terça-feira, 31 de março de 2009

Montemor-o-Velho integra Águas do Mondego

O município de Montemor-o-Velho vai integrar o Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais do Baixo Mondego-Bairrada. A decisão foi deliberada, esta manhã, em assembleia-geral, e as negociações estão actualmente em finalização.
Com esta integração, cujo valor do investimento ronda os 9,5 milhões de euros, a Águas do Mondego (AdM) passará a servir 14 municípios: Ansião, Arganil, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Góis, Leiria, Lousã, Mealhada, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Penacova, Penela e Vila Nova de Poiares. Esta adesão vai permitir levar água ao concelho de Montemor-o-Velho através das captações da Boavista.
A assembleia-geral de accionistas da Águas do Mondego deu também luz verde ao processo de fusão da AdM com a Simlis.

Fonte:http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=7825

segunda-feira, 30 de março de 2009

Relógio dos Paços do Concelho volta a marcar o tempo

Seja qual for a altura do dia, o relógio dos Paços do Concelho de Montemor-o-Velho marca sempre a mesma hora. De vez em quando, os ponteiros lá vão fazendo algum movimento, mas muito diminuto, o que indica alguma “força de vontade” em voltar a funcionar. É assim desde há 30 anos. O relógio “oficial” da Câmara de Montemor-o-Velho parou e nunca mais “orientou” os funcionários municipais. Mas não será por muito mais tempo, já que a autarquia, liderada por Luís Leal, já manifestou vontade e fez diligências no sentido de que os ponteiros voltem a “ter vida” e a marcar o tempo. A acontecer este ano será, precisamente, cem anos depois do relógio ter sido pendurado nas paredes do edifício municipal.
Foi o próprio Luís Leal que lançou o repto a um relojoeiro, por considerar que «o património deve ser preservado». Fê-lo recentemente, numa conferência sobre o “Tempo”, promovida pela Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal, que teve como orador o investigador em relojoaria José Mota Tavares. Orador que indicou, ali mesmo, o especialista adequado para tal trabalho. Hermínio de Freitas Nunes, que de resto tem origens paternas no concelho de Montemor-o-Velho, conversou com o autarca e aceitou encontrar-se com técnicos camarários para analisar «o estado» do objecto, no sentido de entabularem os trâmites para «colocar em marcha o relógio municipal». Avariado há cerca de tês décadas, este exemplar da relojoaria monumental, tem, segundo Hermínio de Freitas Nunes, «toda a probabilidade de ser recuperado e os seus antigos ponteiros voltarem a funcionar».
Ao Diário de Coimbra, o artista confessou estar satisfeito com o repto de Luís Leal, referindo que «o património não é uma herança do passado; é um empréstimo do futuro». «É uma honra contribuir para o restauro do património do concelho de meus antepassados», disse, considerando ainda – e parafraseando Fernando Pessoa – que «não há nada de mais ridículo do que um relógio público parado».
Este instrumento mecânico de “medição do tempo” foi colocado no município em 1909, após a conclusão do actual edifício (1889/1902). Este facto ocorreu por iniciativa do vereador Ferreira Galvão, que pretendia ter no edifício um relógio grande que servisse «para todas as repartições e serviços do mesmo edifício», argumento que a Câmara aprovou. Em Julho de 1909 a autarquia tinha um “relógio oficial dos Paços do Concelho”.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1235&Itemid=135

quinta-feira, 26 de março de 2009

Paulo Campos anuncia construção do Nó de Soure à A1

Cerca de seis meses depois de se ter comprometido a resolver a situação, o secretário de Estado Paulo Campos vai hoje a Soure anunciar o projecto de construção do nó de acesso à A1. Uma obra de 9,5 M€
O Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, anuncia esta manhã na Câmara Municipal de Soure a construção do Nó de Soure na auto-estrada do Norte (A1), integrada no contrato de concessão da BRISA.
Desta forma o Governo responde a uma “ambição antiga, sustentada e justa”, como refere o presidente da autarquia João Gouveia.
Para o autarca socialista trata-se de uma “solução concreta para um problema regional antigo e que a curto prazo vai deixar de o ser”. João Gouveia adianta que aquele nó de acesso à A1, a construir na zona de Casconho, constitui “um investimento de alcance regional”, já que integra o Plano de Desenvolvimento Territorial da NUT III do Baixo Mondego.
Aquando da inauguração das tradicionais festas de S. Mateus, em Setembro do ano passado, Paulo Campos comprometeu-se a resolver o problema e a corresponder ao velho anseio dos sourenses. Seis meses depois, o secretário de Estado regressa à vila para dar a conhecer o que já está feito e o que será realizado nos próximos tempos.
Ainda segundo João Gouveia, “se o concelho de Soure tem uma localização geográfica central, este acesso directo da sede do concelho à auto-estrada do Norte significa uma valorização dessa centralidade” que terá um impacto positivo ao nível “da continuidade do desenvolvimento do concelho”.
O autarca salienta, ainda, o facto daquela obra proporcionar uma melhoria na atracção da “fixação de famílias” bem como de “investimento privado”.
Segundo o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a construção do nó de Soure tem como objectivo diminuir a distância que existe no lanço entre Pombal e Condeixa na A1, com uma extensão de 28 quilómetros, sendo esta a maior distância entre nós de ligação daquela principal via rodoviária do país.
“Promete igualmente uma melhor e mais adequada articulação entre a rede viária regional e com o eixo transversal de ligação de Montemor-o-Velho ao Itinerário Complementar (IC) 2, e possibilitará uma redução nos tempos de percurso nas ligações com origem e/ou destino na sede do concelho”, refere ainda o Ministério tutelado por Mário Lino.
Hoje, às 10:30 horas, o secretário de Estado Paulo Campos é recebido no Salão Nobre dos Paços do Município para assinalar o início da elaboração do Estudo Prévio que termina no próximo mês de Junho. Seguir-se-á o Projecto de Execução (quatro meses), o processo concursal (seis meses) e a construção propriamente dita (14 meses). A empreitada, orçada em 9,5 milhões de euros, começará no segundo trimestre de 2010 e estará pronta cerca de um ano depois.

Fonte:http://www.noticiasdocentro.net/artigo.php?ArtID=4718

Município integra portal de Coimbra

A Mealhada é o único dos 18 municípios presentes no portal VisitCoimbra que não pertence a este distrito. O presidente da autarquia, Carlos Cabral, justifica a adesão com a ideia de que "o país não está dividido com fronteiras".
Carlos Cabral lembra que a Mealhada pertence ao distrito de Aveiro "com muito gosto", mas reitera "as fortíssimas ligações" do concelho a Coimbra. "Estamos a contribuir para o desenvolvimento das regiões, que são fundamentais para a unidade do país", defende, considerando que a região de Coimbra faz parte dos interesses do município.
Quanto à adesão ao portal turístico (www.visitcoimbra.pt) ontem apresentado no Cine-Teatro Municipal Messias, na Mealhada, Carlos Cabral sublinha que esta não foi feita por uma questão de altruísmo. "Estamos a colaborar e esperamos receber, uma vez que o turismo é fundamental para o desenvolvimento harmonioso do município", afirma.
Defende ainda que a presença no VisitCoimbra "traz benefícios visíveis em termos de desenvolvimento económico, que em muito beneficiam hoteleiros e restauradores da Mealhada".
O VisitCoimbra é o portal regional de turismo pertencente à Associação Coimbra Região Digital (ACRD) e pretende dar a conhecer os espaços da região. Segundo António Gouveia, da Naonda.net (empresa que desenhou o sítio), trata-se de "uma ferramenta apelativa, com um 'design' gráfico simples". Os conteúdos, disponíveis em três línguas, privilegiam valências turísticas como o artesanato, bibliotecas, festas e romarias e gastronomia local.
Cada um dos 18 municípios representados tem a sua própria página no portal, com um respectivo vídeo promocional e uma galeria de imagens. No exemplo dado por António Gouveia (Mealhada), são destacadas "as quatro maravilhas da mesa: água, pão, vinho e leitão". Sónia Santos, da Naonda.net, explica que o objectivo do portal é "posicionar-se como principal ponto de encontro turístico".
O presidente da ACRD, Horácio Pina Prata, sublinha que o VisitCoimbra se insere numa lógica de articulação com outros dois portais da associação: um sobre logística, lançado recentemente na Figueira da Foz, e outro sobre empreendedorismo, que vai ser apresentado a 2 de Abril em Montemor-o-Velho.
Sobre o sítio ontem apresentado, Pina Prata entende que "a promoção de activos turísticos é importante num sector muito competitivo". Defende ainda que esses activos na região de Coimbra são de "inegável valor, que urge promover, criando dinâmicas de interacção".

Fonte:http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=Mealhada&Option=Interior&content_id=1181510

quarta-feira, 25 de março de 2009

AMA comemora 115º Aniversário


No próximo domingo, dia 29 de Março, a partir das 15h30, a Academia Musical Arazedense assinala mais um ano de existência. Depois da Sessão Solene, a sede da instituição vai também ser o palco de um concerto comemorativo.

Fonte:http://www.cm-montemorvelho.pt/aconteceu_2009/224032009.htm

Rancho Infantil

Verride e folclore partilham há muito uma relação estreita, esta actividade com tradição que com o tempo foi perdendo o seu fulgor acabou por se tornar apenas uma recordação.
Assim a direcção do C.C.R.D.V., recentemente eleita, está motivada e tem como objectivo a formação de um rancho infantil de forma a mostrar aos mais jovens a forma como gerações passadas conviviam e se recreavam, assim como fornecer-lhes um espaço de convívio e relacionamento.
Neste sentido, no próximo domingo dia 29 de Março pelas 15:00 horas, irá realizar-se uma reunião com o ensaiador (Arménio Machado) e com a direcção do C.C.R.D.V. de modo a que se discuta o futuro funcionamento deste novo rancho.
Deste modo, certos da vossa presença e de trazer de novo o folclore a esta terra, contamos desde já com a vossa colaboração.

Fonte:http://verridecultural.blogspot.com/2009/03/rancho-infaltil.html
Imagem:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqm-nA8YAHrOs6WaUFlsOS20vM6C_86Wc5WphR3zejBc8V9J6SWeF-HZKxRPR6wgGgap1zOgXajoIVOzj4Dee6A1yAP2FQomYFpStKiY119nkHATa6gsvevv8jXldsIuX1B6gaXSpbxxQ/s1600-h/rancho.JPG

terça-feira, 24 de março de 2009

Cadáver encontrado com indícios de homicídio

Um homem de 71 anos foi encontrado morto, esta segunda-feira à tarde, na sua casa em Verride, Montemor-o-Velho, suspeitando-se que se trate de um homicídio, disse fonte da GNR de Coimbra, segundo a Lusa.
A mesma fonte precisou que o septuagenário tinha ferimentos numa das mãos e havia manchas de sangue na parede e estilhaços de vidros no chão.
As investigações passaram para a responsabilidade da Brigada de Homicídios da Polícia Judiciária de Coimbra.
O corpo da vítima foi removido para o Gabinete Médicolegal da Figueira da Foz para ser autopsiado.

Fonte:http://diario.iol.pt/sociedade-regioes/cadaver-idoso-violencia-homicidio-ferimentos-tvi24/1051786-4556.html

Geminação deve ser reforçada e perpetuada

Uma comitiva de cerca de duas dezenas de habitantes da cidade francesa de Cerizay, liderada pelo “Maire” Johnny Brosseau, participou ontem, em Montemor-o-Velho, nas comemorações dos 20 anos da geminação entre as duas localidades.
Foi a retribuição de uma visita que o edil Luís Leal fez a Cerizay, de 19 a 21 de Dezembro de 2008, fazendo-se acompanhar de vários exemplos da cultura e tradições de Montemor.
Já nessa altura, o autarca havia afirmado a necessidade de revitalizar e reforçar os laços com Cerizay, algo que reafirmou ontem no salão nobre dos Paços do Concelho, dizendo que «devemos fortalecer estas ligações», intenção semelhante ao do seu homólogo francês que, sustentando que se trata de «uma geminação entre Cerizay e Montemor, mas, num quadro maior, pode-se dizer que também liga França e Portugal». «Temos que continuar a perpetuar e desenvolver esta ligação», defendeu.
Cerizay tem cerca de cinco mil habitantes, dos quais, 20% são portugueses, razão forte, na óptica de Luís Leal, para os «laços criados há 20 anos, muito por causa dos emigrantes, e que ainda hoje se mantêm», disse o autarca, manifestando solidariedade e preocupação pelo aumento de desemprego na cidade irmã.
Com efeito, o emprego em Cerizay depende muito de uma fábrica de automóveis ligada à General Motors (Opel), tendo despedido recentemente mais de mil trabalhadores, o que é significativo, quando a cidade tem cerca de cinco mil habitantes.
O autarca de Cerizay aludiu a esse problema da fábrica da Opel e recebeu mensagens de compreensão pelo momento difícil por que passam muitos dos seus munícipes, agora no desemprego.

“Rue de Cerizay” em Montemor já tem placa
Durante a troca de elogios e palavras de ocasião, que acreditamos sinceras, Johnny Brosseau lembrou que já existe uma rua de Montemor-o-Velho em Cerizay, recebendo, de imediato a certeza de que o inverso também será realidade, a breve trecho, na “capital” do Baixo Mondego.
Apesar desta garantia, o autarca francês mostrou ser prevenido e trouxe, como oferta, uma placa toponímica com as inscrições “Rue de Cerizay – Cidade geminada com Montemor-o-Velho desde 1988”. Perante a oportuna prenda, só falta mesmo aprovar a localização da artéria, dentro da vila de Montemor.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1153&Itemid=135

Prémio do património para obra com “saberes tradicionais”

O Prémio Municipal de Recuperação do Património do concelho de Montemor-o-Velho referente ao ano 2008 foi nesta edição atribuído ao projecto apresentado por José António Pereira da Silva, referente à reconstrução de habitação e consolidação de ruínas de um prédio localizado na rua Dr. João Carlos Noronha, em Santo Varão. O prémio é dividido em partes iguais pelo promotor da obra, autor do projecto de arquitectura, empreiteiro que a executou e pelo director técnico da obra.
O júri, reunido recentemente para a escolha dos vencedores de entre os onze processos a concurso, escolheu o projecto de José António Pereira da Silva por se tratar de «uma intervenção relevante no âmbito de uma zona antiga, que adoptou técnicas e saberes construtivos tradicionais e criou condições para a fixação de novos habitantes». Na acta da reunião do júri é ainda destacada a «utilização criteriosa dos elementos pré-existentes, integrando-se no conjunto, distinguindo as partes originais das partes novas, assumindo claramente uma ruptura entre o contemporâneo e o pré-existente, conseguindo uma cuidada relação com a paisagem envolvente». O júri salienta igualmente o «cuidado na recuperação da capela» que integra o imóvel, e a «forma hábil de aproveitamento das cantarias “soltas” provenientes das ruínas».
A menção honrosa foi este ano atribuída a um projecto localizado na Quinta da S. Luíz, em Pereira, referente à recuperação e ampliação de um espaço multiusos. O projecto foi requerido por Manuel Ferreira dos Santos, e o júri destaca nele a «intervenção cuidada a nível arquitectónico, com realce para o aproveitamento de alguns elementos singulares».
Sem menção honrosa, apenas porque não respeitou alguns elementos do projecto, o júri realçou a obra de Maria da Conceição Garcia Tavares, de recuperação de um imóvel em Tentúgal, considerando-a como uma «iniciativa de destaque».

Revitalizar centros históricos

Os serviços do Departamento de Ordenamento do Território da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho seleccionaram onze processos candidatos ao prémio, referentes a recuperações do património em Montemor, Carapinheira, Tentúgal, Pereira, Santo Varão e Verride. São estes, de resto, os centros históricos mais emblemáticos do concelho que a autarquia quer requalificar. Um trabalho que é público, mas, acima de tudo, da sociedade civil. «A desejada revivificação dos espaços urbanos tradicionais não pode limitar-se ao esforço municipal», sublinha, no regulamento do prémio, a Câmara de Montemor. Lembra, a propósito, que a Carta Europeia do Património Arquitectónico refere que «é essencial que os meios financeiros consagrados pelos poderes públicos ao restauro dos bairros antigos sejam, pelo menos, iguais àqueles que são reservados à construção nova».
Com o Prémio Municipal de Recuperação do Património o município pretende a revivificação dos centros históricos, evitando «continuarmos a assistir a um processo de disseminação do caos urbanístico pelo território, com o excessivo alongamento de redes e a descaracterização da paisagem, de custos e efeitos negativos incomensuráveis». O objectivo é «divulgar as boas práticas, envolvendo os principais agentes intervenientes no processo».

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1163&Itemid=135

Grupo rebenta com parede para arrombar multibanco com maçarico

A Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra está a investigar o assalto a uma caixa de multibanco ocorrido esta madrugada no posto de abastecimento Alves Bandeira, na Estada Nacional 111, entre Tentugal e Montemor-o-Velho.
De acordo com a GNR de Coimbra, o assalto ocorreu durante a madrugada e não terá havido testemunhas. Os assaltantes rebentaram com a parede exterior do posto de combustível e depois com uma interior para conseguir chegar ao multibanco.
Depois, refere a mesma fonte, “com recurso a um maçarico, arrombaram a porta interior da caixa”. As autoridades não revelam, para já, qual o montante furtado nem se o posto estava equipado com câmaras de vigilância, que ajudem a perceber os contornos do assalto, mais concretamente por quantos elementos era constituído o grupo.

Fonte:http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1179341&seccao=Centro

quarta-feira, 18 de março de 2009

CONSELHO DE MINISTROS APROVOU EXTINÇÃO DA CADEIA REGIONAL

Reclusos de Coimbra estão a ser transferidos há vários meses. No final do processo, o estabelecimento regional encerra.
A extinção do Estabelecimento Prisional Regional de Coimbra (EPRC) foi ontem aprovada em Conselho de Ministros (CM). Criada em 1972, a cadeia regional prepara-se agora para encerrar por não reunir «as condições que as actuais normas de segurança e habitabilidade exigem», lê-se no comunicado do CM.
O encerramento, já noticiado pelo Diário de Coimbra na edição de 20 de Dezembro, surge no âmbito da política de modernização do parque penitenciário e tendo em consideração as recomendações de organizações internacionais nesta matéria.
Além do estabelecimento regional de Coimbra, é extinto, igualmente, o do Funchal, aumentando a lista dos encerramentos, «num movimento sem precedentes», que já abrangeu também as prisões de Monção, Felgueiras, S. Pedro do Sul, Brancanes, Castelo Branco, Santarém e Portimão.
Cabe agora à Direcção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) redistriibuir o pessoal em serviço nas duas unidades.
Há já alguns meses que teve início o processo de transferência dos reclusos de Coimbra para as cadeias mais próximas, encontrando-se, actualmente, nas instalações – com uma lotação de 243 reclusos - cerca de 65 presos. De acordo com informações da DGSP, nos próximos dias vão continuar as deslocalizações de reclusos, não sendo possível ainda avançar com uma data para o encerramento definitivo.
No entanto, de acordo com estatísticas recentes da Direcção-Geral dos Serviços Prisionais, a maioria das cadeias regionais do país está com a lotação sobrelotada ou muito próximo de atingir os números de capacidade máxima. Aveiro, no final de 2008, registava uma taxa de ocupação de 142,5%, e Viseu situava-se um pouco abaixo, nos 121,7%. Mais desafogada estava a cadeia da Covilhã, que rondava os 70% de ocupação, enquanto a da Guarda ultrapassava os 80% e a de Leiria os 92%.
A nível nacional são vários os estabelecimentos que estão acima da capacidade, com o caso mais grave a verificar-se em Angra do Heroísmo, onde, de acordo com os últimos números divulgados, os níveis de ocupação eram de 167,7%, seguindo-se Setúbal (158,8%) e Ponta Delgada (157,3%). Fora os sectores femininos, que apresentam números reduzidos em todos os estabelecimentos, Lamego e Caldas da Rainha dispunham, das unidades menos ocupadas, com 77,6% e 77,9%.

Segurança em causa

Conforme o Diário de Coimbra noticiou, a cadeia regional não recebe reclusos há algum tempo, encontrando-se em funcionamento apenas um dos dois pavilhões da cadeia que, apesar da degradação, foi recebendo algumas obras de manutenção nos últimos anos.
Por várias vezes foram colocadas em causa as condições do EPRC. Em 2005, por exemplo, a fuga de cinco reclusos levantou a polémica e motivou mesmo a transferência do director para a cadeia de S. Pedro do Sul. Poucos dias depois, três indivíduos tentaram também evadir-se, mas foram travados por guardas prisionais.
O Estabelecimento Prisional Regional de Coimbra foi criado há 37 anos. Em 1997 procedeu-se ao encerramento do sector masculino e à construção de três pavilhões préfabricados dentro do perímetro do Estabelecimento Central, que separava os presos preventivos dos condenados.
Esta cadeia destinava-se, essencialmente, a acolher reclusos preventivos à ordem dos tribunais das comarcas de Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Lousã, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Penacova, Penela, Soure e Tábua.
Recorde-se que está prevista a transferência da Penitenciária para terrenos na freguesia do Botão. Até se concretizar essa solução, o Estabelecimento Prisional Central de Coimbra irá manter-se a funcionar junto aos Arcos do Jardim

Fonte:http://www.oribeiradepera.pt/index.asp?idEdicao=117&id=5552&idSeccao=1314&Action=noticia

Câmara quer mais com menos dinheiro

A Câmara Municipal de Montemor-o-Velho apresentou ontem a sétima edição do Festival do Arroz e da Lampreia, um certame de vai decorrer da próxima sexta-feira até dia 29, e para o qual os objectivos são similares aos do ano passado, muito embora o orçamento tenha sido reduzido em cerca de 20 por cento, rondando este ano os 45 mil euros.
De acordo com o vereador Pedro Machado, desceu o investimento, mas «mantém-se a qualidade», considerando que o certame «já faz parte do calendário e roteiro turístico da região». Tendo contado ontem com a presença de diversos participantes, nomeadamente operadores de restauração, o autarca estabeleceu como objectivo positivo para esta edição, ultrapassar os números do ano passado, em que visitaram o festival cerca de 21 mil pessoas e foram servidas 32 mil refeições.
Machado acredita que, em futuras edições, com outras condições económicas, o festival possa ser visitado por 25 a 30 mil pessoas, mas recusa a ideia de que possa crescer mais, «porque não é essa a sua vocação».
Ainda assim acredita que a crise económica das famílias pode ser benéfica para o certame, alvitrando que a visita num dos próximos fins-de-semana pode ser alternativa à viagem que não foi feita por falta de dinheiro. Esta visão tem a ver com o perfil do visitante do Festival do Arroz e da Lampreia, que, segundo o vereador, é essencialmente local.
A espinha dorsal que orienta toda a organização do certame tem a ver com a promoção dos produtos endógenos, nomeadamente a lampreia do Mondego e o arroz carolino do Baixo Mondego, que «para nós é o melhor arroz do mundo», não esquecendo também o artesanato e a cultura, através da participação das associações do concelho.
Aliás, Pedro Machado sustenta que «Montemor-o-Velho é um referencial cultural na região Centro», razão pela qual integram o programa do festival várias exposições, visitas guiadas, animação musical permanente e bailes, para além do espectáculo de Mónica Sintra, no sábado, 28 de Março.
Para provar as iguarias do Baixo Mondego, com destaque para o arroz de lampreia, vão funcionar 16 restaurantes e 10 tasquinhas. Existirão ainda 10 bancas de antepastos e repastos, doces e salgados, que pretendem complementar a outra oferta.
Haverá ainda sete oficinas e stands de artesanato, quatro de instituições e três postos de venda do arroz carolino do Baixo Mondego.
Com um preço de entrada simbólico de 50 cêntimos para maiores de 14 anos, o espaço do festival terá 3.400 metros quadrados e um perímetro de 250 metros.

Preocupação com higiene
e segurança alimentar
À semelhança do aconteceu na edição de 2008, a autarquia promoveu acções de formação em higiene e segurança alimentar para os operadores das tasquinhas, com o objectivo de garantir a qualidade daquilo que é servido.
Desta forma, realizaram-se duas formações de 25 horas cada uma, mas a organização também teve cuidado em disponibilizar cozinhas adequadas para este tipo de eventos e com a sinalética adequada.
Todos os locais foram ainda equipados com instrumentos básicos para a higiene e segurança alimentar, assim como com um dossier para melhor monitorização.
Com os mesmos pressupostos, a autarquia equipou o local do festival com contentores e ecopontos, tendo sido melhoradas as condições e equipamentos destinados ao público.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1100&Itemid=135

terça-feira, 17 de março de 2009

Grupo de Teatro de Tavarede na AFUV


La Nonna é uma comédia de humor satírico e negro, passada no seio de uma família tradicional.
O foco principal é uma avó centenária que insaciavelmente devora tudo e qualquer alimento, levando a família à ruína e à destruição total.
É este o ponto de partida para La Nonna, a peça que o Grupo Cénico da Sociedade de Instrução Tavaredense, sociedade já centenária, nos vai apresentar no Auditório da AFUV. A actuação deste reputado grupo, que já actuou ao longo de todo o país e inclusive no estrangeiro, será no próximo domingo, dia 22 de Março, a partir das 16h30.

Fonte:http://filarmonicaverride.blogspot.com/2009/03/grupo-de-teatro-de-tavarede-na-afuv.html
Foto:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHxB5C7Dn9gQlWsN9IhV45gV6OnGML-wRF6cHV1fIAS2DuIf6yxeZ1WB3BQdmRD2SuOKO5bqPDw9PanlKKzHOE4ciZLEbYXQ2M8XQvYZym3OuuOHRNzNu2YQ78_RH75G3UGgtpA_xpEjI/s1600-h/teatro.jpg

574

2009, será um ano de eleições e de muitas cruzinhas nos boletins. Será por esse motivo um ano quente na política nacional e local. Será a vez do povo português decidir quem governará o país nos próximos quatro anos, quais serão os nossos representantes na parlamento europeu e quem ficará a administrar localmente as nossas autarquias. Adivinha-se muitas entrevistas nas televisões, reportagens, beijinhos às centenas, toneladas de papel de propaganda, outdoors, sacos de plástico etc.
Com data de 31 de Dezembro de 2008, estão inscritos nos cadernos de recenseamento eleitoral 574 eleitores verridenses. No concelho de Montemor-o-Velho, apenas a freguesia de Vila Nova da Barca e Gatões, com 319 e 550 eleitores, respectivamente, têm menos votantes.
Somos uma vila com pouco mais de 500 eleitores. Que peso político temos a nível concelhio? Vendo o numero de eleitores das outras freguesias a resposta será obvia. Era bom que as diferentes listas partidárias de verridenses que se candidatarem à administração da nossa junta de freguesia, colocassem em lugar de destaque esta realidade social, sob pena de nas próximas eleições já não ser necessário o sufrágio.

Fonte:http://o-bari-tono.blogspot.com/2009/03/574.html

Mais de 120 milhões para ultrapassar a crise

Concelho de Montemor-o-Velho irá receber, durante os próximos dois anos, largos milhões de euros direccionados, sobretudo, para áreas como educação, desporto e tecnologia.

Notícia completa do jornal Diário As Beiras

Federação quer ser "número um" em resultados internacionais

A canoagem quer impor-se como modalidade “número um” em Portugal em resultados desportivos internacionais, bem como estar entre as primeiras em termos de praticantes, revelou à Agência Lusa Mário Santos, presidente da federação.
O advogado, de 36 anos, que esta semana inicia o segundo mandato na FPC, é peremptório: “Queremos ser número um, pois, inequivocamente, já estamos no ‘top seis’. A matemática comprova isso mesmo”.
“Basta medirmos tudo em resultados objectivos, na categoria de seniores, em campeonatos do Mundo, da Europa e Jogos Olímpicos. Os números dizem que somos dos melhores em Portugal”, vincou.
Mário Santos lembra, no entanto, que os adversários da canoagem lusa “não são as outras modalidades, mas os países rivais em termos internacionais”.
“Quase todos na Europa têm melhores condições de trabalho (Portugal ainda não tem uma pista totalmente apetrechada, prevendo-se para 2010 a conclusão do Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho), mas em termos de resultados já damos nas vistas a atacar a elite”, congratulou-se.
Um dos principais desafios para o novo mandato é o de “massificar a canoagem” no país - em 2008 registaram-se 2.250 federados “a competir realmente” – motivando “muitos milhares de aficionados” também para a competição nas diversas especialidades da modalidade, nomeadamente regatas em linha, slalom, longa distância (mar e maratonas), fundo, kayak pólo, estilo livre ou kayak surf.
“Em Portugal há varias descidas de rios com mais de 1.000 praticantes e praticamente nenhum é federado. Há um grande mercado a cativar, até porque o país tem condições ímpares para a prática da canoagem, um dos motivos pelos quais as maiores potências mundiais vêm para cá fazer a preparação de Inverno”, acrescentou.
A Federação quer continuar a crescer como o tem feito desde 2004, “a um ritmo nunca inferior a 10 a 15 por cento anual”.
Para isso, a federação de canoagem quer dotar os clubes de “condições logísticas e técnicas” para desenvolverem o seu trabalho, com especial atenção para a “formação competitiva e lúdica, a melhor forma de garantir cada vez mais e melhores atletas”
“Precisamos de pessoas qualificadas e não de ‘carolas’, como acontece na maior parte dos desportos nacionais”, concluiu.

Fonte:http://www.ojogo.pt/Directo/NoticiaHoraFutebolNacional_canfederacaoquersernumeroum_160309_118615.asp

“Nós somos exemplo de investimento público"

Luís Leal aproveitou ontem a reunião do executivo para rebater as críticas dos socialistas locais sobre os elevados investimentos que está a lançar no concelho, afiançando que, «se a ultrapassagem da crise for a preconizada pelo Governo (também socialista), nós somos exemplo».
O autarca proferiu as declarações à margem da aprovação das primeiras contratações relativas ao Centro de Alto Rendimento (CAR) e do Centro Escolar de Montemor-o-Velho, enunciando os cerca de 10 milhões para o sector da Educação – 2,5 por parte do município, nos Centros Escolares, e 7,5 do Parque Escolar, na Escola Secundária -, os 10 milhões para duplicar a cobertura de saneamento do concelho, assim como o investimento privado de cerca de 90 milhões de euros, nomeadamente 70 milhões por parte da empresa malaia Agni, 18 na central horto-frutícola Naturar, e dois milhões da Cooperativa de Farmacêuticos do Norte (Cofanor).
A isto acresce o próprio CAR, cujo investimento total ascende a valores próximos dos 15 milhões de euros, tendo a empreitada os concursos todos lançados, com vista a que a obra possa estar pronta em Junho de 2010, recebendo o Campeonato Europeu de Remo no mês de Setembro do mesmo ano.
No total, Luís Leal prevê a criação de 400 a 500 postos de trabalho, o que ilustra a presumível justeza da retórica do autarca, quando compara os seus argumentos aos do Governo central, com base de apoio do PS.
Ontem foi aprovado relatório final e a contratação, que poderá ser rubricada dentro de cinco dias úteis, caso não haja impugnação, das unidades correspondentes à captação e adução, canal de arrefecimento e açude montante, num investimento de 896.045,31 euros.
O Centro Escolar de Montemor-o-Velho tem um processo similar: o executivo aprovou ontem o relatório final do júri do concurso, que prevê a entrega da obra à “Ramos e Catarino” pelo valor de 1.645.521,45 euros, proposta abaixo dos dois milhões que eram o valor base. Também neste caso, foi aprovada a contratação da empreitada, condicionada aos cinco dias previstos para impugnação.
Os dois processos irão depois para o Tribunal de Contas (TC), entidade a quem compete emitir o visto que possibilitará a consignação e início das obras, previsto por Luís Leal para Abril, «se isto não se arrastar no TC».
Em termos de obras, o executivo aprovou, também ontem, o projecto e caderno de encargos da obra de conservação e reparação de estradas e caminhos municipais nas freguesias de Montemor-o-Velho, Carapinheira, Meãs, Liceia e Vila Nova da Barca, com um valor base de 123 mil euros, estando previsto convite a três empresas para apresentação de propostas.
Foi ainda decidido prorrogar o prazo de apresentação de propostas para o concurso do CAR relativo à estrada montante, ciclovia sul, ilhas e o cais, apenas na parte referente à praça.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1088&Itemid=135

segunda-feira, 16 de março de 2009

OL da AFUV no VII Festival do Arroz e da Lampreia


À semelhança do que tem acontecido nas anteriores edições, a Orquestra Ligeira da AFUV irá participar na animação das tasquinhas do VII Festival do Arroz e da Lampreia, certame que decorrerá de 20 a 29 de Março, no largo da feira em Montemor-o-Velho.
A participação da Orquestra Ligeira da AFUV ocorrerá já no próximo sábado, dia 21 de Março, pelas 19h.


quinta-feira, 12 de março de 2009

“Tributo a Astor Piazzolla” em Arazede


No próximo dia 15 de Março, domingo, a partir das 15h30, o tango argentino vai estar em destaque em Arazede. “Tributo a Astor Piazzolla” é organizado pela Academia Musical Arazedense.

Para informação complementar clique aqui!

Rixa termina com um jovem baleado

Um jovem foi baleado numa perna depois de se ter envolvido numa desavença com outro indivíduo. O incidente ocorreu anteontem ao final da tarde nas imediações do acampamento cigano, que se situa perto da Ponte da Alagoa, em Montemor-o-Velho.

Notícia completa no jornal Diário As Beiras

quarta-feira, 11 de março de 2009

Acidente de viação mata mulher de Montemor

Uma colisão frontal entre dois veículos, ocorrida ontem de manhã na EN109, em Marrazes (Leiria) provocou a morte de uma mulher natural de Montemor-o-Velho.
Maria de Fátima Correia de Sousa Pedro, de 48 anos, residente na freguesia de Regueira de Pontes, foi a vítima mortal de um choque entre um veículo ligeiro de passageiros e um ligeiro de mercadorias. Natural de Seixo de Gatões, concelho de Montemor-o-Velho, era funcionária de um supermercado de Leiria e deixa duas filhas, uma delas menor, com 11 anos de idade.
Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), o alerta foi dado pelas 6h49. Supostamente, a vítima seguia no sentido Figueira da Foz/Leiria, quando terá embatido, de frente, com o outro veículo, que seguia em direcção contrária.
Da colisão resultou também um ferido, um homem de 56 anos, que seguia no ligeiro de mercadorias acidentado, onde seguia mais uma pessoa, que saiu ilesa do acidente.
O ferido, em «estado considerado grave», segundo fonte dos Bombeiros Voluntários de Leiria, foi transportado para o Hospital de Santo André, em Leiria, por aquela corporação, que prestou a primeira intervenção no local. A violência do embate deixou completamente destruída a viatura em que seguia a vítima, que ficou totalmente desfeita na zona lateral.
O acidente obrigou à interrupção do tráfego automóvel no local, que foi reaberto cerca das 09h00, adiantou fonte da PSP, que tomou conta da ocorrência.
No local estiveram 20 bombeiros apoiados por sete viaturas dos Bombeiros Voluntários e Municipais de Leiria, e ainda a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Instituto Nacional de Emergência Médica, que declarou o óbito ainda no local.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1020&Itemid=135

terça-feira, 10 de março de 2009

Almoço Convívio na AFUV



Fonte:http://filarmonicaverride.blogspot.com/2009/03/almoco-convivio-na-afuv.html

Novos Órgãos Sociais do CCRDV


No passado domingo reuniu a Assembleia Geral do Centro Cultural Recreativo e Desportivo de Verride com ponto único de eleições de novos corpos gerentes.
Na sequência da mesma os novos órgãos sociais apresentam uma mistura de continuidade, e remodelação, também a presença de cinco mulheres é uma novidade.
Assim Pedro Nunes assume a Presidência da Assembleia Geral, o Conselho Fiscal conta com António Henriques e a direcção com Daniel Nunes.

Fonte: http://verridecultural.blogspot.com/2009/03/novos-orgaos-sociais.html

segunda-feira, 9 de março de 2009

Cimeira entre PSD e CDS discute aumento de coligações autárquicas

O PSD e o CDS/PP vão encontrar-se amanhã, na sede laranja, em Lisboa, para discutir o estado actual das coligações entre os dois partidos e a possibilidade de aumentar exponencialmente o número de acordos. Esta reunião, a segunda num espaço de apenas três semanas, coloca lado a lado as duas comissões coordenadoras autárquicas, ambas concentradas no objectivo de conseguir novos entendimentos para as eleições deste ano.
Das 58 câmaras conquistadas em coligação nas autárquicas de 2005, PSD e CDS/PP pretendem agora ultrapassar juntos a fasquia das seis dezenas. O DN sabe que na reunião da comissão directiva do CDS de 20 de Fevereiro discutiu-se o assunto ao pormenor, distrito a distrito, ao passo que no PSD a questão está a ser vista com mais cuidado. Manuela Ferreira Leite aprovou em Conselho Nacional as "linhas orientadoras" para as eleições autárquicas e já tem comissão coordenadora autárquica, constituída pelo secretário-geral, Luís Marques Guedes, pelo vice-presidente Castro Almeida e pelos deputados e antigos secretários-gerais José Luís Arnaut e Miguel Macedo. Mas a pressa é inimiga da perfeição, como sintetiza ao DN Luís Rodrigues, deputado e secretário-geral adjunto do PSD: "Estamos ainda em encontros de carácter exploratório. Primeiro, as estruturas locais negoceiam, depois é que a Comissão Política Nacional os analisa e ratifica ou não ratifica".
A verdade é que as coligações devem aumentar em número e em expressão. Segundo soube o DN, no distrito de Lisboa já estão em fase de negociação coligações na Amadora, Cascais, Sintra, Azambuja, Vila Franca de Xira e na capital, numa lista que será encabeçada por Pedro Santana Lopes. Alenquer está fechada e as conversações começaram na Lourinhã, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.
No distrito do Porto, as negociações entre Marco António Costa (PSD) e Álvaro Castelo Branco (CDS) estão também em bom ritmo. Porto, Gondomar, Lousada, Matosinhos, Penafiel, Vila do Conde e Gaia estão a discutir nomes e lugares. Na Maia e em Amarante há dúvidas de parte a parte. Já em Coimbra, o PSD terá manifestado interesse em acordos alargados por todo o distrito, para além dos já existentes na capital distrital, em Montemor-o-Velho e Miranda do Corvo.

Fonte: http://dn.sapo.pt/2009/03/09/nacional/cimeira_entre_e_discute_aumento_coli.html

Peregrinação celebra 500 anos de Fernão Mendes Pinto

Durante dois anos, Montemor e Almada assinalam o nascimento do cronista, através de um vasto programa de actividades

De todas as realizações previstas para os próximos dois anos, o Projecto Peregrinação, ontem apresentado na autarquia de Montemor, é o mais ambicioso, envolve mais meios e anos de preparação.
Trata-se de um espectáculo, a estrear no dia 8 de Julho de 2010, e que se baseia na narrativa da Peregrinação para a criação de vários quadros cénicos que são apresentados num percurso que liga o castelo e a baixa da vila.
O espectáculo, criado por Deolindo Pessoa, envolve a intervenção do "Teatrão", e toda a uma série de grupos de teatro, música e dança do Baixo Mondego, uma área geográfica, onde a produção artística é profusa.
O Projecto Peregrinação é, segundo Luís Leal, edil de Montemor, «o pontapé de saída» para as comemorações, que envolvem exposições, uma reedição fac-similada da Peregrinação, conferências, entre outras actividades, que envolvem a participação e colaboração de inúmeras entidades.
A Direcção Regional de Cultura do Centro é co-organizadora e encontrou nestas comemorações a forma de continuar o trabalho que tem vindo a ser realizado junto dos grupos do Baixo Mondego.
O director regional lembrou que um trabalho anterior, à volta da temática de Tchekov, «confirmou que se trata de uma micro-região riquíssima do ponto de vista das artes cénicas, música e dança».
Pedro Pita salientou ainda que os cerca de 40 quilómetros que unem Coimbra à Figueira da Foz representam um «panorama singular em termos nacionais», frisando que «Montemor representa, não só geograficamente, um papel central».
O responsável do organismo estatal referiu-se ainda a Fernão Mendes Pinto, explicando que o cronista, «chegaria, só por si, para colocar Montemor», no mapa a cultural, lembrando que o concelho, contudo, tem outros nomes de relevo na cultura, como sejam Afonso Duarte e o pintor Manuel Jardim.
Deolindo Pessoa debruçou-se especialmente sobre o "seu" Projecto Peregrinação, explicando que este não pretende ser uma adaptação fiel às crónicas de Fernão Mendes Pinto, mas antes um exercício artístico, com ramificações para além do próprio espectáculo.
Na montagem, inspirou-se nas procissões dos passos, idealizando um espectáculo, com oito quadros, que o público vai acompanhando desde o castelo até à baixa, e em que participarão os vários grupos do concelho.
Numa altura em que este projecto vai entrar em pré-produção, Deolindo Pessoa explicou que foi intenção que os intervenientes também tivessem mais valias, razão pela qual vão decorrer, durante este ano, várias acções de formação, no primeiro semestre, de carácter mais genérico e abertas a todos, tornando-se mais específicas na segunda parte do ano.

Fonte: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=984&Itemid=135

sexta-feira, 6 de março de 2009

“A Magia do Tour de França” em Montemor-o-Velho


A apresentação do livro “A Magia do Tour – Participação dos corredores portugueses” e a inauguração de uma exposição alusiva à Volta à França em bicicleta marcam a agenda cultural de Montemor-o-Velho, no próximo domingo, dia oito de Março.

Para saber mais, clique aqui!

Apresentação pública do Projecto Peregrinação


No âmbito das comemorações dos 500 anos sobre o nascimento de Fernão Mendes Pinto, vai decorrer a apresentação pública do Projecto Peregrinação, no dia sete de Março, sábado, a partir das 15h00, nos Paços do Município.

Para ler o artigo na íntegra - aqui!

Escola de Montemor-o-Velho apoia preenchimento de IRS

A Escola Secundária de Montemor-o-Velho, no distrito de Coimbra, conta com um Gabinete de Apoio para o preenchimento da declaração de IRS.
A iniciativa visa auxiliar pais, encarregados de educação, familiares de alunos, professores e funcionários no preenchimento das declarações electrónicas.
A iniciativa é promovida pelo Departamento Económico-social e de Gestão da Escola Secundária que disponibiliza ajuda de 9 de Março até dia 11 do mesmo mês, entre as 17h00 e as 20h00, adianta o Independente de Cantanhede.
O Gabinete de Apoio ao IRS estará ainda aberto no dia 18 de Março, das 15h00 às 17h00, para auxiliar na impressão dos comprovativos de entrega das declarações.

Fonte:http://www.fabricadeconteudos.com/

Mário Santos vai ser reconduzido na presidência da Federação até 2012

O advogado Mário Santos, de 36 anos, vai ser reconduzido sábado, até 2012, na presidência da Federação Portuguesa de Canoagem, uma vez que é concorrente único ao acto eleitoral que vai decorrer no Porto.
Manuel Pinto apresentou a sua candidatura, mas retirou-a há dias, pelo que Mário Santos, que integra também a Comissão Executiva do Comité Olímpico de Portugal (COP), vai cumprir o segundo mandato, no qual vai ser acompanhado do vice-presidente José Garcia, o melhor atleta português nos Jogos Olímpicos Barcelona1992.
"Aumentar o número de praticantes (em 2008 foram quase 2.500 os federados), promover a criação de novos clubes, reforçar o apoio aos diversos agentes da modalidade e apostar nas selecções nacionais" são algumas das prioridades para o novo mandato.
Mário Santos manifestou à Agência Lusa o desejo de "aumentar a equipa em Londres2012, dotando-a da capacidade para disputar finais": em Pequim2008 a canoagem portuguesa esteve representada pelos K1 Emanuel Silva (10º nos 1.000 metros e 15º nos 500) e Teresa Portela (14ª nos 500) e pelo K2 Helena Rodrigues/Beatriz Gomes (11ª nos 500).
O dirigente, que é também vice-presidente da Associação Europeia de Canoagem (ECA), manifestou ainda o sonho de ver concluído "o quanto antes" o Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, cuja inauguração está prevista para o início de 2010, embora as obras ainda não tenham começado.

Fonte: http://www.ojogo.pt/Directo/NoticiaHoraFutebolNacional_canoagempresidencia_050309_115760.asp

quinta-feira, 5 de março de 2009

Farmacêutica "finta" a crise

Numa altura em que tanto se fala de crise, vai abrir portas este mês uma fábrica de distribuição de medicamentos, que vai criar 50 empregos, em Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
Este é um projecto da Cooperativa de Farmacêuticos do Norte (Cofanor), uma das empresas mais importantes do sector farmacêutico português.
No total, foram investidos 4,2 milhões de euros numa unidade de tecnologia de ponta, que se vai dedicar à distribuição de medicamentos e produtos de saúde.
Este é um projecto contra a corrente da crise que, segundo Luís Figueiredo, director-geral da Confanor, demonstra o crescimento sustentado de uma empresa nacional.
A instalação desta empresa é, naturalmente, uma boa notícia para o presidente da Câmara de Montemor-o-Velho. Luís Leal diz que vem contrariar a falta de auto estima da população e dos empresários.

Fonte: http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.Aspx?AreaId=11&ContentId=279043&SubAreaId=53

Montemor-o-Velho: Xadrez aspira à 1.ª divisão

O Círculo de Xadrez de Montemor-o-Velho (CXMV) celebrou, a 21 de Fevereiro, o 16.º aniversário com um jantar comemorativo no restaurante “O Marinheiro”.
Com uma equipa na 2.ª divisão, o grande objectivo do CXMV é “chegar à 1.ª divisão”, afirma Carlos Mendes, presidente do Círculo de Xadrez, clube que tem 25 jogadores filiados.
O dirigente queixa-se da falta de jogadores nas escolas e, relembrando que o CXMV é um clube de formação, deixa a sugestão de integrar o xadrez nas escolas básicas do 1.º ciclo, uma vez que este desporto “fomenta a concentração, o raciocínio e estimula a criação de planos”.
Montemor-o-Velho acolhe a realização da fase preliminar do campeonato distrital absoluto 2009 de xadrez, tendo a primeira sessão realizado-se no passado sábado, na Junta de Freguesia, seguindo-se mais quatro sessões, a 8, 15, 22 de Março e 19 de Abril. Recorde-se que Jorge Cruz, jogador do CXMV, já conquistou o título nesta prova, tendo alcançado o 10.º lugar no nacional absoluto. Também Pedro Neves, jovem promessa do xadrez, campeão nacional sub-14 e jogador do CXMV, já venceu o campeonato distrital absoluto, tendo representado Portugal em Murek, na Áustria, onde ficou em 5.º lugar.
O Círculo de Xadrez de Montemor-o-Velho conta com perto de 50 associados e assume um papel fundamental na promoção da modalidade no concelho, funcionando como uma escola de formação e um pólo de descoberta de novos valores do xadrez.

Fonte:http://www.campeaoprovincias.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=5492&Itemid=75

Agricabaz: Referência na economia solidária

Sabia que pode receber produtos agrícolas tradicionais e biológicos em casa? E que, ao contrário do que se pode imaginar, os preços não diferem propriamente dos que são praticados nas lojas ditas “convencionais”? A completar um ano, o projecto Agricabaz funciona como plataforma de escoamento para a produção de pequenos produtores que, desde Trás-os-Montes ao Alentejo, continuam a trabalhar a terra, mantendo usos e costumes ancestrais e, não menos relevante, a lutar contra o fenómeno da desertificação, com afinco e determinação.
Com uma loja aberta ao público e a entrega ao domicílio, o Agricabaz é o “posto” mais avançado e visível de uma vasta rede de pessoas, que têm como causa comum a economia solidária. Agricultores, artesãos, micro-empresários, empreendedores sociais e consumidores uniram esforços, ainda que de algum modo informal, em prol do desenvolvimento local e rural, naturalmente, reforçando os compromissos com o social, o ambiente e a cultura.
Proporcionar produtos de qualidade e estimular a economia solidária são os propósitos da rede que tem como produtores o Núcleo Regional do Centro da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral (com produção na Quinta da Conraria), a APPACDM (Tocha), Associação Integrar (Quinta dos Olivais), Associação de Desenvolvimento do Vale do Cobral (Meruge, Oliveira do Hospital), e pequenos agricultores familiares que fazem agricultura biológica, tradicional, permacultura e produção integrada.
O “Agricabaz à porta” é uma das facilidades que esta loja faculta aos clientes, sendo que os cabazes podem ser semanais (com preço variável entre os 12 e os 17 euros, os cabazes, pensados para duas/ três pessoas, são compostos sobretudo por hortícolas e frutícolas) ou mensais (constituídos por frutas, legumes e mercearia, como arroz dos campos do Mondego, compota, broa ou pão escuro, integral ou biológico, esparguete bio, leite de soja, aveia ou milho, e que custam entre 40 e 50 euros), assim como encomendados na loja.
Com distribuições semanais na zona de Coimbra, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz e mensais na zona de Seia e Gouveia, o Agricabaz disponibiliza periodicamente no site e por e-mail, telefone ou carta (no caso a mensal) a lista dos alimentos que compõem os cabazes.
Este projecto decorre da confluência de várias situações, explica José João Rodrigues: “Uma delas tem a ver com o facto de ter trabalhado durante 20 anos na Serra da Estrela em projectos de luta contra a pobreza e exclusão social”. Consciente do valor das parcerias para potenciar o aproveitamento dos recursos das zonas rurais, José João Rodrigues decidiu colocar esse now how em prática quando veio viver para Coimbra. Resultado: idealizou o Agricabaz como meio de viabilizar as micro-produções e estruturas de economia social.
“Damos preferência ao biológico, mas como temos objectivos também sociais, nós compramos também caso as pessoas façam agricultura amiga do ambiente”, conta, sublinhando que os produtos biológicos são sempre certificados – um dos destaques desta semana é precisamente ananás biológico, importado pela Naturoccop (Porto), e que custa 2,60 euros/quilo.
Os artigos de mercearia é outra das apostas fortes do Agricabaz que tem parcerias com muitas entidades, como seja a Mercearia Pena, das Caldas da Rainha, que tem, entre outras, a particularidade de comercializar café, de marca própria, em avulso, ou a Câmara de Penela para a qual a loja embala as conhecidas nozes de Sicó (comercialmente pouco apelativas, porque são feias e pequeninas, mas têm a vantagem de se abrirem apenas com os dedos), que depois são também comercializadas no posto de turismo local.
Invulgar, e mesmo em vias de extinção, é a Pêra de S. Bartolomeu. Produzida entre Oliveira do Hospital e Viseu, a pêra-passa, nota o responsável, “não se come fresca”. “Primeiro descasca-se, é seca ao Sol, esmagada, e consome-se assim ou faz-se aguardente”, frisa. Diversas variedades de sal, com destaque para a flor de sal, marinho tradicional, sal para grelhados (com ou sem picante) ou para banhar os pés fatigados, estão também disponíveis na loja – José João Rodrigues está a explorar também a Salina Eira Larga, Figueira da Foz, que se encontra a certificar a Salicórnia, com vista a comercializar esta planta salgada, que pode ser usada como alternativa ao sal na alimentação.
A mais recente novidade do Agricabaz é a batata de Aguiar da Beira, da freguesia de Dornelas, fornecida pela Cooperativa Terra Preservada numa parceria com o projecto Dómus de Aguiar da Beira, que é apoiado pelo programa Progride. Promovido pela Santa Casa da Misericórdia em parceria com a Câmara local, este projecto resulta de uma dinâmica de há vários anos que teve início nos projectos de Luta Contra do distrito da Guarda.

Fundação Março de 2008

Ramo Mercearia

Morada Rua Quinta das Fonsecas, lote 4, loja 2, 3030-480 Coimbra

Site https://sites.google.com/site/agricabaz/home

E-mail agricabaz@gmail.com

Fonte:http://www.campeaoprovincias.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=5477&Itemid=81

terça-feira, 3 de março de 2009

Autarquia quer ajudar 940 desempregados


A criação de um Gabinete de Inserção Profissional poderá ser a solução para contornar os actuais números de desemprego no concelho. A taxa ronda os oito por cento.

Notícia completa in Jornal Diário As Beiras

Assembleia Geral Extraordinária

No seguimento da falta de listas para novos órgãos sociais a Assembleia Geral volta a convocar os Sócios do Centro Cultural de Verride:
Nos termos dos Estatutos desta colectividade, convoco a Assembleia Geral do Centro Cultural Recreativo e Desportivo de Verride, para reunir em Sessão Ordinária, no próximo dia 8 de Março de 2009, pelas 15 horas, na sede social da colectividade, com a seguinte


ORDEM DE TRABALHOS:
Eleição de Corpos Gerentes para o ano de 2009.

Se à hora marcada não estiver presente a maioria dos Sócios, a Assembleia funcionará, em segunda convocatória, com qualquer número de Sócios, no mesmo dia, uma hora depois.

Verride, Domingo 22 de Fevereiro de 2009

P’la Mesa da Assembleia Geral

segunda-feira, 2 de março de 2009

“Um dia vou ser bom­bei­ro”

No Par­que Ver­de, o Coman­do Dis­tri­tal de Ope­ra­ções de Socor­ro mos­trou via­tu­ras e equi­pa­men­to de socor­ro entu­si­as­man­do, sobre­tu­do, as cri­an­ças

Ambu­lân­cias com supor­te bási­co de vida, car­ro de desen­car­ce­ra­men­to, via­tu­ra de com­ba­te a incên­di­os flo­res­tais, equi­pa­men­to para actu­ar em aci­den­tes com pro­du­tos quí­mi­cos e infla­má­veis, um bar­co de socor­ro, vários extin­to­res, fatos e pro­tec­ções para miú­dos e gra­ú­dos expe­ri­men­ta­rem. Ontem, no Par­que Ver­de do Mon­de­go, o apa­ra­to era gran­de, mas tudo não pas­sa­va de uma demons­tra­ção pre­pa­ra­da pelo Coman­do Dis­tri­tal de Ope­ra­ções de Socor­ro (CDOS) de Coim­bra para assi­na­lar o Dia da Pro­tec­ção Civil. O tem­po cin­zen­to con­vi­da­va pou­co a pas­sei­os, mas alguns curi­o­sos, sobre­tu­do cri­an­ças, não per­de­ram a opor­tu­ni­da­de de ver de per­to as fer­ra­men­tas com que actuam as diver­sas for­ças de socor­ro e segu­ran­ça em caso de aci­den­tes ou incên­di­os.
Pau­lo Pal­ri­lha, segun­do co­man­dan­te ope­ra­ci­o­nal dis­tri­tal, con­si­de­rou impor­tan­te acções como a de ontem, não só para sen­si­bi­li­zar a popu­la­ção sobre o tra­ba­lho diá­rio dos diver­sos agen­tes – «a Pro­tec­ção Civil pres­su­põe uma acti­vi­da­de mul­ti­dis­ci­pli­nar» –, mas tam­bém para mos­trar às pes­so­as que os ser­vi­ços do dis­tri­to estão bem equi­pa­dos e «pre­pa­ra­dos para dar res­pos­ta a todas as ocor­rên­cias, ain­da que dese­je­mos sem­pre moder­ni­zar e melho­rar». «Que­re­mos sus­ci­tar um sen­ti­men­to de segu­ran­ça, demons­trar que temos a capa­ci­da­de e o conhe­ci­men­to», sus­ten­tou.
A simu­la­ção de ontem decor­reu sob a ori­en­ta­ção da Auto­ri­da­de Naci­o­nal de Pro­tec­ção Civil, em con­jun­to com o Ser­vi­ço Muni­ci­pal de Pro­tec­ção Civil de Coim­bra, reu­nin­do ain­da as par­ti­ci­pa­ções dos Bom­bei­ros Sapa­do­res, dos Bom­bei­ros Volun­tá­rios de Bras­fe­mes, de Coim­bra, de Con­dei­xa e Mon­te­mor-o-Velho, INEM, Cruz Ver­me­lha, Gru­po de Pro­tec­ção e Socor­ro da GNR, Polí­cia Muni­ci­pal e PSP. No total, esti­ve­ram no Par­que Ver­de 16 via­tu­ras e cer­ca de 50 agen­tes.
Numa rápi­da visi­ta ao local, Pau­lo Pal­ri­lha subli­nhou a com­ple­xi­da­de e o cus­to ele­va­do de alguns equi­pa­men­tos, com seja a VPME, via­tu­ra de pro­tec­ção de mul­ti­ris­cos espe­ci­ais, com os res­pec­ti­vos fatos de inter­ven­ção. «Só exis­tem qua­tro via­tu­ras em todo o país», lem­brou, enquan­to Samu­el Rodri­gues, dos Sapa­do­res, ia indi­can­do as espe­ci­fi­ci­da­des dos fatos. «Um para tra­ba­lhar com áci­dos e gases, o outro que per­mi­te a apro­xi­ma­ção a cha­mas, aguen­tan­do até mil graus, por um perí­o­do de três minu­tos – para reti­rar algum cole­ga das cha­mas, por exem­plo –, o fato de pro­tec­ção total ou outro de pro­tec­ção con­tra líqui­dos infla­má­veis». Den­tro da via­tu­ra, mate­ri­al para iden­ti­fi­car os pro­du­tos tóxi­cos, equi­pa­men­to para tam­po­nar der­ra­mes – evi­tan­do que os líqui­dos se infil­trem nos solos e rios –, mate­ri­al de tras­fe­ga.

De pai para filhos

De olhar curi­o­so, a peque­na­da obser­va­va todo aque­le apa­ra­to, mas ontem tinham direi­to a mexer, a expe­ri­men­tar até. Na rel­va, os bom­bei­ros ins­ta­la­ram uma pla­ta­for­ma com cha­mas con­tro­la­das e, depois de uma expli­ca­ção sobre o fun­cio­na­men­to dos extin­to­res – «há os de água, os de car­bo­no ou pó quí­mi­co» –, per­mi­ti­ram que as pró­pri­as cri­an­ças aju­das­sem a apa­gar o fogo ali cri­a­do.
Ali ao lado, o Dio­go, de ape­nas dois anos e meio, não se mos­tra­va nada assus­ta­do, ape­sar do bom­bei­ro o colo­car numa espé­cie de cole­te de res­ga­te e o içar aci­ma do solo. O pai, Luís Miguel, tam­bém esta­va a apre­ci­ar a demons­tra­ção de todas as for­ças da Pro­tec­ção Civil. «Pas­sei aqui por aca­so e acho que é mui­to inte­res­san­te, já esti­ve a esprei­tar algu­mas coi­sas, que aqui pode­mos ver mais de per­to, e até obti­ve escla­re­ci­men­tos téc­ni­cos», dis­se ao Diá­rio de Coim­bra. Reti­ra­do do cole­te, o peque­no Dio­go já cha­ma­va o pai para ver o bote de reco­nhe­ci­men­to e tran­spor­te, que os Sapa­do­res havi­am colo­ca­do, com um mane­quim devi­da­men­te ves­ti­do ao lado.
José Ricar­do, de 11 anos, João Rafa­el, oito anos, Caro­li­na, seis anos, e Rita, de 13. Ain­da que o cená­rio de ontem fos­se dife­ren­te, para os qua­tro irmãos de Anta­nhol já pou­co do que ali viam era novo, mui­to menos os per­so­na­gens prin­ci­pa­is: os bom­bei­ros. Afi­nal, são filhos de um bom­bei­ro volun­tá­rio, da cor­po­ra­ção de Coim­bra, expli­ca­va a mãe.
De entre os qua­tro ape­nas duas voca­ções para seguir o exem­plo do pai, a mais velha, Rita, e o do meio, João Rafa­el. Ape­sar de por ali ter anda­do a “fin­gir” que apa­ga­va fogos, o mais velho foi pron­to em dizer que não que­ria ser bom­bei­ro e a mais peque­ni­ta, Caro­li­na, esta­va mais encan­ta­da com o que a espu­ma de com­ba­te a incên­di­os lhe fazia lem­brar. «Vi aque­la coi­sa que pare­ce chan­tilly, mas que­ro ser é pin­to­ra quan­do for gran­de». João Rafa­el sonha em con­du­zir car­ros de bom­bei­ros. Rita, ado­les­cen­te e já mais escla­re­ci­da, expli­cou que tan­to o avô como o pai deci­di­ram ser volun­tá­rios: «Acho que tam­bém vou ser. Para aju­dar os outros. Mas tenho medo daque­les incên­di­os mai­o­res e fico pre­o­cu­pa­da».
Caro­li­na Almei­da e Joa­na Cor­reia, de 16 e 15 anos, res­pec­ti­va­men­te, é que já toma­ram a deci­são. Fazem par­te da aca­de­mia de bom­bei­ros dos Volun­tá­rios de Bras­fe­mes, onde par­ti­lham a pai­xão com cri­an­ças e jovens entre os 7 e os 18 anos. São já cade­tes e ontem con­se­gui­am expli­car, a quem por ali pas­sas­se, as mano­bras mais impor­tan­tes do supor­te bási­co de vida, usan­do um mane­quim.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=907&Itemid=135

Laurentino Dias promete condições de trabalho de excelência

Os atletas de alta competição vão ter condições de trabalho para se imporem internacionalmente, garantiu hoje o secretário de Estado da Juventude e do Desporto no lançamento do Centro de Alto Rendimento (CAR) de taekwondo e ténis de mesa.
Em Vila Nova de Gaia, Laurentino Dias foi claro: "Todas estas infra-estruturas vão pôr os campeões portugueses ao nível das condições dos campeões europeus e mundiais com os quais têm de se bater. Não podemos exigir aos nossos campeões que sejam capazes de chegar aos campeonatos europeus, mundiais e olímpicos e ganhem sem que lhes concedamos, sem que lhes confiemos condições idênticas aqueles atletas com quem se vão bater".
Em declarações à Agência Lusa, o governante projectou hoje o futuro do taekwondo e ténis de mesa, "modalidades em que Portugal esteve pela primeira vez representado nos Jogos Olímpicos (Pequim2008), com um e três atletas, respectivamente".
"Estão em expansão, desenvolvimento, com cada vez mais jovens com vontade e disponibilidade. São modalidades de futuro, mas para isso é preciso que nós as acarinhemos e que tenham condições para a sua prática. Este CAR vai ser um local de excelência para treinos e estágios", sublinhou.
Laurentino Dias revelou que o investimento do Estado e da autarquia "ronda os quatro a cinco milhões de euros" e que em Março o projecto vai candidatar-se a fundos europeus, seguido do concurso e construção.
"Esta é mais uma etapa dos CAR que hoje já atingem 20 modalidades em 14 localidades no país. Em termos de futuro, é a melhor forma, a mais objectiva e sustentada de apoiar os nossos campeões e ajudar que outros apareçam", resumiu.
Segundo o secretário de Estado, no Jamor, o ténis e o tiro com arco já têm as suas infra-estruturas prontas, enquanto o râguebi já tem dois campos de treinos e vai beneficiar em breve de um edifício de apoio: atletismo e golfe têm os projectos em início de obra.
No próximo fim-de-semana, será lançado o CAR de natação em Rio Maior e em 15 dias o de voleibol em Lamego, enquanto, nas Caldas da Rainha, o badminton começa a funcionar em pleno já em Setembro.
Em Montemor-o-Velho, estão em fase de adjudicação as obras para o centro náutico, que vão beneficiar canoagem, remo, triatlo e natação em águas abertas, devendo estarem aptos no início de 2010.
Em Sangalhos, ciclismo, judo, esgrima, trampolins e ginástica vão ter os seus projectos aptos a funcionar no máximo até Agosto.
Este mês começou a funcionar o CAR de Peniche, um dos sete centros dedicados ao surf.
"A rede nacional pretende cobrir todas as modalidades. Neste momento, já abrangemos um vasto conjunto de actuais campeões e esperança para o futuro", concluiu.
O Centro de Alto Rendimento (CAR) de Gaia, situado no Parque das Lavadeiras, insere-se na Medida 6 da secretária de Estado da Juventude e do Desporto, destinada à requalificação e construção das infra-estruturas desportivas.
Este CAR vai ser constituído por um edifício de alojamento e restauração comum e duas infra-estruturas distintas concebidas em função das exigências de cada uma das modalidades, que confinam com um pavilhão, com características polivalentes, já existente no local.
A parte dedicada ao ténis de mesa vai permitir albergar 15 a 20 atletas e contempla um recinto de jogo com nove mesas, em condições de espaço iguais às exigidas em jogos internacionais, equipadas com balneários, gabinete médico, sala de formação e um pequeno ginásio de musculação e aquecimento.
Quanto ao taekwondo, vai ser possível trabalharem cerca de 30 atletas em simultâneo, num projecto que prevê um espaço para exercício com 512 metros quadrados que pode ser repartido em três salas individualizadas, mais três gabinetes de trabalho e balneários.

Fonte:http://www.ojogo.pt/Directo/NoticiaHoraFutebolNacional_descarlaurentinhodiasdec_270209_114389.asp

Apicultura: Especialistas dizem que abelhas estão a fugir e a morrer , DGV desconhece fenómeno

De acordo com a engenheira agrónoma Andrea Chasqueira, especializada em apicultura, as abelhas em Portugal "estão a fugir das colmeias, sem regressar", sendo as causas da fuga e o destino das abelhas ainda desconhecidos.
Apesar de não existirem resultados científicos, Andrea Chasqueira considera que "o uso de herbicidas e pesticidas nos campos pode ser a principal causa para o desaparecimento das abelhas das suas colmeias."
O presidente da Federação Nacional de Apicultores de Portugal (FNAP), Manuel Gonçalves, entende que "as abelhas morrem fora da colmeia, que fica despovoada", o que leva ao aparecimento de doenças nas colmeias, uma vez que a presença destes insectos, muito autónomos, impede o aparecimento de maleitas.
Manuel Gonçalves acusou a Direcção-Geral de Veterinária (DGV), a autoridade sanitária animal, de estar "pouco preocupada com os problemas dos apicultores portugueses" e disse que "nem 30 por cento dos produtores recebe a ajuda comunitária" de apoio à apicultura, pelo que "26 por cento das colónias não são abrangidas" por este fundo.
Em reacção a estas informações, fonte oficial da Direcção-Geral de Veterinária disse à Lusa que a diminuição do número de colmeias "tem sido sempre associada a causas naturais (incêndios, condições climatéricas adversas, falta de pólen, maneio deficiente) ou a causas sanitárias (doenças das abelhas)" e esclareceu que "as ajudas comunitárias no âmbito da apicultura são atribuídas através do Programa Apícola Nacional."
A Direcção-Geral de Veterinária disse também que tem organizado anualmente cursos técnicos multidisciplinares e implementado desde 2008 um Programa de Controlos Sanitários a apiários a nível nacional.
De acordo com a Federação Nacional dos Apicultores de Portugal e com a Direcção-Geral de Veterinária, em 2004 estavam registados 22 mil apicultores no País, um número que caiu para os 15. 267 em 2007, o que se traduz numa variação negativa de 30,6 por cento.
Em 2004, estavam também registadas 580 mil colmeias, sendo que em 2007 havia apenas 555.049, um decréscimo de 4,3 por cento.
Geograficamente, a Beira Litoral é a região com maior número de apicultores (25,6 por cento do total) mas é também a zona onde os apicultores têm menor dimensão: em média, existem 17,8 colmeias por apicultor.
O Algarve e o Alentejo são as zonas continentais com menos apicultores mas em que estes têm maior dimensão: em média, existem 95,5 e 62,4 colmeias por apicultor, respectivamente.
Os Açores são a região do País com menos apicultores e menos colmeias e a Madeira é aquela em que os apicultores têm menor dimensão (cerca de 11 colmeias por apicultor).
Recentemente, têm-se conhecido vários casos de ataques de abelhas por todo o mundo, resultando daqui algumas mortes: em Portugal, só na Zona Centro, há registos de duas mortes provocadas por ataques de abelhas, um em Montemor-o-Velho e outro em Tábua, no Distrito de Coimbra.
Na próxima semana, um grupo de cientistas desta área vai reunir-se em Bruxelas para discutir a situação da apicultura na Europa.

Fonte:http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=390099&visual=26&tema=1

Luís Leal agra­ci­a­do pela Liga de Bombeiros

«Um autar­ca que não tenha a sen­si­bi­li­da­de de estar ao lado daque­les que sal­va­guar­dam a pro­tec­ção e a segu­ran­ça, com huma­nis­mo, volun­ta­ria­do e com­pe­tên­cia, não pode ser um bom autar­ca».
Pala­vras de Luís Leal, pro­fe­ri­das ontem, na ceri­mó­nia evo­ca­ti­va do 77.o ani­ver­sá­rio da Asso­cia­ção Huma­ni­tá­ria dos Bom­bei­ros Volun­tá­rios de Mon­te­mor-o-Velho, que mere­ce­ram a mai­or ova­ção dos pre­sen­tes.
O autar­ca refe­riu que «a Câma­ra Muni­ci­pal orgu­lha-se de cum­prir com os seus deve­res para com os Bom­bei­ros Volun­tá­rios», subli­nhan­do que «trans­fe­ri­mos anual­men­te 54 mil euros para a ope­ra­ci­o­na­li­da­de da ins­ti­tu­i­ção e, este ano, mais cer­ca de 30 mil euros para inves­ti­men­to em equi­pa­men­to, nome­a­da­men­te na aqui­si­ção de uma ambu­lân­cia auto­nó­mi­ca».
«É con­vos­co que os muní­ci­pes do con­ce­lho con­tam para lhes acu­dir nos momen­tos difí­ceis; con­tem comi­go, pois esta­rei ao vos­so lado para cola­bo­rar na vos­sa mis­são huma­ni­tá­ria», fri­sou.
Defen­den­do ser pos­sí­vel en­con­trar um mode­lo que aju­de a mino­rar as difi­cul­da­des finan­cei­ras da Asso­cia­ção, o pre­si­den­te da Câma­ra argumentou que «de­vem ser todos os muní­ci­pes a con­­tri­bu­ir para o orça­men­to da ins­ti­tu­i­ção, e não ape­nas os asso­cia­dos», fun­da­men­tan­do que «a inter­ven­ção dos bom­bei­ros es­ten­­de-se a toda a popu­la­ção con­ce­lhia».
Elo­gi­ou ain­da o coman­dan­te Mora­is Jor­ge, que «já mar­cou, pela posi­ti­va, um quar­to de sécu­lo de acti­vi­da­de», e alar­gan­do os comen­tá­rios posi­ti­vos à direc­ção, Luís Leal exor­tou o cor­po de bom­bei­ros volun­tá­rios a que, «ape­sar de colo­ca­rem em ris­co a vos­sa pró­pria vida, con­ti­nu­ai a ser dili­gen­tes e abra­cem com huma­nis­mo a cau­sa do amor ao pró­xi­mo».
Mora­is Jor­ge elo­gi­ou «o gran­de empe­nho e apoio da Câma­ra Muni­ci­pal para o fun­cio­na­men­to da ins­ti­tu­i­ção» e fri­sou que «sem este apoio era impos­sí­vel atin­gir os objec­ti­vos da asso­cia­ção».
«Saben­do da dis­po­ni­bi­li­da­de de Luís Leal para com a cor­po­ra­ção, tomei a ini­ci­a­ti­va de pro­por à Liga dos Bom­bei­ros Por­tu­gues­es que fos­se fei­to um públi­co reco­nhe­ci­men­to por essa for­ma de estar com os Bom­bei­ros de Mon­te­mor e fos­se entre­gue a Luís Leal “a mais alta con­de­co­ra­ção dos Bom­bei­ros Por­tu­gues­es – o cra­chá de ouro”, anun­ciou.
«A his­tó­ria des­ta ins­ti­tu­i­ção é coi­sa que não pode­mos nem que­re­mos dei­xar de ter pre­sen­te, e hon­rar, em res­pei­to por todos os que, ao lon­go das suas vidas se entre­ga­ram em defe­sa dos mais altos valo­res que sem­pre nor­te­a­ram a nos­sa ges­tão», dis­se o pre­si­den­te da direc­ção, Armin­do Mota, defen­den­do que «ape­sar das difi­cul­da­des finan­cei­ras acu­mu­la­das ao lon­go dos últi­mos tem­pos, nun­ca os bom­bei­ros de Mon­te­mor dei­xa­rão de cum­prir com os seus objec­ti­vos, quer na pro­tec­ção quer nas emer­gên­cias».
Por ini­ci­a­ti­va da Liga dos Bom­bei­ros, foram agra­ci­a­dos os bom­bei­ros José Fer­nan­do Fer­rei­ra Batis­ta e Antó­nio Cava­lei­ro Fer­nan­des, e o pre­si­den­te da Câma­ra de Mon­te­mor-o-Velho, Luís Leal. O repre­sen­tan­te do CODIS, tecen­do algu­mas con­si­de­ra­ções ao labor dos bom­bei­ros, feli­ci­tou o 77º ani­ver­sá­rio dos Bom­bei­ros de Mon­te­mor.

Fonte:http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=822&Itemid=135