pereira, à qual o grupo pertence, deixando uma palavra muito especial, «porque tiveram a coragem que poucos tiveram de pegar naquela instituição para que a mesma não morresse».
Deixou ainda um forte a apelo a todos os associados e à sociedade civil para que se encontre até Junho uma lista, que depois do sufrágio, tome conta dos destinos da ADCR Pereira.
António Ferreira Pedro, presidente da Junta de Freguesia, disse ser «um privilégio estar junto da família, porque esta família já nos habitou a coisas muito bonitas».
«Este grupo já nos habituou a grandes coisas, sendo o grande embaixador de Pereira», concluiu, rendendo uma homenagem a todos os que trabalham graciosamente pelo associativismo na vila de Pereira.
Antes de se cantarem os parabéns, Luís Leal, presidente da câmara de Montemor-o-Velho, referiu que a sessão solene «marca o carácter familiar deste grupo», enfatizando ainda o sangue novo que paulatinamente tem engrossado as fileiras da instituição.
Referindo-se concretamente à parte gastronómica, que este grupo tem sabido preservar e divulgar, o edil sustentou que «é mais do que tempo de qualificar este produto para preservar a sua qualidade, para que o selo de autenticidade seja o garante da qualidade».

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1499&Itemid=135

sexta-feira, 17 de abril de 2009

InJazz 2009


A 25 de Abril e 9 de Maio próximos, terão lugar em Montemor-o-Velho, no Teatro Esther de Carvalho, os dois concertos que compõem a edição de 2009 do festival InJazz, o primeiro com a presença de João Paulo e Ana Brandão e o segundo com António Pinho Vargas e José Nogueira.
Ao contrário dos últimos anos, a corrente edição, com um número de concertos menor que o habitual, não inclui nenhum concerto no auditório da AFUV.

Fonte e imagem: http://filarmonicaverride.blogspot.com/2009/04/injazz-2009.html

quinta-feira, 16 de abril de 2009

PJ deteve quatro suspeitos de rapto de menor de 11 anos

A Polícia Judiciária (PJ) deteve três homens e uma mulher suspeitos do crime de rapto de uma menor de 11 anos, que queriam casar com um indivíduo de 18 anos, contra a sua vontade e a da sua família, anunciou hoje aquela fonte policial.
Os detidos, com idades entre os 17 e os 41 anos, foram identificados pela PJ como presumíveis autores dos crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual da menor, revela a PJ, em comunicado enviado à Lusa.
A menor terá sido raptada, domingo, na zona de Santa Maria da Feira e esteve retida pelos arguidos, «contra a sua vontade e a da família, por um período de perto de três dias», adianta a PJ.
De acordo com aquela fonte policial, a criança foi «subtraída para efeitos de casamento com um indivíduo de 18 anos de idade».
A menina foi resgatada pela PJ durante a intercepção dos arguidos, na zona de Montemor-o-Velho.
Dois dos detidos têm antecedentes criminais por crimes contra o património e um deles encontrava-se na situação de evadido e com mandados de captura pendentes.
Todos os arguidos vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas, diz a PJ.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=383184&page=0

“É mentira” que tenha havido abuso sexual

Não é verdade que uma criança da escola do 1.o ciclo de Formoselha tenha abusado sexualmente de outros colegas. «Esse comportamento nem sequer se adequa à idade da criança», disse ontem a presidente do Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho, mostrando-se surpreendida e até chocada com as notícias vindas a público que não traduzem, de todo, o que se estaria a passar na escola. Ana Seiça confirma problemas com o aluno de nove anos mas nunca caso de alegada violação. «É mentira», afirma, confirmando «brincadeiras entre alunos, mas não com este teor».
A criança em causa vem de uma família «destruturada» e está a ser acompanhada por um psicólogo da APPACDM de Montemor, adiantou a presidente do agrupamento de escolas, revelando que o menino sofre de alguns problemas de agressividade e a família está referenciada e a ser acompanhada pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Montemor.
Notícias ontem vindas a público dão conta de casos de alegada violação pela criança de nove anos a colegas, em especial do 1.o ciclo. O menino levaria os colegas para a casa-de-banho onde consumaria o acto. «Não houve abusos sexual, nem tão pouco violação. Esta palavra nem sequer se enquadra no nível etário da criança em causa», reafirma Ana Seiça, falando em «má interpretação» por parte dos pais e encarregados de educação dos restantes alunos a quem a escola transmitiu a situação de violência por parte do aluno em causa. Ana Seiça recorda, de resto, que a escola teve uma primeira reunião, a 26 de Março, com a família do aluno e com pais e encarregados de dos seis alunos que teriam sido vítimas do menino de nove anos, para esclarecer a situação e, mais recentemente, na terça-feira, com todos os restantes pais e encarregados de educação da escola «para dar conhecimento a todos». Além disso, sublinha a responsável do agrupamento, já foram tomadas medidas: a criança está a ser acompanhada por um psicólogo e a família pela CPCJ. Paralelamente, e por uma questão de tranquilidade por parte dos pais, a vigilância na escola – que tem actualmente 27 alunos, dois professores e uma auxiliar – foi reforçada com um auxiliar para «um maior acompanhamento às crianças». «Não era necessário, mas os pais não estavam tranquilos», explica Ana Seiça.
A ter existido alguma situação anómala, ela não foi formalizada à GNR de Montemor que ontem ao Diário de Coimbra, garantiu não ter dado entrada nesta força policial qualquer queixa. No entanto, já na semana passada o Núcleo Escola Segura se deslocou ao estabelecimento, a pedido da escola, para elaborar um auto de notícia que já seguiu para o tribunal, aguardando-se pelo inquérito.
O presidente da CPCJ de Montemor, simultaneamente presidente da autarquia, mostrou-se surpreendido com a situação, afirmando, contudo, não ter conhecimento exacto do caso, visto não ter estado nas últimas reuniões. Luís Leal adiantou, no entanto, já ter pedido um dossier completo sobre a situação que deverá ser discutidana próxima reunião da comissão.
Sobre o aluno em causa, a presidente do Agrupamento de Escolas de Montemor fala numa criança «meiga, que reage impulsivamente à provocação e nas brincadeiras que tem como é mais forte reage sobre os alunos mais pequenos, torna-se agressivo, ultrapassando, por vezes, os limites».

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1455&Itemid=135

Pedro Neves é campeão nacional de xadrez

Pedro Neves, jovem xadrezista montemorense, conquistou o título de campeão nacional sub-16 no Campeonato Nacional de Jovens 2009, sendo ainda de assinalar a participação de Ana Saltão, a terceira melhor feminina no escalão de sub-12.
Realizado em Portimão, o Campeonato Nacional de Jovens acolheu mais de três centenas de participantes, dos quais 19 oriundos do distrito de Coimbra.
O Círculo de Xadrez de Montemor-o-Velho (CXMV) fez-se representar por quatro xadrezistas, Pedro Neves (1.º lugar em sub-16), Ana Saltão (3.º lugar feminino em sub-12), Daniel Cavaleiro (fez 4,5 pontos no escalão de sub-18) e João Saltão (4 pontos em sub-14).
Carlos Mendes, presidente do CXMV, congratulou-se com os resultados obtidos, afirmando que “este é o resultado do trabalho que o Círculo tem desenvolvido junto dos jovens montemorenses”.
O dirigente expressou ainda a vontade de que “estes títulos tragam mais xadrezistas para o CXMV”. Recorde-se que o CXMV é um clube de formação, que conta com 25 jogadores filiados e que joga, actualmente na 2.ª divisão.
“Ganhar todos os jogos para chegar à 1.ª divisão” é o objectivo do Círculo de Xadrez que, segundo Carlos Mendes, “está bem encaminhado” já que dominam a tabela classificativa.

Fonte e imagem: http://www.campeaoprovincias.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=5734&Itemid=80

Festival PANOS abre a jovens actores o palco do Teatro Viriato

O Festival PANOS Teatro Viriato arranca quinta-feira, em Viseu, e permitirá, até sábado, que vários jovens concretizem o sonho de "pisarem um palco", "vestindo a pele" de uma ou mais personagens.
Esta é uma iniciativa que decorre pela segunda vez em Viseu, no âmbito do projecto PANOS - Palcos Novos Palavras Novas, promovido pela Culturgest e no qual o Teatro Viriato participa desde a sua primeira edição.
À semelhança de outros grupos participantes de todo o país, o Teatro Viriato abriu inscrições e os seleccionados participaram num processo que "teve início com a exploração do trabalho de actor".
O processo "culmina com a apresentação da peça que constroem a partir de uma das dramaturgias que a Culturgest disponibiliza".
Este ano, a peça escolhida foi "Refuga", um texto de Abi Morgan sobre sonhos perdidos, que o encenador Graeme Pulleyn e o grupo de 18 jovens transformaram "numa peça sobre ser criança e o faz-de-conta".
Os jovens actores, cujas idades oscilam entre os 14 e os 24 anos, recriam um mundo de brinquedos partidos que tem por detrás um quadro de guerra, onde as crianças vasculham lixeiras à procura de alimentos.
O cenário procura "fazer emergir a capacidade maior que os mais pequenos preservam de encontrar, num dia após outro, a alegria e a felicidade de ser criança".
De acordo com Graeme Pulleyn, além de entreter, "espera-se também que este espectáculo faça reflectir o público".
"A mensagem é para jovens e apresentada por jovens", acrescentou.
Para Carla Monteiro, de 16 anos, uma das jovens que integram a equipa que põe em cena "Refuga", o entusiasmo é grande, por ter encontrado no teatro "um hobby, que requer alguns sacrifícios, pois os ensaios decorrem depois de um dia de aulas, ou abdicando do período de férias".
Desde Janeiro que os 18 jovens estão empenhados na preparação deste espectáculo, embora "o trabalho tenha sido mais intenso nas últimas duas ou três semanas".
A peça "Refuga" é apresentada pelo grupo do Teatro Viriato, em estreia absoluta, às 21:30 de quinta-feira.
Além do grupo de Viseu, passam pelo palco do Teatro Viriato outros três.
Na sexta-feira, a Companhia de Teatro Jovem de Gaia traz "Coro dos maus alunos", enquanto que, no sábado, o Clube de Teatro da Escola Secundária de Montemor-o-Velho apresenta "Nós numa corda".
Ainda no sábado, AN!MAL - Círculo Cultural Scalabitano - Santarém sobe ao palco com "Coro dos maus alunos".
PANOS é um projecto que alia o teatro escolar/juvenil às novas dramaturgias, inspirando-se no programa Connections do National Theatre de Londres.
Todos os anos há peças novas escritas, de propósito, para serem representadas por grupos escolares ou de teatro juvenil.

Fonte: Lusa

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Obras feitas justificam finanças no “fio da navalha”

Durante o ano de 2008, o município de Montemor-o-Velho conseguiu obter um balanço positivo, de pouco mais de dois mil euros, mantendo a tendência de pouca liquidez, mas com muito investimento no terreno.
A prestação de contas, que foi ontem aprovada pelo executivo, com abstenção dos dois vereadores socialistas, mostra uma receita de 15,881 milhões de euros, contra uma despesa de 15,645 milhões.
«Estamos no fio da navalha», reconheceu Luís Leal ao Diário de Coimbra, salvaguardando, contudo, que, nestas contas, está incluída uma dívida de 900 mil euros de um empréstimo a curto prazo, que transitou de 2007 e teve que ser inscrito nestas contas, assim como um crédito de 1,4 milhões de euros do QREN, dinheiro para obra já feita e que já deveria ter sido recebido pela autarquia.
Daí que o presidente da Câmara Municipal diga que, apesar das contas, «há cerca de dois milhões» que são positivos na contabilidade.
Ainda assim, Luís Leal não esconde que a situação financeira do município não é nada parecida com «nadar em dinheiro», manifestando grande confiança de que o passivo é justificado pela obra feita.
Aliás, neste aspecto, aponta as tabelas e os gráficos para mostrar que, desde 2002, altura em que tomou posse, foram feitas obras na ordem dos 55 milhões de euros, sendo que estão pagos 44,3 milhões de euros, estando em dívida cerca de 11 milhões.
Aliás, Luís Leal sustenta ainda que a subida do passivo global, em 2008, de cerca de 7%, mostra que é feita obra, tanto mais que desceu a dívida a fornecedores e aumentou a empreiteiros.
O autarca defende que poderia haver outra forma de encarar a gestão da Câmara Municipal, que «passava por não fazer as obras», mostrando que, em 2008, a maior despesa foi com pessoal (4,600 ME), seguindo-se as despesas de investimento (4,100), aquisição de bens e serviços (3,400), passivos financeiros (2,100) e transferências para juntas de freguesia, colectividades e outras instituições (1,200).
Perante estes números, Luís Leal diz que «há obra que justifica a situação» financeira da autarquia, considerando que «existem condições para conferir autonomia financeira ao município».
Em termos concertos, o edil sustenta que poderia ter optado pela não realização de vários investimento e liderar um município «desafogado» em termos financeiros, mas defende que tomou a decisão certa, proporcionado ao concelho a concretização de projectos prestigiantes, como o Centro de Alto Rendimento, ou estruturantes, como o Centro Educativo, ou as empreitadas que irão duplicar a cobertura de saneamento básico, que ficará acima dos 80%.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1441&Itemid=135

Associações queixam-se da “insensibilidade” da tutela

No sector do milho, cada agricultor teve, em 2008, um prejuízo médio de 798 euros. No leite, a situação é de pré-falência. São dados que constam de um relatório que a Confederação de Agricultores de Portugal vai apresentar.

No arroz, a distribuição tem dificuldades gritantes, nos hortícolas o mercado está completamente desregulado.
O quadro que os Agricultores do Baixo Mondego e Gandra traçam da situação é negro: queixam-se das consecutivas subidas dos factores de produção e da “insensibilidade” do Governo. Daí o apelo do dirigente da CAP, Carlos Laranjeira, ao Ministério da Agricultura para que “tenha bom senso e “siga os bons exemplos” vindos do estrangeiro.

Fonte:http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=283470

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Agrupamentos de Saúde têm directores executivos

Acabam de ser nomeados os directores executivos dos agrupamentos de centros de Saúde, novos serviços desconcentrados das administrações regionais, cabendo a Augusta Mota a tutela do ACES do Baixo Mondego I (sediado em Coimbra).
Rui Couto é o director executivo do ACES do Baixo Mondego II, Rui Crisóstomo o do ACES do Baixo Mondego III, António José Sequeira o do ACES do Pinhal Interior Norte I e Aida Grilo é a directora executiva do ACES do Pinhal Interior Norte II.
O Agrupamento do Baixo Mondego I compreende os centros de Saúde de Celas, Eiras, da avenida de Fernão de Magalhães, Santa Clara, São Martinho do Bispo, bairro de Norton de Matos (Coimbra), Condeixa-a-Nova e Penacova. Dele fazem parte igualmente as unidades de saúde familiar de Cruz de Celas, Briosa e Condeixa.
Os centros de Saúde da Figueira da Foz, Montemor-o-Velho e Soure e as unidades de saúde familiar de Buarcos, São Julião e VitaSaurium formam o Agrupamento do Baixo Mondego II, com sede naquela cidade.
O Agrupamento do Baixo Mondego III, sediado em Cantanhede, é constituído pelos centros de Cantanhede, Mira, Mealhada e Mortágua e pelas unidades de saúde familiar de Gândaras e Marquês de Marialva.
A Unidade de Saúde Familiar da Serra da Lousã e os centros de Saúde de Arganil, Góis, Miranda do Corvo, Penela, Lousã, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Tábua e Vila nova de Poiares fazem parte do ACES do Pinhal Interior Norte I, com sede na vila lousanense.
O Centro de Saúde de Penela pertence ao ACES do Pinhal Interior Norte II, sediado em Ansião, bem como os congéneres de Alvaiázere, Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos, Ansião e Pedrógão Grande.

Fonte:http://www.campeaoprovincias.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=5723&Itemid=72

Produtores de leite vivem “crise profunda”

«Os produtores não aguentam». Desabafos do presidente da Cooperativa Agrícola do Bebedouro, concelho de Montemor-o-Velho, que segunda-feira reuniu com mais de sete dezenas de produtores de leite da região. A situação, considera José Marques, é de «crise profunda», e se não forem tomadas medidas muitas explorações correm mesmo risco de fechar. Os produtores há muito conhecem os problemas, mas na segunda-feira fizeram questão de debater, traçando medidas a tomar em caso de nada ser feito em prol do futuro das muitas explorações leiteiras da região.
O problema, explica José Marques, começa por se colocar relativamente ao preço do leite pago ao produtor, que desceu quatro cêntimos desde 1 de Abril. Anteriormente a esta data «o preço já era baixo», mas agora, com esta nova baixa, a situação é dramática e, garante o presidente da Cooperativa do Bebedouro, «as explorações não aguentam, não conseguem sobreviver». Um paradoxo, explica ainda, tendo em conta que o preço do leite para o consumidor tem vindo a subir.
Depois há as recentes notícias vindas a público de que administradores da Lactogal «eleitos pelas cooperativas, ganham salários milionários». «É um abuso, é escandaloso assistirmos a enriquecimentos à custa de pessoas que mal ganham para comer», critica o presidente da Cooperativa do Bebedouro, pedindo mesmo a «demissão dos cargos que desempenham». «As pessoas ficam indignadas e revoltam-se», lamenta ainda, lembrando que esta é uma região que «vive essencialmente do leite» e «a pouco e pouco as pessoas vêem-se obrigadas a abandonar a produção». «Há centenas de pessoas que estão a passar mal», garante José Marques.
No encontro de segunda-feira os produtores decidiram esperar pelas reuniões das restantes cooperativas da região, nomeadamente de Montemor, Soure e Tocha, para reclamar medidas que, segundo José Marques, devem passar, acima de tudo, pelo aumento do preço do leite ao produtor e, em segunda análise, pela atribuição de apoios que têm vindo a ser retirados. «Vamos aguardar pelas decisões que as restantes direcções das cooperativas vão tomar», explica o dirigente, que aguarda também por reuniões pedidas com o governador civil de Coimbra e com o director regional de Agricultura e Pescas do Centro. Para estes a Cooperativa do Bebedouro tem já trabalho feito para mostrar. «Vamos apresentar as características da produção, os problemas e apresentar soluções», explica José Marques.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1354&Itemid=135

Pereira desvenda segredos da queijada

O doce é famoso, mas poucos o sabem fazer. Na vila de Pereira, concelho de Montemor-o-Velho, de onde é originário, apenas há quatro estabelecimentos que o fabricam e comercializam e poucas mais doceiras que o confeccionam. Mas por pouco tempo. O Grupo Folclórico de Pereira vai promover um workshop onde vai ensinar a fazer queijadas de Pereira que poderão, então, ser preparadas por qualquer pessoa. É necessário, contudo, avisa o presidente da colectividade de Pereira, «algum jeito para a culinária».
O workshop sobre o fabrico da queijada vai decorrer no próximo sábado e domingo durante mais uma edição da Festa da Queijada de Pereira – a 23.a – na qual se integram também as comemorações do 43.o aniversário do Grupo Folclórico de Pereira. Constituiu a inovação do certame relativamente a anos anteriores e pretende, segundo o presidente do grupo, dar a conhecer o modo de fabrico do doce ex-libris desta vila do concelho de Montemor. «Temos todo o interesse em desvendar o segredo», diz Eduardo Roxo, que quer desta forma assegurar que, no futuro, haverá quem saiba fazer queijadas de Pereira. «Queremos transmitir esta arte, porque quantas mais pessoas em Pereira souberem fazer este doce mais ele será conhecido», diz ainda o presidente do Grupo Folclórico de Pereira, colectividade que sempre teve como desígnio principal levar mais longe a queijada de Pereira, e desta forma, o nome da vila. Além disso, sustenta, «quanto mais pessoas a souberem fazer, mais emprego haverá».
No local da festa, que vai decorrer no Celeiro dos Duques de Aveiro e no edifício ao lado, estarão queijeiras a trabalhar ao vivo, mostrando a sua arte na confecção do doce que, segundo Eduardo Roxo, tem mais segredo na montagem do pastel do que, propriamente, na mistura dos ingredientes. Neste espaço estão todos os instrumentos necessários para a produção, até os fornos a lenha, “obrigatórios” para quem queira fazer a verdadeira queijada de Pereira. Depois, explica Eduardo Roxo, quem quiser aprender «tem tudo à disposição».
Mas a Festa da Queijada não gira apenas à volta do doce. A organização vai também este ano promover visitas ao património histórico da vila, com passagens, entre outros pontos, pela igreja da Misericórdia, igreja Matriz, praia fluvial e Celeiro dos Duques de Aveiro, onde decorre a iniciativa. A abertura da festa está marcada para as 12h00 de sábado, havendo neste dia a visita guiada ao património e a cerimónia evocativa do 43.o aniversário do grupo. Para domingo está marcado um almoço regional e um encontro de concertinas.

Dificuldade está na forma de fechar a massa
«A verdadeira queijada de Pereira tem de ser feita manualmente (não em forma) e cozida em forno de lenha», revela o presidente do Grupo Folclórico de Pereira. Não há grande segredo na confecção, mas sim dificuldade. «Nem toda a gente consegue fazer a forma da queijada manualmente», diz Eduardo Roxo, convicto de que «não é de um dia para o outro que se aprende a fazer». «O segredo», revela, «está na maneira de fechar a massa com o recheio e é isto que nem todas as pessoas conseguem fazer». Depois, é fazer o recheio segundo a receita de Pereira, que combina ovos, açúcar e queijo pasteurizado na quantidade certa.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1413&Itemid=135

segunda-feira, 6 de abril de 2009

O novo Rancho Infantil de Verride

Esta associação, durante a sua curta história, esteve sempre vocacionada para o folclore e para as artes do palco. Foi no seu grande palco que alguns verridenses aprenderam a dançar, a conhecer e interpretar as técnicas mais básicas da representação teatral. No entanto estas iniciativas acabaram sempre foram de curta duração.
A recém empossada direcção do Centro Cultural Recreativo e Desportivo de Verride, teve a feliz ideia de recriar um rancho infantil. Esta iniciativa foi bem acolhida e aproveitando as férias escolares da Páscoa, quase duas dezenas de crianças deslocam-se ao Centro Cultural para dar os primeiros passos de dança. O objectivo principal é o tradicional desfile do 1º de Maio, coincidente com o aniversário da associação, mas a direcção pensa levar este projecto um pouco mais além.
Apesar da excelente afluência de pequenos participantes, nem tudo são rosas. Alguns pais dos novos dançarinos padecem de velhas e ultrapassadas enfermidades que só emperram e complicam esta iniciativa e que nada contribuem para o sucesso do futuro rancho infantil, criando algumas dificuldades aos jovens directores do centro cultural.
Sob a direcção do experiente ensaiador, Arménio Machado, este grupo de pequenos dançarinos irá certamente contribuir para que as tradições em Verride, perdurem por mais uns anos.

Fonte:http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/04/o-novo-rancho-infantil-de-verride.html
Foto:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXb_XdjL-GMcS_Qhc9XxfiinFuxH1_ld8Uy0sw1o_UGiplN3f4AJIp31V75giMIJfWRjsDrAdvolFsloyk0TqPYWgs5TBJGYDramWucnQja6gRQBQboRez_WAp7wQ3Qkflzn7cxiOAXt8o/s1600-h/Rinfantil.jpg

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Coimbra Virtual Parque quer levar a região “mais longe"

Foi ontem apresentado o portal Coimbra Virtual Parque. Trata-se de um projecto desenvolvido pela Associação Coimbra Região Digital (ACRD), que reúne informações sobre os parques empresariais e a actividade científica da região.
A apresentação decorreu no salão nobre da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho onde estiveram presentes o Luís Leal, presidente da autarquia, e Horácio Pina Prata, presidente do Conselho de Administração da ACRD.
O portal ontem apresentado está alojado no endereço www.coimbravparque.pt e consiste num parque de ciência e tecnologia virtual com o objectivo de promover o desenvolvimento da economia da região de Coimbra, não só a nível nacional, como internacional.
Luís Leal fez as honras da casa e deu início à sessão. O presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho considera que é importante focar «os parques tecnológicos e científicos, porque cada vez mais há massa crítica fundamental nestes municípios que constituem a cidade de Coimbra» que permitem a criação de «um vector de desenvolvimento sustentável extremamente importante».
O autarca destacou ainda a importância da associação a este tipo de projectos, para possibilitar a criação de «áreas de desenvolvimento empresarial e áreas de captação». «É preciso fazer um interface cada vez mais rápido e objectivo entre o empreendedorismo, o municipalismo e aquilo que, hoje, é fundamental, que é captar investimento e rentabilizar o emprego, quer do ponto de vista da sua qualificação, quer da rentabilização», acrescentou Luís Leal.
O portal está dividido em sete áreas fundamentais, que vão desde as Ciências da Vida e da Saúde à Biotecnologia, passando pelas Telecomunicações, Multimédia e Novas Tecnologias, Turismo, Logística, projectos transversais e outras áreas de negócio.
Alem de divulgar a actividade científica e tecnológica do distrito de Coimbra, o portal pretende ainda difundir notícias sobre os parques da região, como o Biocant Park, em Cantanhede, ou o Instituto Pedro Nunes, em Coimbra.

Inovação em destaque

Horácio Pina Prata destacou ainda, de uma forma geral, os quatro objectivos fundamentais do portal. «Estruturar e uniformizar a informação sobre os parques empresariais e estruturas tecnológicas» e «disponibilizar a informação útil para os investidores empreendedores interessados em fazer negócio na região de Coimbra» são as principais ambições do projecto. O espaço virtual vai ainda «criar um espaço de cooperação reunindo as entidades, empresas e empreendedores, para transformar o conhecimento real em oportunidades de investimento local em cada um dos locais» bem como, «aproximar as unidades de I&D, o ensino, e outras entidades ao mundo empresarial na perspectiva de transformação da criatividade e inovação». «Nada melhor que, no ano Europeu da Criatividade e Inovação, tenhamos também projectos inovadores que obviamente o programa vocacional do conhecimento considerou como estratégico», observou.
Com o espaço agora criado, pretende-se integrar as entidades e empresas dos ramos científico e tecnológico com a finalidade de desenvolver não só a massa crítica e o crescimento reprodutivo a nível do emprego e da competitividade da região. Os promotores do projecto pretendem ainda estimular os cidadãos para as temáticas abordadas e promover a participação dos mesmos na plataforma.
“Ir mais longe é estar mais perto” serve de lema para o projecto, como explicou Horácio Pina Prata, afirmando ainda que além dos 22 pontos de acesso de banda larga se pretende «alcançar os 100 postos de acesso» e lembrou ainda que «todas as tecnologias associadas a este projecto enquadram uma situação de parceria com a Microsoft».
A apresentação do portal foi feita pela Take Media, empresa de produções multimédia e audiovisuais.
Com uma imagem simples e organizada, o endereço contém uma bolsa de emprego com oferta e busca de competências, uma incubadora virtual, onde podem ser apresentados novos projectos e permite ainda a gestão e actualização dos conteúdos inseridos. Actualmente o projecto abrange 18 municípios.
No final da sessão de apresentação teve ainda lugar a inauguração do ponto de banda larga da residência Universitária do centro de Estágios para Atletas de Alta Competição de Montemor-o-Velho.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1292&Itemid=135

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Pedro, o diplomata

O apetecível almoço que a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho ofereceu aos jornalistas por ocasião do VII Festival do Arroz e da Lampreia teve a particularidade de reunir à mesa António Abrantes, director de As Beiras, e Arménio Travassos, director-geral do Grupo do Diário de Coimbra. Outrora «unha e carne», quando Travassos coadjuvava Abrantes no diário com sede em Taveiro, acabaram por ser protagonistas de um esfriamento de relações. Como bom montemorense, Pedro Machado optou por sentar-se entre Arménio Travassos e António Abrantes, constando que agiu mais como presidente da nova entidade regional “Turismo do Centro de Portugal” do que como líder distrital do PSD/Coimbra. Embora Travassos tenha almoçado à direita de Machado, Abrantes não se sentiu preterido por se ter sentado do lado oposto. Afinal, Pedro Machado foi sócio de um actual sócio de Abrantes e afinidades deste jaez deixam a sua marca entre empresários e gestores que se prezem.

Fonte:http://www.campeaoprovincias.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=5671&Itemid=78